Guia Angelical de Sedução

13 13-Lembre-se, numa balada TUDO pode acontecer.


-Mas nem morta você vai ao Lullaby com ESSA roupa! – Jess e a anja berraram e empurraram Riza de volta para o quarto e começaram a procurar uma roupa.

-Você some o final de semana e o dia inteiro e depois aparece do nada para ficar me dando ordens? – Riza perguntou para a anja.

-Não que eu tenha desaparecido, eu só estava visível para a Jéssica, e dei a idéia de arrastar todo mundo para uma boa balada – a anja respondeu jogando um vestido em cima da protegida.

-Agora coloque essa belezinha e vamos logo, não gosto de chegar muito atrasada – Jess comentou e saiu do quarto – Prima, vamos fazer uma prévia antes de chegar lá, como nos velhos tempos? Cadê a tequila?

-Eu já disse que eu não bebo mais como se não houvesse amanhã! Além do mais, eu nunca gostei muito de tequila – Riza respondeu do quarto, aparecendo minutos depois usando um vestido vermelho tomara que caia super justo ao corpo que ia até o maio das coxas.

-É hoje que o Coronel morre de desidratação.

-Por que diz isso prima? – Riza indagou tirando a garrafa de Vodka da mão da prima.

-Oras, é que ele vai babar tanto por você que vai morrer de desidratação – ela respondeu com uma piscadela e puxou a prima para fora da casa – Fecha a casa anja! Nos vemos na Lullaby!

As duas chegaram à tal da Lullaby, e Riza teve um momento de nostalgia ao entrar naquele lugar com luzes piscando, com a música bombando, com as pessoas dançando e todos se divertindo Jéssica a puxou até uma mesa onde todos já haviam chegado.

-Oi Gatos! – Jéssica os cumprimentou.

-Oi Jéssica-chan – eles murmuraram a olhando de baixo a cima, afinal Jéssica estava com um short curto de cetin preto, uma blusa branca frente única de cetin e uma sandália de salto 20 preta.

-Que isso pessoal até parece que você nunca viram uma mulher produzida para a balada – Jéssica os provocou sentando do lado de Jean e deixando todos agora ver Riza.

-Oi pessoal – ela cumprimentou se incomodando com o olhar deles.

-Nossa! Hawkeye você está... – Roy começou.

-Que isso Roy! Somos todos civis agora! Chama a prima de Riza!

-Quero dizer, Riza você está muito bonita – ele se recompôs e sorriu para a loira.

-Obrigada Coro... Quero dizer, Roy – ela abaixou o rosto para ninguém perceber que havia corado um pouco e se sentou no único lugar disponível, exatamente do lado direito de Roy e na frente de Jéssica.

-Então já começaram a pedir? – Jéssica perguntou empolgada.

-Não, acabamos de chegar – Roy respondeu enquanto olhava Riza pelo canto do olho, coisa que não passou despercebida por Jéssica que deu um sorriso muito, mas muito sacana.

-Então vamos começar! Hei garçom chega mais! – ela esperou o garçom ir até ela – eu quero que você misture Whisky, Vodka e Conhaque e traga o resultado para mim e para a minha prima aqui – apontou para Riza e deu uma piscadela para o garçom.

-Já trago seu pedido senhorita – ele anunciou e foi até o bar, ignorando todos os outros.

-É impressão minha ou ele estava dando em cima da Jéssica? – Roy comentou para provocar Jean.

-E se ele estiver, que dê em cima de mim, nem ligo, só tenho olhos pra esse loirinho do meu lado – Jéssica retrucou rindo.

-Uau! Havoc, como você conseguiu isso? – Fuery indagou surpreso com o sucesso do amigo com uma garota.

-Nem eu sei, Kain, nem eu sei – o loiro respondeu ainda tentando acreditar que ele ouviu o mesmo que ele pensara ter ouvido.

-Eu sei, foi amor à primeira vista – Jéssica falou mordendo o indicador e piscando um dedo.

-Prima, o que eu disse sobre atacar o armário de bebidas de casa?

-Que nada prima, eu to sem nenhuma gota de álcool no sangue, to só me aquecendo – e ao terminar de falar o garçom trouxe seu pedido e pôs um copo na sua frente e na frente da Riza – vamos virar?

-Acho melhor não – Riza olhava desconfiada para o copo considerando se bebia ou não.

-Você está com medo? Virou uma medrosa? Onde já se viu uma militar com medo de um simples copinho! – Jéssica provocou.

-Eu não estou com medo de um copo!

-Então bebe! – Jéssical mal terminou de falar e Riza já tinha bebido todo o conteúdo do copo – Epa! Você não me esperou!

-Então teremos de pedir mais um – a loira comentou e pediu par ao garçom mais um copo.

