H.E.L.P

2 Nas mãos dele


Notas iniciais
''Bem, o baú caiu ao meu lado, quase que no meu rosto para ser mais clara, e olhando bem pra ele embaixo da fechadura tinha meu nome e na chave também. Estava escrito em letras miúdas: мคя¡ค''

Não me faça perguntar de novo... Porque te Chamam De Bey?

Continuei Quieta...

Ele Agarrou no meu cabelo e bateu várias vezes contra a Porta do Carro...

Para, Para Por favor... Implorei.

Quando ele abre a Porta do Carro e me puxa para fora tento correr, ainda estava tonta devido as pancadas, mas ele me alcançou e...

OH! Nãao, Nãaao... Por Favor... Eu Falo, Por favor, para. Eu Suplicava enquanto ele me dava chutes e socos... Como quando eu era criança.

Bey de Beyonce me acham parecida... O Caf me chama assim pra fazer um Marketing do negócio dele para nos divulgar.

E por que não disse logo sua vadiazinha! Sempre soube que você tinha talentos. Retrucou em tom irônico.

Pegou-me pelo braço e andamos um pouco por um matagal cheio de pedrinhas pontudas, mosquitos, alguns sapos coaxavam e de longe vi uns cavalos brancos enfeitados com selas coloridas em sua maioria vermelhas e um cavalo marrom sem nenhum aparato, Passamos por um poço parcialmente tampado e nos deparamos com uma casa Grande e velha, o cheiro de Podre era muito forte parecia algo morto ou estragado que estava ali há semanas... De frente tinha uma casinha na árvore como a que tinha no quintal dos fundos da casa da minha mãe, o tronco sobre qual a casinha pairava parecia estar podre. Ele me fez subir mesmo assim, tive medo de reagir e ele me bater mais então obedeci. A cada degrau vinha um flashback do meu passado.

Assim que chegamos ele apontou para um baú dourado já com a chave na fechadura e pediu que eu abrisse, próximo havia outros baús, alguns semi-abertos com panos velhos acredito que fossem roupas, papéis manchados de amarelo que mais me pareciam cartas antigas e até fotos, mais aquele baú era o mais bonito e o único dourado.

Então abri, não consegui me conter .

Lembra dessa boneca meu bem?

Não me chame assim, nunca mais! Disse, já correndo em direção a porta, mais ele novamente me alcançou, me puxou pelo cabelo e então...

Caaaaaabbbbbbuuuuuuuuuuuummmmmmmmm

A casinha da árvore que estava bem velhinha não aguentou com nosso peso e movimentos bruscos... Despencou... Folhas de papel velhas voavam, Roupas de criança sujas e velhas caíam pelo matagal, o baú... Bem, o baú caiu ao meu lado, quase que no meu rosto para ser mais clara, e olhando bem pra ele embaixo da fechadura tinha meu nome e na chave também.

Estava escrito em letras miúdas: мคя¡ค

Minha perna estava dormente, não conseguia mexe-lá, em compensação o resto do corpo doía muito, os ralados da queda ardiam e o roçar do mato nas feridas fazia pinicar. Olhei para baixo dos meus pés e havia uma foto de uma menina que aparentava uns oito anos, semi nua, fiquei espantada e angustiada, logo percebi que eu não fui a única criança com que ele tinha feito...

Ele vinha em minha direção, com alguns ralados e me perguntou se estava bem...

Não consigo mexer minhas pernas! Respondi com ódio e nojo. Tentei me levantar, mais cai e bati com a cabeça numa pedra, de imediato tudo ficou escuro.

Notas finais
Obrigado por ter gastado uns minutinhos lendo e epero que tenha valido apena caso ao contrário pode por no Procon :XD' No próximo capitulo as coisas vão dar uma mudada Bey vai fingir gostar do "Papi" ( ' direi o nome e profissão dele no próximo') para investigá-lo . Comentem Plis, para eu saber se estão gostando, aonde preciso melhorar... Devo lembra-los toda vez que vocês leitores não comentam um escritor Morre . Beiiijihos até o Próximo :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.