Grand Chase - a Nova Aventura

27 Cap. 25 traição? Premonição? Deus!


Notas iniciais
Gente 5 coisas a dizer:
1- desculpem pela demora.
2- A fonte do meu noot queimou.
3- desculpem pela demora².
4- viro oficial. Agora só posto depois de 2 reviews.
5- Desculpem³.

Um aglomerado de oaks se reunia em volta de um homem emcapuzado

Homem- Oaks! Tenho uma importante noticia sobre Vosso Deus. – fala com uma voz grave.

Lider oak – Qual seria?

Homem- Ele está morto. – ele dá uma pequena pausa para observar as espressões dos oaks, que variavam de medo e duvida ao mais puro ódio – e os assassinos dele... Se auto-denominam como a... Grand Chase.

Uma espressão de algo além do ódio brota em cada rosto. Aqueles a quem ofereceram abrigo mataram o Deus governante? Isso não iria ficar assim.

Oak- Ei? Não são esses despresiveis aquele grupo?

Homem- Tenho uma ideia de vingança... – ele começa a falar a ideia. A maioria aceita e diz que era até boa. O homem se retira e depara com um vulto.

Homem- Tudo conforme o planejado. – fala fazendo uma reverencia.

Vulto- Sim. Mas... Astharoth, Você não acha que foi muito publico?

Astharoth- Não. Todos estão na base, cuidando de Mathians e Mari.

Vulto- Cuidado. Se algo der errado eu te mato. – o vulto some

Astharoth apenas sorri – Claro, Senhor Duel.

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Mari acorda.

Estava deitada na cama do quarto de Arme. Era todo roxo. Com umas prateleiras cheias de poções. Nada além

Logo se levanta, Se lembrara de tudo. Ou quase Tudo... A memória mais antiga era de um clarão. Antes disso não se recordava de nada.

Lass- Acordou? – ele estava recostado na porta. De braços cruzados, por um momento ela percebe certa preocupação em seu olhar, Mas foi tão rapido que pensa ser impressão.

Mari- Sim. – responde friamente.

Lass- Se lembra de tudo? – pergunta também friamente. Logo se senta ao lado dela na cama.

Mari- Mais ou menos... Lass.

Lass- Bom... Que bom que está bem. – ele se levanta e sai pela porta do quarto.

Mari- Lass. – o albino para e olha-a pelo canto do olho.

Mari- Nada...

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“Lutavamos contra um homem, ele estava pegando uma lança de um de seus soldados caidos. Eu e um moreno estavamos perto de uma ruiva. Sua barriga aberta sangrava. Ela acorda, fazendo ele ficar surpreso.

- S-Sieg...

- Não fale nada... Por favor... Não me deixe. – fala ele segurando lagrimas

- Sieg... E-eu presiso ir... Por favor... Eu te... – ela fecha os olhos. E o garoto desiste de se segurar e começa a chorar.

- Eu poderia ter impedido-a de vir! É minha culpa

- Irmão, se a culpa é de alguém. É dela que quis vir neste estado... Ao menos ela te deixou ela... – falo um pouco triste.

- Sim... Ao menos isso – ele enxuga algumas lagrimas.

- E talvez Gaia possa revive-la. Apenas presisará de seu espirito. – falo sorrindo. Minha mão direita começa a brilhar.

- Sim... Talvez. – ele beija a testa da ruiva. – mas para isso presisamos ir até o...

- Não. – então toco a minha mão no centro da testa da ruiva. Retirando uma pequena bola vermelha brilhante, ela parecia pegar fogo. Então coloco num bolso que eu tinha em minhas roupas. Retiro-o e entrego ao meu irmão. – aqui está o que será presiso. – deixo de emanar luz.

O moreno é acertado com força por algo invisivel e cai desmaiado em algum lugar escuro.

Apenas umas duas tochas iluminavam a pequena área de terra visivel. Começo a correr em direção a um garoto de roupas pretas com detalhes em verde carregando uma grande espada, que, de repente, despedaça e começa a girar em volta dele, logo ele corria e jogava os fragmentos em cima do homem, enquanto gritava “ABISMO!

Continuo correndo até eles. Sinto uma energia chegando perto de mim. Então pulo para trás e chuto a pequena esfera roxa que me seguia. Olho para onde a esfera tinha vindo. Uma garota lilás, de cabelos rosas e um único chifre flutuava um pouco acima do chão.

Vejo o garoto que segurava a espada cair perto dela, com uma lança em seu peito. então volto a minha atenção ao nosso inimigo.

Começo a duelar com ele. Apesar de ser rapido ele defendia todos os meus golpes. Então apenas me soca na barriga, me jogando longe.

- sinto gosto de sangue. – falo sorrindo enquanto cospia esse liquido no chão. Não sei porquê, mas a perspectiva de ser ferido me divertia.

