Halfway There
17 Capítulo 17 - Our Place
Notas iniciais
EU ESTOU MUITO FELIZ COM O CLIPE DO 24/Seven, quem aqui já viu? eooooooooool o////////////////////////////////
Chega de enrolação e vamos lá... "Nosso Lugar" ........... Sem mais comentários.
[...]
Que belo dia...
Caminhei pelos grandes corredores. Que de certa forma, me davam medo. Parei em frente a porta de madeira, feia e velha, deveria ser de quando minha mãe estudava aqui. Sim, minha mãe estudou aqui.
Dei dois toques.
– Pode entrar. — Abri a porta, com um pouco de nojo da maçaneta suja.
– Me chamou? — Perguntei.
– Claro. Por favor, se sente na poltrona. — Me sentei naquela cadeira de estofamento velho, chamada por ele de poltrona. — Você anda faltando as detenções por motivos de saúde, mas, acho que seria injusto da minha parte deixar você sem nenhuma punição. Por isso, com a ajuda da secretária, decidi que você ficará responsável pela organização do baile da escola. Você pode gastar toda essa quantia que te entrego, — Ele colocou um envelope na mesa e completou: — Porem, o serviço duro será seu, estará liberada para pedir ajuda para seus amigos, ou até mesmo contratar decoradores, tirando o by Text-Enhance\">dinheiro do seu boldo, é claro.
– Não posso fazer outra coisa? Ser a mascote da escola na hora dos jogos? Tirar chiclete da carteira? Limpar a escola? Por favor. — Supliquei.
– Não. Agora, direto para a aula. — Me colocou para fora de sua sala.
ÓTIMO. E é nesse momento que recebo o PIOR castigo da vida. Ter que organiza uma festa entediante de escola, que não pode ter música, dança, beijo, comida gordurosa, refrigerante... Tenho que citar mais? Acredito que não.
Abri o envelope. Datas, horários, regras... U$10.000,00.
U$10,000,00. Isso mesmo DEZ MIL DÓLARES.
Ouvi o barulho do sinal, intervalo. Corri para o pátio. De longe conseguia ver Nina, Lottie e suas loucuras. Comecei a gritar os nomes delas e todos laçaram seus olhares para mim.
– Que foi? Nunca viram uma doida correndo e gritando, não? — Brincou Lottie, fazendo Nina rir de minha cara.
– Vocês não vão rir da minha cara quando virem o que tem nesse envelope. — Disse balançando o papel.
– Uma cartinha para o papai Noel. — Disse a Lottie pulando feito criança. Imitei ela e berrei um "NÃO".
– E apenas, U$10.000,00. Pouquinho. — Mostrei nem um pouco de satisfação.
– Nem é seu. É para o baile da escola. E nem vem, que eu não vou te ajudar. — Nina disse.
– Estraga prazeres. Mas que história é essa? Eu te ajudei muito. Se você quiser posso refrescar sua memória. — Sorri.
– Não, não precisa. — Ela retribuiu.
– Pode me explicar? Se vocês não sabem, EU NÃO LEIO MENTES. — Lottie resmungou.
Explicamos tudo para a Lottie e depois o sinal anunciou o fim do intervalo. A aula prosseguiu calma. Passou dois horários e fomos liberados.
[...]
– Hora de dormi, Jade. — Gritou Cris.
– Você vai dormi aqui? — Questionei.
– Não, ainda vou passar na casa dos meus pais depois vou para meu apartamento. — Respondeu Lottie.
– Até hoje não sei qual o motivo de você morar em um apartamento bem longe de seus pais. — Disse.
– Eles são irritantes. — Ela pegou a chaves do carro em cima da estante. — Amanhã eu passo aqui. Beijos.
– Tchau. — Me levantei da cama e segui até a sacada, abrindo uma brecha da cortina para olhar. Não conseguia ver direito, mas sabia que Logan não estava sozinho.
– Espiando? Que coisa feia. — Me assustei com o comentário de Jas.
– Sua capeta, o que faz aqui? Eu? Espiando? NUNCA. — Falei rapidamente.
– Fica calma, só vim dizer que amanhã eu e a Cris vamos sair, então é para você procurar um jeito e se virar na hora do almoço. — Ela estava fechando a porta quando a chamei.
