Notas iniciais
NÃO VOU CONTINUAR! É SÓ PRA MINHA AMIGA LER, SE VOCÊ LEU E GOSTOU, TENTE ME INCENTIVAR A ESCREVER MAIS K.

Olhando pela janela, Carlos esperava que tudo voltasse ao normal, ou que poderia construir uma máquina do tempo e voltar para antes da banda mais famosa de Los Angeles ser formada. Isso seria bom, e todos os membros poderiam se abraçar novamente após uma briga estúpida sobre hóquei. Perguntava-se o que poderia fazer depois daquele dia e se o recém-chegado perceberia a beleza da entrada de Palm Woods. As novas árvores estavam ali fazia algumas semanas e talvez não as percebesse, o que seria bem normal, já que deveria estar bem ocupado para reparar.
Kelly entrou no apartamento de braços cruzados, olhava de cima abaixo tudo o que restou da moradia dos garotos. Olhou para o tobogã que tanto encantou Carlos na vez em que foi instalado e percebeu que o mesmo estava ali. Com o nariz na janela, olhava para baixo e via o sofá vermelho sendo carregado para um caminhão e assim pode concluir que Bitters já tinha tomado as devidas providencias, e sem dúvidas, ficou feliz por esse dia ter chegado.
- Carlos... — a voz feminina o fez tirar a cara do vidro empoeirado e olhar pelos ombros.
- Não quero falar agora. — resmungou.
- Está com fome? — não respondeu. — Posso fazer hamburguers se quiser... Não é possível que já tenham tirado todos os alimentos dessa casa! — Kelly sorriu indo em direção a geladeira, abrindo-a e encontrando os ingredientes necessários.
- Já que insiste. — Carlos riu dando um salto para trás e puxando uma cadeira para sentar perto da bancada.
- Sabia que não iria resistir. — os dois ficaram em silêncio por um tempo, preparando juntos dois hamburguers. Carlos ainda continuava triste, ser mal humorado como os outros estavam agora, não fazia parte do pacote de loucuras do Garcia.
- Acho que vi um pelicano no caminho para cá. — e como sempre, a mulher tentou deixar o clima mais leve.
- Onde está tentando chegar, Kelly? Eu sou apenas um jogador de hóquei, que não deveria ter saido de Minnesota, e não um caçador de animais.
- Aqui. — a mesma empurrou para Carlos um pedaço de jornal dobrado ao meio e amaçado nas pontas.


O incêndio do Teatro Sanyoid leva a suspeita de fogos de artifícios ilegais como causa.

Produtor musical ferido.

Litoral de Nova York — um dos mais importantes teatros do local, reservado para shows e peças de teatro, foi destruído após uma explosão com causa desconhecida nesse sábado a noite.O incêndio começou após uma apresentação da famosa banda de Los Angeles, Big Time Rush. Não há informações sobre os membros da banda e o produtor musical, Gustavo Rocque, sofreu queimaduras de segundo grau nos braços e nos pés e está internado em estado estável de acordo com os médicos do Centro Médico de Nova York.Uma ligação anônima levou os bombeiros chegarem ao local perto da meia-noite, onde foram encontradas chamas e fumaça ao lado do palco, disse Charlie Evans, chefe do Corpo de bombeiros. Ainda estão sendo investigadas as causas do incêndio, e suspeitam de fogos de artifício ilegais que foram encontrados perto do local.

- Eu não sei nada sobre isso. — Carlos encostou-se na cadeira e olhou para o hamburguer que comia. — Não sei mais de nada, eu to errado. E não sei o que fazer.
- Quer falar sobre isso?
Vendo que não iria lhe responder, Kelly sentou-se ao lado do moreno e suspirou olhando para o hamburguer assim como ele.
- Falar as vezes faz bem.
- E eles? — culpou-se por querer saber.
- Logan foi embora logo após o incêndio, arrumou suas malas e não sabemos para onde foi. Kendall resolveu ir para Nova York nessa manhã e James está no hospital com o Gustavo. — Kelly olhou para a expressão de Carlos que amassou o resto do hamburguer com raiva e tacou-o no lixo. Era uma das únicas vezes que via o garoto sem o capacete, e por isso, resolveu procurá-lo logo pela casa para lembrá-lo quem ele realmente é, e para se iludir, pensando que nada disso aconteceu e os quatro continuam unidos como nunca, com a esperança de alegrar o membro mais feliz e infantil do BTR. Levantou-se e caminhou até um sofá próximo ao tobogã, estendeu a mão e pegou o capacete preto, voltou até Carlos e colocou em sua cabeça rindo sem graça.
- Ei, tudo vai ficar bem.
- E o Gustavo?
- Vai ficar bem também. — a mulher começou a andar até a porta da sala e a abriu.
- Kelly...
- Sim? Precisa de mais alguma coisa?
- Obrigado. Eu vou voltar para Minnesota, acho que é o certo a fazer agora, peça desculpas ao Gustavo por mim.
- Ele vai entender... Mais alguma coisa?
- Você ainda é péssima mentindo. — Carlos sorriu para a caçadora de talentos que apesar de tudo, era a melhor companhia para aquela hora e o garoto sabia muito bem disso.

Notas finais
Só quem vê a série entende que a Kelly é péssima mentindo :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.