O monstro fica invisivel.

Começo a concentrar minha energia. Uma pequena aura sai de minhas costas, Em forma de asas espectrais. Logo abro meu olho esquerdo. Com ele eu enchergava cada aura que estava ali presente. Inlcusive a de meu inimigo. Desfiro um golpe com minha espada. Cortando de leve sua barriga.

- REY! Se teleporte com os outros para longe.

- Não! Podemos vence-lo.

- Não. EU posso vence-lo. Mas não posso com vocês aqui. – falo dando enfase no “Eu”

- Ok então. – ela evoca uma gárgula e cria um portal. Logo, a garota joga um ruivo, uma rosada, um casal de cabelos azuis, uma garota roxa , dois elfos, um garoto da mesma cor que ela e o da espada. Logo também joga as armas destes. E vai para dentro do portal hesitando.

- Humpf. Vamos Acabar logo com isso. – falo desviando o olhar, aumentando e concentrando minha energia, enquanto a Gárgula distraia-o. Sinto algo saindo de minhas costas. Sei que as asas espectrais viravam reais. Então comecei a bate-las. Vejo-as de canto de olho A direita era toda branca, feita de penas, já a esquerda era preta, feita de escamas.

Começo a subir, quando chego a dois metros do chão separo minha espada em duas. Vejo a gárgula sendo derrotada e minha arma começa a brilhar, a metade esquerda emanava uma energia sombria e a direita um brilho ofuscante.

Fecho meus dois olhos. E apenas uma palavra me vem a mente.

- Beldade. – falo num sussurro enquanto abria meus olhos. Simplesmente explodo com toda a energia de meu corpo.

O chão começa a despedaçar, cada vez mais longe, devido a força da explosão.

Paro de sentir todos os membros, então solto as espadas. Meu coração batia debilmente, numa tentativa fútil de se manter no ritmo da vida.

Caio no chão, estava fraco. Tentei me movimentar, mas foi inutil. Tudo o que eu podia fazer era mecher os olhos.

Minha visão escurece. A última coisa que vejo é a figura de um homem cambaleante chegava perto de mim empunhando uma espada.”

Mathians acorda. Mas estava fraco, então não conseguia fazer, nem falar, nada. Apenas observa a conversa de Arme e Ronan.

Arme-... Rapidamente. Talvez amanhã já esteja bom.

Ronan- Bom... Trabalho terminado então... – Ele beija-a – Melhor dormirmos. Estou cansado, e duvido muito que você também não esteja.

Arme- É – boceja – vamos. – ela deita em uma cama qualquer. Ronan deita numa cama próxima.

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Jin, Lire e Ryan passavam pela porta do quarto de Elesis, que possuia uma placa pendurada na maçaneta dizendo: “NÃO PERTURBE! Ou morrerá.”.

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Depois de um tempo... Jin, Amy, que acabara esbarrando em Jin, Lire e Ryan andavam pela vila, apenas para observarem. Quando veem um quadro de avisos.

No meio de varios papeis eles veem um que chama a atenção. Era todo laranja com escrita roxa.

“Daremos uma festa hoje a noite. À mais um Século de gloriosa vida ao melhor entre os deuses, Thanatos, Aquele que merece o trono divino. Todos tem que comparecer.”

Eles saem correndo para a base. Se nessa festa Thanatos costumava aparecer, A Grand Chase, pela sorte que tinha, provavelmente seria culpada, o que era verdade, e teria que lutar.

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Com todos avisados, eles apenas esperam a festa começar. Logo, todos os oaks se encontravam no centro da praça, que possuia varias árvores enfeitadas, Algumas mesas de comes-e-bebes aqui e ali.

Um certo numero de canecas era um pouco maior. De certa forma, a caçada percebeu que, como humanos, elfos e asmodianos, eram maiores que os oaks, e, assim sendo, bebiam um pouco mais. Todos pegaram uma caneca cheia, menos Amy, que disse estar de dieta e não beberia muito, portanto pegou um dos recipientes menores, fazendo alguns oaks olharem-na de cara fechada.

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Alguns minutos de festa depois. Elesis, a que mais tinha bebido, começa a se sentir tonta. Então cai inconciente no chão. Seguida do mesmo ato por Sieg. Logo depois o resto da caçada também se encotrava caida, as bebidas estavam, de algum modo, envenenadas. Amy era a única de pé, já que tinha bebido em um recipiente que fora feito para um oak qualquer.

Amy- ahn... Gente...? Droga! – fala abrindo sua pandora enquanto os oaks avançavam para cima dela.

Continua...

Notas finais
tai. O próximo cap será um de amy-users... Pois ela não é a criança indefesa que todos pensam. Ò.Ó * começando a virar amy-user. *
reviews plz!?