HASHIREEEEEEEEEEEEE!!!
2 Capítulo 2 - A rata encurralada.
Notas iniciais
"Hoje eu só quero que o dia termine bem..."
O mantra de vida da fangonesa era aquele ali, naquele momento. Repetiu-o como se todos os dias, a cada repetição, contasse uma estrela em pleno céu noturno. Uma de cada vez, viciosamente. Não parecia cansada agora, apesar da atitude de saco cheio... tudo graça àquilo: o tal presente troiano. Rangeu os dentes quando se lembrou de que aquilo que ela considerava um estorvo de merda estava com ela, todavia, não é como se ela tivesse, na verdade, esquecido por completo; a pausa curta em que desviou os pensamentos do artefato enquanto ainda não havia chegado ali só serviu para que ela se preocupasse com os outros motivos desgraçados que aquilo lhe trouxera e a colocara em plena fuga.
Malditoseja!
Olhou a bolsa com a plena vontade de chutá-la para fora do planeta, mas o estômago fez um GROOING, alarde que há muito, há muito mesmo, ela não sentia. Os cantinhos dos olhos da menina marejaram como se houvesse acontecido um milagre, tão importante, quanto aquele do cajado que fez o mar vermelho de Egipia se abrir para o povo passar. Fazia-se algum tempo que a sensação de magreza mórbida batia às portas da casa de Myung Lin, e qual era a garota em plena vida que começava a enxergar algo negativo ao se sentir magra? Este era o espírito ruim da coisa... que a possuiu e conduziu, mais ou menos na altura do busto, levando o franzino indicador destro a percorrer e fazer surgir uma espécie de touchscreen bem ali, só que, em meio ao nada, transluzindo uma série de botões em tom de azul índigo bem reluzentes. Eram botões de um teclado dimensional, de um inventário dimensional. Uma tecnologia bem comum, utilizada para que não se carregasse os pesos de malas físicas – um armazenamento de dimensão paralela –, e teclando naquele negócio ela fez surgir ao seu lado, agora sim, uma bolsa, SIM, física. Uma bolsa de um pano jeans azul e o fundo em couro marrom, com alguns sub-bolsos abotoados e zipes para as partes de maior portagem. De um dos subs, ela tirou uma barra de chocolate ao leite, repleta de amendoins – o seu doce favorito, embora o menos sofisticado; abriu o pacote amarelo escrito SHOTGUN, em vermelho, e com a pouca paciência que ainda lhe restava, ao sentir o cheiro, não se conteve e enfiou praticamente quase toda a barra de chocolate na bocarra sem modos. Fodam-se os modos. Era como se estivesse passando a fome de mais de dez moradores de rua e com cada um deles um cachorro de estimação, que também passava fome junto aos donos. Isso a fez lacrimejar mais ainda e abaixar a cabeça no meio da mastigação desordenada, sem um pingo de educação, saboreando, pois quase não conseguia ter tempo de comer algo que fosse gostoso. Era um momento de paz lacônica... lacônica mesmo, porque...
— Opa, calma aí...
Olhar de Nazaré Tedesco pressentindo o perigo e o caos...
Ouviu-se grasnares ecoarem por todo o perímetro local, fazendo com que o olhar dela vitrificasse quando o dardejou para sua frente. Os pássaros voaram espontaneamente em seu instinto de sobrevivência. Aquele grasnar já estava virando uma cacofonia bem louca, quando cada vez mais os segundos se passavam, mais àquelas vozes estavam aparentemente se avizinhando, acrescendo-se numa balbúrdia intrigante, até que pensou: "eu juro que eles irão se vir comigo... não queiram vir como eu fico quando minha paciência me larga de mão..."
