Guardians

13 Memorias/Metal/futuro


Notas iniciais
Estou aqui, quase morto. Passei um dia desmaiado e ainda estou me recuperando de um forte ataque de... bom, não sei o que era, mas me levou pro hospital tres dias seguidos. O capitulo estava pronto a alguns dias, mas pra completar to sem pc e não deu pra atualizar. Então, espero que esteja satisfatório.

"Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez."

(Thomas Edison)

[Um ano antes...]

O helicóptero baixava devagar. Mesmo com os fones de ouvido o barulho das hélices era ensurdecedor. O tempo estava horrível, raios cortavam o céu, lançando flashes de luz que faziam o coração da garota congelar.

Assim que a aeronave tocou o chão ela sentiu seu estomago revirar. Seus olhos estavam molhados e ela podia sentir a dor vinda de uma das escoriações ainda recentes espalhadas pelo seu corpo.

Saltou do helicóptero e apoiou-se na lataria assim que tocou o chão. Um espasmo fez com que Mayara se curvasse, colocando tudo o que tinha comida para fora. O liquido queimou sua garganta e deixou um gosto terrível em sua boca.

Limpou os lábios com a manga da camisa e voltou a chorar. O problema não tinha sido o voo, que inacreditavelmente havia sido bastante agradável. Todavia as lembranças ainda eram muito recentes. Jonas estava morto e ela não tinha mais forças para seguir em frente. Não mais.

Estava chorando de frustração, por ter sido um fardo para todos, o tempo todo. Ou pelo menos era assim que se sentia. Havia prometido que não iria mais chorar, e dai? Ali ninguém que ela conhecia poderia vê-la de qualquer forma.

Sentiu a primeira gota cair com força em sua cabeça, a segunda em seu ombro e a partir desse instante o horizonte se tornou branco. O mundo parecia estar se acabando em agua, fria e forte.

Quando o soldado chegou até ela e tocou seu braço perguntando se estava tudo bem ela sorriu. Agradeceu pela chuva que escondera seu estado emocional. – Esta sim.

Ele tinha pousado em um aeroporto em uma cidade próxima. Era modesto comparado com o da capital Mineira, porém era tudo que ela precisava para sair daquela loucura. Deixar tudo aquilo para trás. – Temos que ir, o seu voo sai em alguns minutos. Compramos as passagens que pediu... – o homem mais velho esfregou os olhos, se livrando de um pouco de agua que escorria pela sua cabeça raspada e continuou – Rio de Janeiro.

A garota concordou com a cabeça e juntos saíram correndo. Assim que chegaram as instalações do aeroporto ela se deparou com uma presença que não esperava. Um homem vestido com uniforme policial, carregando uma pequena mala em uma das mãos e segurando a mão de uma menininha na outra.

– Você? – Ele perguntou assustado quando se deparou com a garota toda molhada correndo pelo saguão de embarque.

Mayara não pode acreditar em seus olhos também, a ultima coisa que esperava a essas alturas do campeonato era se encontrar com o capitão de policia que havia movido o mundo para tentar capturar ela e os amigos.

Ela sorriu sem graça e parou de andar. O militar que a guiava parou junto, olhou para ela e depois voltou, ficando ao seu lado encarando o capitão. – Eu mesma – disse sem graça – espero que tenha entendido agora que não éramos os vilões.

A garotinha olhou para o pai e depois para Mayara – essa é a moça dos monstros da TV? – Perguntou inocentemente.

– É ela mesma querida – ele respondeu sem desviar o olhar da morena. – O que vocês fizeram afinal de contas? Destruíram uma cidade, deixaram que centenas morressem para poder batalhar monstro contra monstro? Eles não vão parar, minha querida – o homem cuspiu as palavras como veneno e depois deu as costas a ela. – Eu deveria ter atiro quando tive oportunidade – jogou as palavras no ar.

