Gêmeas
1 Capítulo único
Notas iniciais
É uma oneshot um pouco grande XD é um pouco de terror também ^^ (foi inspirado num sonho que eu tive)
Espero que gostem ♥
Espero que gostem ♥
"Eu descia as escadas de meu apartamento e encontrei minha mãe e meu pai falando com a minha irmã mais velha, alguns minutos mais velha, somos gêmeas idênticas; eles mostravam um desenho a ela, minha irmã desenhava muito bem, mas meus pais não gostavam do estilo de desenho da minha irmã, raramente gostavam de desenhos dela, quando cheguei no andar de baixo eles perguntaram a minha irmã:
—Foi você que fez esse desenho? —Meu pai segurava uma folha que tinha um desenho, uma garota branca com vestido preto, cabelo grande e liso preto, olhos todo pretos, parecia comigo ou com a minha irmã sem ser pelos olhos, nossos olhos eram azuis. A menina também tinha chifres e asas. —Não fui eu. —Minha irmã, Alice, respondia. —Não foi ela mesmo, o estilo do desenho é completamente diferente. —Falei pro meu pai. —Então foi você? —Minha mãe perguntava. —Eu não sei desenhar. —Respondi. —Vai culpar quem? O cachorro? A empregada? —Onde acharam o desenho? —Perguntei. —Preso no espelho do banheiro da empregada. —Minha mãe respondeu. —Então foi ela né. —Respondi. Puxei minha irmã para nosso quarto. Nosso quarto era formado por dois quartos juntos, quebramos a parede que separava nossos quartos e fizemos do meu quarto uma espécie de sala, lá tinha alguns livros, gibis, bonecos, bichinhos de pelúcia, e jogos tanto de cartas como de tabuleiros até de vídeo games que tinha naquela sala, quarto da minha irmã tinha um beliche e uma tv e nosso armário de roupas. Nossa família era bem rica na região, acho que a mais rica entre algumas cidades lá perto, nossa casa era um apartamento, um tanto quanto grande, os três ou quatro últimos andares do prédio mais luxuoso da cidade, não sei se posso contar o ultimo como um quarto andar. Meus pais eram dois empresários, donos de... Acho que posso considerar uma multinacional, não sei direito no que eles trabalham mas são bem ricos e tem uma empresa que é conhecida mundialmente. Não estamos morando na nossa melhor casa, é apenas para proteção minha e da minha irmã, eles consideram essa casa "escondida", mas não acho que eu ou a minha irmã seremos sequestradas ou sei lá, sabemos nos virar. Claro que temos vários empregados, mas tem uma em especial, Katy, ela seria nossa baba. Baixinha e albina, cabelo branco e parle branca, tão branca que chegava a parecer lilás, ela tinha olhos lilás e usava sempre um vestido sem manga branco. Ela parecia ter uns dez a quatorze anos, sendo que teria quase trinta anos. Eu e minha irmã temos franjinha, cabelo grande liso e preto, olhos azuis, somos bem brancas e falam que temos uns oito anos, porém temos quatorze. Minha irmã se chama Alice e eu sou Jessie, somos gêmeas. Mesmo os meus pais sendo grandes empresários, eles são muito religiosos, por sorte não nos puxaram para esse caminho já que eu e minha irmã passamos mal só de passar em frente a uma igreja, fora que a bíblia é tediante. Nós também temos um cachorro, ele é pequeno, um pouco gordo, pouco não.. Muito gordo, peludo e muito fofinho, mas ele ataca, alguns chamam de cachorro demoníaco. Minha irmã é realmente muito boa, ajudava todos, sempre obediente, acho que a pessoa mais bondosa no mundo, não consigo imaginar alguém mais bondosa que ela, que mesmo pequena, já fazia vários projetos ajudando orfanatos, hospitais, sem teto, entre outras coisas; fora que ela era bonita, eu também, mas ela era inteligente e desenhava bem também, acho que eu poderia chamar ela de perfeita, ninguém a odiava fora minha mãe. Minha mãe odiava eu e minha irmã, ela traiu meu pai, eu e minha irmã a odiamos ela também, desde então não falamos muito com ela e ela sempre tenta nos encrencar. Num certo dia, a Katy ou outras empregadas não estavam, minha casa foi invadida, e descobriram a verdade por trás das gêmeas. Minha casa foi invadida, dois assassinos, não sei o que eles queriam, talvez dinheiro. Eu e minha irmã nos escondemos no nosso quarto, estávamos lá quando eles entraram no apartamento, só trancamos a porta quando ouvimos os gritos. Não sei o que aconteceu com meu pai, sei que logo depois de um tempo minha mãe estava na porta do meu quarto gritando. Eu e minha irmã estávamos jogando video game quando ouvimos minha mãe gritando na porta do nosso quarto, nós já sabíamos o que estava acontecendo e que minha mãe provavelmente morreria, mas eu não queria abrir a porta para ela, se não fosse pela minha irmã acho que minha mãe teria morrido aquela hora. Minha irmã abriu a porta, minha mãe entrou e deitou na cama tremendo de tanto medo, foi quando eu e minha irmã resolvemos fazer alguma coisa, afinal, dois contra um, meu pai não teria muita chance. Ainda acho que eu ou ela sozinhas poderíamos cuidar desses dois assassinos, talvez minha irmã não já que ela é boazinha de mais. Deixamos a minha mãe no quarto e saímos dele, minha mãe começou a gritar: —Vocês são loucas?! Querem morrer assim tão fácil?! Então vão lá! Ela não sabia de nada, achava que eu e minha irmã éramos tão fracas assim, minha irmã respondeu:
