Grand Chase - Knights!
1 Página Branca
Notas iniciais
vamos lá
“Semelhança é o que define a quantidade de pessoas que tem o mesmo ponto de vista;
Discórdia é a linha tênue que separa os lados opostos das moedas.
Ser imparcial, no entanto, é ter que cruzar muitas vezes essa maldita linha...
E viver de mãos dadas com o fracasso. ”
Espadas cruzavam o ar fervorosamente. Faíscas serpenteavam a cada golpe trocado pelos dois guerreiros presentes que se esforçavam para quebrarem as defesas um do outro. As laminas se atacavam e se defletiam com vigor apesar da luta estar se estendido por quase meia hora, os dois mostram sinais de querer vitória a qualquer preço.
Longe dali o comandante os observa atentamente, a mão esquerda na estranha espada que possui os olhos afiados tal um falcão atento a presa. Cabelos grisalhos mais ainda de muito pouca idade.
Lass observava os dois jovens abaixo treinando, se é que aquela luta bravia poderia ser chamada de treino. Os dois fazem parte da sua companhia e apesar de terem uma rivalidade ferrenha são bem mais amigos que qualquer um pensaria.
? – Comandante!
Lass se virou com pesar, perdia um belo espetáculo entre os dois mais promissores alunos daquele batalhão, porém agora era hora de por ordens aos outros sete Mill homens e mulheres que tinha a sua disposição.
Era um comandante da nova Grand Chase e, assim como lhe fora designado, treinava uma tropa especializada em combate a curta e media distancia.
Lass – Oficial Rheys, a que lhe devo a honra?
Rheys era o primeiro oficial formado pelo retalhador, agora ele agia como segundo no comando e também como porta voz do mesmo
Rheys – Senhor, tem um problema no continente de Ellia.
Lass franziu o cenho, havia meses que Ellia estava tendo movimentos em parte de alguma força ainda desconhecida, Sabe-se apenas que não é Cazeaje mas mesmo assim a situação apenas se alarma ainda mais.
Lass – Chame a Comandante do departamento de Magia e Encantamento, diga que é assunto preferencial.
Rheys – Senhor, ela está na sala de reuniões o esperando.
Lass – Ótimo... Apenas leve os dois abaixo para a enfermaria.
A luta havia acabado, dera empate nos resultados outra vez.
O Retalhador percorria os corredores lotados sem muita velocidade, de certa forma até parou por alguns segundos para ver seu reflexo em um espelho.
Cabelos grisalhos na altura do ombro, olhos ainda sem expressão, um porto jovial e de certa forma tinha alguns músculos salientes.
Abriu a porta e anunciou a sua entrada, olhou para os lugares e constatou que eram apenas ele e a Comandante.
Ela possuía cabelos longos cabelos roxos e olhos idem, um belo corpo. Nem muito generoso nem escasso. Tinha curvas, esse era o detalhe que sempre lhe chamou atenção.
? – Bom dia, Comandante Lass.
A voz recheada de terceiras intenções o fez fechar a porta atrás de si, ela havia ficado extremamente provocante nos últimos anos e isso agradava um pouco o retalhador.
Verdade, um pouco demais até.
Lass- Arme, creio que não seja boa hora pra isso... Temos um problema.
Arme Rodeou a mesa e sentou-se a frente do noivo, ainda não haviam se casado por causa da idade da menor, ela queria que pelo menos isso fosse à hora certa.
Arme – Estou sabendo, Senhor autoridade – ela riu e um brilho peculiar em seus olhos fez o retalhador bufar cansado – ou apenas se esqueceu de onde vêm as informações que chegam à base?
Lass a abraçou com ternura e fora correspondido, deu uma boa olhada atrás de si antes de tomar os lábios dela com paixão.
As mãos pediam passagem para andar pelo corpo do companheiro e em meios aos beijos o desejo de ambos crescia como fogo em mato seco. Mas algumas batidas na porta os tiraram de seu paraíso e enquanto se recompunham a comandante sentou-se em sua cadeira inicial.
Pela porta entravam três pessoas. A primeira era conhecida em todo local e porque não dizer no mundo todo?
Lothos, a Líder, a General, entre outros títulos recebia agora também a de mulher bela. Os cabelos agora cacheados reluziam a luz do Sol, o porte altivo e determinado fariam vários inimigos correrem de medo da poderosa e imponente mulher que estava à frente da Grand Chase há muito tempo atrás.