A pobre garota se levantou e um bocejo pesado escapuliu (como de costume), lentamente dos lábios dela, tremendo os olhos com aspectos de sonolência. A bolsa de couro agora estava abaixo da sola de seu pé sinistro, e ela sabia que, certamente, aquele bando de quimeras do inferno estava atrás do que havia dentro dela. Lembrou-se mais uma vez do episódio da ponte de San Marco, quando tentou atirar o saquinho no fundo do rio, e quando cismou que finalmente aquele saco tarado havia lhe largado de mão, ela só queria saber de comemorar. Bebeu a primeira bebida barata que achou pela frente; um vinho de adega ralé e uns destilados com um gosto e cheiro que mais pareciam removedor de tinta; ficou 'trebada'. Milagrosamente chegou ao hotel e caiu em letargia com a própria roupa do corpo, maltrapilha pelo carnaval fora de época que fez ao entrar no bloco da felicidade. No dia seguinte a bolsinha estava entre seus peitões, como se tivesse um pênis lhe fazendo uma ispanishianola de maneira totalmente... ora, sem palavras para isso.
A cascatinha escorreu pelo rosto quando se lembrou da derrota.
— Vamos. Apareçam logo de uma vez e parem com esse circo todo! S-seus ratos.
— Vamos? Nos entregue logo essa porra, humana maldita! Se nos entregar, quem sabe, terá uma morte sem dor e ligeira...
— Ó céus... que tal vocês desistirem dessa ideia de que irão me matar?! Já é a quinta vez que esse papinho é o mesmo e simplesmente nada acontece! No fim de tudo, eu só fico pouco empoeirada e... só. – Passou lustra-móveis, óleo de peroba, sei lá... NA CARA! Tirou uma pequena lixa de um dos bolsos e começou a moldar suas unhas a bel prazer, zombeteira. – E mais... já estou ficando irritada com essa caçada fastidiosamente ridícula de vocês, tá bom?! Eu não quero essa coisa comigo, de verdade, mas algo me diz que não devo entrega-la a vocês!
— Nigh... Você não está em condições de falar deste jeito, mocinha, mas o seu tempo acabou e nós iremos, sim, pegar a joia de você! – E a horda dos demônios quimeras do inferno circundou a garota, que após notar que estava cercada, apanhou a pedra que estava debaixo do pé e caminhou até o centro da clareira. Mais uma vez aquilo estava acontecendo... teve uma leve ideia de que aquela coisa dava poderes aos demônios e só a fez concluir que poder é realmente uma droga bem forte e eles queriam se viciar em seu poder. Quanto mais, melhor. E ela não queria se tornar vítima daquilo. Havia ali vários deles, talvez uns trinta demônios (caralho, trinta demônios...), espalhados em um cerco fechado. Uns com caras de rato, de um lado braços com pinças de caranguejo e outro com patas de leopardo; outros com cara de javali e corpo de crocodilo – pensou ela que este cabeça-de-javali era o mais feio e inútil de todos e riu até às costelas doerem –; e todos os tipos de misturas aleatórias que pudesse imaginar. Um verdadeiro show de horrores e aberrações de bafo bem fedido.
— Ok. Venham pegar então. Tehee! – Fez um sorriso de Cheshire, daqueles que os lábios se esticam de ponta a ponta e piscou, marota e provocante.
— COMO É QUE É?! E ainda tira sarro de nós?! – Após o comentário ardido, o que parecia ser o mandante das quimeras (este com cara de lobo e corpo de urso polar, com quatro braços fortes de gorila), vociferou num rugido bem forte, e o resto da horda a vilipendiou como se ela estivesse sendo algum tipo de incréu aguerrido, porém sem respeito algum. Mas ela? Sabe aquele semblante nublado e fora da órbita de outrora? Seu rosto agora se tornou beatífico. Como a água sair do estado sólido até a fervura da ebulição num piscar de olhos... foi assim que a mudança de ânimo e personalidade da garota se efetivou drasticamente, pela provocação alheia. As quimeras apostas à volta dela grasniram euforicamente com a atitude afoita e desrespeitosa que ela tinha, e o comandante-cara-de-lobo deu a ordem: ATAQUEM! – Imediatamente acataram o brado, e todos se precipitaram para cima dela; era a vez deles de buscar pelo item das trevas de uma garotinha, indefesa. Conseguindo aquela pedra, o inimaginável aconteceria.