—Vai ficar tudo bem. Minha mãe continuou gritando, apenas ignorei e então peguei uma faca que eu tinha escondida no quarto por questões de segurança —e eu acertei —e saímos do quarto. Quando cheguei na sala encontrei com um dos caras, ele era careca e estava de jeans, uma jaqueta marrom e uma blusa verde, ele também estava com uma arma então falou: —Que menininha mais fofa e muito corajosa pra querer tentar me enfrentar. —Menininha? —Perguntei. Eu estava com a minha faca atrás das costas, para pessoas normais uma arma contra uma faca, a arma ganharia obviamente, mas no meu caso eu não precisaria de mais que um dedo para acabar com ele. —Sabe o que é isso? —O cara falou mostrando a arma— daqui alguns segundos você não estará nesse mundo. —Eu também tenho uma surpresa —Falei mostrando a faca. —Vou te matar de uma vez. —ele deu um suspiro e deu um tiro com a arma mirando em mim, iria acertar bem no meu rosto, se não fosse por ela parar no ar uns 10 centímetros antes de acertar. —Mas como? —o cara se perguntou. A bala caiu no chão e eu falei: —Que impaciente, nem esperou eu mostrar minha surpresa, pensou que era a faca? É um truque que eu sei fazer. —Eu falava com um sorriso grande no rosto. —Q-Que tru-tru-truque? —Ele falou gaguejando e tremendo, apontava a arma para mim. —Isso ó. —Soltei a faca e ela não caiu no chão, coloquei as duas mãos atrás das costas. —O que você é? —Ele perguntava tremendo. —Sei lá, talvez... Um demônio? —Falei com um sorriso grande no rosto e meus olhos ficaram todo pretos, igual o do desenho. Na hora passou um vulto preto correndo do nosso lado, subindo as escadas em direção onde meu pai e o outro assassino estava. —O que foi isso? —O homem perguntou assustado. —Minha irmã. —Falei sorrindo e olhando para ele. Ele estava cada vez mais assustado. —Relaxa, ela foi cuidar do seu amigo; quem vai te matar sou eu. —Respondi fazendo a faca avançar nele, mas por azar só rasgou a jaqueta. O meu cachorro apareceu e avançou na perna dele. O homem acabou atirando nele por susto e meu cachorro aumentou de tamanho, ele ficou mais alto que o homem. —Até o cachorro é encapetado? —O homem correu até ficar encurralado na parede. —Senta Hunter! Eu que quero brincar!—ordenei. —Brincar? —O homem falou assustado. —E dessa vez, eu não vou errar. —Respondi olhando pra ele com um sorriso, controlei todas as facas da casa pra o acertarem, ele morreu. Logo depois de tirar as facas dele, fiz isso bem rápido, vi o outro assassino descer as escadas rolando, quando ele chegou no chão vi que também estava morto. —A Alice matou ele? Na frente do papai? Impossível. —Pensei. Foi quando vejo papai descendo as escadas flutuando e Alice atrás dele chorando; ela o colocou no sofá e ajoelhou do lado dele chorando. —Você matou o outro cara? —perguntei. Ela fez que sim com a cabeça, estava com as mãos no rosto chorando. —Você viu ele matando o papai? —Perguntei. Ela fez de novo que sim com a cabeça. Me aproximei do sofá que papai estava, ele estava com um terno cinza e uma blusa branca manchada de sangue, foi morto com três tiros no peito, seu cabelo preto acabou por cobrir seus olhos. Enxuguei as lágrimas de minha irmã e a abracei, foi quando ouvimos nossa mãe gritar: —Assassinas! —ela arremessou um vaso na gente que não nos atingiu. Minha irmã voltava a chorar, ela nunca queria ter que matar alguém, mas ela viu uma pessoa que ela amava muito da família levar três tiros. —Ja liguei para a polícia! Vocês vão presas! Vão morrer! Suas monstras! Demônios! —Nossa mãe gritava enquanto atacava coisas, mas eu impedia que acertasse em mim ou na Alice. —Vamos ter que matá-la. —cochichei para a Alice. —Mesmo sendo ela, eu não quero mais mortes. —Alice respondeu. —Prefere ir pra um laboratório e sentir dores de tentativas de morte todos os dias, mas nunca morrer? —perguntei. —Eu não vou matá-la, faça como quiser, eu falo que não vi. —Alice respondeu. Logo eu dei um sorriso e, ainda abraçada na Alice, avancei as facas na minha queria mãe, o cabelo loiro e a pele bem branca logo foram manchados com vermelho. Antes da polícia chegar conseguimos limpar todas as facas e guarda-las, exceto uma