Gêmeas

36 Eu estou excitada, Di Ângelo


Notas iniciais
VÃO MORRER, VÃO! GENTENEY QUE PORRA É ESSA DE QUEREREM MATAR AS GÊMEAS AQUI DO CORE? DUAS FUCKINGS RECOMENDAÇÕES? EU SINCERAMENTE AMO VOCÊS Lety Di Angelo e Cedrella ♥ OBRIGADA MESMO SUAS DELICIAS :3 Sobre a pergunta, ninguém acertou! Era a alternativa c). AGORA VÃO LÁ MORRER U.U

Thalia se remexeu no colchão e tentou mexer a perna, não conseguindo sentir ela. A garota piscou, tentando enxergar o que tinha acontecido e xingou baixo ao ver o elástico todo enrolado, fazendo a perna do Nico e a sua ficarem grudadas.

Ela tentou se levantar e sentiu algo pesando em sua cintura, não a deixando levantar.

Nico grunhiu e Thalia fez uma careta.

— Meu colchão falou – a morena resmungou – Colchões não falam.

Thalia olhou para o lado e viu o chão, arregalando os olhos minimamente.

— Eu to no alto? O chão tá ali…- Thalia resmungou olhando para o chão.

Nico se virou com tudo, fazendo a garota dar um berro no seu ouvido.

— AI MEU DEUS.

Nico abriu os olhos rapidamente, pensando que tinha matado alguém e se deparou com Thalia assustada em seus braços.

— Thalia? – Nico resmungou meio grogue.

— Como ele reconhece vocês duas e eu não? – Jason disse indignado.

— Que exemplo de irmão – Thayla murmurou e Jason a olhou feio.

Thalia se recuperou do susto e bufou.

— Me solta – a morena grunhiu se debatendo levemente.

Nico a soltou com uma careta e foi ir para o lado contrário da garota, que gritou.

— A PERNA CARALHO.

Nico lembrou do elástico e parou, ao ver que tinha quase arrancado a perna da menina.

— Se tá bem? – O garoto resmungou meio atordoado pelos gritos dela.

— To – Thalia resmungou e se levantou, esperando o menino se levantar também.

— Nico, você tem que se arrumar para a escola – Annabeth o lembrou.

— Como vou me arrumar com essa criaturinha fedorenta aqui do meu lado? – Nico se queixou, apontando para Thalia que tentava se manter em pé.

— Ou! Quem me deu banho foi você tá? – Thalia bateu o pé.

— Que? – Todos disseram em uníssono com sorrisinhos maliciosos redirecionados aos dois.

— Nada…nada gente, que isso – os dois responderam em uníssono e se encararam.

— Pera, então vocês deram altos amassos na banheira? – Leo sorriu maliciosamente para os dois.

Thalia e Nico se entreolharam e responderam juntos, afinando a voz.

— Não.

— Uhum – Thayla os olhou de cima abaixo.

Todos olharam meio confusos pra ela.

— O que? Eu shippo, me deixem – Thayla resmungou.

Nico bateu a mão contra a testa e Thalia fez um ''YES'', logo após batendo um high five com Connor, que agradeceu ao Deus por Thayla ter soltado aquela frase.

— Tá tudo lindo, maravilhoso, mas vamos logo, temos escola, vai se trocar – Connor deu um empurrãozinho em Nico, que quase caiu.

Nico começou a andar, tentando sincronizar seus passos com os da Thalia, que encarava a perna para não cair. O menino pegou a mochila no caminho e entrou no quarto junto da menina. Assim que ele fechou a porta, ela tirou aquele elástico e se jogou na cama, sentando de pernas cruzadas, pouco se fudendo para o vestido que tinha subido e mostrava sua calcinha.

Nico deu de ombros e começou a tirar a roupa, sendo observado por Thalia em todo momento.

— Que estranho – Nico resmungou, subindo a calça.

— É eu sei, é o que você faz comigo, fica me olhando com uma expressão de ''mostre mais'' – Thalia o olhou com a sobrancelha arqueada.

