Halloween

2 Bônus I - Um Dia Normal


Notas iniciais
Boa leitura. ❤

P.O.V. Edward Cullen

Sigo montando meu computador cuidadosamente. Depois de um dia entediante isso é o máximo de diversão que tive, desmontar meu computador para limpar.

Eu fiquei no castelo com mamãe enquanto os outros foram caçar. Ela deve estar arrumando alguma coisa.

Sinto a sensação de ser observado. Nossa senhora dos vampiros medrosos, não deixe nada de mal me acontecer. Eu sei que fui um menino mau, peguei a filha dos antigos donos do castelo, mas não deixa eles me matarem por isso. Ouvi passos se aproximando e me assustei.

— Ela que veio para cima de mim, eu estava acorrentado. – Levanto as mãos em rendição e escuto mamãe rir.

— Edward, querido, não preciso saber desses detalhes. – Fala e me abraça por trás. – Desde aquele dia você ficou assim, tão assustado. – Diz com tristeza na voz.

— Não foi sua culpa, tentou me ajudar.

— Você precisou de quase um ano para dormir sozinho com um abajur ligado, não tem como não me culpar. – Falou tristemente.

— Vamos parar com essa melancolia, vamos fazer uma sessão de filmes. – Dou a ideia e corro para a sala de filmes, que foi montada por Emmett.

— Uma hora você vai ter que contar para ela. – Mamãe comenta, se sentando em um sofá.

— Quando essa hora chegar, eu digo. – Resmungo e pego os vários DVD's da sala. – Eu ainda não acredito que você e papai quiseram se transformar.

— Querido, não íamos deixar você e seu irmão sozinhos pela eternidade, era bem capaz de atearem foto em algum lugar. — Fala, risonha.

— Há, há, a senhora vai querer seguir carreira de comediante ou é só um hobby? Vai ser a primeira vampira no cargo. – Falo sarcasticamente, selecionando Operação Big Hero para assistir. Sim, Operação Big Hero, isso é um filme maravilhosamente másculo.

— De onde acha que veio o humor de vocês? – Ela pergunta. – Qual o filme?

— Operação Big Hero.

— Edward!

— Mãe, a senhora já prestou atenção nele? É maravilhoso. É triste quando o Tadashi morre, mas ele ficará eternamente em meu coração. Literalmente. – Ela olhou para cima, parecendo esperar alguma coisa. Apenas ignorei e coloquei o disco, me jogando em outro sofá.

— Não íamos deixar vocês irem e ficarmos sozinhos. – Mamãe fala, depois de um tempo calada.

— O quê? — Pergunto, confuso.

— Éramos apenas nós quatro, minha irmã e meus pais morreram, assim como os de Carlisle. Não tínhamos primos ou parentes muito, muito distantes. A família Cullen se concentrava em apenas nós, de repente Jasper aparece em casa dizendo que ia se transformar em vampiro e que você estava no meio do processo. Pensamos que ele tinha bebido um ponche batizado. – Fala e nós dois rimos, sento entre suas pernas e ela acaricia meus cabelos. – Depois vimos que era verdade, então abrimos mão da nossa vida para estar com vocês, agora temos mais gente para mimar.

— A senhora não vai ficar chateada porque não terá netos? – Pergunto, inclinando-me para trás para olhá-la.

— Um pouco, eu queria miniaturas de vocês pela casa, mas nossa família cresceu, sim? – Concordei com um aceno de cabeça. — Agora, por que quis se transformar tão repentinamente, meu amor?

— Todo mundo na escola sabia do meu problema, nunca tive muitos amigos. Tanya, Seth, Benjamin e Ângela foram bem legais, mas eram mais colegas meio distantes. Tinham uns três garotos que sempre me perseguiram na escola, fazendo pegadinhas para eu me assustar. Faculdade não é algo que eu tinha pensado muito, até porque também poderia ter gente como os caras da escola, então quando vi Bella e seus irmãos eu pensei “Por que não?”, então pedi muito até que ela cedeu.

— Deveria ter falado conosco sobre esses garotos. – Mamãe resmungou.

