Notas iniciais
Haha... Sabemos que a frequência não está lá uma perfeição, mas os dois escritores estão com problemas para postar, ok? Pedimos desculpas e que aproveitem o capítulo.

Kadu

Antes de partir com Kaily a floresta a dentro, fui até Dean. Ele estava sentado a beira do helicoptéro observando a fera que dormia. Eu me perguntava o por que dele estar daquela forma, mas desisti. Ele é físico. Ele prefere DC. Ele é louco.
Kadu – Dean... Que tal uma solução para que o gatinho ali não surpreenda vocês? – Abri meus braços em um ar confiante. – Caso não tenha, Eu explodo este leão de dentro para fora.
Dean – Eu nunca movo uma peça, a não ser que já tenha bolado uma enorme tática. Claro que possuo a melhor solução. – Dean pegou sua mochila que estava ao lado do banco no helicóptero. Abriu e a vasculhou ate achar um dardo. Fiquei curioso com o que mais aquele nanico teria naquela mochila... Não duvidaria da possibilidade de ver esquilos voadores com sabres de luz. – Tome. – O nerd de bolso me entregou o dardo e colocou a mochila em seu antigo lugar.
Kadu – Sedativo? Dura por quanto tempo? – O conteúdo não era lá enorme, assim como o próprio dardo, mas vindo das mãos da prole de Atena era certo seu funcionamento.
Dean – De três a cinco horas, depende do organismo do que ele irá atingir. – Encarei a situação por tempo suficiente para entender o recado, já que não podíamos injetar por fora, deveria se aplicar o mesmo pensamento da bola de fogo.
Kadu – Entendo. – Caminhei atá a fera adormecida e abri a sua boca. Um cheiro fedido de carne subiu como um jato, indo direto ao meu nariz. — Sério, este leão precisa conhecer o poder de colgate faz na vida dos seres que o usam. — Injetei o dardo na lingua do animal e abaixei sua mandíbula com cuidado, me afastando e olhando para Kaily. – Vamos?