— Eu olho assim porque eu quero ver, se você quiser ver mais, sem problemas, eu mostro – Nico deu de ombros com um sorriso de lado – Ainda mais que você está com esse vestido, desse jeito.

Thalia deu de ombros, negando com a cabeça segurando o riso.

— Você tomou banho com o sutiã ontem, né Grace? – Nico sorriu caminhando lentamente até ela.

— Sim, eu estou sem sutiã e se você tentar tirar meu vestido, eu vou arrancar suas bolas – Thalia ameaçou e foi jogada para trás.

Nico subiu em cima dela, sentando em seu quadril e subindo mais o vestido da menina, deixando a tatuagem dela a mostra.

— Olha – Thalia segurou o vestido – Eu tenho mãos.

— Eu adoraria descobrir o que você sabe fazer com elas – Nico sorriu maliciosamente para a garota.

— Bolos, eu sou ótima com bolos – Thalia manteve a voz firme, tentando não demonstrar o quão constrangida tinha ficado.

— Tenho certeza que consegue fazer coisas com mais utilidade pra mim – Nico a olhou e se inclinou, puxando o lábio inferior da garota com força, fazendo ela sufocar um gemido baixo de dor.

— Eu te odeio – Thalia resmungou e sentiu um gosto meio ruim na boca, que descobriu ser um pouco de sangue.

— Eu sei – Nico sussurrou para a menina, puxando o vestido dela, o rasgando por inteiro.

Thalia pensou rápido e cobriu os seios, encarando Nico que estava sorrindo largamente.

— Você não disse nada sobre rasgar, só de tirar – ele avaliou o corpo da garota – O que acha de tirar suas mãos daí?

— Só vou tirar se for pra dar um tapa na sua cara – Thalia respondeu.

— É uma boa troca, gostei do acordo – Nico deu de ombros e Thalia revirou os olhos.

— Vai pedir logo pedir uma roupa para a Annabeth – Thalia resmungou.

— Quem disse que eu vou pedir? – Nico a olhou com um ar debochado.

— Nico – Thalia o fuzilou com o olhar e Nico continuou do mesmo jeito.

— Me dá um beijo que eu vou – Nico sorriu para a garota.

Thalia ergueu o corpo, ficando sentada e deu um selinho no menino.

— Agora vai – Thalia resmungou.

Nico revirou os olhos, mas se levantou, caminhando até a porta e a abrindo.

— Annabeth…- Nico a chamou.

— Oi? – A loira apareceu no corredor, caminhando até o quarto – Porque você está solto dela?

— É uma história bem complexa, que acaba com a Thalia precisando de uma roupa – Nico coçou a nuca.

Annabeth abriu um pouco da porta, vendo Thalia acenando pra ela com os braços sobre os seios.

— Que que você fez com ela? – A loira arregalou os olhos minimamente.

— Nada – Nico respondeu.

— ELE TENTOU ME ESTRUPAR – Thalia gritou, fazendo Nico rir.

— ISSO NÃO É COISA QUE SE ESPALHE – Nico gritou de volta – Mas então, empresta uma roupa pra ela?

— É né, fazer o que? – Annabeth deu de ombros.

— Eu pago outra roupa pra você, Annie, desculpa – Nico disse entre risos.

— Tá bom, vou cobrar hein – Annie apontou um dedo pra ele e deu uma risadinha, dando a volta e subindo as escadas para buscar uma roupa pra ela.

***

— Eu vou ter que ir pra casa pra pegar minha mochila da escola, eu esqueci lá – Nico resmungou.

— Eu quero ver o Cérbero – Thalia deu um pulinho, já livre do elástico que prendia os dois – Eu vou ir com você, Nico.

— E o Nivaldo – Thayla completou.

— E o Nivaldo, claro, meu amorzinho – Thalia deu de ombros.

— Aham, Cérbero – Bianca murmurou.

— Sim, o Cérbero e o Nivaldo – Thalia sorriu.