Mayara se enfureceu com o comentário. Saiu correndo e empurrou o homem de quase o dobro de seu tamanho. – Ele já esta morto – gritou fazendo todos a sua volta os olhar – ele se matou para mandar aquele maldito Digimon pro inferno. Jonas foi um herói, não fale dele como se não fosse ninguém, porque ele é muito mais do que você jamais conseguirá ser.

O militar agarrou Mayara pelo braço e começou a puxa-la, deixando o homem estático no meio do saguão, de mãos dadas a filinha.

[Atualmente...]

Ela entrou com passos pesados pela entrada do prédio. Interfonou vezes seguidas, mais do que o necessário e com certeza por muito mais tempo do que qualquer um já fizera ali. Mayara estava na frente do elevador com o cesto de roupas sujas preso entre seus braços.

O porteiro tentou detê-la. Quem tivesse visto a cena teria tido pena do pobre coitado. Ela gritou a todo pulmão – estou com um maldito Digimon dentro dessa cesta, é melhor me deixar passar ou eu juro por Deus que te estrangulo.

O homem recuou e foi até o telefone que tocou algumas vezes, mas ninguém atendeu. Em seguida ela saltou o balcão, ainda com o cesto nas mãos e tomou o interfone do mesmo. Assim que Thiago atendeu ela berrou novamente e agora estava ali, como um toque do demônio, esperando o mesmo chegar.

Assim que as portas de aço do elevador se abriram Glauro apareceu. Havia uma arma RAD de porte menor em sua mão e seu uniforme estava claramente mal arrumado. – O que aconteceu? – Perguntou preocupado e a garota arremessou o cesto nas mãos do agente.

O Digimon lá dentro gritou reclamando do sacolejo e depois de bufar Mayara rosnou – se eu ver de novo essa maldita criatura... – e deu as cotas, indo em direção a saída como uma locomotiva a vapor.

Glauro arregalou os olhos e começou a correr atrás dela – o que aconteceu?

Mayara parou bruscamente, jogou os braços para o alto e gritou – ele me enganou, tentou fugir e me eletrocutar. Usou minha mãe como refém, fez com que ela levasse um tiro e a policia parou na minha porta depois que eu destruí a sala da minha casa. – Disse tão rápido que perdeu o folego, puxou um pouco de ar e soltou devagar tentando se acalmar.

Sua cara estava péssima, enormes olheiras ornamentavam seus olhos, seu cabelo parecia ter sido palco de uma rinha de galos. Tudo o que ela queria, bem, um pouco de paz.

– Caramba – foi tudo que Glauco conseguiu exclamar. O porteiro, também agente do RAD bufou e olhava toda a situação de braços cruzados. – O que você espera que façamos com essa coisa? – O agente perguntou confuso.

– Sei lá – ela respondeu furiosa – passem cola na boca dele e depois jogue acido no corpo de metal, com sorte algo vai corroê-lo. – Deu as costas novamente para o agente, andou mais dois passos e voltou a se virar, erguendo o indicador – não, espere. Molhe-o e depois deixe no vento, ele é de metal, pode muito bem enferrujar e morrer.

Glauro franziu o cenho e pensou em dizer alguma coisa, até mesmo chegou a abrir a boca, mas as palavras não saíram. Então o cesto começou a falar – Digizoide putinha. – Os olhos do agente se arregalaram e até mesmo o porteiro deu um passo para trás com medo da explosão da garota.

Mayara gritou, algo incompreensível e agudo – eu odeio essa coisa.

– Isso foi... o Digimon? – Thiago surgiu também com arma em punho. – Aparentemente ele é mais racional do que imaginamos.

– Racional? Temos que destruir esse verme de metal – Mayara rosnou.

Thiago se aproximou de Glauro e abriu o cesto devagar, os olhos da pequena criatura brilharam a uma corrente elétrica iluminou o objeto cilíndrico fazendo Glauro o jogar para o alto evitando ser atingindo pela descarga elétrica.

