Guardião Sombra
39 Equilíbrio de forças
Notas iniciais
Depois de ser avisado por uma guerreira de Juno chamada Aurora que uma nova invasão a Minos aconteceria em breve, todos entram em alerta no país. Logo depois, Dilan e Tom são chamados para conhecer o novo esquadrão ômega que dessa vez será um aliado. Enquanto isso os preparativos em Juno são concluídos e eles partem para atacar Minos. Ao mesmo tempo Dilan, Tom e seus aliados terminam de se preparar e a invasão então se inicia. Logo Dilan, Hector e Tom iniciam combates contra alguns soldados e Tom enfim demonstra o poder que seu braço possui agora.
- Enfim vou poder testar minhas novas habilidades! – fala Tom sorrindo quando um soldado se aproxima dele. Rapidamente ele ergue a mão direita e dispara uma rajada elétrica que derruba o oponente. Outro então surge atrás dele e girando o corpo Tom o acerta com um forte soco com o punho direito o derrubando. Dilan observa a cena surpreso.
- Como você fez isso? – pergunta Dilan.
- Digamos que agora eu sou um ciborgue, meu braço tem melhoramentos tecnológicos. – nesse momento outro soldado ataca Tom com uma espada, mas ele bloqueia o golpe com o braço direito. O soldado olha aquilo confuso enquanto a espada não conseguia cortar.
- Mas do que você é feito? – o soldado questiona tentando forçar a espada. Tom apenas sorri então ativa o poder elétrico de seu braço dando um choque no soldado o derrubando. Dilan que observava tudo golpeia mais um soldado próximo a ele o derrubando e então vai até Tom.
- Isso foi incrível! Mas seu braço está bem? – pergunta Dilan.
- Sim estou! O meu braço agora é reforçado com ligas metálicas e dramanium, o que torna quebrar ou cortar bem difícil. Além disso como viu ele pode produzir eletricidade. – explica Tom sorrindo com seus novos poderes.
- Que diabos é dramanium? – pergunta Hector meio confuso.
- É um composto muito raro que encontramos em um meteorito. Ele tem uma resistência incrível e é muito leve. O traje de Dilan é feito dele. – explica Tom.
- Estou com inveja de vocês dois. – afirma Hector em tom meio sarcástico.
- Eu estou surpreso admito, esse seu braço é impressionante. – reconhece Dilan.
- Eu não pretendo ser pego de novo como aconteceu contra o rei satã. – Tom lembra de quando sofreu graves ferimentos.
- Bem, mudando de assunto, acho que terminamos por aqui, o que vamos fazer? – questiona Hector.
- Eu ouvi sons de tiros e gritos vindos daquela direção, acho melhor irmos ajudar lá. – aponta Dilan e os 3 partem. Enquanto isso, no litoral norte de Micenas, as forças de Juno haviam construído sua base de invasão. Ficava próximo ao oceano, mas havia um penhasco atrás não permitindo ninguém chegar por ali, ao menos facilmente. A base era liderada pela sacerdotisa Sibila, que estava acompanhada da força cérbero, composta pelos 3 guerreiros mais poderosos de Juno, abaixo apenas dos líderes Neron, Altis, Sibila e claro a rainha deusa Belona.
- Nossas forças já iniciaram o ataque, mas as forças de Minos tiveram uma reação rápida, mesmo com nosso navio conseguindo chegar sem problemas aqui graças a invisibilidade. – Sibila estava um pouco surpresa.
- O que será que ouve? – questiona Halibel, uma mulher de 31 anos, membro da força cérbero.
- Será que temos algum traidor? – questiona Petronio, homem de 27 anos, membro da força cérbero.
- Não importa, só temos que matar todos que ficarem no caminho! – afirma Daieme, mulher 26 anos, membro da força cérbero.
- Eu não sei o motivo, mas as consequências são claras. Nossas forças estão avançando mais lentamente, e isso é um problema! – declara Sibila. De volta a Dilan, Tom e Hector, eles vão na direção que ouviram barulhos e lá avistam uma batalha acontecendo. Soldados de Juno e de Minos se enfrentavam, mas os de Minos levavam desvantagem.
- Temos que ajudar! – grita Dilan e os 3 atacam os soldados de Juno rapidamente virando a situação e os vencendo.