– Jasmine. — Ela se virou. — Como você conheceu a Presley?
– Eu conheci ela na escola, eu ajudei ela com uma meninas. Meio que briguei com elas. — Ela disse corando.
– Você? Brigando? Para ajudar uma menina cinco anos mais velha? Só vendo para acreditar. — Gargalhei.
– Não acredite. — Ela fechou a porta.
[...]
– Acorda. Acorda. — Vi a imagem da Nina me sacudindo.
– Já estou acordada. — Dei um pulo da cama.
– Vamos, sua roupa já está passada. — Peguei minhas coisas e corri para o banheiro.
Coloquei aquele uniforme que tanto odeio, calcei minhas sapatilhas e sai arrumando meu cabelo.
– Cadê a Lottie? — Perguntei.
– Está vindo. — Respondeu.
Desci as escadas e encontrei Cris arrumando a Jas.
– Que horas vocês voltam? — Peguei minha mochila na sala e subi as escadas, ainda dando tempo para ouvir Cris falando:
– Lá pelo final da tarde.
Terminei de me arrumar e voltei para a sala, juntamente da Nina.
– Boa aula, Jade. — Gritou Cris, enquanto saia de casa.
Olhei para a casa do lado e Logan saia junto de sua mãe e sua irmã. Ele acenou para as duas e veio até nós.
Vi um carro se aproximando e ele trazia Lottie, enquanto outro trazia Carlos, Kendall e James.
– Oi povo lindo. — Disse Carlos parando o carro em nossa frente.
– Voltando ao assunto, Nina. Iremos hoje onde? — Questionei não dando atenção aos meninos.
– Iremos ao nosso lugar. — Respondeu ela. Olhei para dentro da casa pela janela e via que Cris estava terminando o cabelo de Jas.
– Vou pegar as coisas na garagem. — Disse.
– Vocês vão para escola. E-S-C-O-L-A. — Resmungou Kendall.
– Será que devemos levar eles, Jade? — Ironizou Lottie.
– Acho que não, não é, Nina? — Disse segurando para não rir.
– Ir para onde? — Eles perguntavam.
– Querem ir? — Questionei. Eles se entreolharam, cochicharam e James respondeu.
– Sim.
– Boa escolha.
Entrei na garagem com cuidado para não fazer barulho, sendo seguida por ele e procurei por minha bolsa de roupas. Ela estava no alto. Peguei um banquinho e subi, fazendo assim, eu conseguir alcançar a bolsa. Puxei ela, fazendo a mesma cair no chão.
Tirei meus materiais escolares da mochila e tampei em um canto. Depois, coloquei algumas roupas, lanternas, e outras coisas que costumo levar. Joguei a mochila para Lottie, que levou para o carro dela. Eles olhavam atentamente a cada movimento meu. Quando me refiro a eles, digo: James, Kendall, Carlos e Logan.
– Alguém me ajuda? — Pedi.
– Eu. — Nina levantou a mão. Empurramos a moto até a rua.
– Vamos fazer assim. Eu vou na moto na frente e vocês me seguem. — Disse.
Eles entraram no carro, todos menos a Nina, que me ajudava. Empurramos até fora do condomínio, já podendo fazer barulho, sem Cris ouvir.
Dirigia veloz pela cidade e ultrapassava todos os carros. Pelo o espelho conseguia ver eles. Entrei em uma rua menos movimentava e com o sinal vermelho paramos um ao lado do outro.
– Vamos matar aula? — Gritou Logan.
– Pode se dizer que sim, está com medo? — Não deu tempo de me responder, já que o sinal abriu.
Voltei ao meu ritmo, até sair da cidade, seguindo agora pelo asfalto, virei a uma esquerda, dando com uma estrada de terra. Andando mais alguns metros consegui ver a grama verde. Olhei para o lado esquerdo e lá estava a ponte que levava ao nosso lugar.
[...]
Notas finais
Desculpa qualquer erro, mas é que escrevo correndo. Me avisem pelo twitter (@1ThatyHenderson) ou pelos comentários (no final da página)
Até Loggienho
~ThatyH.~
Fale com o autor