Guardian Angel
9 Capítulo 9 - The Moment Of Goodbye
Notas iniciais
A minha fanfic não segue a ordem da série, então as coisas não são na mesma ordem, ok? ☆
POV. Dean
Ela golpeava o demônio com tanta raiva que até parecia eu quando era um... Nós a levamos inconsciente até a masmorra. Quando ela acordou começou a gritar e então eu fui vê-la. Ela recuou quando eu cheguei perto. "ela deve estar preocupada" pensei.– Você já pode começar a contar a verdade.-disse — a– Eu vou morrer.-ela disse como se já estivesse acostumada com a idéia.- Eu só não queria que vocês me tratassem como alguém que vai morrer e, segundo o histórico dos Winchesters, não queria que tentassem impedir. — ela disse e deu um meio sorriso. Eu fiquei puto. Por quê ela? – Como?-perguntei.– Como eu vou morrer? Basicamente iria acontecer comigo oque aconteceu com você. Eu iria surtar e virar uma psicopata, sem ofensa, e daí iria virar um demônio.– E qual é a parte que você morre?-eu perguntei, confuso.– Suicídio, baby.-ela disse tranquila. "POR QUE VOCÊ ESTA TÃO TRANQUILA?" "VOCÊ VAI MORRER E EU VOU TE PERDER" "espera, eu pensei isso mesmo?" "Ela disse suicídio?"– Suicídio?-perguntei. – Eu não vou virar uma vadia psicopata.-ela disse.-Você viu oque aconteceu lá na cabana.-ela disse. Sam entrou.POV. Sam Dean estava muito preocupado com a Isa. Eu também estava mas, ela era forte. Ela tinha uma aparência frágil como uma boneca de porcelana mas ela era incrívelmente forte. Me aproximei e me sentei ao lado de Dean.– Como você está, Isa?-perguntei. Eu não podia negar que estava com um pouco de medo da resposta.– Eu estou bem.-ela disse, eu a olhei desconfiado. Ela percebeu.- É sério.– Como você pode estar bem? VOCÊ VAI MORRER.- Dean gritou essa última parte. Ele estava abalado. Eu não fiquei bem vendo ele assim.– E VOCÊ ACHA QUE EU NÃO SEI? ACHA QUE EU QUERO MORRER? EU NÃO QUERO MORRER...-os olhos dela se encheram de lágrimas. Ela as secou.- Eu fiz isso para salvar você e não me arrependo nem por um momento. Eu faria tudo de novo, Dean.- ela disse com a voz calma e deu um meio sorriso. Ele se levantou e saiu. Eu fui atrás dele.POV. Isa "Eu faria tudo de novo, Dean". Quando eles saíram eu pensei no quão ridículas essas palavras ficaram. Eu me levantei e saí. ...Fui até a cozinha e ouvi os dois.– Ela vai se matar, Sam...- pude ouvir o Sam murmurar um "como assim?"- ela não quer virar um monstro...– Acontece que eu já sou um.-Eles pularam surpresos.- E eu não vou fazer com que vocês tenham que me prender na masmorra de novo.-eu disse. Eles olharam para as minhas malas e entenderam.– Não, nós vamos dar um jeito nisso. Como sempre fazemos. — Dean disse. Minhas pernas bambearam. Ele tinha esse efeito sobre mim que eu negava até não poder mais.– Se cuidem, princesas.-eu disse tentando disfarçar a cratera que se formava no meu peito. Eu abracei o Sam.- Se cuida, Grandão.-eu disse dando um beijo próximo de sua orelha. Ele se arrepiou. Eu ri. Fui até Dean que negou com a cabeça.- Eu vou sentir saudades, boneco Ken.- eu o abracei entrelaçando meu braços em seu pescoço. Ele envolveu minha cintura com os braços. E me apertou, foi um aperto de tristeza, que era o que os olhos dele demonstravam. Aquele belos olhos verdes que pareciam refletir todo o bem do mundo e que carregavam tamanha culpa. Eu fiquei ali, em seus braços, talvez por tempo demais. Me afastei mas antes sussurrei em seu ouvido "Que nos vejamos novamente". Ele franziu o cenho e eu dei um sorriso, um sorriso sincero.– Aonde você pensa que vai, mocinha?- ouvi uma voz feminina vindo de trás de mim. "ai droga"– Charlie eu...- ela me interrompeu botando o dedo indicador em meus lábios.– Você não têm medo da morte, não?- ela disse levantando a sobrancelha.– Eu não vou ficar, ruiva.– E vai me deixar sozinha com esses brutamontes?- ela disse, nós rimos.... Eu entrei no meu carro depois de botar minhas coisa no banco de trás. Dean se encostou na janela do mesmo.– O que você vai fazer agora?-ele perguntou preocupado.– Vou dar uma de Winchester e matar qualquer monstro que eu achar.-ele sorriu. Aquele sorriso...– Adeus, Stormtroopers....POV. Charlie – Achei um caso, vadias.-disse aos dois que estavam sentados bebendo. Eles faziam isso mais frequentemente depois que a Isa se foi. Nenhum de nós tocava no assunto. Já faziam meses que ela tinha saído. Não havíamos encontrado nenhum caso no último mês oque só piorava as coisas. Eles estavam ficando depressivos.– Vampiros.-sorri empolgada. Telefone do Sam tocou.– Alô?– Jody?– Nós vimos as notícias agora mesmo.– OK, é sempre um prazer falar com você, bom retiro.Ele desligou.– A Xerife Mills está na cidade dos ataques de vampiros. Ela não quer nossa ajuda.- disse Sam. –Vamos? -Dean disse com certa felicidade. Dean se levantou num pulo e já estava trazendo as suas coisas.– Tudo isso é empolgação?-perguntei. Ele sorriu sem graça. Pegamos nossas coisas e fomos para Hibbing, Minnesota. Fomos no Impala, Dean botou todo o CD do Led Zeppelin para reproduzir.... Paramos num posto para botar nossos "trajes". Chegando na cidade fomos direto para a "festa dos homens da lei" que é o nome que eu dei a tamanho evento. Chegamos e avistamos a Jody.
POV. Dean Depois de ficar meia hora dentro do Impala esperando a Charlie se vestir no banheiro do posto, finalmente chegamos até a Festa dos Homens da Lei, é me julgue mas eu gostei do nome. Chegamos lá e Jody veio em nossa direção.– Winchesters. Não me interpretem mal mas o que diabos estão fazendo aqui?– É sempre bom conhecer novos caçadores.- disse Charlie. Tentando livrar eu e o Sam de uma surra. Jody ficou corada. — Oi, eu sou Jody Mills. Você é a Charlie?– Sim.-disse Charlie com um sorriso de satisfação.– Então rapazes. Tem uma repórter aí que quer saber sobre os assassinatos. Já volto...– A gente vai com você.-eu disse. Não queria ficar no meio de tantos policiais. Seguimos Jody até uma porta de madeira próxima a entrada. Eu não acreditei. Achei que estava tendo alucinações ou coisa do tipo. Olhei para Sam e ele estava com a boca aberta, igual a Charlie. Era real. Ela era real. Ela olhou para mim apavorada.– Winchesters, quanto tempo.- ela disse e sorriu. Era ela, a Isa. Parada na minha frente com uma expressão tranquila. Eu laçei sua cintura com meus braços e a puxei num abraço longo e tranquilo.
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