— Como vocês são todos uns tolos.
— CALE A BOCA E MORRA LOGO! – O atacante pata-de-caranguejo abriu a pinça de aparência horripilante e chegou a quase fecha-la ao pescoço da fangonesa, quando vinha por trás. Ela, então, apenas olhou em viés, sorriu obscuramente e acotovelou, com a força de um golem, a boca do estômago dele, após ter se agachado, para se desvencilhar das garras da pinça. A saliva misturada à bile jorrou pela cavidade bucal e ele se ajoelhou de imediato ficando ali. Perdeu a luz de seu dia, tomada com a joelhada bem no centro das vistas, desferida sem pena alguma pela garota. Com o feito, todo o resto travou, quando a névoa do receio pairou sobre o pequeno âmbito e eles viram o moral, daquela que eles tanto queriam matar, crescer como O Pé-de-Feijão que João plantou e ultrapassou as nuvens. Eles se entreolharam um pouco amedrontados, para o ódio do comandante-cara-de-lobo, que desdenhou e desaprovou totalmente a atitude de todos eles. Era só uma garotinha humana, e por que um bando de monstros opressores do inferno como o deles havia de carregar medo dela?
— MOVAM ESTES RABOS SUJOS E TRATEM DE MANDAR LOGO ELA PARA À NOITE SEM FIM!
— Desse jeito? – Ela riu da frase que achava jocosa – vocês são tão frouxos que eu não duvido de nada, que se eu bater o meu pezinho, vão voltar para as profundezas do Quarto Anel do Nono Círculo, com os rabos entre as pernas!
— Mas que vadia falaciosa! Eu mesmo irei arrancar sua cabeça e jogar na minha sopa! – Ladrou o comandante-cara-de-lobo.
— Você fala como se fosse o mais corajoso de todos, mas é o primeiro a não sair de seu lugar. Pelo menos o rato-escorpião ali – e uma voz no meio das quimeras surgiu a corrigindo, dizendo rato-caranguejo – moveu seu rabo dali para tentar me pegar, e você só fica aí dando ordens, mas não passa de um filhotinho fedorento e assustado, tadinho!
— M-mas o quê...?!!!!
— Puppy, puppy, puppy... PUUUUUUPPY! – E ela fez uma careta desastrosa.
Eles se entreolharam mais uma vez, repudiando, tripudiando e amaldiçoando as provocações da garota fangonesa, e o ódio por ela ser tão desprezível era tão forte e tóxico, que o lugar ecoava um praguejar de torcida de futebol em estádio lotado – com todos os torcedores xingando o juiz –, que acabou virando uma poluição sonora, pelas vozes terrificantes e monstruosas de diversos cantos do inferno em um lugar só. Como ela ousava fazer aquilo? Uma única e simples menina causando tanto alvoroço e ansiedade nos âmagos alheios. Não resistiram e desencadearam os ataques agastados e com muita indignação para cima dela, que continuava mantendo a calmaria de um mar sereno em meio a mais outro cacófato perturbador. A garota, por sua vez, armou uma postura marcial maestra e graciosa, fechando o punho destro enquanto o sinistro mostrava os dedos em riste bem unificados, um pouco à frente do outro punho. O primeiro atacante mostrou garras tão afiadas quanto facas e tentou acertar à jugular dela, em um golpe de intenção fulminante, mas à mão com os dedos em riste dela golpeou às costas da pata, graciosamente para baixo, e ela manobrou o corpo o girando para que a quimera passasse por ela sem total sucesso do ataque. Após isso, ela pisou com força na cauda felina e puxou o ombro de sua oponente para trás, fazendo-a voltar de costas, de onde ia, e a jogou no chão com força, espatifando sua nuca. Outras duas quimeras atacantes surgiram por trás, segurando ambos os braços, (uma de cada lado), na tentativa de prendê-la enquanto à frente, vinha mais outra das quimeras para trucidar seu abdômen, e antes que isso acontecesse, em voz baixa, ela recitou algo que fez cintilar e desencadear diversas faíscas elétricas, que acorrentaram os corpos dos que a segurava. Foram mandados para a terra do nada e do nunca, eletrocutados, e seus torsos caíram ao chão, estorricados e crepitando em meio aos pêlos incandescentes e fumaça mefítica de carne queimada malcheirosa. Já a quimera que vinha pela frente não conseguiu frear e cambeteou, caindo por cima do monte de churrasco que um dia foi seus companheiros, e ficou por ali – assim como eles que morreram sem saber como isso aconteceu – também morreu com um carregado soco na nuca. Quando ela o socou, sentiu o osso de seu crânio rachar e se partir por baixo da pelagem macia, logo ganhando um tom vermelho ao encharcar-se do sangue que vazava das fissuras na pele abaixo.
