Em algum momento do sexto ano, a grande briga estourou. Os gritos ficaram mais altos, as ofensas, os feitiços e faíscas balançavam o Largo Grimmauld como terremoto. Walburga queimou meu nome da tapeçaria e eu fugi.

Marlene foi a primeira que me veio à cabeça, mas ao chegar em sua casa, dou meia volta. De longe, posso vê-la divertindo-se ao lado de seu outro garoto no jardim, colhendo flores e extraindo nectar com seu inseparável argau. Marlene sempre foi ótima com poções, em especial aquela que me fez viciar-se em sua presença quase tóxica.

E eu acho que simplesmente me acostumei.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.