Guardião Sombra
26 O ultimo item
Notas iniciais
Dilan e Lana haviam saído para procurar pelos servos de satã e o livro das trevas para impedir os planos deles. Mas os dois acabam sendo encontrados por lady Aqua e o rei máquina que tinham tanto a missão de achar os servos de satã quanto de destruir o guardião sombra. Uma luta entre eles então se inicia, com Lana, que se auto intitulou sky magic para proteger sua identidade, enfrentando lady Aqua e a derrotando com sua magia de vento. Já Dilan encarou o rei máquina, em uma luta mais difícil, mas no fim ele também consegue vencer. Os dois ficam felizes por essa importante vitória, mas o livro das trevas ainda estava nas mãos dos servos de satã. Esses por sua vez, estavam mais perto de conseguir realizar seu ritual magico e libertar o rei satã.
— Mais um item entregue hoje, com isso estamos muito próximos de realizar o ritual final e libertar o rei satã! – comemora Susan.
— E nem o guardião sombra e o esquadrão ômega conseguiram nos parar. Logo aqueles idiotas vão ter uma morte terrível – declara Amonias.
— Nossa ascensão vai marcar a destruição de todos eles! – concorda Susan.
— Sim, e até lá estamos muito bem protegidos nesse bunker! Aqueles idiotas, estão percorrendo a cidade nos caçando, mas nem imaginam que estamos escondidos a baixo. – declara Amonias dando risadas. Enquanto isso, Spivak também não estava parado em seus planos de controle da cidade.
— Prefeito, que bom recebe-lo finalmente. – Spivak recepcionava o prefeito da cidade de Micenas, Dominic Larson.
— Já estava na hora de conversamos com mais calma. Nos falamos algumas vezes nesses últimos tempos, mas sempre foi tudo muito rápido. – declara o prefeito Larson.
— Como você sabe prefeito, eu quero muito investir em Micenas mais e mais. Tenho grandes interesses no porto da cidade acho que podemos fazer ótimos negócios. – afirma Spivak.
— Com certeza, eu sei que você vem fazendo aquisições na cidade e estou muito satisfeito. Quanto à o porto, vou precisar de um pouco mais de tempo para preparar tudo, não queremos problemas, não é? – fala o prefeito com um pequeno sorrido. Spivak então pega uma bolsa e coloca sobre a mesa abrindo e mostrando dinheiro nela.
— Isso e para resolver os problemas prefeito, o que me diz? – questiona Spivak.
— Muito bom, acho que estamos no caminho certo! – responde o prefeito com um grande sorrido. Mas ele rapidamente fica sério ao ver Darius entrando na sala.
— Olá Dominic, a quanto tempo! Quanto eu te escolhi como meu vice sabia que era o homem certo. – afirma Darius sorrindo.
— Darius? Mas como está aqui, você é um criminoso e achei que estivesse morto! – o prefeito Larson estava nervoso.
— Criminoso? Que palavras fortes para homens de negócios como nos aqui. E bem estou vivo, e agora trabalho para Spivak como você! – afirma Darius.
— Bem, eu não queria realmente te chamar de criminoso, foi o que eu ouvi, me desculpe. – o prefeito se retrata.
— O senhor Darius se tornou um associado a pouco tempo, e como pode ver apesar dos boatos ele está muito bem. Afinal eu sempre estou pronto para ajudar meus aliados. – declara Spivak sorrindo e o prefeito Larson faz o mesmo.
— Muito bem então está tudo certo, vou começar a trabalhar nas questões do porto agora mesmo. – afirma o prefeito pegando a sacola de dinheiro e partindo.
— Então o porto é seu agora? – questiona Darius.
— Já venho transportando armas e mercenários pelo porto a algumas semanas, mas quero expandir mais. As empresas Spivak vão se expandir ainda mais mundo a fora e Micenas será o centro do meu império de guerra! Você está triste por ver que tomei sua cidade? – provoca Spivak.
— Ela não era mais minha cidade, eu perdi para o guardião sombra, e dele que você tomou. Bem quer dizer, isso se conseguir mesmo se consolidar, soube de reveses nos últimos dias, como não conseguir a keller tech! – Darius devolve a provocação sorrindo e saindo da sala em seguida enquanto Spivak apenas fica em silencio. No dia seguinte, Dilan e Lana conversavam sobre a noite anterior e suas batalhas.
