Guardião Sombra
28 Batalhas por toda parte
Notas iniciais
Depois de falhar em impedir que os servos de satã conseguissem seu último item, o esquadrão ômega decide invadir seu esconderijo e impedi-los de invocar o rei satã. Dilan e seus amigos também fazem o mesmo, partindo para invadir, mas chegam depois. O local na verdade tinha um enorme complexo subterrâneo, e o esquadrão ômega mata todos os membros dos servos de satã que encontra pelo caminho, se dividindo em certo momento. Selvagem então acaba iniciando uma luta contra Amonias. Já Susan consegue realizar o ritual, mas acaba sendo atacada por Spivak. Por fim, Dilan, Lana, Tom e Hector invadem o lugar chegando até os níveis inferiores.
— Esse lugar é grande, eles realmente estavam preparados para tudo isso. – reconhece Dilan.
— E agora como vamos agir? – pergunta Tom.
— Vamos nos dividir em duplas, vocês dois vão por ali e eu e Lana por aqui! – aponta Dilan e todos concordam se separando. Tom e Hector seguiam por um corredor vendo alguns corpos caídos. Depois de andar um pouco por esse lugar eles chegam a uma sala e alguns membros dos servos de satã que estavam lá atacam, mas Tom rapidamente usa seu traje disparando uma rajada elétrica e derrubado todos eles.
— Esse seu traje é mesmo muito impressionante. – reconhece Hector. Nesse momento outra voz afirma o mesmo.
— Tenho que concordar! Parece que vou me divertir um pouco. – era o senhor dos metais que surgia na frente dos dois.
— Quem é você? – pergunta Tom.
— Ele é o senhor metais, eu já vi ele enfrentando soldados do reino de Juno durante a invasão. – lembra Hector.
— Espere, já nos vimos antes? Eu não lembro de você! – afirma o senhor dos metais.
— Eu não sou de chamar muito atenção. – responde Hector.
— Bem acho que tanto faz, eu vou matar os dois podem vir! – declara o senhor dos metais.
— Espere, eu serei seu oponente! Hector continue em frete! – fala Tom.
— Tudo bem, mas tome cuidado com os poderes magnéticos dele e boa sorte, a gente se vê depois! – responde Hector partindo em seguida.
— Maravilha vamos começar então! – fala o senhor metais começando a fazer algumas armas que estavam com os servos de satã mortos ali no chão se erguerem. Ele então faz as armas dispararem e Tom corre se escondendo atrás de um pilar. Tom então dispara uma rajada elétrica acertando e derrubando várias armas.
— Não seria melhor impedir que o tal demônio seja libertado? – pergunta Tom.
— Spivak e os outros podem cuidar disso, eu prefiro te matar. – responde o senhor dos metais.
— Ótimo um maníaco! – lamenta Tom que agora precisava vence-lo antes de continuar. Enquanto isso, em outro ponto, Selvagem e Amonias seguiam se enfrentando. Os dois trocavam socos, até que Amonias agarra Selvagem e o joga contra uma parede. Em seguida ele o segura novamente o erguendo e jogando contra o chão.
— Eu tenho poderes vindos do rei satã, você não é nada! – grita Amonias, mas Selvagem se recupera e parte contra ele o agarrando e empurrando até que Amonias se choca contra a parede. Selvagem então começa a dar socos nele, mas Amonias consegue se esquivar para o lado fugindo dos golpes.
— Eu aperfeiçoei minha força, graças ao soro animal tenho habilidades sobre humanas! – retruca Selvagem.
— Sobre humana? Vou te mostrar o que é sobre humano! – declara Amonias que então parece concentrar ar nos pulmões. Em seguida ele abre a boca e começa a disparar fogo que acerta Selvagem em cheio o jogando para trás e indo ao chão depois. Amonias observa satisfeito enquanto que Selvagem ferido, fica caído.
— O que foi....isso? – Selvagem está confuso e Amonias chega próximo dele.
— Isso foi o poder que recebi do rei satã! – declara Amonias disparando mais um poderosa rajada de fogo de sua boca matando Selvagem. De volta à o salão central, Spivak estava de pé e Susan se recuperava depois do último ataque.