— Eu já tinha falado com a diretora, mas ela não fez nada. – Dei de ombros e dei play no mega filme. – Águas passadas não movem moinhos, sou o vampiro mais gostoso que essa nação vai ver na vida, então apenas aproveitarei o meu filme. – Falo e ela ri. Me puxando para cima e eu me aninho com ela, enquanto o Hiro começa a ser “O” cara no filme. Esse moleque é demais!

(...)

— Ele era tão jovem! Ia ser um super gênio e ia fazer muito sucesso. Eu vou nesse lugar nem que fique no Japão, vou transformar ele e então não vai morrer. – Lamento caído no sofá, enquanto mamãe ri.

— Edward, o que aconteceu? – Bella apareceu, quando olhei ela vinha em minha direção e me olhava preocupada.

— Aquele incêndio aconteceu! Eu quero Tadashi aqui. – Compreensão passa por seus olhos e ela começa a rir, faço biquinho e ela me dá um selinho.

— Big Hero? – Ela pergunta para mamãe.

— Sim, queria que o visse assistindo quando era humano, chorava querendo resgatar o rapaz.

— Bem, que tal assistirmos um mais animado? O pessoal chegou, estão tomando banho e já estão vindo. – Bella diz, enquanto eu a agarro e dou vários beijinhos nela.

— Vou ver Carlisle, se comportem. – Mamãe diz e vai embora.

— Como foi a caçada? – Pergunto.

— Foi boa. Pelo visto seu tempo foi triste. – Comenta, se sentando no sofá.

— Primeiro eu limpei meu computador, depois que eu vim assistir.

— Hum. Que tal assistirmos Gente Grande? — Pergunta, enquanto deita em meu colo e eu começo a passar a mão em seus cabelos que estão bem macios.

— Pode ser. – Digo e ela levanta rapidamente, colocando o disco e voltando para a sua posição inicial.

Quando a eternidade é longa nós temos tempo para fazer diversas coisas, assistir filmes está na lista. Ainda não consegui convencê-la de que eu tenho que trancá-la no quarto por cem anos, mas ainda estou tentando.

Assistimos e rimos muito, foi um filme muito bom, aproveitamos e já começamos a assistir o segundo. Logo o pessoal foi aparecendo e se acomodando pela sala de filme, assistimos todos juntos e posso dizer que não foi muito silencioso. Se alguém de Dunsville passou por perto provavelmente tem certeza de que o castelo é mal assombrado. Quando o filme acabou, Emmett se levantou rapidamente e começou a mexer nos filmes.

— Que tal de assistir agora A Casa Mal Assombrada? – Perguntou enquanto sacudia o estojo. Logo sou puxado ao passado, quando tinha sete anos.

Eu e Jasper vamos passando pelas barraquinhas do parque e tia Rosa vai nos acompanhando. Nossos pais tinham ido para algum festival de artes onde mamãe iria participar e papai foi a acompanhando. Nós íamos pedindo pra ir em vários brinquedos, andamos em todos que nos foi permitido, até Jasper falar:

— Cara, acho que ninguém da sala teria coragem de entrar na casa mal assombrada.

— Jasper, eu não tenho medo dessas coisas, eu não tenho medo de nada. – Falo e arrumo meus óculos, que estavam escorregando.

— Duvido. – Diz e cruza os braços.

Eu sigo em direção à entrada, leio que só podem entrar crianças a partir de 10 anos. Quando o rapaz que estava tomando conta da entrada sai, eu passo por baixo da corda da entrada e entro no local escuro.

Aos sete anos e com a imaginação fértil eu vi muitas coisas, bruxas, lobisomens, vampiros, zumbis, personagens malvados das historinhas e vários outros. Quando cheguei desesperado na saída, ela estava bloqueada. Tentei sair de todos os jeitos e não consegui, passei novamente pela casa para tentar sair pela frente, mas a parte da entrada também estava bloqueada, na última tentativa se escapar eu passei novamente para ver se a saída estava aberta, mesmo em pânico eu cheguei ao final, onde fiquei cinco horas chorando desesperadamente. Jasper e titia haviam procurado por todo lado do parque, até que acharam o rapaz que tinha fechado o local e o feito abrir para me procurar. Eu desenvolvi Síndrome do Pânico e desde então até uma folha caindo me fazia tomar um belo susto. Ainda tive mais alguns ataques, mas com o tempo ela foi diminuindo, e quando me transformei ela pareceu apaziguar bastante, mas não se foi completamente.