Kaily- Ok. – Lado a lado, nos dirigmos ao caminho da floresta. – Tudo bem mesmo em vir comigo?
Kadu- Claro... – Estava mais do que bem. – E pra você?
Kaily- Também. – Ela seguiu caminhando na frente, eu levei minhas mãos nos bolsos enquanto adentrávamos nas árvores.
Quando se pensa nisso... Se tratava de caminhar. Uma tarefa fácil, uma das mais fáceis do mundo, mas não quando se esta na presença da garota que você gosta, se somar que estávamos a sós, poderia descrever como “a minha pobre situação”. Caminhávamos eu e Kaily pela floresta seguindo o mapa que estava em minhas mãos. Ela caminhava ao lado esquerdo observando a paisagem ao seu lado. Enquanto eu estava quase tendo um infarto. Não sei descrever como realmente foram as minhas emoções e ações ali. Mas pode ter a certeza, eu estava agoniado e nervoso demais. Levava um frio na barriga e uma respiração pesada na bagagem. Me afastava ou desequilibrava cada vez que achava estar próximo demais de Kaily. Eu realmente era e sou um idiota. A pior parte? Aquela maldita raiz. Eu não havia percebido a mesma, tropecei feio e fui quase enterrando minha cara no chão... O que não seria tão ruim. Recuperei o equilíbrio usando um tronco ao lado, meu corpo gelou clamando por lugar para se esconder. Provavelmente não olharia Kaily nos olhos por algumas semanas após tal vergonha, mas meu pensamento foi mudado depois de ouvir aquele riso doce. Uma risada que kaily havia acabado de soltar, uma risada linda e hipnotizante. Sou tão bobo, fui tão bobo, estava completamente apaixonado, ver seu sorriso fez com que eu corassse e quase... Disse quse, babasse por ele.
Kaily não era apenas linda, ela era gentil e companheira. Uma ótima irmã, uma boa amiga e uma excepcional engenheira. Aquela filha de Atena me encantava. Mesmo que tenha sido de uma forma horrível de tirar um sorriso da garota que você gosta, eu tropeçaria de novo para ver aquela alegria em seu semblante.
Em questão de segundos, Kaily pareceu se sentir incomodada também, entõo virou o rosto para a paisagem sem dizer nada, se concentrou no caminho em frente mantendo a expressão tranquila. Eu me recompus e segui ao seu lado. A cada passo que dávamos, a gravidade parecia pesar mais. Assim como o clima pesado que ficou ao nosso redor. Eu realmente não sabia o que fazer, odiava aquela situação. Mas tinha que tomar uma atitude, tentar pelo menos deixar as coisas leves por ali.
Kadu — O clima da floresta é bem agradavel, né? – Eu sei o que você está pensando, eu sou muito idota, não e possivel existir um idiota maior que eu. É o que diria, mas Jon existe.
Kaily – Sim. É refrescante e suave. – Kaily respondeu olhando as plantas de seu lado. Ela levou as mãos para trás das costas e começou a caminhar de uma forma tão inocente... eu estava a ponto de vomitar arco-iris.
Kadu – Gosta de florestas? – É sério. Depois dessa eu estava pronto pra me matar. Não e possivel, eu me odeio.
Kaily – Não fazem muito a minha praia, mas caso tenha algum projeto ou pesquisa em alguma floresta euu iria sem problema algum. E você, gosta de florestas? – Mais uma vez, aquele sorriso me fazia derreter por completo.
Kadu – Sim, gosto. – Me mantive firme e me segurei para não babar. Eu já não sabia se estava funcionando.
O silencio voltou a reinar após dois minutos. Eu estava me corroendo por dentro. O que devia fazer?
Kaily – Kadu? – com uma expressão e forma tão meiga, Kaily me chamou atenção com sua cabeça para baixo. Parecia evitar o contato visual.
Kadu – Sim? – eu estava a ponto de explodir de felicidade.
Kaily – Obrigada por fazer o que o Dean pediu. Ele é muito importante para mim, sei que o mimo bastante mas estou lhe agradecendo.
Kadu – Que é isso? Tudo bem. Sabe que adoro aquele projeto de nerd, somos amigos. Sempre em que você e ele precisarem de algo, estarei a disposição de vocês – Meu bobo sorriso veio á tona. – E eu te agradeço também Kaily, se não fosse por você com aquele escudo, talvez não estaria vivo pra termos essa caminhada – Coçei a cabeça sem graça.
Kaily – De-De-De nada – Ela gaguejou, seus olhos percorreram o ambiente confusos e seu rosto se encheu de vergonha. Notei ela caminhar mais próxima a mim. Isso fez meu estômago se revirar. Coçei novamente a cabeça enquanto a observava, o sentimento de paixão ia tomando conta de mim mais e mais. Ele quase gritava para que o deixasse sair.
Kadu – Kaily. Preciso de falar algo que a muito tempo deveria ter dito... – Quase gaguejei, quase mesmo.
Kaily – diga... – A voz dela era tão trêmula quanto a minha.
Kadu – eu não sei dizer ao certo, nos conhecemos a um tempo. Mas parece que já a conheço a anos. A cada vez que meus olhos encontram os seus eu vejo o por que do valer a lutar pelos olimpianos, a cada risada sua eu me sinto totalmente campeão, mesmo que meu dia ou semana tenha sido ruim, a sua presença faz mudar isso... – Respirei bem fundo, precisava. – Eu gosto de você Kaily. – Pronto, minha cabeça, meu peito, minha barriga... Meu corpo queria explodir todo ao mesmo tempo, mas eu já havia dito, não havia mais volta. então esperei a resposta. A única coisa que caiu sobre mim foi o silêncio da floresta. Eu suspirei. – Peço desculpas por isso, e espero que não atra-
Kaily – Eu gosto de você. – Ela disse rápido e com a voz trêmula. Eu não estava acreditando no que acabara de ouvir. Acabei abrindo um enorme sorriso e em seguida uma garlhada vencedora. Olhei para Kaily que caminhava de cabeça baixa totalmente vermalha como uma pimenta.
Eu havia acabado de me declara e ela havia correspondido, eu tinha que tomar a iniciativa agora. Me aproximei de Kaily e peguei seu pulso e a virei para mim
Kadu – Poderia repitir, acho que não ouvi direito. – Eu queria me segurar, mas estava alegre demais
Kaily – E-eu gosto de você... Idiota. – Seu rosto vermelho se tornava ainda mais evidente. Eu não me aguentei, ainda segurando sua mão, puxei-a e firmei meu outro braço entrelaçando sua cintura. Aqueles lindos olhos tão proximos dos meus, era possível sua respiração. Ela estava tão proxima. Eu intercalava os olhares para o seus olhos e para os seus lábios lindos que pareciam brilhar com uma luz que vinha dentre as árvores. Nos aproximamos cada vez mais até que nos beijamos.
Foi como um sonho perfeitamente realizado, nos fazendo até mesmo esquecer do objetivo inicial, que bem... Estava bem na nossa frente. Ao lado daquele lugar que se tornou mágico se encontrava um tronco velho com o mapa original em seu interior.

Notas finais
Ah, romance...