Guardião Sombra
10 Encontros e revelações
Notas iniciais
Darius finalmente decidiu agir contra o guardião sombra chamando um famoso assassino conhecido como Rein, e prepara um ataque contra ele. Darius porem não manda o assassino atacar, mas sim ele próprio usando seus poderes assume o controle sobre Rein e ataca Dilan. A luta e intensa, mas Dilan se mostra superior deixando Darius impressionado. Por fim ele decide explodir Rein para atingir o guardião sombra, falhando, mas o ferindo um pouco. Depois disso Dilan retorna para casa e volta a trabalhar em seu traje sombra com ajuda de Tom. Ele então recebe uma ligação de Vitoria.
— Oi Vitoria, tudo bem? – pergunta Dilan.
— Tudo sim, queria saber como estava e se poderia me encontrar. – questiona ela. Nesse momento Dilan se lembra Vitoria poderia saber algo sobre aquele ser da noite anterior.
— Sim, estou bem e adoraria encontrar você. Aliás, eu queria mesmo te perguntar sobre o poder de um inimigo que enfrentei recentemente. Vamos nos ver hoje? – convida Dilan.
— Sim, se quiser podemos nos encontrar no bar do meu hotel, vou te passar o endereço. – confirma Vitoria.
— Então combinado nos vemos depois, até logo! – se despede Dilan. Algumas horas se passam e assim que a noite cai Darius começa a agir.
— Os homens estão espalhados como eu ordenei? – pergunta ele.
— Sim senhor, eu os mandei para os locais que o lobisomem matou alguém, geralmente áreas mais afastadas da cidade e outros locais parecidos. Assim que o lobisomem surgir nos avisamos o senhor. – informa Mason.
— Perfeito, e mudando de tema, como está se saindo Ralf, já tivemos notícias? – questiona Darius.
— Bem, ele retornou à os filhos da morte e como sabia de um deposito secreto de magi conseguiu o apoio de alguns membros assumindo o controle, mas sua liderança é frágil até aqui. – relata Mason.
— Vamos ficar de olho, o submundo também é importante no meu controle da cidade. – afirma Darius. De volta a Dilan, ele já havia partindo para se encontrar com Vitoria. Assim que chega a o hotel, Vitoria já o esperava no bar sorrindo ao velo chegar.
— Que bom te ver! – fala ela se levantando da mesa e Dilan se aproxima e os dois se abraçam rapidamente.
— Digo o mesmo, pensei em você nesses dias, mas tudo anda sempre muito corrido. – declara ele. Os dois então se sentem a mesa e são atendidos na sequência, continuando sua conversa.
— Pensei que não queria mais falar comigo, depois que eu revelei meus poderes. – fala Vitoria sorrindo um pouco.
— Bem sim, eu confesso que fiquei surpreso e estou um pouco confuso com isso. Mas você me salvou, então tem minha confiança. – responde Dilan.
— O bastante para continuarmos saindo? – questiona ela.
— Estamos aqui hoje, acho que você já tem sua resposta. – Dilan sorri para Vitoria.
— Entendo e fico feliz, mas hoje eu suspeito que foi mais por um interesse em meu conhecimento. Você queria me perguntar sobre um poder de um inimigo que enfrentou. – lembra ela.
— Sim, esse foi um dos motivos de fato, mas o outro era te ver realmente! – afirma Dilan e Vitoria sorri ao ouvir.
— Entendo, então de que tipo de poder se trata? – pergunta ela.
— Era um tipo de possessão, eu fui atacado por um assassino chamado Rein. Mas era outra pessoa que falava e o controlava. – tenta explicar Dilan.
— Entendo, acho que é melhor nos continuarmos essa conversa no meu quarto, pelo jeito temos muito a falar. – afirma Vitoria se levantando da mesa e Dilan faz o mesmo a seguindo. Enquanto isso, Darius esperava por informações de seus homens que procuravam pelo lobisomem.
— Senhor, finalmente o localizamos, o lobisomem apareceu! – informa Mason.
— Perfeito, é hora de eu agir então! – declara Darius partindo logo depois. De volta à o hotel, Vitoria entra no seu quarto e Dilan a acompanha.
