Guardian Angel
23 Epílogo: Live and let live.
Notas iniciais
Lawrence, Kansas
2 de novembro de 1983
– Leve o seu irmão lá pra fora, Dean. — John disse e Dean o obedeceu. Dean, um lindo menininho com apenas quatro anos de vida, que viveu, futuramente, uma vida inteira. Mas é claro que agora seria diferente.
Vendo o filho mais velho descer as escadas com Sammy no colo, John se dirige até seu quarto.
– Já está pronta, Mary?
– Ai, credo, John. Eu já estou indo, resmungão. — John se dirigiu até a esposa e lhe deu um beijo apaixonado e saiu pela porta.
– John, não esquece o sal! — gritou Mary, já pegando sua bolsa e saindo do quarto. John, por sua vez, pegou um saquinho de sal de dentro do armário e foi até seu carro. Depois de arrumar Sam e Dean em seus lugares, John, finalmente, senta no banco do motorista. Logo, Mary chega e se senta ao seu lado.
– Pegou o sal? Minha mãe ficaria uma fera se a gente esquecesse o que ela pediu.
– É, eu conheço minha sogra, querida. Mas, afinal, ela não podia ir à um mercado uma vez na vida? — John disse e Mary revirou os olhos.
– Ei, mamãe. Quem é aquela? — perguntou o pequeno Dean, apontando para fora do carro. Mas ela não estava mais lá, ela nunca mais estaria.
You're losing your memory now...
– A saudade vem em ondas. E, hoje, eu estou me afogando. — foram as últimas palavras de Isael antes de atingir a completa inexistência.
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