Guardião Sombra
18 Invasão de Micenas
Notas iniciais
Após um longo período e várias lutas difíceis, Dilan enfim conseguiu livrar Micenas de muitas ameaças sobrenaturais, incluindo a mais difícil, o vampiro Darius. Mas apesar da relativa paz adquirida desde então, algumas situações continuam acontecendo e preocupando Dilan e Tom. O livro das trevas seguida desaparecido e um grupo chamado servos de satã o queria para libertar o rei Satã nesse mundo. Além disso, Anton Spivak estava atuando nos arredores da cidade com algum objetivo desconhecido. E por fim uma nova ameaça parecia ter surgido e Dilan é contactado por Tom para avisa-lo.
— Dilan, o chefe de polícia Vance me ligou a poucos segundos pedindo para eu se possível pedir a ajuda do guardião sombra. Segundo ele vários policiais já foram mortos por um grupo de invasores no porto. Eles surgiram em um barco, mas não foram detectados até iniciarem o ataque, e usam armaduras antigas, escudos, e armas como flechas, espadas e lanças. Mas apensar dessa aparente desvantagem são difíceis de matar e lutam muito bem. – relata Tom.
— Isso só pode ser sacanagem, quem diabos são esses malucos e o que está havendo? – questiona Dilan surpreso.
— Eu não sei, mas a julgar pelas informações eles parecem ter algum tipo de poder sobre-humano. – cogita Tom.
— Muito bem, eu estou indo agora mesmo, vou descobrir do que se trata! – responde Dilan vestindo o traje sombra e partindo na sequência. Com sua moto ele rapidamente chega ao porto e já avista alguns corpos caídos, tanto de policias quanto dos invasores. De repente um desses surge na frente dele.
— Morra maldito habitante de Minos! – ele grita arremessando sua lança contra Dilan, que consegue desviar, mas ela ainda atinge o ombro de raspão, porem o traje o protege.
— Quem são vocês e o que querem? — questiona Dilan encarando o homem, mas esse desembainha uma espada.
— Nós somos os conquistadores vindos do reino de Juno, estamos aqui para tomar sua cidade e depois seu país. – declara o homem partindo contra Dilan.
— Entendo, com tudo isso acho que conversar não está nos planos! – Dilan responde encarando o homem se preparando para a luta. O guerreiro então tenta acerta-lo com a espada, mas Dilan desvia do golpe e o ataca com um soco, mas ele usa seu escudo para bloquear. O homem então abaixa o escudo e tenta atacar, mas Dilan se move mais rápido e já estava sobre ele desferindo um soco direito no rosto dessa vez o atordoando, e então o acertando com um forte chute finalmente o derrubando. – Eu tenho que admitir, ele parece ser mais forte que um homem normal, mas não é páreo para mim. – afirma Dilan, mas então uma voz o desafia.
— E se for contra todos nós! – Dilan se vira rápido para trás e lá haviam mais 5 guerreiros prontos para ataca-lo.
— Acho que isso torna tudo mais interessante. Ativar sincronia! – responde Dilan e os 5 partem contra ele. Dilan rapidamente saca duas adagas lançando contra eles. Ele acerta um no peito e outro no braço, mas eles continuam como se não fosse nada. Um deles atira uma lança contra Dilan, que desvia, mas outra lança o acerta, porem o traje resiste. Dois deles então se aproximam de Dilan o atacando, um com uma lança e outro com uma espada. Dilan consegue segurar a lança e a arranca da mão do guerreiro, enquanto que com o braço esquerdo ele bloqueia o ataque de espada.
— Como é possível, ele bloqueou com o próprio braço? – o guerreiro fica muito surpreso e Dilan aproveita para chuta-lo com força o derrubando. O outro guerreiro então tenta atacar, mas Dilan o golpeia com a lança o acertando. Um terceiro avança sobre Dilan com uma espada mirando pescoço, mas Dilan desvia e na sequência acerta um chute derrubando a espada e então um forte soco no rosto o derrubando. Os outros dois que estavam mais longe avançam contra Dilan nesse momento, mas ele saca uma adaga atirando e certando o pescoço de um deles o matando. O segundo guerreiro chega em Dilan tentando mirar seu pescoço com a espada, mas Dilan, desvia e então o acerta com um soco muito forte no rosto o derrubando. O primeiro guerreiro derrubado por Dilan com o chute porem já tinha ficado de pé, mas antes que ele atacasse, alguém atira nele pelas costas várias vezes o matando. Dilan olha rapidamente para o local para ver quem era.