— Por favor fique à vontade, vou pegar algo para bebermos. – informa ela.
— E então, você parece saber quem pode possuir pessoas. No início pensei em fantasmas e demônios, mas não faz sentido. – relata Dilan, enquanto Vitoria pega uma garrafa de vinho trazendo até uma mesa e servindo dois copos.
— O que exatamente ele falou, o que ele queria, o ser que controlava o assassino? – questiona Vitoria bebendo um pouco de vinho. Dilan pega o outro copo e começa a beber também se sentando em um sofá logo depois.
— Eu era o alvo, ele se disse o verdadeiro dono da cidade e acho que não está gostando da minha interferência. – explica Dilan.
— Então só pode ser um vampiro. – afirma ela.
— Vampiro? Eles possuem esse tipo de poder? – questiona Dilan surpreso.
— Sim, vampiros tem poderes telepáticos, controle de mente, ilusões, tudo depende do vampiro. Já esse poder que você falou é um tipo de versão avançada de controle, sendo preciso que o vampiro faça o humano beber um pouco de seu sangue, para então assumir o controle total de seu corpo mesmo a distância, como um tipo de possessão. – explica Vitoria.
— Eu não fazia ideia, mas isso faz sentido, um vampiro estar por trás controlando a cidade é algo possível. – reconhece Dilan. Enquanto isso, em outro ponto da cidade, Aricia bebia em um bar observando os presentes, pensando se alguém deles serviria para ser sua presa naquela noite. Depois de algum tempo ela decide sair e procurar pela rua, mas assim que ela chega a o estacionamento nos fundos, Darius desce do seu carro a cercando.
— Olá senhorita, será que podemos trocar uma palavra? – pergunta Darius, enquanto que Aricia olha para ele respondendo.
— Vá incomodar outra pessoa, eu estou ocupada! – ela não está afim de conversar, mas Darius insiste.
— Acho que temos um assunto em comum. – declara ele.
— Eu duvido muito, agora vá embora correndo, ou vai morrer! – Aricia ameaça Darius o encarando. Nesse momento ele se move rápido surgindo na frente dela e agarrando pelo pescoço e o apertando.
— Não gosto de ser ameaçado e estou ficando sem paciência! – fala Darius ficando um pouco irritado. Ele então solta o pescoço dela a empurrando para trás. Aricia reage e começa a se transformar fazendo suas unhas crescessem, mas Darius se move rápido de novo surgindo atrás dela. – Eu não quero continuar isso, não me obrigue! – ela se vira rápido e se afasta dele parando a transformação.
— E o que você quer então? – questiona ela.
— Falar sobre o guardião sombra! – responde ele. De volta à o hotel de Vitoria, a conversa entra ela e Dilan seguia.
— E então o que vai fazer agora? – pergunta Vitória.
— Preciso me preparar, se um vampiro está atuando na cidade e controlando as coisas vou ter que estar pronto para enfrenta-lo! – declara Dilan.
— Então era isso que queria saber? Tem mais alguma dúvida? – questiona Vitoria encarando Dilan.
— Não, acho que era isso o que eu queria saber, agora já posso me preparar melhor. – responde ele se levantando e Vitoria também fica de pé.
— Tem certeza, não vai perguntar como eu sei sobre isso, ou como eu tenho poderes? – insiste Vitoria se aproximando mais de Dilan.
— Não é necessário, eu já perguntei o que eu queria saber. – responde ele encarando Vitoria.
— Porque não pergunta? Porque não quer saber? – ela fica um pouco irritada. Nesse momento Dilan se aproxima mais a segurando pelos braços e beijando-a de forma intensa por alguns segundos. Ele então para a olhando e fala.
— Porque eu já sei a reposta, só pergunto quando não tenho! – afirma Dilan.
— Então sabe que sou uma vampira? E não se importa? – questiona ela. Dilan não reponde e volta a beijá-la com Vitoria correspondendo. Ela então o segura pela mão levando para o seu quarto. Enquanto isso, no outro encontro, a conversa entre Aricia e Darius enfim se iniciava.
— E então, o que exatamente quer falar sobre o guardião sombra? – questiona Aricia.