Atrás dela a ruiva Elesis caminhava de forma militar, os cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo, os sabres sempre afiados e um corpo de matar as inimigas. Tudo junto a um talento sobrenatural para comandar e lutar estavam presente naquela pessoa.
Os olhos dela estavam semicerrados não pela falta de sono mas sim pela boa noite que havia tendo nos últimos dias.
Ao lado dela caminhava o Asmodian. Dio pouco mudou nesses últimos tempos, o cabelo ficou mais longo, o braço demoníaco estava ainda mais poderoso. O corpo dele se desenvolvera bem nos últimos três anos e os olhos dele carregavam toda a esperança desta era.
Entre os dois amantes estava o fruto Maximo da afeição deles, uma “delicia” como diria Amy.
Tinha os cabelos cor de sangue e os olhos carinhosos da mãe. Tinha apenas dois anos e não tinha nenhum traço físico do pai a não ser pelo sorriso que trazia descaradamente no rosto. Era a cópia do Profano.
Lothos – Senhores – Disse a mesma se sentando em alguma cadeira – Visto que nesses tempos de paz relativa que obtivemos estão para acabar, resolvi reagrupar a caçada original.
Elesis – Até nos que saímos do exercito há três anos estamos retomando as nossas prioridades.
Lass ficara surpreso, Elesis e Dio após o casamento abandonaram a vida militar e foram viver no campo com a promessa de recomeço, o que mais lhe importunava no momento era o porquê de trazerem para uma importante reunião uma criança.
Ele realmente não entendia.
Arme – Antes de mais anda sejam bem vindos! – A roxa abraçou os velhos companheiros e beijou a testa da menina que tão pouco conhecia – Lass, vem cumprimentá-los.
O Grisalho apertou a mão da ex líder com saudades, sentia falta deles mesmo sabendo que foram eles que escolheram assim sentia-se só às vezes.
Lass – Que bom que voltaram – falou apertando a mão do demônio – Espero que fiquem dessa vez.
Dio – Ficaremos se for necessário.
O asmodian apresentou uma voz diferente da habitual, era mais sutil e muito menos venenosa, lembrava a voz do Avatar mas era diferente em tonalidade.
Elesis acariciou os cabelos da menina que repousava em seu colo, era uma mãe coruja, fato. E também não era orgulhosa, a menina se aninhou no corpo da mãe e fechou os olhos.
Elesis – Podemos conversar sem nenhum problema, sobre ela... Ficara com outras crianças as quais está acostumada.
Lass – Ela é sempre quietinha? – disse com algum interesse.
Dio – Puxou esse lado para mim. – disse sorrindo enquanto olhava a ruiva fechar o punho.
Elesis – Ainda bem que você não dorme muito... Porque quando acorda me supera.
Lothos – Foco! – Falou e foi atendida – Quero que reunião a equipe original e partam para Ellia.
Lass – Ronan e Lire estão em missão diplomática, Sieghart e Mari não se sabe.
Arme – Ryan dificilmente abandona o tempo do Deus da Luz e Amy e Jin tem terras a proteger também.
Lothos pareceu pensar, mas a idéia era tola diante dos problemas apresentados pelas pautas entre os comandantes na última reunião.
Uma vez a cada três meses era realizado a reunião das fronteiras com todas as tropas aliadas, a situação em Xênia era estável assim como Vermecia e terra de prata, mas Ellia apresentou índices de invasão e um acampamento fora visto atrás das ruínas de Kastulle, tal o fato não fora ignorado mas a perda freqüentes de homens e equipamentos estavam sendo demasiada.
Os únicos sobreviventes diziam trouxeram do acampamento a seguinte mensagem.
“Procuro o homem com a eclipse, se não sabem onde está fujam.
Procuro o ultimo asmodian vivo, traga ele até mim!
“Nós procuramos a marca das trevas, tragam seus heróis”
Após o relato Elesis deixou-se escorregar na mesa enquanto Lass refletia sabiamente.
Arme estava lembrando-se de suas pesquisas quando o silencio fora quebrado.
Dio – Quando partimos?
Notas finais
mas é so a intro...
se cuidem e abraço
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