Notas iniciais
Desculpa pela longa demora. Eu estava fazendo um vídeo, por isso demorei

Elesis caminhava por uma rua cheia de mercadores e feiras. Ela caminhava lentamente até o fim da rua, onde se erguia um enorme castelo, com cores vibrantes.



–Por que as ruas têm que ter feiras? – Pensou a guerreira, incomodada. – Deixa um cheiro horrível e ainda suja a rua, podia ter só no final de semana.



A Espadachim, perdida em seus pensamentos, acabou esbarrando em alguém.



–Tome cuidado por onde anda, seu idiota!! – Gritou Elesis, com raiva.



–Desculpe-me – Lamentou a menina, mas depois de alguns segundos percebeu que era a Espadachim. – Elesis?



–Ah! É você, Arme? – Falou a Espadachim, olhando para ela.



Quando a maga foi responder, Lire chegou e interrompeu a conversa.



–É muita coincidência nos encontrarmos aqui. – Falou a arqueira, sorrindo.



–Por quê? Por quê? Por que as choronas tem que vir também? – Pensou a guerreira.



Lire e Arme conversavam alegremente até que a espadachim interrompeu as duas.



–É melhor irmos para o castelo logo. – Falou a guerreira, em tom grosso.



Elas caminharam pela rua, a maga e a arqueira conversavam sem parar, enquanto Elesis pensava porque tinha que ir com as choronas. A rua era feita de pequenos blocos de pedras que eram espaçados uns dos outros e nesse espaço crescia grama, tão verde que era até lindo de se ver, as barracas dos mercadores eram feitas de madeira, com pequenos panos em cima que bloqueavam o sol. Quase todas as barracas vendiam a mesma coisa: frutas, vegetais e legumes. Raramente se encontrava uma que vendia poções, armaduras ou algo do gênero, mas nada daquilo interessava as garotas. As garotas caminhavam em direção ao castelo, desviando das pessoas que vinham, das bicicletas, parecia até um jogo. Depois de cinco minutos caminhando pela “rua da feira” chegaram ao enorme castelo. Antes do castelo, havia um grande muro que cercava o mesmo, os muros eram feitos de tijolos cinza e buracos que eram usados para colocar canhões caso houvesse alguma guerra. Na frente do muro tinha o portão, que era feito de uma prata reluzente, com detalhes e símbolos de Serdin. Ao lado do portão havia duas grandes estátuas, do lado direto tinha o monumento de um jovem, que usava uma camisa branca, com um casaco preto em cima, usava uma calça preta e um tênis que era preto com detalhes brancos. O rosto era normal, os olhos cinza, e ele tinha um sorriso na boca, seus cabelos eram pretos como a escuridão da noite. Embaixo da estátua estava escrito: “Sieghart, o herói imortal”. Do lado esquerdo havia a outra estátua que era idêntica a Elesis, só que era homem, usava uma armadura vermelha com detalhes brancos e usava uma capa marrom que se estendia de seus ombros até seu pé, Embaixo estava escrito: “Elscud, o digno”.



–Droga! Não posso deixar uma lágrima escorrer aqui na frente das choronas. – Pensou Elesis.



O Portão do muro se abriu e as meninas entraram. O do castelo já estava aberto, então elas adentraram ao castelo. O castelo do lado de dentro era a coisa mais bonita que podia se ver: Era grande, no centro possuía um grande lustre de diamante e do lado havia rainhas e reis passados, no fundo mais a frente havia uma escada que se dividia em duas e, em cima da escada, havia um grande leão de ouro, o teto do salão era feito com um tipo de vidro azul, que quando a luz batia nele fazia um lindo arco-íris dentro do castelo, havia um grande tapete vermelho que se estendia até o centro, onde se encontrava a rainha, sentada em seu trono. A rainha era bonita, ela usava um vestido rosa claro, detalhes com dourados na ponta, na parte inferior do vestido., a rainha possuía uma expressão amigável, ela possuía um sorriso, seus cabelos eram cachinhos amarelos, seu olhos eram rosas e grandes. A rainha segurava um cetro feito de ouro. As meninas andaram até a rainha e se ajoelharam. A rainha estalou os dedos e uma pressão foi sentida nas meninas, como se a força da gravidade tivesse sido aumentada, forçando-as a ficarem deitadas.



–Não posso desistir. – Pensou Elesis. – Isso é um teste.



–Droga! Sou fraca demais! Eu não vou conseguir levantar. – Pensou Arme.



–Droga! Tenho que levantar de algum jeito. – Pensou Lire.



Uma grande energia vermelha cercou a espadachim, o chão ao redor dela ficou queimado, mas ela conseguiu se levantar. A maga fez sua magia de anti-gravidade e consegui ficar em pé. Lire tentava se levantar mas não conseguia.



–Droga! Elas já levantaram e eu estou aqui no chão. – Pensou a arqueira, derramando uma lágrima. – Tenho que levantar, isso não é por mim!



A loira tentava levantar, mas não conseguia. Sentiu raiva dela mesma por não conseguir.



–Espera. – pensou ela . – achou que vou ter que usar isso .



A arqueira, mesmo no chão, conseguiu estender sua mão e encostou na maga levemente, que nem percebeu, depois disso a loira levantou como se nada tivesse acontecido



–Que potencial. – Pensou a rainha.



–Estão qualificados. — disse a rainha.



Ela estalou os dedos, mas dessa vez, apenas dois criados apareceram, entregando itens para as meninas.



Notas finais
De novo peço desculpas. Agora tenho alguns avisos
1ºEu vou separar a história por sagas, cada continente vai ser uma saga.
2°Cada saga vai ter uma saga "bônus" que não tem nada haver com a história.
3º Vou tenta postar um capítulo por semana.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.