Jéssica sorriu e foi tomando a bebida do seu copo lentamente até chegar o novo copo para as duas. E dessa vez elas pegaram o copo ao mesmo tempo e começaram a beber o conteúdo o mais rápido que conseguiam e, para o espanto de todos, Riza foi quem terminou primeiro.

-Vejo que você continua a mesma lerda de sempre Lolipop – Riza provocou a prima.

-Meu! Deus! De onde você desenterrou esse apelido?

-Lolipop? Porque Lolipop? – Breda perguntou confuso.

-Pode deixar que essa eu respondo – Riza cortou a prima – o apelido dela é Lolipop porque ela ADORA um pirulito, e podem maliciar MUITO isso.

Jéssica começou a rir de gargalhar e quando parou olhou bem para a sua prima – vocês sabem qual era o apelido dela?

Os homens se entre olharam e, cheios de curiosidade responderam sem nem piscar – Queremos.

-Qual é Jéssica, não precisa contar isso para eles – Riza pediu já ficando vermelha por antecedência.

-Prima, agora vou ter de me vingar, você sabe que comigo é olho por olho, dente por dente, apelido por apelido.

-Tudo bem, pode falar, nem ligo – Riza falou fingindo indiferença e pediu uma garrafa de tequila.

-Não era você que não gostava de Tequila?

-Eu disse que não gostava MUITO e não que eu não gostava – Riza respondeu enchendo seu copo.

-Certo, bebe sua tequila feliz, Box – Jéssica retrucou e Riza engasgou com a menção do apelido.

-Box? Que diabos de apelido é esse? – Roy indagou surpreso.

-Isso é porque, meus queridos, minha prima é uma caixinha de surpresas – Jéssica deu uma gargalhada gostosa e tomou alguns goles direto da garrafa de tequila — ah e também tratem de maliciar o máximo que puderem isso.

-Mas como eu já disse para esse ser, eu NÃO sou mais a mesma de dez anos atrás.

-Não se engane Riza, uma vez Box, sempre Box, eu pelo menos continuo fã de pirulitos.

-Aposto que a Jéssica fica insanamente bêbada primeiro – Kain sussurrou para Fallman.

-Que nada, a Hawkeye dá show primeiro.

-Certo vão passando as apostas – Breda ficou organizando.

-Olha prima, a nossa música – Jéssica apontou para a caixa de som – Vamo dançar?

-Melhor não... – Riza começou, mas Jéssica subiu na mesa e a puxou – mas já que já estamos aqui porque não?

Jéssica passou a garrafa de tequila para Riza e roubou a garrafa de whisky que eles estavam bebendo.

Let me hear you say hey hey hey

Alright, now let me hear you say hey hey ho

Jéssica começou berrando, e Riza repetia os hey hey hey, hey hey ho, em meio a risadas e goles da sua garrafa.

I hate it when a guy doesn\'t get the door

Even though I told him yesterday and the day before

I hate it when a guy doesn\'t get the tab

And I have to pull my money out and that looks bad

Riza começou a andar pela mesa olhando para cada um dos rapazes enquanto cantava, depois voltou para o centro da mesa e começou a dançar junto com Jess.

Where are the hopes, where are the dreams

My Cinderella story scene

When do you think they\'ll finally see

A cada verso Jess cantava fazendo um biquinho ou soltando uma risada, enquanto isso Riza dançava com o ritmo da musica dando alguns pulinhos ou uma reboladinhas.

That you\'re not not not gonna get any better

You won\'t won\'t won\'t you won\'t get rid of me never

Like it or not even though she\'s a lot like me

We\'re not the same

And yeah yeah yeah I\'m a lot to handle

You don\'t know trouble but I\'m a hell of a scandal

Me I\'m a scene I\'m a drama queen

I\'m the best damn thing that your eyes have ever seen

No refrão elas simplesmente pularam aleatória mente berrando e rindo, depois pularam para o chão e começaram a dançar em volta da mesa.

Alright Alright yeah

I hate it when a guy doesn\'t understand

Why a certain time of month I don\'t want to hold his hand

I hate it when they go out and we stay in

And they come home smelling like their ex-girlfriend

Riza andava calmamente em volta da mesa usando a garrafa já pela metade de microfone, e parou na frente de Roy. Aproximou o rosto no pescoço do moreno e depois se afastou com uma cara indignada.

But I found my hopes I found my dreams

My Cinderella story scene

Now everybody\'s gonna see

That you\'re not not not gonna get any better

You won\'t won\'t won\'t you won\'t get rid of me never

Like it or not even though she\'s a lot like me

We\'re not the same

And yeah yeah yeah I\'m a lot to handle

You don\'t know trouble but I\'m a hell of a scandal

Me I\'m a scene I\'m a drama queen

I\'m the best damn thing that your eyes have ever seen

As duas voltaram para a mesa e agora já dançavam mais sincronizadas, compassos para o lado, reboladinhas, batidinhas de mão e até trocaram de garrafas.

