Notas iniciais
Yoko - Bem pessoal, aqui está nossa primeira fic grupal, isso mesmo. Nessa fic estaremos todos contribuindo. Tora - Yo pessoas. Essa fic maravilinda, foi nós 3 que escrevemos. Espero que gostem e que comentem bastante e-e Espero que curtam ^^ Taka, fala vc, solteiro veda loca. Taka: *entrando feel like a ninja*Espero que gostem*faço um parkour maroto pra sair mas antes jogo duas bombas de água em Yoko e Tora* Tora - Seu filho da ... *corre atrás do Taka* Yoko - *veia pulsando na testa* Espero que tenham uma boa leitura *corre atrás do Taka e do Tora*

Era uma manhã calma e nevada nas terras de Juriore, um jovem de cabelos brancos como a neve e olhos dourados como ouro corria pelo campo nevado, sua armadura era de um azul caro com detalhes de azul escuro, havia também desenhos de balanças na mesma. O jovem corria na direção de um pico feito de gelo onde uma mulher vestida com um manto se encontrava observando as terras geladas.

– Mestra Juriore, eu finalmente terminei minha caminhada. – Disse o jovem albino de forma calma.

– Muito bem meu jovem Masuyo, finalmente seu treinamento foi concluído. Agora vá e encontre os demais avatares no pico dos deuses, quando chegar lá você saberá o que fazer. – Respondeu a Deusa com uma voz suave e tranqüila.

– Entendido mestra. – Disse o jovem se levantando e saindo do local.

O jovem caminhou pelas terras gélidas até chegar a uma pedra onde um pequeno bastão estava caído ao lado da mesma, havia uma longa corrente que envolvia a pedra e por fim na outra ponta da corrente havia a lamina de uma foice cravada na pedra. Essa era uma arma antiga e bastante difícil de manejar, seu nome era kama e poucos guerreiros ainda usavam a estranha arma, porem para o albino aquela arma era perfeita.

Após pegar a arma o albino continuou a seguir seu caminho para o centro do continente, um local onde havia um palácio nomeado o pico dos deuses.

Em outro ponto de Xênia, nas terras desérticas do templo da destruição um jovem de cabelos cinzas e olhos vermelhos como sangue lutava contra o Deus da Destruição, a armadura do jovem era igual ao corpo do Deus, porem a cor da mesma era cinza. O rapaz atacava o Deus com estrema fúria usando seu machado.

– Vamos lá Dare, você vai precisar de mais do que isso. – Disse o Deus em um tom autoritário para o jovem rapaz.

– Sim! – Bradou o jovem em um “rugido”.

O rapaz bateu o machado no chão levantando um pilar de pedra de mais ou menos dois metros e em segui estendeu seu machado para trás segurando apenas o aponta do cabo do mesmo. Em seguida o jovem girou seu corpo batendo no pilar com seu machado co, toda a força no pilar o estilhaçando em várias pedras que voaram na direção do deus.

O Deus Periett apenas defendeu as pedras com seus punhos as destruindo e logo avançou contra jovem com seus punhos envoltos com uma energia negra. A luta continuou com uma furiosa troca de golpes dos punhos do Deus se chocando contra o machado do jovem.

– Agora Dare, use suas técnica mais poderosa! — Bradou o Deus concentrando uma grande quantidade de energia negra em suas mãos.

– Certo! – O jovem começou a concentrar uma grande quantidade de energia negra em seu machado. – Machado do Caos” – O jovem arremeçou o machado que logo começou a girar enquanto a energia sombria continuava a envolve-lo e a sugar toda a matéria próxima ao machado.

Periett arremessou a energia contra o machado em forma de uma esfera, porem a mesma foi partida ao meio e o machado acabou por atingir o Deus que se defendeu colocando seus braços em forma de “X” enfrente ao corpo em uma tentativa de amenizar o dano. Uma grande explosão ocorreu e da nuvem de poeira que foi levantada surgiu Periett intacto.

– Muito bom Dare, seus ataques ficaram muito mais poderosos. Agora você está pronto para partir meu jovem. – Disse Periett de forma estranhamente gentil.

– Obrigado mestre, prometo que não irei decepcioná-lo. – Respondeu o jovem reverenciando o Deus e pegando seu machado do chão o colocando novamente em suas costas.

O rapaz reuniu suas coisas se despedindo mais uma vez de seu mestre e enquanto partindo em direção ao seu objetivo, o pico dos Deuses. Enquanto o jovem se distanciava, Periett o observava de longe e assim que Dare desapareceu no horizonte Periett sorriu de canto.

– É ele como toda a certeza se tornará um grande guerreiro. – Murmurou o Deus olhando para seus braços onde havia sido atingido pelo ataque do jovem.