— Edward. – Bella murmura, olhando em meus olhos e parecia ter visto tudo o que eu pensei. Meus pais e Jasper estavam atentos, eles sabiam o que o nome me lembrou, e estavam me avaliando para ver se eu ia ter algum ataque. O primeiro vampiro com síndrome do pânico, preciso visitar o cara do livro dos recordes para me colocar nessa categoria.

— O que foi? – Forço um sorriso para ela e o restante fica confuso.

— Eu não sei, mas eu vi tudo, acho que você pode mostrar suas lembranças pelo toque. – Fala, mostrando nossas mãos unidas e passa as mãos em meu rosto. – Eu estou aqui, sim? – Pergunta me dá um beijo, ao qual retribuo. Meus pais e Jasper sempre me ajudaram com meu problema, agora tenho mais gente para me ajudar a superar.

— Claro que sim. – Responde e sorri.

— Esse negócio tá ficando estranho. – Comento e ela ri.

— Sabe, queria saber o que tá rolando. – Emmett falou, enquanto nos olhava.

— Eu passo meus pensamentos pelo toque. – Eu falo e ele rola os olhos.

— Isso eu entendi, mas do nada vocês ficaram estranhos.

— Depois eu falo. – Respondo simplesmente. Ainda não estou preparado para dividir isso.

— Quer conversar? – Bella pergunta. Aceno e saímos do cômodo, antes eu fiz um sinal de positivo para Jasper e meus pais. – Eu conheço um lugar. – Ela fala e saímos correndo pela parte de trás do castelo, percebo a escuridão que está a cidade.

Ser vampiro é uma aventura, em duas semanas eu vi que posso ser super bonito e gostoso ao mesmo tempo. Quase tive vontade de voltar à DHS pra me exibir e levar Bella à tira colo, mas acho que ela não deixaria. Uma pena.

— Não mesmo. — Respondeu, risonha.

— Não sei porque esse negócio veio funcionar duas semanas depois, defeituoso isso. – Resmungo e ela ri.

— Algumas habilidades não se mostram imediatamente, Docinho. É... interessante ver como sua mente funciona.

— Sei.

Corremos por mais alguns segundos e chegamos à um farol, aparentemente abandonado.

— Ele foi abandonado sessenta anos atrás, desde então eu venho aqui de vez em quando. — Responde, subindo a escada interna rapidamente.

— E por que não me trouxe antes? – Pergunto quando chegamos ao topo, onde o chão estava ocupado apenas por um colchão e alguns lençóis.

— Estávamos ocupados. – Deu um sorriso malicioso.

— Depois eu sou o pervertido. – Digo, risonho. Me encostando na cerca que cerca o farol.

— Mas você é. – Fala, enquanto se joga no colchão e olha pra cima. – Vem cá.

Eu me deito ao seu lado e olho para as estrelas acima de mim. Elas brilham intensamente essa noite.

— Sabe, eu vi uma música que parece muito com a gente. – Comento.

— Qual? – Pergunta e se vira de frente pra mim.

Eu te vi, lá no canto da sala. Seu nome, eu queria saber, para ir até você, mas eu tinha medo, de olhar seus olhos, e histórias descobrir, mas pensando, sei que a noite vai brilhar, a noite vai brilhar, e a noite, começa a brilhar.* – Canto fitando as estrelas, quando olho para ela vejo seu sorriso, ela sobe em mim e me beija, rapidamente eu retribuo.

— Você escreveu? – Ela pergunta, quando nos separamos.

— Não, o destino fez para mim, eu mal escrevo meu nome. – Ela gargalhou e voltou para seu lugar.

— Quando você estiver confortável, pode falar da sua vida. – Fala, fitando as estrelas.

— Bem, ter esse problema sempre foi meio ruim, quando começou o High School piorou. Sam, um dos alunos, viu meu nome em meio às pastas da mãe dele que é minha psicóloga e viu o que eu tenho, desde então eles tem várias odeias “legais”. Todo dia era “Que tal colocar uma aranha no armário do Cullen?”, “Que tal uma doninha na mochila?”, “Talvez uma bombinha perto do carro dele.”. Falei com a diretora e até que pararam por alguns dias, mas logo voltaram. Jasper sempre me ajudou, eu sempre me assusto fácil, mas o último surto que tive já tem dois anos, e quando você me transformou eu senti que passou um pouco, mas não por completo. – Falo e olho para ela, que começa a acariciar meus cabelos.