- Você é o guardião sombra? – questiona um dos soldados de Minos sobreviventes.
- Sim, e viemos ajudar. – responde Dilan.
- E nos também! – uma segundo voz fala e Dilan e os outros se viram rapidamente para ver de quem se tratava. Era o senhor dos metais, e ele estava acompanhado de Lady Aqua e o trio selvagem.
- Então vocês finalmente chegaram. – provoca Tom.
- Você é o senhor dos metais! – reconhece Hector.
- Sim, mas pode me chamar de Malon. – responde ele.
- E eu sou Cordelia a lady Aqua. – fala ela se aproximando. Já o trio selvagem fica em silencio.
- Encontraram soldados inimigos no caminho? – questiona Dilan.
- Encontramos um pequeno grupo quando chegamos e os derrotamos, depois mais nada. – responde Malon.
- Vocês aqui nem preciso perguntar, a resposta está por toda parte. – afirma Cordelia ao olhar soldados caídos a volta.
- Acho que conseguimos surpreender eles com nossa reação rápida. Duvido que esperavam por isso! – especula Hector.
- Mudando de assunto, sabem algo sobre as outras frente de batalha? – pergunta Dilan.
- Parece que as coisas não vão bem em Tirinto, e as forças que estão indo para capital avançam rapidamente. – informa Malon. Nesse momento eles ouvem sons se aproximando.
- Parece que nossa pausa acabou! – afirma Tom quando mais soldados de Juno surgem atacando. O novo esquadrão ômega então toma a frente.
- Descansem um pouco, é nossa vez! – afirma Malon controlando algumas espadas a volta dele com seu magnetismo e as lançando contra alguns soldados de Juno os acertando. Cordelia manipula a água que tinha próximo a ela lançando uma forte rajada e derrubando os soldados a sua frente. Já o trio selvagem ataca enfrentando no combate corpo a corpo os guerreiros de Juno conseguindo supera-los.
- Tenho que admitir, é bom tê-los do nosso lado. – admite Tom. Enquanto isso o comandante daquele grupo que observava tudo recua ao perceber a força do oponente.
- Já que vocês estão cuidando das coisas aqui vamos avançar mais! – declara Dilan e junto de Tom e Hector eles partem para verificar outro local. Enquanto isso, na cidade de Tirinto, quem liderava era o vampiro conselheiro Altis. Ele caminhava pelo campo de batalha enquanto soldados dos dois lados se enfrentavam. Alguns soldados de Minos atiravam contra ele sem grandes efeitos. Altis então usa sua velocidade e força para dominar e matar rapidamente todos eles.
- Já praticamente tomamos a cidade, sabia que não seria difícil para mim. – afirma Altis para um comandante de Juno próximo a ele.
- Sim senhor, estamos aniquilando as forças deles rapidamente. Mas, eles ainda conseguiram render varias baixas a nossas forças. – lembra o comandante.
- Eles sabiam de nossa vinda e se prepararam, isso é um fato. – reconhece Altis. De volta a Micenas, o comandante que havia fugido do esquadrão ômega, Dilan e dos outros chegava até a base de Sibila.
- Minha senhora, voltei para reportar. O meu grupo se encontrou com guerreiros muito poderosos. O guardião sombra estava lá, mas havia outros muito fortes também. Um deles podia manipular as armas e as lançar contra nós, a outra controlou a água e 3 deles eram fortes e agiam de forma animalesca. – relata ele.
- Essa descrição, parecem ser o esquadrão ômega. Mas como estão aqui? Achei que tinham sido destruídos na guerra contra o guardião sombra e o rei satã. – Sibila fica surpresa.
- E o que a senhora pretende fazer agora sacerdotisa? – questiona a guerreira Halibel.
- Acho que chegou a hora de entrarmos na luta e resolvermos todos esses problemas. – declara Sibila. Já no campo de batalha, Dilan, Tom e Hector chegavam para ajudar em outra batalha entre os exércitos de Juno e Minos. Eles começam a enfrentar os sodados quando Aurora também aparece.
- Finalmente encontrei vocês! – fala Aurora que trajava uma armadura leve, que cobria principalmente a parte de cima de seu corpo e segurava uma lança.
- Me diga, essa armadura e lança também tem propriedades magicas? – questiona Dilan se aproximando.
