Guerreira.
4 A menina
Chegando lá, Castiel estava acordado.
–Como você sai daqui sem avisar ninguém? se alguma coisa acontecesse a você nós não saberíamos e...
–Desde que eu me lembre, eu não devo satisfações a você.-Eu tentei me acalmar e continuar.-Eu ouvi gritos, e eu não podia esperar vocês acordarem,ai eu prepararia um café para você e depois "OPS! Vamos lá ver quem gritou? ".como você mesmo disse isso aqui não é brincadeira.se eu escuto algum pedido de ajuda...eu ajudo.
Castiel respirou fundo, e depois olhou para menina.
–Onde você achou ela?
–No meio da floresta.
Castiel começou a chamar os outros que ainda estava dormindo.
–Vamos acordem todos. Anna você fica com a menina.
–Está brincando né.eu vou com vocês.
Castiel estava já caminhando em direção a floresta quando. parou e se virou para mim. mas antes que ele pudesse dizer algo Lysandre que estava atrás de Castiel começou a andar em minha direção.
–Tudo bem eu fico com ela.
Castiel se aproximou de nós dois.
–Não. você é um dos melhores homens que eu tenho. irá com agente.
–Anna também...Tudo bem Anna vai e mostre que você é tão útil quanto qualquer um daqui.
Eu sorri muito empolgada. Castiel não disse mais nada e se virou para guiar os outros.
Quando chegamos, havia gotas de sangue nas folhas secas que estavam no chão. Castiel logo deduziu que ela deveria ter se perdido, caído e se machucado. Mas eu descordei.
–Não vi nenhum corte nela, nem mesmo um arranhão. O sangue não é dela.
–Mas é claro e você mesmo disse que ela chorava. e não vejo mais ninguém aqui além de nós.
Voltamos para nosso acampamento, apesar de que eu ainda ache que tem algo ou alguém nessa floresta. Quando chegamos, Lysandre usava um pequeno pedaço de tecido na cabeça como se fosse cabelo, e um lençol como se fosse vestido. ele dançava de forma engraçada para fazer a menina rir. o que deu certo já que ela dava gargalhadas e se balançava com ele. Quando ele escutou os risos dos outros rapazes ele retirou tudo rapidamente sem graça. Até Castiel tentou esconder um sorriso com as costas de uma das mãos.
–Eu só estava tentando fazer ela parar de chorar.
–Sabemos Lysandre. sabemos.- Disse um dos rapazes batendo nas costas de Lysandre.
Foi tão engraçado que eu esperei um tempo para poder falar com Lysandre, sem está rindo.
–Vai rir também?
–Não. foi engraçado mas em achei muito fofo você fazer isso pela menina.
–Eu tenho duas irmãs pequenas. então já estou acostumado a lidar com crianças.
Um dois homens chegou com uma garrafa e nos mostrou.
–Olha Lysandre, eu achei algo de bom naquela floresta.
Lysandre pegou a garrafa e cheirou.
–Isso é alcóolico?-Ele deu um gole.
–Lysandre. toma cuidado ele achou por ai.
–A Anna. relaxa toma.
Mas antes que eu pudesse recusar, um dois homens pegou, tomou e começou a repassar. Menos Castiel que disse que em missão ele não bebe.
Ao longe eu vejo algo que me chama atenção. A menina, estava nos olhando depois que ela me percebeu seus olhos pararam de soltar luzes. devo está vendo coisas. Resolvo perguntar novamente o seu nome.
–Oi. qual é seu nome?
Ela demorou um tempo para me dizer mais depois falou.
–Anna.
–Você se chama Anna? eu também.
Mas ela não tirava os olhos de sua pequena bonequinha que agora ela segurava.
Eu tentei desfaçar minha desconfiança nela.
–Que comer algo Anna?
–Quero.
Peguei uma das minhas maçã que eu trouxe, e a entreguei.eu a observei o tempo todo. Será que essa menina inocente é mesmo inocente?
Lysandre passou por nós.
–Lyjander.Lyjander.
–Oi Aninha.
–Dancha.dancha.
–Não agora eu não posso. Ele disse olhando para mim e sorrindo.
Eu não consegui sorrir porque ainda estava assustada com o que eu vi. Castiel ordenou que todos deveríamos continuar com as buscas, mas quando eu fui olhar
novamente para a garota ela havia sumido. Castiel olhou para todos os lados e depois me perguntou.
–Cadê a menina?
–Eu não sei ela estava aqui ao meu lado.
–Eu não acredito você perdeu a garota?
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