— Nivaldo? Quem é Nivaldo? – Bianca perguntou.

— O filhote do Cérbero, que na verdade é fêmea – Thayla sorriu docemente.

— Cachorro? – Bianca sorriu maliciosamente para Thalia.

— É o cachorro que tem no meu quarto e você não viu – Nico respondeu rapidamente, fazendo Thalia assentir concordando.

— Então, escola, vamos? Eee – Nico jogou as mãos para cima e puxou Thalia para fora de casa.

— Eita – Thalia resmungou, gritando um tchau para as pessoas e continuando a andar até o carro, entrando no passageiro.

Nico entrou no carro, suspirando e olhando para Thalia.

— Ótimo, agora temos que comprar um filhote de rottweiler e colocar o nome de Nivaldo, comprar uma fêmea para colocar no lugar do Cérbero e deixar ele dentro do meu quarto, escondido da Bianca – Nico revirou os olhos.

— Mais cachorrinhos pra mim – Thalia comemorou com uma voz fofa.

— Pra você né, que não mora na minha casa – Nico resmungou ligando o carro e começando a dirigir.

— Vamos comprar eles agora? – Thalia fez um bico, fazendo Nico suspirar.

— Você vai me ajudar a cuidar desses cachorros, menina – Nico resmungou mudando o curso, indo pelo outro caminho.

— Ai meu Deus – Thalia deu um surtinho.

— Eu não mereço isso – Nico resmungou baixinho e continuou a dirigir, enquanto Thalia dava surtinhos a cada vez que chegavam mais perto da loja.

Nico parou o carro e Thalia saiu correndo dele, entrando na loja sem ao menos esperar o garoto, que não tinha nem desligado o carro.

— Senhor – Nico arregalou os olhos minimamente e tirou o cinto, descendo do carro e entrando na loja, procurando pela menina.

Nico a encontrou do outro lado de uma cerca de filhotes para adoção, todos fofinhos e pulando nela pedindo um carinho, que é o que ela estava dando.

— Que visão mais fofa, puta que pariu – Nico xingou e caminhou até ali.

— Quero todos – Thalia murmurou encantada com os filhotinhos, brincando com dois em especial.

— TODOS? NÃO! – Nico arregalou os olhos e Thalia deu uma risadinha.

— Olha isso – Thalia fez uma cara de choro para os dois cachorrinhos que ela tinha pego no colo, ambos filhotes de rottweiler.

— Só um…escolhe um – Nico pediu com calma e ele quase enfartou, ao ver Thalia começar a derramar lágrimas discretas – Ah não…

Thalia fungou e fechou os olhos, colocando um deles de volta na cerquinha e agarrando o outro, secando as lágrimas.

Nico se esforçou para puxar ela para ver um grande. Ele escolheu a fêmea fofa que estava em um sono profundo dentro da casinha e a moça veio ajudar eles com as coisas e os cães.

Eles abriram a porta de trás do banco, colocando a fêmea grande ali, que latiu feliz e se deitou no banco, enquanto Thalia entrou no passageiro com o Nivaldo no colo, ainda fungando por não ter conseguido os dois cachorrinhos.

Nico a olhou e suspirou.

— Esqueci minha carteira lá em cima, já volto – ele entrou na loja novamente e Thalia continuou a agarrar Nivaldo, que lambia ela sem parar.

— Você já me ama? – Thalia deu um sorriso choroso e o cachorrinho latiu.

Thalia continuou conversando com o cachorro durante um tempinho, até Nico aparecer do lado de fora do carro, com outra coisa em mãos.

— Não chora, to – Nico esticou o cachorrinho que ela estava brincando lá dentro e ela segurou Nivaldo, para que ele não caísse no chão, pulando para fora do carro e agarrando Nico.

— Ai meu Deus, obrigada – Thalia se apertou contra ele.

— Thalia, Nivaldo e bebe sem nome – Nico a lembrou e ela desgrudou, colocando Nivaldo sentado no banco do carro, junto do outro cachorrinho, que latia feliz.

