Guerra Vs Gusman
22 Resgate
Notas iniciais
Estou demorando pra postar a fique por conta dos baixos numeros de reviews nessa fic,poxa cade os Paulicianaticos disso aqui? Nossa,vocês já foram mais ativas sinceramente em... Bom vamos aos capitulos,nos vemos nos reviews. Beijosssssssss!
Sentei-me em uma pedra no chão e Paulo se sentou em outra ao meu lado, e só aí percebe o quanto era perigoso eu ficar aqui presa com Paulo, depois da alucinação de hoje não seria anormal eu perder o controle e pular em Paulo
–Tédio – ele murmurou depois de um tempo – tem certeza que esse cavalo vai achar ajuda?
–Eu o treinei muito bem ok?Só esta demorando por que ta todo mundo por aí na mata procurando ele
–Ah maravilha – ele ironizou – não podia ficar melhor
Parece que o garoto tem boca de santo pois na mesma hora se ouviu um relampejar e em seguida um trovão e pouco depois chuva, seria hilário se não estivesse nessa situação
–Serio?Não da pra você ficar calado boca santa? – disse com raiva
–Eu não fiz nada – ele diz bravo – foi você que nos arrastou pra cá
–E você que caiu primeiro e me levou junto! – cruzei os braços como uma criança
Eu estava me molhando toda, assim como ele estava encharcado
–Por que você ta colocando a culpa em mim?! Não estaríamos aqui se você não tivesse bebido aposto que quem deixou fugir foi a Bibi
–Nem vem com essa, eu bebi na sua festa, seu galinha!
–Nerd Amazona!
–Com muito orgulho, ok?
Não percebe que com a discussão estávamos perto demais um do outro e olhando um nos olhos do outro Paulo me beijou e eu cedi, estava ansiando por aquele beijo, ansiando pelos lábios dele nos meus e dessa vez era real demais pra ser uma alucinação.
O beijo era urgente e cheio de desejo, e nossas línguas travavam uma verdadeira batalha. Paulo me puxou mais pela cintura fazendo nossos corpos ficarem colados, eu que estava gelada por causa da fria água da chuva sentia meu corpo se esquentar de forma gostosa, sem perceber eu estava no colo de Paulo, sentada de frente pra ele e com minhas pernas ao redor dele, nos separamos ofegantes e dessa vez foi a minha vez de dar pequenas mordidinhas no pescoço dele e ele gemeu apertando com suas mãos minhas coxas
Voltamos a nos beijar e ele me puxou mais pra ele e eu fiquei em cima de seu órgão duro, eu devia estar corada agora, mais não fiquei a sensação era muito gostosa e assim nós dois gememos quando nossos sexos, ainda separados pelos panos da roupa se tocaram
Separamos-nos novamente para respirar e ele voltou a dar mordidinhas em meu pescoço e eu gemia de acordo com a intensidade que ele mordia, ele mordeu o nódulo da minha orelha me dando arrepios e voltou a me beijar.
Ficamos assim por cerca 10 a 15 minutos...
–Licia– ele gemeu carinhosamente meu nome em meus lábios
–Paulo– gemi também – Paulo...
Toda vez que eu estou perto dele sinto toda essa vontade de beijá-lo, é loucura, quase que um pecado “amar não é pecado” ouvir uma voz em minha mente, então é isso, eu me apaixonei por Paulo, mais isso não ta certo!Pra ele sou só uma garota, ele não sente nada por mim, não sou seu tipo de garota, aquela tal de Margarida é o tipo dele, não eu a nerd sem sal, não vou me machucar de novo me metendo com um garoto popular como eu fiz com o Abelardo e acabei quebrando a cara, não quero sofrer de novo, principalmente por que querendo ou não eu vou ter que encarar velo todos os dias e chamá-lo de irmão, eu não vou suportar, não vou
Eu ainda continuava a beijá-lo e tentava achar forças para que nós nos separássemos, mais parecia ser impossível, nem com Abelardo era assim
Então ouvi barulho de galope e acho que Paulo também então nos separou
POV Catharine
“A sensação de liberdade de cavalgar na chuva é indescritível, não existe coisa melhor”. É o que eu pensava enquanto corria e avistei um belo corcel negro. Inacreditável, o que faz sozinho?
O cavalo veio em minha direção e relinchou varias vezes gesticulando pra floresta
–Quer que eu te siga?
Ele apenas correu para floresta e o segui no meu cavalo, o segui por mais ou menos 3 minutos até que o cavalo parou
–O que foi?
Ele apenas relincha mais, será que ele perdeu seu cavaleiro
–Oi? – desce de Lucy minha égua – tem alguém aí?