— Você é Hector Martin, o investigador de polícia! – reconhece Dilan olhando para ele que segurava duas pistolas semiautomáticas.
— Guardião sombra, é uma honra saber que me conhece. – responde ele se aproximando.
— Tento conhecer possíveis aliados. Você está aqui a muito tempo? Como estão as coisas? – pergunta Dilan.
— Já faz algum tempo, cheguei com o segundo grupo de policiais. Mas as coisas não estão boas, mais reforços chegaram, mas esses malditos são difíceis de matar e continuam surgindo. – explica ele.
— Eu percebi, parecem ter uma resistência e força acima do normal e mesmo suas armaduras e armas não parecem normais. – responde Dilan. Nesse momento mais alguns guerreiros começam aparecer. Hector recarrega suas duas armas e Dilan saca sua espada e Hector olha um pouco surpreso.
— Eu sei que costuma enfrentar inimigos que precisam de armas especiais, mas pra esse caso pistolas e armas de fogo seriam bem mais uteis. – declara Hector.
— Você luta do seu jeito e eu luto do meu! – responde Dilan e os guerreiros de Juno começam atacar. Hector atira várias vezes, acertando alguns tiros, mas outros são bloqueados pelos escudos dos guerreiros. Já Dilan, parte contra outros guerreiros, e se movendo mais rápido ele consegue acerta-los com sua espada em pontos mais críticos matando, ou incapacitando-os. Hector olha impressionado.
— Não é à toa que muitos tem medo do guardião sombra, tenho que admitir. – reconhece ele. Só que mais guerreiros continuavam aparecendo e um deles toma a frente e os ataquem param.
— Eu sou o comandante da força de ataque drakon. Já tinha ouvido falar que existiam alguns guerreiros e seres problemáticos aqui em Minos, você deve ser um deles. – ele aponta para Dilan.
— Sim, pode-se dizer que sou, costumam me chamar de guardião sombra! – responde Dilan.
— Guardião? Então você é que protege a cidade? – pergunta o comandante dando uma risada em seguida. – Nos somos protegidos pela rainha deusa Belona, ou seja, temos a graça divina para lutar e por isso vamos destruir vocês! – o comandante da força drakon zomba deles.
— Protegidos por uma rainha deusa? E você está rindo de nós? – provoca Hector.
— Já chega, você não vai zombar de nossa deusa e nossas crenças! Ataquem! – ordena o comandante. E assim os guerreiros da força drakon partem contra Dilan e Hector.
— Parece que agora as coisas vão ficar series de verdade, se quiser recuar é sua chance! – avisa Dilan, mas Hector termina de recarregar suas armas.
— Eu estava antes de você chegar e pretendo ficar até o final. – responde ele já começando a atirar nos soldados inimigos. Já Dilan é atacado, mas revida acertando e derrubando quem o atacava. Ainda assim a situação era complicada, haviam muitos. Nesse momento um furgão se aproxima do local indo em direção a luta. Ele possuía duas metralhadoras na frente e começa atirar nos soldados inimigos. Alguns são atingidos, outros se protegem com seus escudos e armaduras. O comandante drakon olha a cena ficando irritado. O furgão então vai para próximo a Dilan e Hector e ao volante estava Anton Spivak.
— Sabia que estaria aqui, mas pelo jeito estava prestes a ficar encurralado. – Spivak provoca Dilan sorrindo.
— Porque está aqui Spivak? – pergunta Dilan surpreso.
— Viemos salvar a cidade! E porque me chamar de general ômega! Vão homens é hora de lutar! – responde Spivak dando a ordem em seguida e então as portas de trás do furgão se abrem e dela saem o rei maquina e o Selvagem. Logo depois outros dois descem do carro. Spivak também desce do furgão ficando próximo a Dilan. Enquanto isso o rei maquina já parte contra os soldados inimigos.
— Eu conheço ele, o rei maquina, um androide que é seu guarda costas! – afirma Dilan enquanto que o rei maquina acertava um soco em um dos guerreiros inimigos o derrubando.
— Sim, e aquele é o Selvagem. Graças à o soro animal ele ganhou habilidades físicas sobre humanas! – aponta Spivak enquanto que Selvagem começa a mudar seu corpo, se transformar ficando mais musculoso e com o rosto até um pouco deformado. Ele então salta caindo sobre um dos soldados inimigos o derrubando rapidamente. Hector então se aproxima de Dylan e Spivak.
— E quanto aqueles dois? — pergunta ele.