Ela se virou para Nico e o abraçou, ficando um pouco na ponta dos pés para poder olhar diretamente em seus olhos.

— Obrigada, Nico – ela sorriu e colocou a cabeça na curva do pescoço dele.

Nico sorriu.

— Não foi nada, Thals.

Thalia se afastou e deu um selinho demorado no garoto, que apenas apreciou o momento até que ela separou seus lábios e se virou para os cachorrinhos, pegando os dois no colo e entrando no carro, fazendo carinho na fêmea enorme e dando atenção para os dois cachorrinhos ao mesmo tempo.

— Vocês tem a melhor mãe do mundo – Nico sussurrou para os cachorrinhos, que latiram fofamente, fazendo Thalia querer esmaga-los de tanto amor.

Nico começou a dirigir para casa, revezando em olhar a estrada e afagar os cachorrinhos, que pulava igual pipoca no colo da Thalia.

Eles chegaram em casa e desceram os três, assim que abriram a porta de casa, Cérbero veio correndo e acabou trombando na fêmea, que sentou como se estivesse incrédula.

— Então, ela vai se chamar Cérbera – Nico apontou para a fêmea, que tinha ocupado o sofá, se deitando ali – E ele…Nivaldo e?

Thalia encarou o outro cachorrinho, que agora pulava no chão junto com Nivaldo, que rosnava com intuito de brincar.

— Pipoca – Thalia chegou à conclusão e Nico riu.

— Ok, pipoca – Nico concluiu e caminhou com os potinhos até a cozinha, enchendo de água e ração e colocando cada um em um cantinho – Pronto.

Thalia sorriu e se agachou.

— Venham aqui seus pimpolhos, a mamãe vai ter que ir embora, mas volto logo logo – Thalia fez um bico, mas afagou as cabeças dos quatro, que mais um pouco a derrubavam no chão de tanto amor.

Nico pegou a mochila e chamou Thalia, dando tchau para os pequenos e fechando a porta de casa.

— Eles vão me dar um trabalho – Nico murmurou, entrando no carro novamente e esperando Thalia entrar, para dar partida.

— Me deixe em casa – Thalia se encostou no banco – Não vou pra escola.

Nico olhou para a garota e mordeu o lábio inferior levemente, ao ver que ela estava extremamente atraente com aquela saia, por mais que não fizesse seu estilo.

Em um ato disfarçado, ele colocou a mão no banco, subindo lentamente até sua coxa e começando a afagar levemente ali, esperando que a menina não notasse por inteiro o que ele planejava fazer.

Quando Thalia moveu sua mão para tirar a dele dali, o menino sorriu levemente e infiltrou a mão no meio das suas coxas, deslizando-a para perto de sua intimidade.

— Tira a mão daí, Nico – Thalia tentou soca-lo, para que tirasse a mão dali, mas ele apertou sua intimidade, fazendo ela ofegar e apertar levemente o banco, em um ato de nervosismo e querendo bloquear os sentimentos, ela não queria ficar excitada e dar esse gostinho ao Di Ângelo.

Nico não respondeu, apenas continuou dirigindo e fingiu que não era com ele. Ele tampou sua intimidade por inteiro, continuando a apertar levemente, enquanto ela xingava a Annabeth por ter dado uma saia a ela, xingava seu corpo por querer aquilo e não ter forças pra tirar a mão dele dali e xingava Nico, por fazer isso.

— P…para – Thalia pediu, sufocando um gemido em sua garganta, assim que ele ameaçou ultrapassar sua calcinha. Ela não poderia negar que ele a deixava maluca, já que aquele filho da puta era um puta homem.

A morena apertou mais as mãos no banco, olhando para o menino e engolindo em seco. Ela levou umas das mãos para tirar a do Nico dali, mas ele apertou um ponto em sua intimidade por cima do fino pano da calcinha, que fez a garota parar imediatamente.

— Parece que alguém está ficando excitada – Nico mordeu os lábios, falando com uma voz rouca.