— Maldição, ele é forte, e o ritual deve demorar um pouco. – observa ela olhando para Spivak e pensando no que faria.
— Vai se arrepender de ficar no meu caminho! – grita Spivak e Susan então reage e cria uma grande bola de fogo em suas mãos lançando contra Spivak. Assim que o atinge a bola de fogo explode, mas novamente sem grandes efeitos. Ele então reage disparando seus rádios de energia dos olhos da armadura, fazendo Susan novamente bloquear com telecinesia com muita dificuldade.
— Eu não posso continuar com isso, não tenho como resistir! – reconhece ela enquanto Spivak se prepara para atacar de novo. Nesse momento Dilan e Lana finalmente chegam aquele local.
— Achamos vocês! – grita Lana.
— E o ritual? – questiona Dilan.
— Droga, poderiam ter demorado uns minutos a mais para chegar, teria dado tempo de eu matar essa mulher e então cuidar de você guardião sombra! – reclama Spivak.
— Aceite Spivak, nem tudo sai como você quer, assim como você não vai me matar! – retruca Dilan.
— Nada disso importa! Eu já terminei o ritual de invocação, logo o rei satã vai surgir! – grita Susan muito confiante.
— Nada vai acontecer mulher, eu destruí o seu caldeirão e até agora não ouve nem uma reação. – declara Spivak. Enquanto isso Dilan e Lana conversam brevemente.
— Eu cuido do Spivak e você de Susan. E vamos torcer para que o ritual não tenha mesmo dado certo. – fala Dilan e Lana concorda.
— Susan, dessa vez eu vou acabar com você! – grita Lana disparando uma rajada de vento contra Susan que pula para o lado para evitar. Já Dilan se prepara para seu confronto.
— Sincronia nível 2! – ativa Dilan e várias faixas na cor verde brilham pelo traje. Seu corpo é fortalecido assim como suas habilidades. Ele então parte contra Spivak correndo velozmente e acerta um soco empurrando-o para trás. Em seguida Dilan, gira o corpo e acerta um chute agora derrubando Spivak.
— Desgraçado, eu não posso acreditar que ele seja assim tão forte! – Spivak fica surpreso. De volta a sala onde estava Tom, ele e o senhor dos metais seguiam se confrontando. Esse por sua vez usava novamente seu magnetismo para erguer vários metais na área e lançar contra Tom, com vários golpes seguidos.
— Tenho que acabar com essa luta logo e seguir em frente! – afirma Tom, que então se aproveitando que o local tinha pilares começa a correr de um para outro. O senhor dos metais tenta acompanhar ele, atacando, mas Tom consegue se aproximar mais.
— É inútil fugir, eu já venci! – grita o senhor dos metais. Tom porem estava calmo e agora próximo do oponente.
— Liberar carga máxima! – Tom retira as restrições do seu traje e então dispara uma rajada elétrica com toda a força. O senhor dos metais não tem tempo para nada e é atingido em cheio sendo jogando para trás e indo ao chão. Tom se aproxima dele observando-o, e então fala. – Inconsciente como eu imaginei. Esse ataque é mesmo poderoso, mas só posso usá-lo mais uma vez. – reconhece Tom. Mais à frente, Hector corria tentando achar o salão principal, mas ele acaba se encontrando com Amonias.
— Hora vejam quem apareceu aqui agora. Você é aquele policial que vivia nos atrapalhando, não é? – Amonias o reconhece.
— Na verdade eu sou um investigador de polícia, mas ok e quase a mesma coisa. – responde Hector.
— Já fiz um dos membros do esquadrão ômega virar cinza. Mas você eu acho que vou espancar até a morte! – declara Amonias partindo contra Hector, que rapidamente pegas duas armas no seu cinto e começa a disparar contra Amonias. Esse salta para o lado desviando, mas acaba sendo atingido depois.
— Eu consegui, acertei ele! – comemora Hector, mas Amonias então fica de pé normalmente.
— Não doeu nada! Hum, engraçado, acho que essas coisas não me afetam mais! – teoriza Amonias sorrindo.
— Como assim não afetam mais? – questiona Hector surpreso com a cena.
