Half Brother

65 Eu não quero isso!


Notas iniciais
AI GALERA, EU TINHA ESCRITO TANTAS COISAS LEGAIS, E O NYAH DEU ERRO, AF, TO PUTA DA CARA!
Mas bom, eu tinha falado do txf, quem tá vendo? Tão torcendo pra quem? Carly? Tate? Emblem3? Fifth Harmony???
Obrigado pelos reviews dos capítulos passados!
Enfim, eu tinha falado outras coisas...
Alguém ta fazendo o 1dquest???? Eu to, e me sentindo super inteligente porque consegui achar as cidades, kkkkkkkkkkk
Acho que era isso, kk
O título é falado pela Lindsay.
Espero que gostemmmmmmm, kkkk beiiijos
PS: ESTOU POSTANDO A FIC EM OUTRO SITE, VÃO LÁ ME DAR OIIIII, KKKK FAÇAM CONTA LÁ, NESSE SITE TEM BATE PAPO, ME ADICIONEM PRA GENTE CONVERSARRRRR! http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-one-direction-half-brother-459411
AAAH, EU ESTAVA PENSANDO EM FAZER UM GRUPO NO FACEBOOK PRA FIC, QUEM TOPA???
RESPONDAM NOS REVIEWSSSSSSS

LEIAM AS NOTAS, POR FAVOR!!

-Ainda mais agora? Como assim, não entendi? – perguntou Eleanor.

-Sua amiga está grávida.

-O que? – eu perguntei. Eu grávida? Essa mulher só pode estar brincando comigo. – Isso é sério? – eu perguntei.

-Quer tirar a dúvida? – ela perguntou tirando da gaveta os famosos testes de farmácia.

-Vai lá, você não tem nada a perder – disse Eleanor. Ela dizia isso porque não era ela que estava grávida com 18 anos.

-Tá, tá, tá – eu disse pegando o exame e indo pra um banheiro que tinha ali dentro da sala dela. Entrei lá dentro tremendo, fiz o exame e esperei pela resposta, depois de uns segundos, as letras formaram um ‘positivo’. Comecei a chorar, eu não poderia ficar grávida na adolescência, não podia. Eu tenho certeza que eu me cuidei. Que eu e Frederick nos cuidamos nas últimas vezes. Em todas às vezes para dizer a verdade. Como iria contar isso pros meninos? Como ia encarara-los? Aposto que a mídia já ia começar a dizer coisas do gênero ‘Será mesmo que Lindsay é uma boa influencia para os meninos do One Direction, será que ela grávida não seria um problema?’ O aniversário de Harry era daqui a 2 semanas, como eu poderia contar pra eles a verdade? Não contaria nem a Frederick.

-Lindsay! – Eleanor disse batendo na porta do banheiro. – Você está ai? – ela perguntou. Lavei meu rosto e abri a porta. Assim que sai do banheiro ela me deu um abraço – Vai ficar tudo bem. – ela disse e fomos nos sentar novamente.

-E ai, qual o resultado? – perguntou a médica.

-Positivo – eu disse.

-Não sei preocupe, vai dar tudo certo.

-Como? Eu tenho 18 anos, não posso ter essa criança, não quero, não posso e não vou! – eu disse me exaltando.

-Querida, não há mais nada que você possa fazer.

-Há sim, eu não quero ter esse filho.

-Lindsay, você sabe que aborto é proibido.

-Eu sei, eu sei, mas eu não quero esse filho, não quero.

-Lindsay, se acalme, com certeza Frederick vai querer assumir a criança. – Eleanor disse.

-Lindsay, tem certeza que você não sentiu nada no seu corpo esse mês todo?

-Tenho sim!

-Você vai ter que fazer um exame de sangue, mas acho que você deve estar com quase um mês de gravidez.

-Um mês? – eu perguntei.

-Sim, um mês. Ano novo, você lembra se teve relações no ano novo?

-Sim, anh, não, não tive. – eu disse tentando disfarçar.

-Bom, é melhor você fazer o exame e volta aqui quando estiver pronto, certo? Vou te recomendar uma médica pra fazer seu pré – natal e cuidar da sua gestação. Lindsay, me prometa uma coisa, não faça nada com esse bebê, você pode se machucar, prometa que se cuidará.

-Ok, eu prometo – eu disse. Ela me entregou uns papeis que eu só joguei na bolsa. Ato que me fez ganhar um olhar ‘vou te matar se não fizer o exame’ de Eleanor.

-Bom, espero vê-la em breve – ela disse apertando minha mão e se encaminhando pra porta.

-Nos vemos depois dos exames – eu disse – Tchau – eu disse saindo do consultório. Sai tão rápido de lá que nem dei tchau pra recepcionista. Eleanor teve que correr pra me alcançar. Quando ela chegou no carro eu já estava debruçada no volante chorando.

-Por que isso tem que acontecer comigo? Por que? – eu dizia.