Jess foi para o centro da mesa enquanto Riza endava em volta da mesma.

Give me an A, always give me what I want

Give me a V, be very very good to me

R, are you gonna treat me right

I, I can put up a fight

Give me an L, let me hear you scream loud

Jess dizia as letras e fazia a forma delas com os braços, e Riza completava os versos, como se fossem duas líderes de torcida.

One two three four

Where are the hopes, where are the dreams

My Cinderella story scene

When do you think they\'ll finally see

That you\'re not not not gonna get any better

You won\'t won\'t won\'t you won\'t get rid of me never

Like it or not even though she\'s a lot like me

We\'re not the same

And yeah yeah yeah I\'m a lot to handle

You don\'t know trouble but I\'m a hell of a scandal

Me I\'m a scene I\'m a drama queen

I\'m the best damn thing that your eyes have ever seen

Let me hear you say hey hey hey

Alright, now let me hear you say hey hey ho

Hey, hey, hey

Hey, hey, hey

I\'m the best damn thing that your eyes have ever seen

Com passos mais que sincronizados numa mistura bem bizarre, que lembrava passos das líderes com algum toque de street dance, as Jess e Riza finalizaram a música pulando para o chão e perderam o equilíbrio caindo ‘sem querer’ no colo de Havoc e Roy, respectivamente.

-Como eu disse, uma vez Box, sempre Box – Jéssica se gabou se levantando e indo para a sua cadeira.

-Mas que droga, acho que você ganhou Fallman – Fuery choramingou entregando o dinheiro da aposta para o amigo.

-Prima – Riza começou também indo para a sua cadeira – essa é a primeira vez que a gente sai e você está desacompanhada.

-É mesmo, tenho que resolver esse problema logo – Jéssica parou um pouco pensativa, mas olhou para Jean com um olhar cheio de segundas intenções – acho que já resolvi meu problema, mas e quanto a você? Faz quantos anos que você não sai com ninguém? Uns dez?

-Para a sua informação fazem três meses, dois dias e 18 horas, mas quem está contando...

-E tem alguém em mente para hoje? – se transformassem o sorriso de Jéssica em algo concreto, menores de 18 anos não poderiam ver.

-Na verdade eu tenho.

-Tem? – quem perguntou não foi Jéssica, mas sim Roy.

-É eu tenho – Riza deu uma pausa e lançou um olhar para Jéssica que apenas ela entendeu e soltou uma alta risada.

-Coronel, Jean, vamos dançar – Jéssica se levantou e primeiro puxou Havoc, depois foi a vez de Roy – você não vem prima?

-Não perderia essa por nada.

Os quatro foram para a pista Jéssica soltou o Coronel ‘acidentalmente’ e se afastou com Havoc.

-Então Roy, espero que ainda seja um pé de valsa – Riza comentou enlaçando o pescoço dele com os braços.

-Você está muito bêbada, Riza – ele respondeu passando os braços pela cintura dela.

-Acho que estou – ela ergueu um pouco os pés e o beijou.

O moreno foi pego de surpresa, mas correspondeu rapidamente ao beijo, que foi surpreendentemente quente e cheio de desejo, acompanhado por um gostinho de tequila.

-Mas você também não está muito sóbrio, coronel – ela sussurrou no ouvido dele assim que se separaram do beijo.

-Receio que esteja certa, tenente – ele sussurrou de volta e beijou o pescoço da loira.

Não muito longe dali Jéssica assistia a tudo rindo – posso dormir na sua casa Jean?

-COMO? — ele se assustou com a pergunta repentina.

-Depois eu que tenho mente poluída – Jéssica reclamou e apontou para Riza e Roy que voltavam a se beijar – tenho que dar privacidade para eles, e conhecendo minha prima, o apê dela vai estar agitado essa noite – explicou rindo sacana – não se preocupe, eu durmo no sofá, só quero um teto pra passar a noite.

-Já que é assim, como poderia negar ajuda à você?

-Sabia que eu podia contar com você, Jean – Jéssica sorriu e piscou um olho para o loiro.

Não muito longe de lá, sentada no bar, Lust observava tudo que acontecia na pista de dança, lançando um olhar de ódio mortal para Riza.

Levantou-se e saiu da boate antes de fazer alguma bobagem, na rua lhe esperando estava Envy que parecia muito feliz em vê-la.

-Preciso acabar com aquela loira – ela murmurou com raiva nem ligando para ele.

-Quer ajuda? Tenho certeza que o Coronel vai sofrer bastante se a sua querida Tenente sofre um ‘pequeno acidente’ – Envy ofereceu com um olhar maldoso.

-Sim, Envy, eu adoraria sua ajuda.

Notas finais
Hey hey hey!!! Espero que vocês gostem desse cap!!! Tipo eu não resisti! Fazer os personagens bêbados é uma das minhas manias doidas ahushashau
Não se esqueçam das reviews