— Aquela mulher é lady Aqua, com aquele traje ela manipula água. Já o homem é conhecido como senhor dos metais, o traje dele pode usar magnetismo para manipular metais até certo peso. – explica Spivak e os dois já começam a se movimentar. Lady Aqua começa unir água que estava a sua volta e então dispara uma poderosa rajada que derruba um dos soldados inimigos. Já o senhor dos metais usa seu poder tomando a lança de um dos soldados. Em seguida ele a atira e controla sua trajetória e velocidade mirando coração do soldado e o transpassando. Enquanto isso Dilan observava tudo atentamente.
— Então esse é o seu grupo, foi para ele que tentou me recrutar, não é? – questiona Dilan.
— Sim, esse é o esquadrão ômega, minha tropa de ataque. Atuamos nas missões mais perigosas como uma força com autonomia total, sob meu comando. Por isso quando estou em campo gosto de ser chamado de general ômega! – explica Spivak.
— Impressionante, eu já tinha ouvido boatos sobre o esquadrão ômega, mas parecia ser mais uma lenda. – lembra Hector.
— Tentamos não chamar tanta atenção. Aliás, ainda falta um membro do esquadrão, mas esse você já conhece guardião sombra. – afirma Spivak sorrindo e nesse momento Darius desce do furgão dando alguns passos para frente.
— Mas o que significa isso? Como ele está vivo? – Dilan muda totalmente de expressão ficando surpreso e irritado.
— Você achou que tinha me assassinado ao cortar minha cabeça, mas matar um vampiro não é assim tão simples! – responde Darius sorrindo para Dilan e em seguida já se transformando em sua forma de vampiro e então partindo contra os soldados inimigos. Usando sua velocidade ele aparece próximo de um deles e agarrando a cabeça a torce rápido quebrando o pescoço e o matando. Darius então pega espada dele e atira em outro saldado atravessando seu pescoço e o matando também.
— De fato guardião sombra, você presumiu que tinha matado Darius ao cortar a cabeça dele, mas vampiros ficam vivos por algum tempo mesmo depois de decapitados. Se a cabeça for recolocada a tempo no corpo o vampiro vai continuar vivo, ou morto vivo se preferir. A única coisa que de fato pode matar um vampiro em segundos é uma estaca de madeira antiga. – explica Spivak.
— E porque o trouxe de volta? Você mesmo que me falou sobre ele, disse que era uma ameaça! – lembra Dilan.
— E ele era, mas agora que você o derrotou e expos seus crimes ele não é mais uma ameaça, mas pode ser um bom aliado. – responde Spivak. Nesse momento mais guerreiros inimigos chegam perto deles e Hector saca suas armas novamente e começa atirar.
— Darius deveria continuar morto, não concordo com seus métodos. Mas não temos tempo para isso agora! – responde Dilan partindo contra os soldados inimigos.
— Matem todos! – grita o comandante da força drakon e uma batalha se inicia. Dilan ativa novamente a sincronia e começa derrubar alguns soldados, enquanto que próximo dele o rei maquina fazia o mesmo. No seu peito surge um pequeno canhão que dispara uma rajada de energia derrotando três soldados rapidamente. Já o Selvagem seguia derrubando seus oponentes com sua agilidade força. Lady Aqua dispara uma rajada de água concentrada perfurando o coração de um dos guerreiros inimigos e o senhor dos metais controlando algumas espadas caídas ataca matando alguns inimigos. Rapidamente os números inimigos diminuíam.
— Maldição isso não é possível, somos protegidos pela rainha deusa, como podemos ser vencidos assim? – grita comandante furioso. Dilan então aparece na frente dele o desafiando.
— Vamos terminar com isso! – Dilan então parte contra o comandante que segurando seu escudo na mãe esquerda ataca com a espada na mão direita. Dilan porem bloqueia a espada a segurando com sua mão esquerda e com a direita desfere um soco que o comandante bloqueia com seu escudo, mas ele ainda é empurrado para trás tendo que soltar a espada. Nesse momento Darius surge atrás dele falando.
— É hora de morrer! – Darius então ataca o comandante que tenta se defender, mas era tarde, o vampiro crava seus dentes no seu pescoço do comandante o rasgando. Enquanto o sangue jorra, Darius o bebe e o comandante da força drako perde sua vida. A invasão de Micenas tinha acabado, mas qual a intenção real de Spivak e o esquadrão ômega. E Os inimigos do reino de Juno voltarão?
Continua.....
Saga esquadrão ômega
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