Gunslinger

9 New Orleans.


Notas iniciais
PENSARAM QUE EU ABANDONEI SAPORRA AQUI? NÃO ABANDONEI NÃO GATENHOS. Só que eu não estava com muito tempo para fazer muita coisa, continuo não tendo, mas enfim. Eu consegui terminar, e ficou totalmente bosta. Eu sei. Mas o próximo será melhor, e conterá surpresinhas UAHAUAHSUHAUAA. Eu sei, eu sei... Palminhas! Auhsusha, tá, parei. Espero que gostem, o mínimo que seja, mas gostem. Boa leitura! 📖 Bjs de lux da Maluxinha!

Capítulo 9:

Travis levantou da cama já convocando Emilly:

— Emilly! Emilly!

Ele correu até o escritório.

— O que foi?! — Travis a ouviu gritar.

— Corre aqui! Por favor!

Em alguns milésimos de segundos Emilly parou na porta, suspirando quase sem fôlego, disse:

— O que foi cacete?

— Acho que encontrei a senha do cofre.

Ela sorriu e se aproximou dele.

— Vamos tentar? — Travis a perguntou com uma das sobrancelhas arqueadas.

— Sim, sim — ela disse balançando a cabeça positivamente.

E então ele digitou o código: 9807.

Correto.

Travis teve sua reação de quando estava feliz, mas nervoso: começou a rir. E virou-se para Emilly.

— Acho que agora conseguimos!

Ele retirou a única coisa que estava dentro do cofre: uma maleta.

Travis abriu a maleta com a maior cautela do mundo, como se dali saísse um monstro.

Mas, pelo contrário, havia uma Desert Eagle.

— Por que ele trancaria no cofre só uma arma? — Emilly perguntara quase a si mesma. — Tem muitas armas dentro dessa casa, essa não é a única.

Travis retirou a arma de dentro da maleta. E abriu o fundo falso desta. Encontrando uma boa quantia em dinheiro e mais uma chave de algum carro.

Ele riu.

— Já vi muitas maletas como estas.

— Já eu não tenho a mesma experiência — ela disse e abriu um breve e fraco sorriso.

— Ele tinha quantos carros, Em? — Travis a perguntara.

— Dois. Mas eu só vi um deles.

— E como você tem certeza que ele tinha outro carro?

— Porque quando ele comprou logo me avisou.

Travis observou por sobre os ombros de Emilly e indagou:

— Onde fica a garagem?

— Vem comigo.

Emilly se levantou e desceu as escadas rapidamente. Abriu a porta que dava para o porão e, logo mais abaixo, mais pra dentro do porão, havia uma outra porta; ela a abriu e acendeu as luzes que compunham o recinto. Quando tudo estava mais claro, Travis notou um carro coberto por uma capa bege, um pouco velha por sinal, em seguida ele se aproximou do carro e retirou a capa. Debaixo da capa velha havia um belo Mustang Sally.

Phillips fechou os olhos e foi levado dali para o passado. À época do colegial. Ele se lembrara desse Mustang Sally vermelho. Harry o tinha desde os 19 anos, foi seu primeiro carro depois que tirara a habilitação.

— Já andei muito nesse carro. — Travis deu um sorriso um tanto peculiar ao se lembrar. — Quanto tempo...

Ele entrou em um devaneio profundo.

Na época em que Harry ganhara o carro, ele sentia um intenso ciúme por ele, quase como se fosse o filho dele.

Ele se recordara também do primeiro dia em que saíram com esse carro.

Já estava tarde, em torno de nove da noite.

Bom, tarde para quem não dormiu o dia inteiro e que acordou cedo demais.

Esse era o caso de Travis naquele dia.

Em sua antiga casa, a janela de seu quarto era para a rua. Então todos os barulhos externos ecoavam em seu ouvido, caso não os deixasse pra lá.

E então, uma buzina estridente soou em seu ouvido. Ele até tentou ignorar, mas era impossível evitar.

Travis olhou pela janela e viu um Mustang vermelho parado em frente a sua casa.

— Quem seria a essa hora? — ele murmurou para si mesmo, esfregando os olhos.

Colocou uma blusa e desceu silenciosamente para não acordar sua irmã e nem sua mãe.

— Harry? — Travis o perguntou assim quando se apoiou na janela do Mustang.

— Entra ai, cara!

— Mas... Está tarde... O que você está fazendo aqui a essa hora?

— Acabei de ganhar esse carro! — Harry o dissera com um sorriso no rosto.

Travis se viu rendido a entrar no carro.

Depois de um grande tempo de silêncio, Harry confessara:

— Travis, eu vi uma mulher esses dias e não a tiro da minha cabeça.

Travis não dissera nada a Harry naquele momento.