— Quem mais pretende ser mandado de volta ao inferno?! Já que querem tanto por isso... aproveitem, porque agora estou me sentindo disposta a fazer este serviço sujo!
— NÃO PAREM! PEGUEM-NA, JÁ! – Gritou um dos subordinados desesperados.
Ela fitou o cerco aposto de mais quatro dos combatentes vis, bem nos olhos de cada um deles, quando transcorreu os seus para apuração, voltando à postura de antes, e para eles, ela era como uma guilhotina imprevisível que os aprisionariam nos grilhões da morte e fecharia a lâmina em seus pescoços, caso um movimento sequer sem ser pensado fosse executado. O mais corajoso dos quatro decidiu tentar a sorte. O cabeça-de-louva-a-deus esticou os braços, que também eram de louva-a-deus, munidos de um serrilhado mortal, e tentou raspar as pernas da contendedora. Um ataque rápido que muita gente comum por aí nem saberia de onde veio, caso fosse desferido contra, só que a garota, como eles podiam ver... não era comum... e ela fora a causadora de um dos companheiros estar em coma, outro vomitando até o que não tinha e outros três estarem mortos de maneira brutal. Quando as serras braçais passaram rapidamente por ela, a garota já havia usado as duas solas dos pés para esmagar a cabeça da quimera no chão, em um salto fantasmagórico que ninguém conseguiu acompanhar, esparramando os fluídos asquerosos que sujaram parcialmente os tênis Allstars calçados, e ela se levantou rapidamente, após o agachamento de pisão dos pés juntos. Levantou do corpo moribundo e quando olhou para trás, mais dois atacantes corajosos já estavam quase perto de porem suas mãos nela, porém, o brilho de seus olhos já se tornara opaco, quando a garota girou o braço destro e passou os dedos – mediano e indicador em riste – dilacerando a garganta de ambos como uma faca-relâmpago. Caíram gorgolejando e tentando estancar o filete de sangue que espirrava dos profundos cortes e ficaram ali, prostrados, em seus estertores finais. Ela havia passado nos pescoços deles uma lâmina invisível, comprimida, de ar cortante, formada nas pontas dos dedos; um instrumento assassino de um matador do submundo mais letal do que às próprias quimeras que jaziam sem vida.
— Vamos lá... a festa só está começando. Não era isso que queriam? Cadê os machões opressores que até pouco estavam querendo à minha vida e o que eu carrego?! VAMOS LÁ! EU QUERO QUE TODOS VOCÊS VENHAM DE UMA SÓ VEZ! E SE NÃO VIEREM... NÃO ADIANTARÁ FUGIR PORQUE EU VOU PERSEGUIR TODOS VOCÊS, UM POR UM, E INDIVIDUALMENTE, A MORTE DE CADA UM DE VOCÊS SERÁ MAIS DOLOROSA E CALAMITOSA!