que estava na mão da minha mãe. Quando a polícia chegou contamos que os assassinos mataram meu pai, mas minha mãe conseguiu matar os assassinos só que quando viu meu pai morto ela se matou. Eles acreditaram, afinal somos duas garotinhas bonitinhas e inocentes, ricas e que não estão nem manchadas de sangue, só molhadas de tanto que choraram; e para nos ajudar logo depois da polícia chegou Katy, que conseguiu ficar com a nossa guarda, o dinheiro foi dividido entre eu e a Alice. O sócio de meu pai assumiu a empresa e cuidou de nós três, nos enviando dinheiro mensalmente, nos visitando, comemorando nosso aniversário e fez o velório digno para meu pai, ele virou nossa família. Estávamos na sala da nossa nova casa, sentadas no chão. —Engraçado né? Filha de dois religiosos serem demônios, fora o cachorro. —Katy dizia. —E a empregada uma vidente imortal. —Eu respondi. —Vocês também são imortais. —Katy respondeu. Nós três rimos. —Serio que a Alice matou um dos assassinos? —Katy perguntava. —Você soube primeiro que a gente que sim. —respondi. —Mas ainda não acredito, uma coisa que eu não sei é como a Alice e o Hunter viraram demônios também. —Katy perguntou. —Sabe que isso não é importante. —Alice respondeu. —Mas eu sou curiosa. —Katy perguntou. —Nem parece que você tem mais de duzentos anos, muito menos mais de vinte. —respondi rindo. —Aconteceu a mesma coisa com Hunter e Alice, eles estavam em risco de vida então lhe deu poderes demoníacos para continuarem vivos. —Você poderia ter feito isso com o papai? —Alice perguntou. —Se fosse antes do assassinato, sim, mas com ele já morto não. —Respondi. —E qual seu nome antes de entrar na Jessie? —Katy perguntou. —A verdadeira Jessie nunca existiu, já nasceu morta eu apenas peguei o corpo —respondi. —e meu nome era Joosy. —Nome estranho. —Katy falou. —Se você não fosse imortal, eu te mataria. —respondi. —Me ame menos. —ela me abraçou, logo abraçou Alice também. E assim vivemos felizes, ou quase, para sempre." —terminei de contar para um homem com quem eu estava jantando, já nos meus vinte e sete anos. Estávamos na minha casa, na sala de jantar. —Essa é a narração da Jessie. —comentei. —Eu falei que não iria me surpreender. —Ele respondeu. —Eu ainda não terminei de contar. —respondi. —E o que teve depois disso? —Ele perguntou. —Só um aviso, todos que conhecem a verdade por trás das gêmeas, do cachorro, ou da Katy... —Falei. —O que acontece? —Ele perguntou não se importando. —Sabe, isso é um segredo, é uma história proibida, a Jessie mata todos os que conhecem essa história para não irem atrás dela, ou da Alice, ou da Katy, ou do Hunter. —respondi. —Você está viva. —ele falou. —Não prestou atenção na história? Meu nome é Alice, irmã da Jessie. —respondi. Atrás de mim tinha uma parede, que na verdade era um vidro escuro, no vidro ele viu um sorriso; seus olhos se arregalaram, e mais uma vítima... Ele soltou o garfo com comida que estava segurando, estava morto com, literalmente, uma faca nas costas.
Notas finais
Uma continuação, narrada por Katy:
Isso é tão cruel, mas sangue é tão bom, porque você foi me viciar nisso Jessie? Alice tirava a faca das costas do homem e lambia o sangue que tinha na faca.
Isso porque você era a santinha, ninguém mandou provar. Jessie respondeu. a cada dia você se torna menos humana. ela deu um sorriso, tinha se sentado em cima da mesa.
Demônios são nojentos. comentei saindo da sala, pois não queria ver aquela cena. E você é muito malvada fazendo isso com a inocente Alice, Joosy. gritei do corredor.
Me ame menos! Jessie gritou da sala de jantar.
Espero que tenham gostado XD apesar dela não ser muito legal.. (no meu sonho a empregada tb morreu 'o' e não existia o sócio, elas não eram tão ricas... e os assassinos foram atrás da empregada por ela ser vidente.)
Isso é tão cruel, mas sangue é tão bom, porque você foi me viciar nisso Jessie? Alice tirava a faca das costas do homem e lambia o sangue que tinha na faca.
Isso porque você era a santinha, ninguém mandou provar. Jessie respondeu. a cada dia você se torna menos humana. ela deu um sorriso, tinha se sentado em cima da mesa.
Demônios são nojentos. comentei saindo da sala, pois não queria ver aquela cena. E você é muito malvada fazendo isso com a inocente Alice, Joosy. gritei do corredor.
Me ame menos! Jessie gritou da sala de jantar.
Espero que tenham gostado XD apesar dela não ser muito legal.. (no meu sonho a empregada tb morreu 'o' e não existia o sócio, elas não eram tão ricas... e os assassinos foram atrás da empregada por ela ser vidente.)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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