- Sim, todos em Juno tem esse tipo de armamento. – responde ela quando alguns soldados cercam os dois.
- Você é a rebelde que desafia nossa deusa, Aurora da lança! Agora traiu seu povo e país e está ajudando Minos? Vamos te matar aqui! – grita um dos soldados.
- Eu não traí ninguém, sua falsa deusa é que traiu o povo e o nossa nação. Ela nos governa como escravos! Mas isso vai acabar, eu prometo! – grita Aurora de volta girando a lança e partindo contra eles. Com habilidade ela corta o pescoço de um deles ao girar o corpo e acertar a lança. Em seguida ela ataca outro perfurando seu peito. Dois soldados tentam se aproximar e golpear ela, mas ela atira a lança perfurando o peito de um deles e depois chuta a mão do outro derrubando sua espada. Ela então corre e pega sua lança enquanto o soldado recupera a espada, apenas para ter seu peito perfurado pela lança. Dilan apenas observa toda a cena.
- Admito, você é uma guerreira incrível. – reconhece Dilan.
- Obrigado, estou treinando a minha vida toda para um dia acabar o reinado de Belona! – responde Aurora.
- Infelizmente não importa quantos derrubamos eles continuam aparecendo. – fala Tom se aproximando dos dois.
- Sabíamos que não seria fácil! – responde Dilan ativando sua sincronia e partindo contra alguns soldados. Enquanto isso, em outro ponto de Minos, o general Neron liderava outra tropa que avançava rumo a capital.
- Já podemos ver senhor, a capital Bizanti está a poucos quilômetros a frente! – aponta um soldado e o general Neron sorri.
- Finalmente, vamos começar os preparativos para tomar a capital, até aqui não tivemos uma resistência muito forte e avançamos rapidamente, mas certamente agora as coisas vão ser mais interessantes. – Neron sorri olhando para direção da capital. De volta a Micenas, já era noite e os combates tinham diminuído. Dilan, e seu grupo voltaram para suas casas para descansar e se preparar para o dia seguinte, enquanto que soldados de Minos seguiam em vigilância. Já na base de Juno, Sibila não estava satisfeita.
- Esperava um avanço rápido! Já deveríamos ter tomado grande parte da cidade, mas eles nos esperavam e resistiram. – lamenta ela.
- As coisas não saíram como o esperado é fato, mas foi apenas o início. – afirma a guerreira Halibel.
- Sim, você está certa, e amanhã a força cérbero vai participar também. Matem todos que ficarem no caminho! – ordena Sibila olhando para Halibel, Petronio e Daieme. Enquanto isso os combates seguiam acontecendo, só que em menor intensidade, mas assim que começou a amanhecer eles voltaram a se intensificar, com Sibila mandando novas tropas de Juno para o ataque e as forças de Minos se defendendo. Mas do lado de Juno agora havia o reforço das forças cérbero. Já Minos contava com o guardião sombra, Tom e Hector, além do esquadrão ômega. Esses já começaram aturar no campo de batalha assim que amanheceu. Já Dilan, Tom e Hector estavam discutindo novas estratégias.
- Só nos defender não é o bastante, precisamos atacar. Eu preciso chegar até a o líder do exército. Se derrotar quem está liderando as forças de Juno podemos vencer a invasão de Micenas. – afirma Dilan.
- Mas isso é muito difícil, invadir as linhas defensivas deles e chegar até o comando não vai ser nada fácil. – lembra Tom.
- Por isso precisamos ser mais espertos. – responde Dilan.
- Mas e se a tal rainha deusa estiver lá? Pelo que eu entendi das informações ela não é humana. – lembra Hector.
- Eu não acredito que a rainha deusa esteja aqui liderando. Mas mesmo que esteja eu tenho a adaga divina, seja lá o que ela for acho que posso mata-la com isso. – afirma Dilan.
- Sim tudo isso faz sentido, pode ser que dê certo. – Tom concorda com o plano. Já no campo de batalha a força cérbero finalmente apareceu para lutar nas tropas de Juno. Os 3 trajavam armaduras, mas cada um possuía uma arma diferente, com Halibel tendo uma foice, Petronio um martelo e Daieme uma corrente. A guerra estava prestes a entrar em uma nova fase com as principais forças de cada lado prestes a entrar em choque.
Continua....
Saga rainha deusa
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