Thiago saltou para trás e acompanhou o movimento do cesto com a mira da arma. O objeto caiu aberto no chão e embolado em roupas sujas o Digimon saiu correndo pelo saguão.

O líder de esquadrão atirou antes que o Digimon percorresse sequer dois metros e ele parou, com uma calcinha sobre a cabeça metálica. – Eu me rendo – gritou erguendo os pequenos bracinhos.

Os três se entreolharam, mas apenas Mayara não parecia surpresa. – Volte pro cesto – Glauro ordenou apontando para o mesmo.

– Eu vou ser bonzinho, não me coloque nessa coisa – pediu com sua voz robótica.

Os agentes não sabiam como reagir, mas Mayara sabia. Arrancou a arma da cintura e atirou. A esfera de energia por pouco não acertou o monstrinho. – Entre agora ou eu te mando pro inferno – gritou com uma voz assustadora fazendo o Digimon sair correndo e pular de cabeça dentro do cesto.

Glauro começou a rir e caminhou até a calcinha caída no chão, pegou a peça e a balançou – você parece ter jeito com ele.

– Agente Quintão – Thiago o repreendeu firmemente.

Mayara chegou até ele como um vulto, tomou a peça e o olhou furiosa – tirem essa coisa dai. Minha camisa preferida esta ai dentro.

***

[Sete meses antes...]

Seus olhos estavam arregalados, encarando TV. Uma noticia urgente havia interrompido a programação em quase todos os canais. Câmeras e ângulos diferentes, porém a mesma noticia. Eles haviam voltado.

Tudo começou com um pulso eletromagnético que desligou todos os aparelhos eletrônicos em um raio de um quilometro, tendo seu epicentro no Centro de Sidney. Jornalistas foram enviados para cobrir uma noticia cotidiana; como a repentina falta de luz afetaria as empresas situadas na região.

Porém, apenas uma hora e meia depois do inicio da falta de luz algo surgiu sobre um prédio. Uma ondulação estranha de luz, como as pequenas ondas que se formam na agua quando uma pedra é arremessada.

Um grupo de curiosos se formou e logo as câmeras do canal local estavam focadas no distúrbio. Quinze minutos após a noticia ir ao ar os telefones da agencia sem nome, conhecida por resolver acidentes digitais nos Estados Unidos começou a tocar.

Eles já sabiam do que se tratava antes mesmo de olhar para as filmagens, os sensores estavam disparando alarmes contínuos a cerca de cinco minutos. Um telefonema foi feito antes de tudo começar, infelizmente tarde de mais para que as pessoas pudessem deixar a cidade.

Mayara estava na fila do mercadinho quando viu os padrões de ondulação na TV. A noticia estava ganhando rapidamente foco pelo mundo todo. A garota ficou imóvel, com a cesta cheia de produtos de limpeza na mão.

Ela vira de perto o distúrbio acontecer antes e sabia o que vinha a seguir. Deixou as coisas ali mesmo e saiu correndo. Sabia que a partir de então as coisas iriam voltar a mudar.

Pegou o telefone e ligou para a sua mãe, contou rapidamente o que estava para acontecer e pediu a mesma que saísse do seu trabalho e voltasse para casa no mesmo momento.

Enquanto ela corria aos tropeços pela avenida, voltando para casa os cinco demônios iam em direção à Austrália. Os Raders os localizaram assim que começaram se mover. Pareciam estar inertes até então, talvez em algum tipo de incubação que impediu as varias buscas feitas pelos satélites de encontra-los.

O primeiro a aparecer foi a enorme besta de escamas vermelhas. Leviamon surgiu do mar, criando caos instantâneo. Abriu a boca ao encontrar o primeiro obstáculo, um prédio de oito andares e lançou uma rajada vermelha que demoliu a armação de concreto em instantes. A nuvem de poeira cobriu o quarteirão quase completamente.