Thalia tampou a boca com uma das mãos e respirou fundo, controlando os hormônios que estavam a mil dentro do seu corpo, implorando por contato.

— Ilusão sua – a menina conseguiu pronunciar e seu corpo foi debruçado para frente automaticamente, quando Nico passou pelo elástico da calcinha que ela usava e apertou seu clitóris, fazendo a menina deixar escapar um gemido bem baixo.

— O que disse, Thalia? – Nico a olhou de soslaio, sorrindo ao ver que ela estava se contendo.

— I…ilusão sua – Thalia gaguejou, respirando fundo e Nico começou a mexer o dedo levemente naquele ponto, fazendo a garota se contorcer levemente.

— O que…? – Nico perguntou novamente, com uma voz rouca.

— Eu te odeio – ela murmurou e Nico riu levemente, começando a acelerar um pouco o movimento – Da pra parar?

— Não, até você falar o que eu quero ouvir – Nico disse com um sorriso malicioso em lábios.

Thalia se contorceu mais uma vez, quando ele desceu um pouco mais a mão.

— Tá – a menina disse apressadamente ao ver que ele se redirecionava a sua entrada, ela o xingou e revirou os olhos – Eu estou excitada, Di Ângelo.

Nico riu e continuou com a mão ali, vendo a garota respirar um pouco mais ofegante, mas voltar a sua postura normal e olhar para o teto, parecendo pensar.

Ele arqueou a sobrancelha e fez mais pressão sobre sua entrada, vendo que a garota não esboçou nenhuma reação, ele subiu a mão novamente para seu clitóris, começando a fazer movimentos lentamente, observando cada reação da garota.

— Thalia…? – Nico perguntou semicerrando os olhos.

Thalia apenas assentiu, olhando de soslaio pra ele.

Incrivelmente, ela tinha cedido pra ele.

Nico ficou surpreso, mas não parou os movimentos, ao ver que ela estava mordendo o lado de dentro da boca, procurando conter qualquer som.

— Está cedendo pra mim, Thalia? – Nico sorriu malicioso e ela revirou os olhos, mostrando o dedo do meio pra ele – Eu não mostraria o dedo do meio para uma pessoa que está te masturbando…de novo.

Thalia mostrou novamente o dedo do meio e Nico sorriu, penetrando dois dedos nela de uma vez, fazendo ela se inclinar para frente e soltar um gemido um pouco alto.

— Filho…da…puta – Thalia o xingou, enquanto ele tentava fazer movimentos lentos de vai e vem.

— Eu disse para não mostrar o dedo do meio – Nico sorriu e continuou os movimentos, fazendo a garota se contorcer, se contendo – Não se contenha, Thalia.

— Cala boca idiota – Thalia o xingou e soltou outro gemido baixo.

Nico riu e tirou um dedo, continuando os movimentos de vai e vem com o dedo e o outro apertando seu clitóris levemente.

Ele parou o carro no semáforo e se virou totalmente para a garota, usando a outra mão para afastar as pernas da garota e deslizar sua calcinha até seu joelho para ter mais acesso. Ele começou a acaricia-la, procurando o ponto G da menina, voltando a dirigir.

— Eu não acredito que estou fazendo isso – Thalia resmungou, enquanto Nico deslizava por sua intimidade.

— Tem razão, vou te zoar pelo resto da sua vida – Nico sorriu e ela lhe mostrou a língua – Porra, Thalia. Você tem sorte de eu estar dirigindo e não poder tirar os olhos daqui, se não aprenderia que não deveria mostrar a língua para as pessoas que estão te masturbando.

Thalia gemeu baixo, quando ele cobriu sua intimidade com a mão a apertando com força, para logo depois achar o maldito ponto G, o apertando, fazendo ela gemer alto.

— Achei – Nico sorriu – Agora sim você está fudida nas minhas mãos, Grace.

Thalia arregalou os olhos levemente quando viu que tinham chegado e Nico parou o carro, tirando o cinto e se dedicando a ela totalmente agora.