–Aqui em baixo – ouvi uma voz rouca e até sexy de algum lugar
Segui o som e quase caiu no que deveria ser um barranco
–Cuidado – uma voz doce de mulher diz – a água da chuva deixou liso
–Tudo bem, eu tenho uma corda
–Acha que pode nos puxar? – o homem pergunta
–Eu talvez não, mais minha égua sim
Peguei a corda que eu tinha por segurança no cavalo e joguei para eles
–Amarra na sua cintura – disse
Amarrei a corda na cela de Lucy
–Estou pronta – a mulher diz
–Ta bem, eu vou puxar agora – disse alto e me virei pra Lucy – puxe!
Lucy começou a puxar e eu dei uma ajuda e logo vi a garota, ela tinha olhos castanhos como chocolate, possui cabelos lisos meio enrolados nas pontas até o meio das costas e castanhos avermelhados (como mogno), pele branca corada e esbelta, mais não se vestia bem, mais por causa da água da chuva que molhava suas roupas podia se ver suas curvas perfeitas, devia ter 17 anos
Depois de um pouco de esforço ela estava totalmente fora do buraco
–Obrigado – ela sorri colocando o cabelo molhado atrás da orelha e logo depois desamarrando a corda – pega Paulo – ela jogou a corda no buraco
–De nada – digo me preparando para puxar e ela fez o mesmo
–Estou pronto! – o dono da voz rouca disse
Começamos a puxar e dessa vez sendo mais rápido logo vi o garoto, ele era lindo! A verdadeira imagem de um deus grego, tinha um cabelo negro desarrumado em uma forma sexy, tinha lindos olhos cor de nutella e pele branca, era musculoso e agora todo fora do buraco pode ver que ele era alto, mais ou menos 1,90, perfeito!
–Tudo bem Licia? – ele diz preocupado
–Estou – ela diz
Só aí vi o arranhão no rosto dela que era escondido pelo longo cabelo, mais não era nada demais, mesmo assim ele continuava preocupado, ele devia ser bem protetor
–Qual seu nome? – a garota pergunta
–Me chamo Catherine e vocês? – dou meu melhor sorriso
–Eu sou Alicia Gusman – a garota diz
–E eu sou Paulo Guerra – o quase deus grego diz
–Vamos, acho que esse cavalo é de vocês – digo com tristeza falando do belo corcel negro
–É da Alicia – Paulo diz
–Vamos – digo – a chuva parece que vai engrossar mais
Alicia olha quase com desespero e medo para Paulo
–Alicia você vai ter que voltar a montar – ele diz
A garota respira fundo mais uma vez
–Só se prometer que vem comigo
Ele sorri torto e assenti.
Pronto!La se vai minha chance de ele vir comigo!
POV ALICIA
Respirei fundo duas vezes antes te subir em Trovão, mais tremi quando estava lá, não monto a dois meses e se eu não souber o que fazer
–Esta bem? – Paulo me pergunta
–Não – admite
Ele ri
Paulo subiu em Trovão e vi Catherine, a bela garota que nos salvou subir em sua égua branca
–Prontos? – ela sorri
–Talvez...
Ela ri.
Começou a cavalgar um pouco tensa tentando presta atenção em tudo em uma velocidade moderada e quando menos esperei já estava na clareira e me aproximava da fazenda. Catherine estava certa, a chuva estava engrossando e me encontrava em uma situação nada boa, realmente ensopada
–Não foi tão difícil – Paulo diz no meu ouvido e me fez arrepiar
–É por que não é você
Ele riu e pouco depois havíamos chegado, vi Majo com Daniel perto do estábulo de repente Catherine do meu lado parou e eu fiz o mesmo e me virei
–Só posso vir até aqui – ela diz mais não parecia muito certa disso e olha pro norte e se vira para nós – você é um Guerra, conhece Nina?
–Claro por quê? – Paulo diz
–Ela é minha melhor amiga, isso quer dizer que nos veremos em breve – ela sorri maliciosamente – Tchau!
Volto a correr em direção ao estábulo aberto e ao chegar lá Paulo desmontou de Trovão e eu fiz o mesmo
–Que bom que chegaram – Majo diz nos abraçando – fiquei preocupada, por que demoraram?
–Ficamos presos em buraco e Trovão buscou ajuda – Paulo diz
–Da Catherine? – Daniel pergunta
–Sim, conhece ela? – pergunto
–Era a Catherine? – Majo diz surpresa – não a vejo há um tempo, como conseguiu reconhece la?
–O longo cabelo loiro e a égua Lucy
–De onde vocês se conhecem? – pergunto
–Te conto depois, agora vocês precisam se enxugar, estão encharcados – Majo ri
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