— Eu adoraria caçar esses humanos. – Ela fala com rispidez e eu apenas rio.

— Gostaria, mas não vou estragar minha dieta por eles, daqui setenta anos eu vou estar em forma e eles uns velhos, vou apontar e rir. – Ela começa a gargalhar alto.

— Você não existe, Edward.

— Existo sim, pode me pegar – Ela faz menção de pegar nos meus países baixos e eu dou um pulo. – Espera, mulher. A melhor parte é depois, deixa eu falar uma coisa.

— Fala. – Ela bufou, insatisfeita.

— Não sei se você percebeu, mas é o meu mundo, me salvou da minha vida pacata e me deu uma oportunidade, mesmo sendo um pouco medroso. – Ela arqueou a sobrancelha. – Tá, bastante medroso. Mas o fato é que agora eu também tenho você, seus irmãos e Rosalie. Agora eu tenho uma família bem grande que me ajuda nas dificuldades e gostam de mim. Eu te amo sua vampira sequestradora de garotos inocentes. – Ela riu e vi seus olhos brilhando.

— Foi um prazer te sequestrar, Docinho. Eu também te amo, e você me faz não temer a eternidade que temos pela frente, mesmo que tenha dado sua vida por isso. – Fala e sobe em mim novamente, me beijando profundamente.

— Sabe uma das coisas que mais amei em ser vampiro? É o que podemos fazer à noite. – Dou um sorriso safado e ela ri.

— E o que faremos essa noite? – Ela perguntou, com um sorriso safado.

— O que faremos todas as noites por toda a eternidade. — Respondi, a virando rapidamente. Eu já disse que amava a velocidade vampira? Tudo era mais rápido, mas também era mais intenso. Se eu pensava que a primeira vez com Bella tinha sido incrível, não tinha palavras para descrever como me senti como vampiro.

— E quem você será essa noite?

— Essa noite eu serei o vampiro e você, querida, a presa. — Sussurrei, segurando seus pulsos acima de sua cabeça e mordiscando seu pescoço.

— Então eu serei sua vítima?

— Sim. Essa noite você será. — Respondi, beijando sua clavícula e fazendo com que ela arqueasse o corpo.

— Edward... — Ela gemeu baixinho, fazendo meu sorriso crescer. Eu amava vê-la assim, tão entregue. Seus olhos estavam fechados e suas mãos afundaram no colchão, o rasgando.

Ela usava uma blusa fina preta, que eu rapidamente rasguei.

— Sempre que eu sou a vítima você faz isso.

— Você fala como se achasse isso uma coisa ruim. — Retruquei, jogando sua blusa para longe.

— É ruim quando eu tenho que voltar para casa sem roupas.

— Você é uma vítima muito petulante. – Provoquei, apertando ainda mais seus pulsos quando ela tentou se libertar. – Talvez eu devesse te amordaçar, querida. — Declarei, descendo uma de minhas mãos e acariciando seu seio esquerdo.

— Deus...

— Não. O nome certo é Edward.

— Quando ficou tão convencido? — Perguntou entre gemidos. Com uma mão segurei as dela e com a outra me livrei da saia que ela usava. Em um instante ela estava completamente nua e à minha mercê.

— Edward, por favor. — Ela pediu e eu sorri. Amava quando ela chamava meu nome. Eu já falei sobre a super velocidade? Eu amava aqui. Em um segundo estava já sem minhas roupas e me posicionava entre suas pernas.

Desci meus lábios pelo pescoço dela, passando entre seus seios. Soltei suas mãos, que vieram para meu cabelo. Minhas mãos apertavam sua coxa com força.

— Por favor... — Implorou, enquanto eu continuava com minhas carícias. Em um velocidade impressionante, ela rodeou minha cintura com suas pernas e nos girou no colchão.

Senti minhas costas contra o colchão e seus olhos brilharam, enquanto ela deixava o rosto bem próximo ao meu, mostrando suas presas e rosnando, mas sorrindo logo depois.

— Não tenho medo de você. — Respondi sorrindo e levando minhas mãos até sua cintura.