— Eu confesso que até pouco tempo tinha me envolvido em poucas lutas usando minha magia, mas agora em poucos dias já foram duas. Não estou acostumada a isso, não imaginei que recuperar o livro seria desse jeito. – fala Lana se mostrando um pouco abalada pelos últimos acontecimentos.
— Eu entendo, você não está acostumada a isso e nem queria se envolver nessa minha disputa com o esquadrão ômega. Sinto muito por ter acontecido. – Dilan se desculpa.
— Tudo bem, eu sei que fui ingênua, achei que recuperar o livro seria relativamente fácil. Além do mais, essa luta contra o esquadrão ômega também faz parte de tudo o que está acontecendo. – lembra ela.
— Embora Spivak também queira parar os servos de satã e impedir a invocação do rei satã, não podemos saber o que ele fará com o livro. Além do mais, Spivak é um ameaça por si só, ele está empenhando em tomar a cidade. Até agora vem tomando negócios a força e pessoas já sumiram, possivelmente estão mortas por ficarem em seu caminho. – explica Dilan. Lana então se aproxima dele o abraçando e o beijando em seguida.
— Será que depois que tudo isso acabar podemos ao menos ir para praia e relaxar um pouco? – pergunta ela.
— Não posso prometer nada, mas vou tentar eu juro. – responde ele a beijando de volta. Logo em seguida alguém bate na porta e Dilan vai atender, era Tom.
— Bom dia, tudo bem com vocês? – pergunta Tom enquanto adentra na casa.
— Tudo sim, derrotamos o rei máquina e a lady Aqua ontem. Aparentemente o Spivak decidiu que preciso ser eliminado. – relata Dilan.
—Então ele finalmente agiu contra você? Pensei que estava tentando te recrutar. – questiona Tom.
— Queria, mas acho que meus nãos seguidos a o convite e a interferência nos planos dele devem telo deixando um pouco irritado e ele desistiu. – responde Dilan.
— Então agora a guerra está declarada de fato entre vocês. – presume Tom.
— Sim, e pior, em uma hora bem ruim, o livro das trevas e os servos de satã ainda estão por aí. – lembra Lana.
— Eu esperava resolver isso primeiro para depois lidar com o Spivak. – lamenta Dilan.
— Bem sobre os servos de satã, eles vêm trazendo itens para cidade como nós sabíamos que fariam. Vou manter a vigilância e logo vamos conseguir achar aqueles desgraçados! – relata Tom deixando Dilan e Lana satisfeitos. E assim o dia prossegui e naquela noite, Dilan e Lana se separam para procurar pela cidade. Dilan acaba indo para o porto de Micenas e lá vê mais das ações de Spivak.
— É exatamente como disseram, Spivak está tomando o controle lentamente. – afirma Dilan observando as movimentações do local, com alguns armas sendo carregadas em um navio. – Eu não deveria, mas não posso deixar isso assim! – declara Dilan partindo contra o navio. Enquanto isso Lana estava em outro local da cidade apenas observando. Algumas horas depois, no fim daquela noite os dois se reúnem na casa de Dilan.
— E então, novidades? – pergunta Lana.
— Acabei com um carregamento de armas do Spivak e alguns outros negócios dele no porto. Mas nada entrou por lá para os filhos de satã tenho certeza. E o local que eu te pedi para observar? – pergunta Dilan.
— Tem movimentações suspeitas, acredito que sim seja um local muito importante dos servos de satã. – relata Lana.
— Eu sabia, estava com um pressentimento. Eu já estive naquele local, entrei e não achei nada, mas também vi movimentações. É possível que exista algum local secreto onde eles estão. – especula Dilan.
— Eu acho que é possível, temos que descobrir! Bem, agora eu vou dormir um pouco, estou acabada. Não tenho o costume de ficar a noite toda acordada. – fala Lana esticando os braços.
— Acho que isso é culpa minha, foi mal! Mas combater forças obscuras geralmente nos faz trabalhar a noite. – fala Dilan rindo um pouco e Lana também acaba rindo. Algum tempo depois no hotel imperial, Spivak adentra o local um pouco irritado.
