Guardian Angel
18 Capítulo 18 - Sail
Notas iniciais
– Para aí mesmo, se não leva um tiro.- falei apontando minha arma para a perna de Roy.
– Eu só quero conversar...- ele levantou os braços em sinal de rendição. Sorri irônica.
– Eu não tenho nada pra conversar com você, bundão.- eu disse. Ele se aproximou.- Eu avisei...- atirei no joelho dele e ele caiu no chão.
– Você está louca? Quer me matar?- ele gritou.
– Quero.- falei no mesmo volume. — Agora some da minha frente. AGORA. — Ele saiu mancando. Eu estava tendo um ataque de raiva. Já tinha acontecido antes, várias vezes, na verdade, só que agora estava mais do que nunca. Eu estava tremendo e chorando, minha respiração estava desrregulada.
Flashback ON
Deixei meu carro e entrei em casa. Eu não ficaria ali nem mais um dia. Tirei meus sapatos e peguei umas caixas no armário e comecei a enche — las. Peguei um foto minha e do Roy que estava na sala. Filho da puta. Jogo o porta — retrato na parede a minha frente, fazendo o vidro se espalhar pela sala. Jogo tudo que quebra na parede, não posso evitar, eu sinto tanta raiva de tudo e de todos. Estou pisando no vidro, meus pés descalços estão sangrando mas eu não ligo.
Enquanto a fumaça se espalha, eu acordo
E desembaraço você de mim
Você se sentiria melhor
Se assistisse enquanto eu sangro?
Todas as minhas janelas ainda estão quebradas
Mas estou de pé
Paro um instante para recuperar o ar e o controle. Junto uma caixa do chão e boto tudo dentro. Vou até os fundos da casa, que acaba numa floresta, tem uma clareira ao lado de um antigo prédio abandonado. Jogo tudo no chão e banho de gasolina, passo a mão nos bolsos à procura de um isqueiro. Jogo o isqueiro na pilha de coisas e vejo queimar.
Eu ateei fogo na chuva
Eu nos joguei nas chamas
Bem, eu senti algo morrer
Porque eu sabia que era a última vez, a última vez
Oh, não
Deixe queimar, oh
Deixa queimar
Deixe queimar
Flashback OFF
Eu estava atirando em tudo que fazia barulho. Ouvi um barulho nas árvores à minha frente e atirei. O tiro pegou numa árvore. Dean veio em minha direção. Minhas pernas tremiam e lágrimas se formavam em meus olhos. — Não, vá embora. — eu apontei a arma para o peito dele. Ele continuou caminhando cautelosamente em minha direção.
– Você não vai atirar em mim. — ele se aproximou mais. Eu destravei a arma e ele parou de se mexer.
– Eu odeio você. Eu odeio muito você. — ele caminhou e encostou o peito na ponta da arma. Eu não consegui controlar as lágrimas, ele estava com os olhos firmes em mim.
– Não, você não me odeia. — ele disse, afirmando, e sorriu.
– Eu tentei, eu tentei odiar você. — Eu disse em meio às lágrimas.
– Isa...- ele abaixou meu braço e, consequentemente, a arma caiu. Ele envolveu meu rosto com as mãos e me beijou, era necessário.
Deixei meu coração cair
E enquanto ele caía, você se ergueu para reivindicá-lo
Estava escuro e eu estava acabada
Até que você beijou meus lábios e me salvou
– Dean, eu atirei no Roy. -eu disse ofegante. Dean começou a rir e eu fiquei observando ele, acho que nunca parei para fazer isso. Os olhos incrívelmente verdes eram tão intimidantes. As sardas que pareciam ter sido postas no rosto dele simetricamente. Os traços de seu rosto tão suaves e lindos. Os lábios, a melhor parte dele, com certeza, eram o maior pecado do mundo. Provavelmente eu estava encarando ele com uma expressão boba, porque ele parou de rir e ficou me encarando também.