— Não devia ter dito isso. — Respondeu, se erguendo e voltando a se sentar, enquanto eu a penetrava lentamente. Suas presas ainda estavam à mostra e ela fechou os olhos, tombando a cabeça para trás.

— Bella... — Gemi seu nome, quando ela começou a se mover. As mãos estavam espalmadas em meu peito, me arranhando lentamente. Ela se movia cada vez mais rápido, enquanto eu a ajudava.

A puxei para mais perto, enquanto mordia seu pescoço. Aquela era uma das melhores sensações que já havia experimentado.

Me sentei com ela ainda montada em mim, ainda cavalgando e deixando que eu sentisse e tocasse casa milímetro de seu corpo. Meus dedos rolavam por seu cabelo e ela abriu os olhos, me olhando e sorrindo.

Qualquer um pensaria que eu era louco por abrir mão da minha humanidade, da minha vida por ela. Mas estavam errados. Porque agora ela era minha vida. E vê-la assim, completamente entregue a mim, fazia cada segundo valer a pena.

Se me perguntassem qual a melhor parte de ser vampiro, eu saberia exatamente o que responder. Não era a força, a beleza, os dons e nem mesma a velocidade. Apesar dessas coisas serem muito incríveis. Essa era a melhor parte. Tudo ficava mais forte. Mais intenso. Quando os movimentos de Bella ficaram mais rápidos e ela se agarrou em mim, curtindo seu ápice, era como eu fosse explodir. Era quase demais para suportar. Mas era a melhor parte.

— Isso foi... — Ela disse ofegante, enquanto me deitava e a puxava contra o peito.

— Trapaceira. Você era a vítima.

— Esse vampiro estava muito lento. — Respondeu, enfiando o rosto na curva do meu pescoço. — Prometo que me comporto da próxima vez.

— Eu morreria feliz agora. — Declarei, a apertando em meus braços e com um sorriso bobo nos lábios.

— Lamento informar, Docinho, mas você já está morto. — Respondeu, montando mim outra vez. — Então? A noite está apenas começando. Além do mais...

— Vampiros não dormem. — Completei e ela sorriu.

Nós dois realmente somos bons juntos, ela consegue me enlouquecer em poucos segundos, a eternidade que espere para ver o que nós faremos.

Preciso ver com Emmett algum lugar por aqui só para nós dois, preciso trancá-la em algum lugar com urgência por cem, não, mil anos!

— A ideia é boa, mas acho melhor não, Docinho.

Droga! Odeio essa coisa.

Notas finais
*A Noite Começa a Brilhar, música que toca em algum episódio de Os Jovens Titãs em Ação. Usei essa música de inspiração na one. Oiiii, olhem quem voltou. Lady Anne e Lady Gabi. Kkkkkkkkk Quase um mês depois e olha nós aqui "traveis". :) Espero que tenham gostado, quem acertou o que o Edward tinha pra ser tão medroso? Kkkkkkkk Eu salvei a página sobre a doença para ler, mas quando vi o conteúdo era muito raso, e eu tava sem net, então isso tudo não sei se é verídico. Haha. Comentem na caixinha lá embaixo o que acharam, flores. :3 Obrigada a todo mundo que leu, comentou, favoritou e acompanhou. Nunca tive uma fic tão acompanhada (Tirando Temptation). Kkkkkkk Amo Operação Big Hero, vou escrever uma fic onde eu vou salvar o Tadashi e casar com ele, printem o que eu tô falando. Kkkkkk Sobre as minhas outras fics e suas demoras, podem entrar no meu perfil que vou sempre atualizar qualquer mudança que ocorra. Eu tenho um grupo no WhatsApp mas fica complicado pra todo mundo ver, pensei em fazer um no Facebook, mas não tenho leitoras o suficiente para tal. Kkkkk. Quem sabe em um futuro (Distante. Huahuahua)? Bem, esperamos que tenham gostado desse bônus, nos vemos por aí, abraços da Mascote Anne e da Gabi. :3❤ Bjs. PS: Passem nos nossos perfis, temos fics que adorariam sua presença. Haha. PS2: Hoje é niver da Lola Royal. o/ Parabéns felicidades, amor, luz na sua vida e viva bastante, coisa linda. :3❤
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!