''Se antes já estava daquele jeito e ele estava dirigindo, o que será de mim?'' Thalia pensou e Nico sorriu, fazendo movimentos giratórios em cima do ponto dela, a fazendo gemer alto e colocar a mão na boca, para se conter.

— Eu já disse Thalia, não se contenha – Nico sorriu, tirando a mão dela da boca dela, que fechou a mesma, sufocando os gemidos – Vai, Thalia…

A menina travou o maxilar e sentiu espasmos pelo seu corpo, gemendo um pouco alto, mas o som foi abafado um pouco, graças a Nico lhe dar um selinho.

— Panda boa – Nico sorriu contra os lábios da garota.

— Eu te odeio – a voz dela estava rouca, graças ao esforço de se conter – Agora dá pra tirar a mão daí?

Nico sorriu e apertou ela novamente, fazendo um gemido escapar dela, que tampou a boca.

— Filho da…- Thalia foi xingar, mas Nico a apertou no ponto G novamente.

— Nada de xingamentos, Thals – Nico mordeu a bochecha dela e tirou a mão de dentro da saia da menina, levando os dedos até a boca lentamente, sugando o liquido que tinha ali, fazendo Thalia fazer uma careta e levantar sua calcinha novamente.

— Eca – ela resmungou.

— Doce – Nico mordeu o lábio inferior e ela abriu a porta do carro, saindo do carro com as pernas meio bamba.

— Porra – Thalia se xingou, tentando andar normalmente, o que se tornou impossível com as pernas bambas daquele jeito.

— Tá parecendo a Thayla – Nico riu e a garota gritou um xingamento pra ele, enquanto batia a porta do carro com força e saiu marchando – ou tentando — para a entrada do prédio.

Ela saiu da vista do menino e se encostou do lado de dentro da porta, colocando as mãos sobre o rosto, tampando o mesmo e respirando fundo.

— Que caralhos eu fiz – ela se xingou e desencostou da parede, se recuperando e começando a andar normalmente até o elevador.

Ela chegou lá em cima e entrou no apartamento e foi direto ao quarto, pensando em passar boas horas na cama, dormindo. Quando pegou seu celular em cima da mesinha, viu que seus planos tinham sido arruinados, trocou de roupa e saiu.

***

Connor estava no refeitório, observando Thayla ligar para alguém quase que desesperadamente, enquanto pensava onde a Thalia tinha se metido.

Seu celular vibrou e ele pegou, vendo que era uma mensagem da dita cuja.

''Eu vou passar o dia inteiro, preciso que me acoberte'' – Thalia.

Connor olhou ao redor e viu a ausência do Nico, sorrindo para o celular.

''Já comentei com a Thayla que não sei onde você está'' – Connor.

''Porra, o que eu vou fazer agora?'' – Thalia.

''Fica tranquila, faça o que você tem que fazer que eu vou pensar em alguma coisa'' – Connor.

''Tá bom'' – Thalia.

Connor olhou para Thayla e pigarreou, chamando atenção dela.

— A Thalia também não veio, né? – Connor comentou.

— Ela foi com o Nico – Bianca observou.

— E ele também não veio – Connor colocou uma das mãos no queixo, parecendo pensar.

— Uhum – Thayla murmurou.

***

Thalia abriu a porta, totalmente esgotada e se deparou com Connor, Thayla e Zeus na sala, conversando entre si. Zeus parou os olhos elétricos nos dela e fechou a cara.

— Onde você estava? – Zeus perguntou com raiva.

Thalia olhou para o Connor, esperando uma ajuda da parte dele.

— Fala Thalia, você estava com o Nico? Ele também sumiu o dia todo – Connor disse fechando a cara, fingindo estar com ciúmes da garota.

Thalia ficou sem palavras durante alguns segundos, mas assentiu.

— Estava.

— Tá, se é com ele tudo bem – Zeus deu de ombros.

Thalia só faltou cair de joelhos para agradecer.

