Guerreiros de laboratório 2° temporada
2 Capítulo 2: Desastres
POV da Bree
–Vamos, gente! Eu já estou pronta. -Falei, animada.
–Ei, Bree! O que você foi pegar no laboratório? -O Eddie perguntou. Droga! Agora vou ter que inventar mais alguma coisa. Tipo:
–Hmm... o meu... protetor solar! É, isso! Protetor solar. E-então, vamos logo. Eu não quero chegar muito tarde. -Ufa! Respondi.
–Certo. Vamos, pessoal.
–Tchau, Chase. Nós estamos indo. -Disse a Tasha. O Chase assentiu, e fomos.
(Na praia...)
POV do Rudy
–Uhuuuu!!! E aí, Leo? Vamos fazer uma aposta? -Perguntei.
–Fala aí!
–Quem ficar mais tempo debaixo d'água... ganha 20 dólares do perdedor.
–Apostado!
–Um, dois, três e... vai! -Contou o Jack.
Ficamos por um bom tempo debaixo d'água. Pelo que eu contei, 1 minuto e 20 segundos (e ainda estamos). Só que... estou sentindo algo estranho... Ou melhor, vendo algo estranho. Um... tubarão?!
–Leo! Leeeeo!! Levanta, cara!Levanta! Estamos em perigo! Tem um tubarão vindo na nossa direção! -Eu não sei o que aconteceu depois, porque a minha visão começou a ficar embaçada. Tudo ficou preto.
(...)
–Rudy! Rudy! Ruuudy!! Acorda!!!
–Cof! Cof! Cof! O que aconteceu?
–Cara, um tubarão branco, quase devorou vocês dois.
–Mas... e depois? Disso eu me lembro, mas o que aconteceu depois que eu desmaiei? -Perguntei, confuso. -E onde tá o Leo?
–O Leo tá com o sr. Davenport. Não foi irresponsabilidade sua, então não se preocupe, ele está bem. E... precisamos correr.
–Por que, Kim? Você ainda não respondeu a minha pergunta!
–Quer saber mesmo o porquê? Tudo bem, então! Duas coisas: A Bree teve um mal pressentimento, em relação a aposta de vocês e sobre o Chase.
–Certo. Eu e o Leo estamos bem, então só precisamos nos apressar para chegar até a mansão e saber como o Chase está, que fica tudo bem. -Respondi.
–Não! Isso não foi tudo! Quando a Bree teve esse mal pressentimento, ela chamou o Adam para procurar vocês. Ela viu que tinha algo na água. O tubarão branco. Ela pediu que o Adam usasse sua super força, para jogá-la próximo a vocês, para os salvarem, e voltar com a sua super velocidade, carregando você e o Leo. Bem... deu certo.
–E isso seria ruim?! Vou agora mesmo agradecê-la.
–De certa forma, é. As outras pessoas viram os dois e o salvamento.
–Então quer dizer que as pessoas... os viram...
–Sim. Agora, precisamos ir!
(Na casa dos Davenport...)
–Chase! Onde você está?! -Gritamos.
–Pessoal! Eu tenho um vídeo da casa, bem aqui. Eu não dei uma de babá para o garoto estressado, porque ele queria ficar sozinho. -Disse a Edi.
(Vídeo) [As falas escritas de itálico, são as dos personagens no vídeo. As falas "normais", são as dos personagens no momento da narrativa]
–Edi, eu vou ficar no laboratório, enquanto o pessoal está na praia. Por favor, não me perturbe!
–Tudo bem, estressadinho! –O Chase agora, no vídeo, foi dormir. Então, sugeri que acelerassem o tempo.
–Gente, que tal acelerar mais o vídeo?
–Certo, Rudy.
–Você! Por favor, responda as minhas perguntas! -Disse ele, para algo... inexistente. Acho que estava meio que... conversando com o seu sonho. Que estranho. -Eu preciso. EU PRECISO AGORA!!!! GRRRRRR!! -Essa não! O Spike apareceu!
–Garoto, por favor, fique calmo. -A Edi, no vídeo, disse para o Spike.
–Cale a boca, robozinho estúpido! — Ele gritou.
–Ei! Eu sou a robô, seu... moleque!
–GRRRRR! Você deixou o Spike zangado! Não deveria ter feito isso! -O Spike gritou, se referindo a si mesmo, ao falar na terceira pessoa. Eu concordo com ele. Por fim, ele quebrou a tela do computador, local onde a Edi estava aparecendo. Isso foi em vão, mas fazer o quê...
(Fim do vídeo)
–Pessoal, precisamos procurar o Chase. Agora! -A Bree gritou, e nós seguimos o Donald.
Fale com o autor