Notas iniciais
Oi minhas meninas! ^.^ Esta aí mais um capítulo, não é tão grande quanto os outros, mais vocês vão gostar,digo..eu espero que sim né? rs,queria agradecer mais uma vez pelos amados reviews que vocês mandam,e agradecer também as minhas leitoras e leitores fieis que nunca me abandonam e nunca deixam de comentar! Bom agora parando de enrolação,tá aqui mais um capitulo,Boa Leitura ♥:

Paulo estacionou e saímos pro super mercado, ele não estava cheio, nenhuma novidade, já que estamos no meio da semana, em uma quinta-feira a tarde

Pegamos um carrinho e começos a pegar o que precisávamos e acredite, acho que ele não sabe o que significa a palavra “preciso”, por que devia ter mais de uma dúzia de doces dentro do carrinho, pra onde vai tanto açúcar?

–Ah não – tirei um pacote de biscoitos recheados da mão dele – assim agente fica pobre

–Meu pai é rico lembra? – ele tirou o pacote de mim

–Por isso mesmo, quer falir ele?- tirei o pacote de bolacha da mão dele e coloquei no lugar – formiga miserável

–Bruxa – ele resmungou

–Topetudo – resmunguei empurrando o carrinho

Passei um pouco e achei algumas frutas, como eu amo morango peguei e comecei a examinar

–Gosta de morangos? – perguntei para Paulo sem tirar os olhos das frutas

Mais ele não respondeu

–Paulo? – me virei pra ele

Mais ele não estava lá. Não acredito que o tapado me deixou falando sozinha!

Olhei em volta e achei-o no fim do corredor olhando pra algum lugar a esquerda, mais eu não conseguia ver o que era, coloquei os morangos dentro do carrinho e fui até ele, já que estava irritada por ele ter me deixado lá joguei com tudo o carrinho por trás dele

–Ai – ele pulou com tudo pra frente – ta louca?!

–Você que esta!Por que diabos me deixou falando sozinha?!

–Nada – ele revirou os olhos e a raiva dos olhos dele sumiu e assumiu uma pose quase de dor, reconheço ela por ser assim que me encontrava quando o Abelardo terminou comigo – eu preciso pegar uma coisa, não saia daqui

–Mas...

Antes de eu responder ele já havia ido embora eu me virei irritada batendo o carrinho com outra pessoa

–desculpe – corei

–ALICIA! – ela deu um salto

Reconhece a voz de imediato e levantei o olhar pra ver aquela garota que mais parecia porcelana pular de alegria, loira de cabelo liso e comprido, de olhos verdes claros e pele branca

–Maria Joaquina!

Eu iria abraçá-la mais ela praticamente pulou em mim em um abraço, ela pulava e falava coisas em cima de coisas que eu não entendi nem metade e ela já estava mais vermelha que o normal já sem fôlego

–para – interrompe – respira fundo – eu ri

–Ok — ela ria – estava com muitas saudades sua, a quanto tempo você não vai até a fazenda?3 meses?

–Na verdade 2 – eu ri

Maria Joaquina Medsen é filha de Miguel Medsen, um dos donos da fazenda Medsen e médico também, o dono na verdade é Antonio Medsen,o avô de Maria Joaquina, mais Miguel e Marcos também são,. Ela é filha unica, e tem como mãe a ótima Amazona e a linda mulher que me ensinou a montar Dona Clara, mais a costumo chamar de Tia Clara mesmo

–Como esta o Trovão?

–Montei nele hoje de manhã e ele parece ainda esta com saudades de você

O Trovão é o cavalo que eu sempre monto quando eu vou lá, ele é quase meu

–Onde esta a Tia Clara?

–Minha mãe foi pegar algo que esqueceu e você?Esta sozinha?

–Não...

Antes que eu continuasse Paulo chegou com uma garrafa de suco na mão e colocou dentro no carrinho

–Ah Ola – Maria Joaquina diz – Me chamo Maria Joaquina Medsen. Qual seu nome?

–Paulo,Paulo Guerra. – os dois se comprimentam

Alicia ficou mais animada, ela era uma grande amiga e ficou a par do que aconteceu comigo e Abelardo, ótimo. Ela deve achar que eu e Paulo temos alguma coisa

Eu ia falar algo, mais parece que as pessoas combinaram em me interromper hoje

–Maria Joaquina – Clara a chamou de longe

Quando a vistou a mim e Paulo sorriu pra nós

–Preciso ir, quando você vai lá?

–Nesse domingo

–Ótimo – ela virou – te vejo lá

Encarei o suco natural de laranja e percebe que tinha algo estranho nisso, Paulo deu um passo e eu o impedi de continuar

–Suco? – disse incredula

–O que?

–Paulo já pegamos suco e você com certeza pegaria algo doce, o que você foi fazer?

–Nada, enlouqueceu?

–Não sou burra, pode me dizer

–Eu não fui fazer nada, acha o que?Eu fui assalatar um caixa?!

–Não seja ridiculo! Me diz logo, você estava com uma cara de tortura antes de ir!

–Não aconteceu nada – ele tentou ir de novo, mais eu impedi

–Fala, ou então a festa não vai acontecer

Ele ficou com raiva e por 1 minuto pensei que ele fosse me rebocar dali como ele fez na segunda me jogando no sofá

–Eu vi uma pessoa ok?Eu fui conferir se era ela!

–Ela? – levantei uma sabrancelha – quem é ELA Paulo?

–Você é minha mãe?Não. Então para com isso

Ele pegou o carrinho e empurrou com força pra frente me empurrando com uma carranca no rosto.

Quem será ELA?

Arfei e o segui para continuarmos a fazer as compras, mais Paulo estava calado e eu me sentia culpada por ter falado assim com ele

Depois de pegarmos tudos fomos pra fila no caixa, quando alguém correu com o carrinho e empurrou o nosso pra ficar no nosso lugar

–Ei! – Paulo berrou – iamos...

Paulo parou assim que os olhos dele encontraram o rosto da garota, ela era alta e se vestia muito bem, de pele branca e olhos negros, corada que combinava com a cor vermelha fogo do seu cabelo comprido e enrolado, muito familiar pra mim

–Paulo Guerra – ela sorriu com irônia – prazer em ver voce

Fiquei vermelha de raiva em perceber quem era a ruiva, sabia que ela era familiar

–Bibi – rosnei

–Conhece ela? – Paulo me perguntou incredulo

–Claro que conhece – ela diz em meu lugar – a garota que tirou a medalha de ouro dela – ela riu – Oi Alicia

Notas finais
Gente no próximo capítulo a nossa querida Carmen vai dar um belo empurrão nos pensamentos da Alicia,ela vai ser uma bela amiga, espero que gostem da Carmen nessa fic,aliás quero só dizer que esperem ansiosas pelo capitulo da "festa" e "pós festa" acreditem, vocês vão adorar, mais eu não vou dizer por que, só vou dizer que certa pessoa vai beber demais...