— Soube que você tem problemas com ele. Veja, suas mortes nessa cidade são um pouco incomodas para os meus negócios. Eu realmente pensei em te eliminar, mas o guardião sombra se provou mais problemático. Então vou fazer uma oferta. Você acaba com ele, e pode continuar na cidade, mas terá que ser mais cuidadosa com suas mortes, menos corpos espalhados. E se eu precisar eliminar alguém posso te pagar para isso. O que acha desse acordo? – Darius lança sua proposta e Aricia ouve atentamente.
— Eu não gosto nem um pouco de fazer acordos, muito menos trabalhar para alguém, ainda menos se for um vampiro. Mas nesse caso vejo algumas vantagens, então ok, eu aceito. – responde Aricia e Darius sorri satisfeito.
— Perfeito, então tudo certo, se eu precisar de algo entro em contato, por hora, boa sorte eliminando o guardião sombra! – fala Darius indo para seu carro e partindo logo depois. De volta à o hotel algum tempo havia se passado e Vitoria e Dilan estavam deitados na cama trocando alguns beijos.
— Foi divertido e inesperado! – fala Vitoria.
— Eu digo o mesmo, não costumo ter tempo para ficar com ninguém. Minha vida noturna consome todo o meu tempo. – lembra ele.
— Eu imagino, mas não entendo porque faz isso. Afinal porque decidiu proteger a cidade e caçar membros do submundo sobrenatural? – questiona Vitoria.
— As pessoas precisam ser protegidas, elas nem fazem ideia do existe por aí. E não é justo esses seres com poderes tirando proveito dos mais fracos. – responde Dilan.
— Isso ainda não responde, porque tem que ser você? – insiste Vitoria.
— Um dia a muito tempo atrás, eu fui essa pessoa inocente. Vivendo sem saber de nada e fui salvo por alguém disposto a lutar essa guerra. Agora eu decidi que vou ser esse salvador para outros. – explica ele.
— É uma vida solitária, perigosa e sem recompensas, difícil entender porque alguém decide fazer isso. Outra coisa que não entendo, e como você me aceitou mesmo eu sendo uma vampira. – fala ela.
— Costumo julgar as pessoas por suas ações, você até agora só me mostrou boas coisas, mas não pense que não estou sempre atento. – responde ele sorrindo e Vitoria dá uma pequena risada.
— Vou aceitar sua resposta. – afirma Vitoria beijando Dilan novamente e assim as horas passam, até que perto do amanhecer.
— Está na hora de eu ir! – fala Dilan se levanta da cama e começa vestir suas roupas.
— Tem certeza, não quer ficar mais um pouco? – pergunta ela.
— Preciso voltar para casa, tenho muito a fazer. – responde ele.
— Então boa sorte, e cuidado com esse vampiro, eu não sei quem é, mas tome muito cuidado, vampiros podem ser muito perigosos. – adverte Vitoria.
— Não se preocupe, eu vou! – responde Dilan partindo em seguida. Ele então retorna a sua casa, mas mal tem tempo de fazer algo, porque alguém bate na porta já entrando em seguida, era Tom.
— Droga Dilan, eu te liguei várias vezes, ou que ouve? – pergunta Tom.
— Eu estava ocupado, fui ver a Vitoria, saber o que ela poderia dizer sobre nosso inimigo. – responde Dilan.
— Mas levou a noite toda? Opa, você passou a noite com ela? – pergunta Tom.
— Sim, passei, e ela é incrível, mas não é disso que quero falar agora, o nosso oponente é um vampiro provavelmente! – relata Dilan.
— O que? Um vampiro controlou aquele assassino a distância? Se for mesmo um vampiro isso é péssimo, eles são muito poderosos. – Tom fica preocupado.
— Sim eu sei, e por isso o traje sombra é mais necessário que nunca! – lembra Dilan.
— Há que bom que falou nele! É por isso mesmo que estou aqui, eu tenho o chip central, agora está tudo certo, podemos enfim ativar o traje sombra! – comemora Tom. Finalmente Dilan poderá usar seu traje mais poderoso e avançado, mas os inimigos também parecem mais poderosos.
Continua.....
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