Ele estava entre delírio e realidade, até que foi se libertando de seu devaneio.

A imagem de Emilly foi se formando aos poucos em sua cabeça.

Era dela que ele estava falando.

Travis logo pensou isso e um sentimento péssimo o dominou.

Ele estava se sentindo culpado.

Travis gostava da Emilly. Ele tinha total convicção disto, convicção o suficiente a ponto de acreditar que poderia passar o resto de sua vida ao seu lado.

Mas ao todo ele estava traindo a confiança de Harry.

Mas será que o destino deles já estava traçado?

Isso só o tempo o responderia.

— Emilly! — Essa foi a primeira palavra que saiu de sua boca enquanto a imagem da mesma estava se dissipando aos poucos.

À medida que a imagem dela se dissipava, parecia que essas nuvens formavam gotículas de água em seus olhos.

Ele comprimiu os olhos e com isso algumas dessas lágrimas escaparam. Emilly observava-o em silêncio, parecendo respeitar seu devaneio.

— Está tudo bem, Travis? – ela perguntou-o, se aproximando.

Em seguida sua mão encostou no braço dele.

— Me desculpa, Em. Mas eu não consigo... E-eu não posso... — ele disse, com a voz um tanto trêmula. Com isso bateu em retirada.

Emilly não havia entendido nada. Mas deu o devido espaço para Travis.

***

Ao subir Travis foi se deitar para pôr seus pensamentos no lugar.

E acabou por dormir.

***

Algumas horas depois de ele ter subido, Emilly subiu para verificar para como ele estava; se estava melhor ou... não.

— Travis? — Emilly se deu a liberdade de abrir a porta gradativamente.

Ela o encontrou dormindo.

E então sentou-se em uma poltrona do quarto, pensativa.

Travis acordou, um tempo depois, assustado e logo lançou seu olhar à poltrona que Emilly estava sentada.

— O que você está fazendo aqui? — Travis perguntou de bate-pronto.

A pergunta foi feita tão rápida que soou até como uma grosseria.

— Nossa, como você é grosso — Emilly disse, revirando os olhos.

Travis suspirou e passou a mão no rosto.

— Me desculpe. — Ele fez uma pausa. — A intenção não foi essa.

— Entendo... — ela murmurou de cabeça baixa, e de repente a reergueu novamente. — Sabe... Eu tive uma ideia enquanto eu te observava dormir.

Travis sorriu bem disfarçadamente.

— Qual ideia seria? — ele perguntou, vagarosamente, com as duas sobrancelhas arqueadas.

— Vamos descobrir onde é essa imobiliária que Harry iria fechar o contrato, e vamos descobrir qualquer outra coisa que o envolvia.

— Mas pode ser perigoso... — Travis retrucou.

— Perigoso? — ela riu. — Depois de tentarem me matar dentro da minha própria casa? Acho que não há nada mais perigoso do que isso.

Ele suspirou.

— Tá bom, você venceu, Emilly.

— Eu sei, Travis. Sempre venço.

Ele riu e começou a procurar pelo cartão que tinha o número da tal imobiliária.

— Boa tarde. — A voz da mulher aparentava ser desgastada, ou talvez ela estivesse cansada momentaneamente.

— Boa tarde. Qual seu nome?

— Liv, no que poderia ajudar?

— Eu gostaria de saber se vocês tem um cliente chamado Harry Singleton.

— Vou pesquisar em nossos arquivos, só um momento.

Em torno de 6 minutos depois, ela retornou ao telefone:

— Harry Singleton? Sim, temos sim.

— Você poderia me fornecer algumas informações sobre ele?

— Me desculpe senhor... Mas não fornecemos nenhuma informação de nenhum de nossos clientes por telefone.

Ele revirou seus olhos.

— Onde é o escritório de vocês?

— Em Nova Orleães, Luisiana.

Travis encarou novamente o cartão, e o virou. Em letras miúdas, estava escrito Nova Orleães, Luisiana.

— Ahñ, ok, obrigado.

Ao desligar o telefone. Ele olhou diretamente para Emilly.

— O escritório é em Nova Orleães.

— Luisiana? — ela o perguntou.

— Sim.

Ela sorriu e disse:

— É para lá que vamos então.

Notas finais
Eu sei que não gostaram, e caso gostarem, me elogiem na sinceridade. Não vou ficar chateada. Vocês sabem que não. Mas gostaria de verdade das Reviews de vocês, Meus leitores que ainda me acompanham, porque realmente na atual conjuntura é muito importante. Em todas as conjunturas, na verdade, são necessarias as reviews auhsusha mas enfim parece que estou drogada. OBS.: De fato quase desisti dessa fanfic, mas Vms deixar em off. Bjs de luz amores, até às reviews! ❤️