— Que? – Thayla fechou a cara – Como assim você estava com ele?

— Estando – Thalia respondeu, fechando a porta atrás de si.

— Mas ele é meu namorado – Thayla se queixou.

— Que? – Zeus arregalou os olhos levemente.

— É né, fazer o que? – Thalia murmurou.

— Fazer o que? Você é minha namorada, não deveria ficar com o namorado dos outros – Connor se esforçou para não rir, já que tinha mandado uma indireta pra ela, que pela carranca que fez, tinha pego.

— Eu só estava com ele, não fiz nada demais amor – Thalia deu de ombros, indo até o Connor – Vamos conversar lá dentro, porque só a você eu devo satisfação sobre o Nico, ela que se entenda com o namoradinho.

— Tá, então vou ligar agora pra ele – Thayla pegou o celular e ligou para Nico, que não atendeu.

Thalia colocou a mão sobre o coração, quase morrendo de susto.

— Vem – Thalia puxou Connor pela mão até o quarto, fechando a porta atrás de si. – Você é maluco?

— Foi a única desculpa – Connor levantou as mãos para o alto.

— Falasse que eu estava com o Luke, sei lá, com qualquer um, menos com o Nico que é namorado da Thayla – Thalia resmungou.

— Ele ficou com você, se ele for mesmo o namorado dela, ameaça contar pra ela, sei lá, faz qualquer coisa que faça ele te ajudar – Connor murmurou.

Thalia revirou os olhos.

— Eu vou te matar, não acredito que vou ter que pedir ajuda pra ele depois de hoje — Thalia resmungou com as mãos sobre o rosto.

— Como assim, depois de hoje? – Connor deu um sorriso malicioso para a garota.

— Então, lembra que você falou sobre o Nico?…então, retire o que disse – Thalia murmurou.

Connor arregalou os olhos e abriu a boca, querendo gritar, mas não podendo já que Zeus e Thayla estavam em silêncio.

— Tá zoando né? – Connor sussurrou para a garota.

— Infelizmente não – Thalia resmungou.

— Sabe que ele vai te zoar pelo resto da sua vida, né? – Connor deu risada.

— É, ele me informou – Thalia revirou os olhos.

— Eu não acredito, sério que você cedeu pra ele? – Connor tinha brilhos nos olhos de felicidade.

— Então…- Thalia disse – Assim…então…

— Fala, Thals – Connor a sacudiu levemente.

— Não me chama assim, pelo amor – Thalia pediu se lembrando do Nico.

Connor abriu o sorriso mais malicioso possível.

— Então você cedeu?

— Sim, Connor – Thalia resmungou e o menino a abraçou, querendo gritar.

— Não acredito gente – Connor começou a dar pulinhos.

Thalia deu risada.

— Se isso sair daqui eu juro que te mato – Thalia murmurou – Mas então, dorme aqui?

— Você me ameaça e de repente pede isso? Tá – Connor deu de ombros.

— Vou tomar banho, porque to nojenta – Thalia resmungou, tirando a blusa e a jogando em cima da cama, entrando no banheiro.

A noite passou rápido, já que os dois ficaram conversando até que um pegasse no sono completamente.

Notas finais
Hey cambada. AI MEU DEUS, MORRI, MORRI COM TUDO, DUAS PORRAS DE RECOMENDAÇÕES DE DUAS GOSTOSAS QUE MORAM NO MEU CORE AZUL, ESTÁ PORRA DESSE CAPÍTULO ME MATANDO, GENTE NÃO TÁ FÁCIL! NÓS AMAMOS RECOMENDAÇÕES, PODEM MANDAR MAIS! ACEITAMOS. Pergunta: Qual a nossa altura? (Sugestão da SraDiAngelo, gostosa, amamos ♥) ( respectivamente, Meli e Mih) a) 1,62 e 1,60 b) 1,60 e 1,62 c) 1,55 e 1,56 d) 1,60 e 1,58 e) 1,62 e 1, 63 Kisses com Trovoadas das Gêmeas ♥