Em seguida Beelzebumon, o mais infame demônio surgiu, acertando o chão a poucos metros do portal a se abrir como um torpedo. O mesmo abriu uma cratera no asfalto fazendo as pessoas em volta começara a correr. Um dos jornalistas conseguiu manter a calma e se escondeu junto de seu câmera dentro de uma loja ainda filmando a situação.

Beelzebumon saiu caminhando do buraco com as asas negras abertas, balançando sua calma de um lado para outro. Olhou para o distúrbio e depois de cruzar os braços de forma estranhamente humana ele se sentou no chão.

As pessoas na loja que tentando se esconder ou gritavam umas com as outras procurando maneiras de fugir ficaram em choque, todas querendo saber o que estava acontecendo. Mas entendendo o obvio.

Vindos do leste Daemon e Barbamon sugiram juntos, caminhando lado a lado pelas ruas agora desertas. O demônio de barba branca agarrou um carro que estava em seu caminho e o arremessou como se fosse uma pedra. O mesmo acertou um poste o derrubando instantaneamente.

Pinocchimon surgiu de repente, caiu no chão em frente a entrada da loja fazendo as pessoas arfarem de surpresa. Todos se abaixaram e apenas o câmera se manteve a frente, tentando filmar o que acontecia.

O boneco de madeira caminhou devagar até os outros, com a enorme marreta apoiada em seus ombros. O ar começou a ficar mais pesado e o distúrbio a cada minuto ficava mais visível.

Leviamon foi o ultimo a chegar. Se mantendo de pé, olhando o portal se formar e ganhar tamanho de cima.

O mundo entrou em pânico, as pessoas em todos os lugares sabiam o que aquelas criaturas representavam. Pessoas deixaram escolas, o trabalho ou fosse o que estivessem fazendo para voltar pra casa. Quando se tratava de Digimons eles sabiam que não havia lugar seguro.

Quando Mayara abriu a porta do seu apartamento estava toda suada. Procurou seu notebook e tentou se conectar a internet. Precisava entrar em contato com os outros, precisa ver o que eles estavam fazendo.

Ela não tinha seus telefones, nem tão pouco eles tinham redes-sociais aquela altura. Então fez a única coisa que conseguiu pensar. Redigiu um e-mail com mais de três mil palavras pedindo... implorando para que um deles entrasse em contato com ela e o enviou para o governo.

Sua mãe chegou meia hora depois quando as revoltas começaram a se instalar pela cidade. Multidões saindo às ruas em manifestações pedindo atitudes brutais e imediatas. Mortes, roubo e vandalismo se apossaram de varias capitais pelo mundo durante dias. Aquele era apenas o inicio da chama de uma possível guerra civil.

Quanto as pessoas naquela lanchonete. Assim que o portal se abriu uma explos

[Atualmente]

– Não que eu goste dessa criatura, mas não sei se é o certo entrega-la pra Melanie – Glauro comentou. Estava sentado em uma cadeira olhando para Thiago que digitava alguma coisa no computador.

Mayara estava deprimida, sentada ao lado dele. A descarga feita pelo Digimon na sua tentativa de fuga havia deixado marcas de queimado em praticamente todas as peças dentro do cesto.

Thiago suspirou e girou a cadeira, ficando de frente pra eles. – Então o que você sugere? Já o deixamos sair uma vez. Você sabe que somos monitorados, mais cedo ou mais tarde alguém vai bater na nossa porta.

– Por mim que ele seja dissecado – May resmungou.

Thiago passou a mão no rosto, parecia cansado tal qual Mayara. – O mundo esta virando um caos. Viram as noticias de hoje? Os Estados Unidos estão decididos a mandar o exercito pra Austrália, os Russos estão furiosos e por algum motivo ridículo estão culpando o Brasil pela morte do presidente.

– Pudera – comentou Glauro.

– Resolvemos o que fazer com esse Digimon depois, temos que cuidar da Guardiã fugitiva – o líder de esquadrão soltou.

O comentário fez Mayara erguer a cabeça – Guardiã? Achei que todos os domadores estavam com o Rad.

