Grand Chase High — Interativa
1 O Começo
Notas iniciais
... Grand Chase? Esse nome ainda existe?
Aé, meu nome é Ai Wild, herdeira de um dos membros da Grand Chase. Nem eu mesma sei quem eu herdei. Infelizmente, não tenho poderes, por isso possuo cabelos castanhos.

Essa sou eu.
O lugar em qual moro... Ernas... Já foi um lugar na qual a paz reinava. Hoje em dia, fevereiro de 2014, é muito difícil achar algum lugar calmo, sem guardas negros ou etc. Infelizmente não moro num lugar desses. É difícil ir para a escola!
— Documentos.
— E-Eu não carrego documentos.
— Devia carregar. Enquanto não carregar documentos, não pode seguir em frente. — então uns montes de cavaleiros, aparecendo de repente, me cercam. Certamente iriam me repreender, ou melhor, agredir-me.
— E-Eu não fiz nada! — eu sou um gato assustado. Tenho medo de muita coisa. Eu odeio isso.
— Fez sim. Não trouxe os documentos. — um dos cavaleiros quase me acertou com sua lança.
— Ei! Ela não fez nada! — gritou um garoto de cabelos prata, um corpo definido, e, não dava para ver seus olhos por causa da máscara que usava. Ele atingiu o cavaleiro com uma espada grande, com um olho sinistro.
— Você é um fracote. Defende as pessoas sem mesmo conhecê-las.
— Cale a sua boca, Grandark. Você não me atinge com suas palavras podres.
— Grandark? Esse garoto é um dos rebeldes! Matem os dois! — disse um dos cavaleiros.
— Venha comigo!! — disse o albino pegando minha mão e me levando para uma... Escola?
— Vocês podem fugir mas não podem se esconder!! — gritou um dos cavaleiros.
— Eles não podem fugir. — disse outro cavaleiro correndo atrás da gente.
— Eu sei de uma coisa que para eles. — disse o albino.
— Oquê? — eu perguntei.
— As chamas azuis. Use-as, rápido!
— Chamas azuis?
— Você possui as chamas azuis! Use-as, rápido!
— Como eu uso!?
— E-Eu não sei...
— Etto... — eu paro de correr e o albino continua.
— Não pare de correr! — disse ele me esperando. Eu apenas fiquei olhando para o chão, pensando no meu passado.
— Eu não vou fugir. — eu emanava as tais “chamas azuis”. Parece que os guardas ficaram assustados.
— As chamas azuis!! De novo não!! – gritavam os cavaleiros.
— É isso aí, Ai-chan!! — gritava o garoto com alegria.
— Seus... — eu dizia chegando perto dos cavaleiros. Foi aí que eu percebi que minhas orelhas ficaram pontudas e ganhei presas. —... Morram. — de repente apareceram duas pistolas e eu as peguei. Parecia que eu sabia como usá-las como ninguém. Eu atirava diretamente nos cavaleiros. E eu era meio ruim de pontaria. — HYAAAAAAAAAA — depois que eu gritei isso, as pistolas também começaram a emanar as chamas azuis, assim como as balas.
— N-Não!! As chamas azuis de novo não!! — gritava um dos cavaleiros antes de virar pó junto de seus colegas.
Eu já estava fraca. Aquelas chamas... Pareciam que comiam toda a minha força para estar de pé. Logicamente eu fiquei inconsciente, e desmaiei. Eu conseguia ouvir um “Epa” vindo da voz doce do albino. Quando acordei, ele estava do meu lado e eu parecia estar deitada em uma maca. Uma morena de olhos vermelhos veio me ver então.
— Ai-chan, você acordou. — disse a garota — Eu sou Tammy, a enfermeira da Grand Chase High.
— P-Pera!! Primeiro: Como você sabe o meu nome?! Segundo: Grand Chase High?!
— hihi, você é a herdeira do sangue Wild, ou seja, herdeira do caçador de recompensas, Lupus. Todos aqui te conhecem. E... sim, Grand Chase High. Essa é a escola dos herdeiros dos rebeldes. Esse ao seu lado é o Yukkiatsu Zephyrum. Pode chamá-lo de Yukki. Ele é o herdeiro do sangue Zephyrum, do andrarilho, Zero. — nisso, Yukki-kun ficou um pouco corado. — Deixa disso seu shota! É o seu apelido e todos te chamam assim! Você tem mesmo o sangue daquele shota!! — ria Tammy.
— Você conheceu nossos ancestrais? — não resisti em perguntar.
— Sim, eu era a mascote deles. Eu e muitos outros que ajudam o herdeiro do sangue da comandante, Lothos, a manter essa escola. Pelo visto, você já está melhor.
— Obrigada por cuidar de mim.
— Agradeça ao Yukki. — disse gentilmente Tammy, e eu olhei de lado para Yukki, ele estava novamente corado.
— Arigatou, Yukki-chan. — disse a ele, sorrindo. Ele teve uma hemorragia nasal.
— De novo? Você não pode ver um sorriso que fica assim... — lamentava-se Tammy. — Saiam logo daqui! — nos expulsava. — Não estou a fim de ver gente se beijando pela milésima vez!! — e ela bateu a porta. Eu e Yukki ficamos extremamente corados.
— A-Acho melhor você falar com a diretora sobre sua inscrição na escola.
— Por quê?
— Porque agora os cavaleiros negros sabem que você é um herdeira dos rebeldes. Eles vão querer te matar.
— Ok... Onde fica a sala dela?
— Eu te levo lá.
E ele me levou. Conversamos com a diretora Lolla, e ela me deu o uniforme da escola.
— Onde fica o banheiro feminino?
— Quinta porta à esquerda.
— Obrigada.
Yukki me seguiu até lá.
— Até onde você vai me seguir, pervertido?
— Tenho que manter sua segurança.
— Mas aqui não seria seguro, como a Lolla-senpai disse?
— Eu vou te proteger de valentões.
— Valentões? Aqui também tem?!
— Sim. Não são beem valentões, eles só são muito poderosos, mas não conseguem segurar seus poderes. Eu vou ficar aqui na porta, pode ir se trocar.
— Ok.
O uniforme era bem bonitinho.
— Vamos você é da mesma turma que eu. — disse ele novamente me puxando.
— Eu sei andar, ta?! — berrei.
— Eu sei, mas você não sabe c-
— Eu sei sim! Eu não sou um bebê!!
— Você ainda me deve! Eu te salvei! Aqueles cavaleiros negros iam te matar!
— Eu te agradeci!
— Não é esse tipo de agradecimento que eu quero!
— Ah, você então quer agradecimento específico?!
— S-Sim!
— Pois aqui está seu agradecimento específico! — e aí eu dei um tapa na cara dele. Ele ficou na mesma posição que agora estava e disse:
— Então vai ser assim? — ele agora olhava para mim — Sua sorte é ser garota.
— Não tenho medo de você.
— Aff vem logo comigo!! — ele me pegou no colo, me deixando corada, e me levou para a sala da turma 2-B da 8ª série.
— AÊÊÊÊÊ YUKKIIIII!!!! — gritaram todos que estavam naquela sala de aula. Yukki ficou extremamente corado, mas, não tanto quanto eu. Ele rapidamente me botou no chão e pediu para eu me sentar ao lado dele, que estava vazio. Eu sentei, até porque ele era o único que eu conhecia. Todos olhavam para nós dois. Alguns garotos iam até o Yukki e davam tapinhas de leve nele, o parabenizando. Realmente começar a escola nova desse jeito é vergonhoso. Muiito vergonhoso.
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