— Eu não sou mais humano agora, sou outra coisa! – responde Amonias dando gargalhadas. Hector ainda sem entender muito o que ele queria dizer ergue suas armas novamente e atira contra Amonias que recebe os tiros dessa vez sem desviar. Ele é atingido no peito, na barriga, mas novamente parece sem efeitos.
— Eu sabia, sou outra coisa mesmo! – reafirma Amonias partindo contra Hector que tenta disparar nas pernas, mas Amonias não sente e ao se aproximar o acerta com um soco jogando Hector para trás e o derrubando. Enquanto isso, mais a frente, naquele complexo subterrâneo, as lutas seguiam ocorrendo. Lana enfrentava Susan, e Dilan iniciou sua luta contra Spivak o derrubando.
— Eu achei que poderia resolver com você depois Spivak, mas já que é assim, vamos logo acabar com isso! Chega de você corromper a cidade! – declara Dilan enquanto Spivak ficava de pé.
— Você é um tolo guardião sombra, não entende o que está acontecendo no mundo e do que é necessário. Você é apenas um caçador de monstros, um justiceiro que enfrenta forças sobrenaturais. Mas no jogo de poder que estamos vivendo você não é nada! – afirma Spivak aumentando em seguida o poder da armadura para o máximo. Spivak então parte contra Dilan o acertando com socos seguidos o fazendo recuar, mas ainda de pé.
— Você é só mais um idiota que quer controlar tudo, e fica inventando histórias para justificar! – responde Dilan.
— Errado, eu estou fazendo o que é preciso. Darius controlava a cidade então não era necessário eu me preocupar, embora sim, eu sempre quis ter Micenas por questões econômicas. Mas o fato é, a república de Minos precisa ser forte para não ser conquistada. E para isso Micenas precisa estar sobre meu controle, com minhas forças mercenárias aqui preparadas para invasões como aquela do reino de Juno e sua rainha deusa. E eles não são os únicos, a união global vem afiliando países menores sob seu poder e logo não vai mais tolerar um não como resposta e invadirá nações como a nossa. E tem ameaças como o Superior, conhecido como o exército de um homem! – Spivak dá uma longa explicação sobre o mundo naquele momento.
— Não foi discordar das ameaças que você citou, mas justificar o que você está fazendo com isso é absurdo, você vem tomando tudo o que quer por muito tempo, sempre se colocando como o salvador de Minos! Mas na verdade muitos dos problemas que temos são causados por você e sua ganancia. Cidades que tem sua presença se transformam rapidamente em centros de trafego de drogas e crimes, sem falar nos mercenários. Chega de tudo isso, vou acabar com você hoje Spivak! – declara Dilan dessa vez fortemente motivado depois de tudo o que havia falado. Os dois então se atacam trocando socos novamente. Dilan usa sua maior mobilidade para chutar Spivak, mas graças a sua armadura ele podia suportar aquele golpe. Por sua vez Spivak reage se distancia um pouco e ativando suas armas pulso e disparando balas explosivas que atingem Dilan e explodem, mas ele permanece de pé graças a grande proteção de seu traje e sua resistência aumentada por ele. Lana e Susan também seguiam se enfrentando.
— Eu já disse que é inútil, o ritual está feito, logo o rei satã vai surgir e destruir todos vocês! Deveriam fugir enquanto podem! – ameaça Susan.
— Como você pode ser tão idiota, invocar um demônio para esse mundo é loucura! Eles só querem o caos e destruição! – Lana tenta argumentar.
— Caos e destruição serão para os inimigos do rei satã, mas nos que servimos a ele teremos sua proteção e sua recompensa. Governaremos esse mundo e teremos poder além do imaginado! – retruca Susan.
— Isso é muita idiotice, eu li nos livros dos protetores da magia, as poucas vezes que invocaram um demônio para esse mundo o fim sempre foi o mesmo para todos, mesmo os aliados! A morte e destruição e o que espera a todos! – reafirma Lana.
— Cale a boca sua vagabunda! Você não sabe de nada! – grita Susan criando uma bola de fogo em suas mãos e lançando contra Lana que ergue uma defesa de vento rapidamente a sua frente bloqueando o ataque por pouco. A batalha que pode destruir toda Micenas havia começado. E agora quem vencerá, guardião sombra e seus aliados, esquadrão ômega ou os servos de satã?
Continua........
Saga esquadrão ômega
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