— Não posso acreditar, o guardião sombra me fez perder muito dinheiro. Eu sabia que não ia demorar para ele interferir. Aqueles idiotas do rei máquina e lady Aqua, como foram falhar! – reclama Spivak. Estavam no local, Selvagem, Darius, e o senhor dos metais.
— O que ouve general ômega? – pergunta Selvagem.
— O guardião sombra atacou o porto, derrotou meus seguranças e acabou com um carregamento de armas, além de outros negócios menores, como a chegada de drogas. Isso foi a gota d’água, temos que matar ele de uma vez! – Spivak estava muito irritado.
— Tem certeza que isso é uma prioridade? Pelo que eu andei sabendo os servos de satã estão quase prontos para seu ritual de invocação. – provoca Darius.
— Eu sei muito bem disso, eles vão entrar hoje na cidade com possivelmente o último item. Já destaquei homens para interceptar as duas possíveis rotas. – responde Spivak.
— Você está muito calmo para alguém que vem sendo superado por eles. Estão escondidos em Micenas sem que você os ache e ainda reuniram tudo o que precisavam. – Darius novamente provoca Spivak.
— Micenas é uma cidade grande, e infelizmente não a controlo totalmente, aliás você que estava aqui antes como o dono da cidade supostamente! Como não sabe quase nada dos servos de satã? – questiona Spivak.
— Eles nunca foram um problema, eram um bando de fanáticos pregando a volta de seu rei demoníaco, eram engraçados. Nunca imaginei que eles conseguiriam o livro das trevas e chegaríamos a isso! – responde Darius. No cair da noite, Dilan e Lana ainda estavam em casa quando Tom liga para ele.
— Dilan, eu soube que o último item vai entrar na cidade hoje. Pelas movimentações de Spivak ele também sabe e mandou homens para as rotas mais obvias. Mas eles podem tentar algo diferente. – explica Tom.
— Me passe as rotas, eu vou dar uma olhada. Enquanto isso Lana, se não for um problema você poderia vigiar novamente aquele local e ver se alguém chega até lá. – sugere Dilan.
— É uma ótima ideia, se alguém chegar aquele local nos saberemos! – concorda Lana. E assim eles se dividem, e Dilan sabendo dos locais vigiados pelos homens de Spivak vai para outros locais. Enquanto os homens de Spivak cercam todos que entram na cidade, Dilan é mais sutil vigiando uma rota menos movimentada. Já Lana seguia observando o possível esconderijo dos servos de satã sem nem uma movimentação até então. A noite acaba passando e ninguém parecia ter conseguido nada. Lana seguia na frente do possível esconderijo dos servos de satã quando Tom chega ao local.
— Tudo bem Lana, pode ir para casa, eu vou ficar um pouco e logo um homem de confiança meu vai ficar aqui vigiando durante o dia. – avisa ele.
— E Dilan e os homens de Spivak não acharam nada? – questiona ela.
— Dilan me informou que não achou nada. Os homens que deixei vigiando os homens do Spivak me disseram que eles também não tiveram sucesso. – relata Tom. Lana então vai para casa, a noite havia sido uma perda de tempo. O dia começava relativamente calmo e parecia que seguiria assim, mas de repente no fim da tarde o telefone de Dilan toca. Era Tom que não tinha boas novidades.
— O último item já pode estar nas mãos dos servos de satã. O vigia que eu botei na frente do possível esconderijo deles acabou de me avisar que um homem com uma maleta chegou e entrou no local sendo recebido por vários outros! – informa Tom.
— Droga, isso é terrível! Então não tenho opção, vou ter que invadir o local! – afirma Dilan.
— Espere não faça isso sozinho, o esquadrão ômega certamente já deve ter descoberto também e vai invadir! – alerta Tom. E ele estava certo, no hotel imperial Spivak estava pronto para atacar.
— Falhamos em interceptar o ultimo item, mas ao menos confirmamos o local onde eles vêm se escondendo. É hora de destruir os servos de satã! – grita Spivak em sua armadura, enquanto que Darius, Selvagem e o senhor dos metais estavam a sua frente prontos para agir. Uma grande guerra entre as 3 forças da cidade parece que vai explodir, quem sairá vencedor?
Continua.......
Saga esquadrão ômega.
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