– Emanuelle Benatti, é uma ex-agente – Thiago respondeu.

Glauro inclinou o corpo pra frente e continuou – ela entrou pro RAD assim que a batalha de Belo Horizonte acabou. Aparentemente ela tinha um Digimon antes do seu grupo...

– Quintão – Thiago o repreendeu mais uma vez, porém desta vez parecia mais nervoso.

Mayara encarou Thiago e franziu o cenho – eu fui uma Guardiã, tenho direito de saber. Arrisquei minha vida junto com Will e os outros para banir Lucemon.

Thiago olhou para Glauro e fez um sinal positivo com a cabeça depois de hesitar um pouco – tem dois fatos muito interessantes sobre ela, o primeiro é o motivo dela ter sido expulso do RAD e ter uma ordem de captura para os seus Digimons; Ela tentou matar Maristela.

– Matar? Como? – A garota perguntou curiosa. Gostara do que tinha ouvido, odiava a mulher desde seu aparecimento na batalha. Mayara foi interrogada tal qual os outros e mesmo que todos tenham sido submetidos a maquinas da verdade e tenham afirmado de pés juntos o que tinha visto e ouvido Maristela ainda continuava solta e impune.

– Ela ordenou que suas Digimons a atacassem – Thiago prosseguiu – de alguma forma a casa da mulher, no interior do estado, havia sido completamente destruída, mas Maristela escapou com nada mais que escoriações.

Mayara balançou a cabeça negativamente, se lembrando do gigante Digimon de metal amarelo que a acompanhara durante a batalha. A criatura parecia ser muito mais poderosa que DeckerGreymon, D2 que Mayara nunca mais esperava ver novamente. – E a segunda coisa interessante?

Glauro sorriu – essa é a parte mais estranha. Como você sabe Melanie é filha de um dos criadores de criaturas, assim como Babel foi. Essa garota, Emanuelle é bisneta de Lina e Hugo Benatti, dois pesquisadores que participaram do projeto.

– O que vocês sabem sobre os criadores? – Mayara perguntou – Babel não contou nada com nada. Luan tentou descobrir dele o segredo da criação, a chave pra inteligência artificial, mas além de Jonas sempre os afastar, Babel nunca disse nada. Afinal – fez uma pausa antes de continuar – se soubéssemos como eles foram criados poderíamos acabar com eles de vez.

– Ou começarmos guerras com o poder que eles detêm – Thiago argumentou. – Nenhum dos criadores jamais revelou como conseguiram cria-los. Todo o material da pesquisa foi dividido em três partes pelo que se sabe. O RAD conseguiu roubar um dos matérias de Shibume e é conhecido como D-Ark.

Mayara franziu o cenho – Babel tinha um disquete com as informações do D-ark, uma lista extensa com dados de Digimons.

– Aparamente o que ele deu pra vocês esta muito distante do que temos – Thiago continuou – com as informações do disquete conseguimos criar as bombas dimensionais.

– Se o que temos não é o D-ark, então o que era? – Mayara perguntou, mais para si mesmo do que para os outros agentes na sala. – O portal, eu sempre tive essa duvida, mas nunca tive oportunidade de perguntar, alguém o atravessou?

Thiago balançou a cabeça negativamente – achei que vocês soubessem, o portal é um via de mão única.

– Isso esta errado – May respondeu exaltando-se – Maristela foi e voltou. Ela nos disse isso.

Thiago se levantou da cadeira e cruzou os braços, deixando o corpo ir para trás e se apoiar na mesa – ou ela mentiu pra vocês ou um novo portal foi aberto para que ela pudesse voltar.

– A pergunta certa é; quem abriu o portal? – Glauro comentou sorrindo.

O silencio se manteve por alguns segundos, enquanto eles processavam as recentes informações. Enfim, quando May resolveu se levantar e ir embora Thiago soltou, quase sem pensar — Mayara, por que não se junta ao RAD?

Notas finais
E é isso, comentarios? Alguem ainda me lê aqui?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.