Virou-se a assassina para o comandante-cabeça-de-lobo, e os olhos dela ardiam como brasas infernais, completando o ar nefasto com um sorriso que alquebrou o monstro por completo, pelo estresse de se sentir impotente diante de uma garota mais abominável que seu criador, a mãe de seu pesadelo acordado. A vontade de procrastinar venceu e ele agora decidiu bater retirada porque ela parecia estar falando mais do que sério, e ele não queria se jogar e jogar os seus homens num abismo sem volta, porque no fundo dele, ela era o chão que os esmagariam. Ainda havia muitos "homens", e ela estava dando uma oportunidade para que eles debandassem para os covis de onde vieram, então, ele impotente como estava, assinou uma jura mental de que voltaria para escorraça-la e pegaria a pedra junto.
— Vamos... d-depressa. Vamos nos retirar e... e... Depois voltaremos mais fortes para pegá-la!
— O que foi que eu acabei de dizer a vocês? Agora é tarde, não irão fugir!
— Ora, sua vadia! Não vá se achando, pois, uma hora coisas piores do que acabou de fazer, irão acontecer contigo como castigo!
— BUUUUUUUUUUUUUUU! – Ela bateu o pé e fez uma careta extremamente babaca, na hora em que estavam mais do que preparados para correr, e o resultado foi o bando de demônios esquisitos tropeçando em tudo, trombando nas árvores e fugindo à maneira que podiam como se estivessem fugindo de algum item sagrado que lhes queimasse a pele. Agora ela estava sozinha, finalmente... e o lugar nem fora muito danificado.
"Aiyã! Como se eu quisesse que eles realmente ficassem!" — Jogou-se, sentada na grama fofa, suando mais frio que alguém com febre de quarenta graus — "Talvez eu só aguentasse matar a todos eles de uma vez se eu fosse o Urameshi Yusuke! Mas eu sou apenas uma pobre garota, indefesa, delicada e totalmente dependente do meu Henshin..."
Lin era a garota mais especiosa que alguém poderia conhecer!
Graças aos bons cinco minutos mais silenciosos e harmônicos dos últimos dez dias, Myung Lin pôde decifrar as páginas de conteúdo embaralhado de sua mente e colocar todos os pingos nos i's do momento. Afinal, mais uma vez, ela fora atacada por uma horda, e mesmo sempre sendo capaz de anulá-los e silenciá-los, aquela vida era totalmente discrepante da sua antiga vida. Ela olhou para o lado e viu corpos. Corpos nem um pouco comuns, seriam comuns se fossem corpos de gente, mas não eram corpos de gente. Eram corpos de demônios. Corpos. De. Demônios. Desde estes retrospectos dias, ela não conseguia mais contar o quanto já deixou estes corpos decúbitos ao chão, para se proteger, obviamente. Uma rotina fugaz de uma garota que corria ao inimputável, mais que merecido, e que por enquanto, ela estava sendo invicta e inexpugnável; – obviamente se o nível daqueles troços continuasse a ser o mesmo sempre e sempre, coisa que ela tomava pavor só de lembrar-se do destino ser mais cruel que aquilo, e duvidava muito, infelizmente, que só receberia visitas de demônios como aqueles. O artefato que ela carregava era de magnitude absurda e alguns lordes do submundo iriam, com certeza, ir atrás.
O ar facecioso pavoneou o rosto milagrosamente e ela levantou-se numa disposição misteriosa; talvez sendo por conta do ajudante que estava a acompanhando. Aquele tal Henshin que surgiu nos pensamentos era de um arrimo importantíssimo na coleção de seu compêndio de coisas que conseguia executar.
O céu estava fazendo à penumbra abraçar Lin por causa do ocaso solar em fim de expediente...
Estava mais uma vez... sozinha...
— É... agora eu preciso de um banho bem gostoso e uma cama bem grande e macia pra esquecer um pouquinho que existo! AIYÃ!
Fale com o autor