POV. Dean
Admito que a Isa ter atirado no Roy foi o ponto alto do meu dia. Mas porque ela está me olhando com essa cara? Parece que vai me devorar com os olhos. Ah, e falando nos olhos. Que Deus me perdoe mas que olhos. Toda vez que olhava para eles eu esquecia de tudo, de todos os problemas e toda essa merda no mundo. Oque está acontecendo comigo? Tudo bem que eu estou completamente apaixonado mas, Dean Winchester não fica nervoso perto de uma mulher. Nunca. De repente a sua expressão suaviza e meu Deus (vou parar de falar o nome dele. Vai que ele aparece e estraga o momento.). Ela parte pra cima de mim, envolvendo minha cintura com as pernas e ataca ferozmente os meus lábios. Agora fudeu. Literalmente.
POV. Isa
ELE É TÃO SEXY DROGA
As mãos dele deslizam das minhas costas e vão parar na minha bunda. Ele me carrega assim para dentro da casa e sobe as escadas, então, com nosso lábios ainda colados, ele abre a porta do meu quarto. Dean me joga na cama e me beija, tira meu vestido e meus sapatos e eu faço o mesmo com sua camisa. Dean tira minha calcinha e meu sutiã e os joga para o outro lado do quarto. Ele beija meu pescoço e vai descendo até ficar com o rosto na altura da minha intimidade. Oh ele não...Ele começa a chupar a minha intimidade. Eu gemo baixinho e coloca as minhas mãos em seu cabelo e dou leves puxadas.
– Dean...- eu digo ofegando. Ele continua. Eu jogo a minha cabeça para trás em sinal de prazer. Isso é tortura. Ele sobe e fica com o rosto na altura do meu. "Você é doce." ele sussurra em meu ouvido fazendo eu me arrepiar e me olha com um olhar safado. Ele tira as calças e a cueca box, revelando o seu membro. Meu Deus.
– Dean. Camisinha.- eu falo e aponto para o criado mudo. Ele sorri e abre uma, já colocando. Ele caminha até mim e se posiciona no meio das minhas pernas. Ele me olha como que pede permissão e eu acinto. Ele me penetra enquanto chupa meu peito, massageando o outro. Ele abafa meus gemidos com um beijo e aumenta a velocidade das entocadas. Eu o empurro para o lado, invertendo as posições. Mexo meus quadris levemente fazendo e ele jogar a cabeça para trás. Eu sorrio cafajeste.
– Isa...- ele geme meu nome. Eu rebolo mais lentamente. Quero que ele implore. — Vai mais rápido.- ele murmurou de olhos fechados.
– Você é um menino mau. Não merece. — eu sussurrei em seus lábios e dei uma leve mordida. Ele segura a minha bunda e a remexe, me fazendo ir mais rápido. Eu solto um gemido alto e ele morde os lábios.
Ele troca as posições, dando estocadas mais forte, fazendo eu arranhar as suas costas, acho que elas já estavam sangrando mas isso parecia só deixá — lo querendo mais. Ele continuou, cada vez mais forte, até que chegamos ao orgasmo juntos. Ele se deitou, ainda ofegante, no meu peito.
Quero que me respire
Me deixe ser seu ar
Me deixe esquentar seu corpo, te libertar
Sem inibição, sem medo
Quão profundo é seu amor?
É como o oceano?
Qual devoção? É a sua?
Quão profundo é seu amor?
É como o nirvana?
Eu quero de novo
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
É como o oceano?
Me puxe para perto, de novo
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Abra seus olhos
E me diga quem eu sou
Me deixe entrar em todos seus segredos
Sem inibição, sem pecado
Quão profundo é seu amor?
É como o oceano?
Que devoção? É a sua?
Quão profundo é seu amor?
É como o nirvana?
Eu quero de novo
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
É como o oceano?
Me puxe para perto, de novo
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir mais fundo
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir fundo
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir mais fundo
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir fundo
(Quão profundo é seu amor?)
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir mais fundo
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir fundo
(Quão profundo é seu amor?)
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir
(Me puxe para perto, de novo)
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir mais fundo
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Quão profundo é seu amor?
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir mais fundo
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir fundo
(Quão profundo é seu amor?)
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir mais fundo
Então me diga quão profundo é seu amor, pode ir fundo
– Isa?
–Hm?
–Você ainda está com raiva de mim ?
–Não.
– Você tem certeza?
–Eu nunca estive com raiva de você, Dean.
–O que você estava?
–Ferida.
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