Guardians Team
12 Primeira Missão
Notas iniciais
Depois da nossa princesa inocente Anna contar um pouco sobre a ultra missão de guardiões para seu amado Kristoff, mesmo que tenha feito milhares de perguntas, enfim nosso valente Rei das Renas compreendeu tudo, por incrível que pareça. Parece que viver com os "especialistas em amor" e com a família da amada Anna poderia ajudar a ver que magia existe até onde não podemos ver.
Agora nossos heróis se encontram no meio de uma cidade em pleno meio-dia, 10 horas antes do esperado e aterrorizante Eclipse Lunar. Uma cidade estranho, que é um pouco longe de todos aqueles que os jovens guardiões viviam. Segundo o bom amigo, é onde se encontra o único ponto de luz do globo inteiro. Curiosamente essa cidade não foi atingida pelas trevas do Breu. Um ponto bom nessa história.
–ONDE NÓS ESTAMOS, POR ACASO!!!!??????- Merida berrou sem se importar com os olhares dos moradores, afinal Merida é Merida! E estava preocupada com sua família e com seu reino.
–Estamos em Guardinávia, mas aqui eles chamam de Rússia!- Norte, como sempre, respondeu prontamente e rindo.
–Aqui é onde você surgiu, amigão. Não é?- Jack perguntou para o amigo ao seu lado, para confirmar em sua dúvida.
–É sim, Jack. Ainda bem que lembre.
Jack sorriu orgulhoso, e Coelhão mostrou uma careta para Jack. Enquanto isso, Sandman ri da cena silenciosamente sem que Fada ou Norte veja.
–E por que não fomos até a tal criança com o trenó e o Banguela?- Soluço perguntou de braços cruzados e chateado enquanto caminha ao lado de sua valente amiga ruiva. Não gostou nenhum pouco abandonar seu amigo alado na floresta próxima a cidade, sem entender o motivo.
–Porque essas pessoas não convivem com magia, e isso inclui dragões cuspidores de fogo e trenós voadores.
–Espera!...- Rapunzel tomou a fala da vez. Como sempre, acompanhada de seu marido. -...Vocês mandaram jovens mágicos para uma terra sem magia?- Apontou para os cinco guardiões originais, caminhando a frente de todos os recém guardiões, incluindo até José Bezerra e Kristoff.
–É aqui que está a luz mágico do globo, princesa!- Coelhão se virou para Rapunzel e deu um meio sorriso.
Rapunzel, com tal ato, ficou meio ruborizada, e seu marido viu tudo sem acreditar na ação.
–Oh seu felpudo! Ela é minha!- Rosnou todo enciumado.
Coelhão riu da zombaria e se virou de volta para frente. Estava acostumado com todo mundo o chamando de "felpudo" e mais um não faria diferença em sua vida. Até porque já recebeu zombarias maiores, como as de seu "amigo" congelado. Jack e Coelhão não são considerados "amigos", mas ambos respeitam um ao outro.
–Eu tenho uma pergunta, ainda mais porque sou novo nisso...- Kristoff levantou o braço esquerdo, mesmo que nenhum guardião veja. Estava entre sua amada e sua cunhada Elsa. Abaixou a mão lentamente. -...Por que tem um monte de pessoas e ninguém reparou que tem um homem amarelo, um coelho gigante, um idoso gigante, um fada creia de penas e um menino completamente branco?
Antes de alguém responda o confuso namorado de Anna, sua amada sem querer tropeçou numa pequena pedra e tentava desviar da pessoa que caminhava em sua frente, mas ela... Atravessou por ele!?
Todos os jovens guardiões ergueram o olhar surpreso para Anna caída, que encarava o rosto de seus amigos da mesma forma.
–O que você fez, Anna?- Olaf falou pela primeira vez, finalmente saindo do colo do Sven para ajudar sua amiga a levantar.
–E-eu não sei! Eu a-apenas... fiz!- Declarou assustada, sem acreditar no que acabou de acontecer.
Enfim os guardiões originais viraram de costa para entender a situação, e todos soltaram um suspiro longo. Sandman aproximou de Anna e fez sinal com as pequenas e brilhantes mãos para acalmar.
–Anna...- Fada tomou a palavra, entre todos os guardiões. -...Agora que você é guardiã, só as pessoas que acreditam em nós podem nos ver e sentir.
Todos os jovens guardiões encararam assustados.
–Espera...- Elsa finalmente falou, sabendo da assustado verdade sobre eles. -...Então, quer dizer que...
–Essa regra vale para vocês...- Jack respondeu olhando nos olhos da rainha, e vendo seu medo em seus belos olhos encantadores. -...Assim como vale para nós.- Olhou para o chão, lembrando dos 300 anos que viveu como um simples espírito que ninguém acreditava.
Elsa surpreendeu com o olhar de Jack para o chão, distante e triste. Ela também entristeceu.
–É por isso que precisamos dessa criança...- Norte se virou novamente para frente, para seguir o caminho. -...Ela é a única criança que nos vê e talvez consiga incentivar as outras crianças a acreditar em nós, e assim conseguiremos derrotar Breu e salvar o mundo, inclusive todos os reinos atingidos.- Continuou a caminhar, e teve a esperança de os guardiões continuarem também. Por sorte, seguiram mesmo.