-Lindsay, só aconteceu. – Eleanor disse me abraçando e passando a mão no meu cabelo.

-Mas eu me preveni, tanto com Frederick, tanto com Harry. – eu disse chorando mais ainda.

-Harry? – disse Eleanor.

-Merda, merda – eu disse.

-Me explica isso direito Lindsay, como assim, o Harry?

-No ano novo, eu e Harry, transamos. – disse pausadamente.

-Quando ele foi te buscar? – ela perguntou e eu assenti – Eu sabia que tinha acontecido alguma coisa, eu sabia, vocês voltaram meio estranhos. Algo muito bom tinha que ter acontecido pra vocês voltarem com aquela melação toda.

-Mas isso não é importante agora, o importante é como vou contar isso pro Frederick, porque com o Harry eu tenho certeza de que não é.

-Se eu fosse você, pediria pra fazer exame de dna, é a melhor opção.

-Tenho que pensar. E você vai guardar esse segredo até depois do aniversário do Harry, não quero deixa-lo preocupado. Promete que vai guardar segredo?

-Prometo. – ela disse.

-Ok, agora vamos na clinica marcar o exame.

-Sim senhora – ela disse.

-Ah, preciso comprar umas roupas novas, vou tentar não usar roupas justas, não quero que minha barriga marque. – eu disse enquanto dirigia.

-Lá vem você com suas crises. – Eleanor disse tirando uma risada do meu rosto.

Não demoramos pra chegar na clínica. Marquei o exame para o outro dia de manhã, já que era sábado, mais fácil ficar de jejum. Depois de sairmos da clínica fomos ao shopping procurar algumas coisas. Eleanor me fez parar em várias lojas que vendiam roupas de crianças. Devo dizer que só de olhar as roupas me imaginei segurando um bebê no colo o fazendo dormir. Quem sabe não seria uma ideia tão ruim. Devo confessar que passei a mão na minha barriga várias vezes durante nosso passeio, e Eleanor pareceu perceber pois quis passar a mão também e me fez jurar que ia ser a madrinha da criança. Chegamos em casa com algumas sacolas e logo fomos almoçar. Os garotos nem perguntaram o que tínhamos feito a manhã toda, como Niall, eles sabiam o que tínhamos feito.

-O que vamos fazer hoje a tarde? – perguntou Harry.

-Não sei, achei que estivesse ocupado arrumando as coisas pro seu aniversário. – eu disse.

-Estou, mas eu preciso de um descanso né Blonde. Vamos ver um filme hoje a tarde? – ele disse.

-Aham, vamos convidar o pessoal também?

-Não. Só nós dois.

-Credo, que medo – eu disse e ri.

-Não vou fazer nada que você não queira. – ele disse e me fez lembrar que já tinha feito o que eu queria, e que o que eu queria resultou em algo que eu não queria, não por enquanto. – Lindsay? – ele disse me chamando e me acordando do meu transe.

-Oi?

-Você escutou o que eu disse?

-Anh, não, o que você disse?

-Eu perguntei qual filme vamos ver.

-Ah, qualquer um, mas vamos logo antes que eu desista! – eu disse. Peguei minha bolsa, avisamos o pessoal e fomos até o cinema. Nem vi qual filme Harry escolheu, pois fiquei vendo algumas lojas enquanto ele ia comprar os ingressos e ver qual filme tinha pra assistir. Passamos o resto da tarde no shopping e voltamos a noite. Daqui a algumas semanas eu voltaria pra minha cidade e com certeza sentiria muita falta disso tudo. Sentiria falta disso tudo e falta dos meus dias sem uma criança crescendo a cada dia dentro de mim.

Os dias se passaram, eu fiz o exame, deu positivo como o teste de farmácia. Aquela era a única chance de quem sabe o exame de farmácia tivesse dado o resultado errado, o que infelizmente não aconteceu. Eleanor tentava me explicar que esse filho podia ser uma coisa maravilhosa, uhum, sei, até porque é bem ela que está esperando um. Confesso que tinha me estressado um dia com ela e preferi ficar o dia todo em casa, o que fez os garotos reclamarem, já que nevava e eles queriam se divertir na neve. Alguns dias faltavam pro aniversário do Harry, eu ainda não tinha visto uma roupa certinha pra ir, mas não queria nada muito justo, me assustava as pessoas me olharem e notar que minha barriga não era mais tão lisinha como antes. Eu sei que é exagero, e que em mais ou menos 1 mês um bebê não poderiam nascer tanto, a não ser que fosse o filho de Bella e de Edward, o que não era o caso, a não ser que Frederick era um vampiro e eu não sabia. O que era impossível, afinal minha vida não era um livro que estava aberto pra todo mundo ler, o que era bom, seria devastador todo mundo me conhecer tão bem assim.

Notas finais
GOSTARAM??? REVIEWSSSS?
beijos, quem quiser falar comigo no twitter @rufflestemorde
bjbjbj s2s2s2