Após alguns segundo a parte da armadura que protegia os barcos do Deus se desprenderam em pedaços totalmente destruídos, o ataque do jovem havia causado grandes estragos a armadura do Deus, mesmo que Dare não soubesse disso.

No templo da Sintonia uma jovem de cabelos cinzentos meditava no topo do templo, a mesma trajava uma armadura leve negra com detalhes vermelhos e que possuía duas caveiras em seus ombros, havia uma foice guardada em suas costas de forma lateral facilitando o saque da arma, sua pele clara e orelhas pontudas indicavam que a mesma era uma haros. Seus olhos se encontravam fechados e sua expressão tranqüila representava sua pura concentração. Após alguns segundos de meditação a jovem abriu seus olhos revelando o tom rosado dos mesmos, a haros direcionou seu olhar para o pico dos Deuses e sua expressão se calma passou para séria.

– Está na hora. – Dito isso a jovem começou a voar em alta velocidade para o pico.

Enquanto a jovem começava sua jornada o Deus da Sintonia Thanathos observava a ida de sua pupila por uma das janelas do templo. Em sua mente o Deus murmurou um “vá em paz” para sua jovem aluna. A relação de ambos sempre foi muito silenciosa, mas eles não precisavam de palavras para saber que um se importava com o outro.

No Desfiladeiro Incandescente um jovem de cabelos negros bagunçados olhos vermelhos estava sentado no topo de uma montanha enquanto observava as terras flamejantes. E após alguns minutos apenas se concentrou criando um par de asas negras de fênix e partiu rumo ao mesmo local onde seus “companheiros” estariam.

Na floresta da vida uma jovem de cabelos loiros esbranquiçados caminhava pelas terras cumprimentando as pequenas criaturas da natureza, desde animais a até monstros vegetais. Enquanto caminhava a jovem deixava um belo rastro de grama verde, a jovem possuía orelhas de elfo e trajava um belo vestido branco com estampas de folhas verdes, seus olhos eram de um verde puro e doce e sua pele branca como veludo.

– Preciso chegar logo no pico dos Deuses, não seria educado deixar meus amigos esperando. – Sorriu de forma doce a jovem elfa.

Logo das arvores sorriu um imenso troll feito de arvores, o ser enorme pegou a pequena elfa nos braços e começou a carregá-la rapidamente até o pico dos Deuses.

– Obriga Troll. — Sorriu a elfa beijando a “bochecha” da imensa criatura que “corou” com a gentileza da jovem.

No templo da luz uma jovem de cabelos negros em um rabo de cavalo e uma mecha caído sobre o olho esquerdo caminhava pelo enorme local, seus olhos dourados eram brilhantes e gentis, a mesma trajava um kimono branco com detalhes vermelhos, o mesmo delineava a curvas desenvolvidas da jovem.

– Mestre, mestre! – Chamou a jovem de forma animada. – Eu vim me despedir. – Continuou a jovem enquanto entreva no grande salão do templo onde se encontrava o Deus da Luz sentado em um trono dourado.

– Minha pequena Akeno, tenha ma boa viagem. – Disse p Deus de forma gentil se levantando de seu trono.

Diferente das outras vezes, o Deus não estava em seu tamanho titânico e isso permitiu o mesmo abraçar a jovem de forma gentil. O ruivo sem foi muito atencioso e gentil com sua aprendiz e saber que hoje a mesma iria partir o deixava um pouco inseguro.

– Eu lhe preparei algo especial. – Disse o Deus assoviando e em poucos segundos um tapete apareceu voando e derrubou a jovem fazendo a mesma cair sobre o mesmo. – Este tapete te levará em segurança até o seu destino. – Concluiu o Deus de forma sorridente.

– Obrigada, você sempre está cuidando de mim não é mesmo seu bobo? – Sorriu a morena docemente. – Bem, não se preocupe. Nós nos veremos novamente...papai. – Disse a jovem sorrindo e saindo encima do tapete por uma das janelas do templo.

O Deus sorriu de forma boba ao ouvir a palavra “papai”, sempre pensou na jovem com sua genuína filha, mas saber que a mesma correspondia esse sentimento era algo que cobria de felicidade o ruivo enquanto ele via a jovem se distanciar.

– Tenha cuidado minha filha. – Murmurou o ruivo de maneira preocupada.

E assim começava a jornada dos seis avatares dos Deuses rumo a sua missão ainda desconhecida, mas uma coisa era certa enquanto os jovens viajavam em um lugar distante as forças das trevas cresciam ainda mais a cada instante.

Notas finais
Merecemos comentários?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.