Chegaram em uma pequena cabana feita de madeira, e cheia de luzes e de risadas. Parece que uma família bem feliz estava vivendo nela. Elsa e a menina ave reconheciam essa cabana.
–Majestade...- Sussurrou para a rainha ao seu lado. -...Essa cabana, não é a...
–Eu também acho!- Respondeu antecipado, já imaginando a pergunta que sua irmã quase pronunciou.
De repente, a luz da cabana acabou, e as risadas se transformaram em gritos de medos, surpreendendo a equipe dos guardiões. Eles seguiram depressa até a cabana e arrombaram a porta, mais precisamente o pé do Papai Noel. Logo viu uma pessoa virada de costas coberta por um capuz azul. Um capuz que os guardiões sabem quem é.
–Gothel!
A pessoa se virou, e um sorriso maléfico e rubro surgiu em seu rosto pálido. Seus olhos azuis brilharam de vingança e esperança como se esperasse por isso à horas.
–Ora, Rapunzel!
–Mamãe!?...-Um arrepio surgiu em todo o corpo da Rapunzel, e seu coração acelerou. -...Quero dizer, você!?
–Que bom que ainda lembra de mim!
Todos estranharam o incrível relacionamento entre a famosa Gothel e Rapunzel.
–Espera...- Norte chamou atenção. -..."mamãe"?
–Não é mãe de verdade...- José interveio, olhando de raiva para a vilã que só ria. -...Ela sequestrou Rapunzel e mentiu para ela!
–Então foi ela que sequestrou a filha da Amélia quando era bebê?!- Coelhão perguntou, já preparando seu bumerangue.
–Espera...- Olaf pulou encima do Sven e foi para frente a Gothel. -...Quem é essa mulher?
–Me desculpe, mas estou ocupada...- Gothel tirou seu capuz. -...Preciso sequestrar outra criança.- Mostrou o pequeno menino de cabelo branco e olhos amarelos que estava em seu colo.
Elsa, Marina, Anna, Kristoff, Sven e Olaf arregalaram os olhos com o menino familiar.
–Jake!!
–Isso!...- Gothel riu de deboche dos guardiões. -...Esse descendente do Pássaro de Fogo vale mais que um metro e dezesseis. Agora, adeus amigos!!!- E sumiu em sua nuvem roxa.
Marina congelou. Na verdade todos congelaram! Todos acreditavam que Gothel estava morta (pelo mesmo para aqueles que a conheciam), principalmente para Rapunzel, que a viu cair da torre de 18 metros. Como sobreviver?
–Marina...- Norte teve receio de falar, mas mesmo assim continuou. -...Quem era esse menino?
–Era meu sobrinho, filho do meu irmã mais velho Jake Pássaro.- Marina chorava enquanto falava, e se atrapalhava por isso. Com isso uma chama surgiu em seu corpo.
"O que é isso?!", pensaram Merida, Soluço, Rapunzel e José, que não conheciam a pequena menina ave.
–Descendente do Pássaro de Fodo?!- Norte berrou surpreso, e a menina assentiu. -...Precisamos ir atrás dela! Mas... On...
–Eu sei onde...- Jack declarou, voando em uma pequena área fora da cabana. Atrás dele estava Banguela e o trenó do Norte. -...Mas precisamos de um transporte!
Soluço ficou feliz com seu amigo, e junto a Merida, subiu nele. Todos subiram no trenó, menos Marina e Elsa.
–Eu vou na frente para acabar com aquela mulher...- A menina ave disse. -...Vocês cuidaram do resto mais tarde.
–Como você vai na frente, Marina?- Merida perguntou, pensando que não há outra maneira dela chegar antes da equipe.
Marina sorriu, e na frente de todos, esticou os braços, deixando aqueles que não a conheciam surpresos com o brilho que veio no ato. Em seguida, surgiram grandes asas e um um bico de ave. Tinha feito sua forma de ave.
Todos que não a conheciam não pararam de encarar a grande ave, que antes era uma pequena menina.
–Eu vou com ela...- Elsa declarou subindo na ave. -...Kristoff, cuide da minha irmã!
O cunhado assentiu.
–Eu também vou com elas...- Jack saiu do trenó e se pôs ao lado da ave. -...Não as deixarei. Eu prometo!
–Mesmo não gostando de você...- Elsa disse com o rosto ruborizado. Realmente era incômodo a presença do menino. -...Aceito que venha. Precisamos saber quem é que está contra nós e nossos reinos. E IMPEDIR!
Jack assentiu rindo. Sabia estava mentindo. Pelo menos ela mostrava algo diferente.
–Mas nem pense que vou dar carona para você, pastor!- Marina disse, e depois riu da careta estranha que o branquelo fez.
–Adeus, Elsa e Marina!- Anna e Olaf se despediam da rainha e da menina que tanto amam.
–Cuidado com o caminho, Elsa e Marina.- Kristoff alertou as duas, e elas assentiram.
–Jack, cuidado com o Breu e a Gothel no caminho!- Norte alertou seu jovem amigo, e esse também assentiu, sabendo dos perigos que eles vão trazer.
Com isso, todos seguiram ao céu e foram até onde Gothel levou o pequeno menino.
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