Grand Chase - a Nova Aventura
30 Cap. 28 - Descanso?
Notas iniciais
Meia hora depois
Lire dormia calmamente nos braços de Elesis enquanto esta parava em uma clareira seguida de seu grupo.
– Sieg, monte uma barraca agora! — A ruiva não falara desde que a amiga dormira, o imortal sorri e toca o ombro de Mari, que o segue para a floresta.
Um silencio se instala no lugar; todos estavam abalados, além de um guerreiro forte, perderam um amigo querido.
Após alguns minutos, Ronan diz:
– Olha gente... Mesmo que tenha acontecido, não podemos ficar assim... Precisamos lembrar dos momentos felizes com aquele retardado e pensar que agora ele irá nos ajudar de um jeito diferente... Além disso, precisamos levantar e ficar mais forte para evitar que isso ocorra outra vez. — Relutantes, os amigos apenas fecham a cara. — Eu já perdi amigos e família antes, sei que muitos aqui já sofreram essas mesmas dores, mas precisamos seguir em frente, não podemos deixar a morte de um companheiro ser em vão. — O azulado suspira e anda para procurar pedras.
– Ele tem razão. Não podemos deixar isso abalar a Grand Chase... A guerra contra o mal não é fácil, amigos. E meus 600 anos como imortal apenas dizem que o mais sensato seria apenas fazer nossos corações se transformarem em pedra. — Sieghart volta com um carrinho azul cheio de troncos e folhas. — Mas isso é impossível a partir do momento em que somos humanos e temos sentimentos. — Continua o imortal enquanto esvazia o carrinho Mari aparece atrás dele com um veado suspenso no ar por suas WDW. — Sem preconceito, Dio, Zero. Agora vamos montar nossas barracas, já está quase de noite e ainda não temos acampamento.
Após um simples acampamento com duas barracas medias e uma fogueira ter sido montado em um silencio mórbido, eles preparavam o veado para comer. Lire estava descansando na cama improvisada enquanto o resto da caçada ficava em volta da fogueira. Fora alguns poucos comentários, o silencio perdurava.
– Apropósito, Sieg, onde o seu irmão se enfiou? — Elesis olha para o imortal seriamente.
– Não sei, mas deve ter ido prum bordel arranjar emprego. — O comandante ri, e alguns sorriem, mas logo ele volta a ficar serio. — Mas eu realmente queria saber.
– Bom, escutem. Independemente de quem morreu ou deixou de morrer, precisamos nos focar no objetivo... Creio que Duel não vai ficar em Xênia por muito tempo, vamos precisar ir até Arquimidia pra descobrir onde ele está e matá-lo o mais rápido possível. — Fala Dio de cara fechada.
– Antes de tudo, precisaremos de uma embarcação ou portal para lá, se algum de vocês souber como, já seria de ajuda. — Diz Zero sem emoção.
– Talvez eles não saibam, mas eu sei. — Fala uma garota de pele roxa e cabelos rosas que levitava poucos centímetros atrás de Dio. — Né bobalhão? — A garota sorri.
– Rey!? Mas que diabos você faz aqui? — Pergunta o garoto se assustando.
– Papai disse para que eu te achasse idiota. Agora, vai ajudar James a carregar minhas coisas. — A garota apenas flutua para as tendas. — Onde eu fico? — Pela primeira vez ela falava com toda a caçada.
– Olha aqui sua vaca roxa, você vai se apresentar agora ou eu vou ai te encher de porrada. — Fala Elesis já se levantando com ambos os punhos fechados.
– Pode vir, esquentada. — responde Rey com desdém
– Aaaaah! Mas eu acabo com ela. — Sieghart suspira e a segura pela cintura, impedindo a ruiva de avançar na asmodiana. — Eu juro que vou matar ela. — Elesis tentava inutilmente escapar do abraço firme do imortal. — Me larga seu fóssil.
– Aiai esses humanosininhos achando que podem fazer algo contra uma princesa como eu. — Diz Rey. — Meu nome é Rey Von Crimson, eu estou cansada e só quero saber onde vou dormir.
– Nessa cabana daqui. — Lire responde saindo da cabana com um pequeno sorriso, seu rosto inchado indicava que estava chorando a pouco. — Prazer, meu nome é Lire.
– HM.... Prazer. Venha James. — Ela estala os dedos.
– Sim senhora. — um mordomo asmodiano entra na cabana carregando as coisas dela.
– Elesis... — A loira abraça ela. — Obrigada por ter ficado comigo... E por ter me feito rir a pouco. — A elfa olha para o chão.
– Não foi nada, somos uma família afinal. — A ruiva sorri e retribui o abraço.
Horas depois
– Acordem suas preguiçosas! — Rey acorda as garotas — levantem esses corpos sem bunda da cama.
– A líder aqui sou eu, quem decide a hora de levantar sou eu. E sem bunda? Você que é toda siliconada ai. — Elesis se levanta esfregando os olhos com uma mão e preparando um soco com a outra.
– Toda essa beleza aqui é natural queridinha. Se me der licença... — Diz a rosada saindo da barraca.
– Ela me parece um pouco rude. — Diz Mari se levantando e então uma explosão é ouvida. As garotas se arrumam e correm pra fora da cabana, apenas ver os garotos rindo de Dio, que saia de uma cratera onde a barraca na qual eles haviam dormido deveria estar.
– O que está acontecendo amor? — Pergunta Amy a Jin.
– Isso. — Aponta ele rindo para Rey que segurava esferas de energia roxa com as mãos.
– Como você ousa botar sua mão imunda no meu seio? — Ela atira ambas as energias, mas o asmodiano desvia.
– A culpa é sua de me acordar pra ver essa cara feia- O garoto estava corado, mas parecia bem irritado.
– Seu pervertido! Não vou mais perder meu tempo com isso. — Ela cruza os braços e sai levitando até a fogueira apagada. — Vamos servos, estou com fome, preparem minha comida.
– Essa garota me irrita. — Diz Elesis baixo, sem que ela ouvisse, fazendo que toda a caçada risse.
....
Rey guiava a os jovens até um portal desconhecido.
– Então queridinhos, chegamos. Aqui está: um portal que nos levará à região do extremo noroeste de Ellia, Arquimídia. — Diz a Asmodiana empolgada.
– Rey, como pode ter certeza de que esse portal vai nos levar ao lugar certo? — Pergunta Dio levantando uma sombrancelha.
– Eu vim por ele idiota, ag... — Começa a invovadora mas é interrompida por Elesis.
– Vamos grand chase! Para Arquimídia! — Berra ela e pula no portal.
– Creio não termos muita escolha. — E então todos a seguem para o novo território.
– Ao menos eu vou poder passar nas ruínas daquela cidade... Minhas espadas devem estar lá. — Sieg abre um sorriso.
Em outro lugar.
Um asmodiano de cabelos roxos e olhos dourados olhava para uma bola de cristal.
– Isso vermes, venham até a mim. — Diz o desconhecido sorrindo.
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