Grand Chase Em: Os Contos De Fadas!

6 Bastidores da Branca de Neve


Notas iniciais
YOOOOO MINA! Vish, demorei né? Gomene... Eu tive várias coisas pra fazer, ai o meu prazo de uma semana estourou a umas três eu sei, perdi a conta --'. Mas enfim, espero que não tenham ficado com raiva de mim... E para aqueles que estavam ansiosos para saberem o que aconteceria com a narradora por causa do papel (ridículo) do Dio, ai está! Boa leitura!
PS: A imagem não é minha, apenas a modifiquei, abaixo segue a fonte da original:
Fonte da imagem: http://www.zerochan.net/654027

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– E... BEM VINDOS A MAIS UM DOS BASTIDORES! – gritou Amy acompanhada de Lire, Arme, Lin e Mari, apesar da azulada ter falado em um tom muito mais baixo d que das outras meninas.

– Ah não Elesis! Já disse para nos acompanhar, por que você não consegue? – perguntou a rosada fazendo biquinho.

– Já disse que não vou falar essa idiotice. – falou Elesis olhando para o outro lado.

– Pelo menos tenta! Ô é assim, me acompanha... – Amy tentava ensinar para a ruiva que nem fazia questão de olhar para o rosto da mais nova.

– Vocês vão ficar fazendo isso toda vez? – perguntou a asmodiana enquanto lixava suas unhas e Amy falava sem parar.

– Eu não ligo muito para isso... – falou Mari enquanto mexia em seu notebook, eterno aliado da azulada.

– Deixe-me ver. – Rey puxou o notebook da garota que tentou pega-lo, mas falhou. – Que? Esse troço brega? Eu não preciso tocar em algo tão baixo assim. – ela disse soltando o notebook. Quase que o aparelho caiu no chão, mas Mari foi mais rápida e conseguiu segura-lo.

– Rey! Isso não é coisa que se faça. –disse Lire após ter presenciado a cena. – Todas somos iguais aqui, não importa a nossa classe social de onde viemos.

– Ah... – suspirou.- Blá, blá, blá. Cale a boca elfa. – falou a garota assoprando suas unhas para tirar os resquícios que sobraram.

– Ai Rey! Não precisa ser tão grossa! – falou a roxinha inflando as bochechas.

– Ela tá assim porque o Dio não falou com ela hoje. – disse Lupus com um sorriso maldoso no rosto.

A asmodiana apenas ignorou e começou a pintar suas unhas.

Próximo dali, Ronan, Jin, Azin e Lupus jogavam cartas profundamente concentrados, parecia que suas vidas dependiam daquilo.

– Ronan, tem um quatro? – perguntou Jin sem tirar os olhos de seu baralho.

– Não, compra.

– Droga. — indagou pegando outra carta no monte.

– BINGO!

– Azin, não estamos jogando bingo seu retardado. – falou Lupus revirando os olhos.

– Ah não? – perguntou o garoto com cara de desentendido. – Poxa...

– Você tem que passar menos tempo com o babaca do Ryan, ele tá te influenciando. — disse Lass que estava sentado um pouco afastado dali.

– HEY! – gritou o elfo de onde estava.

– E a próxima peça?

– Andando... Ei, você é pago para trabalhar como cameraman, não pra ficar andando e conversando com o povo da GC. – disse a narradora que estava sentada no sofá folheando os papeis da próxima peça.

– Você disse que eu podia. – falou o garoto indignado sentando-se ao lado da narradora.

– Af, esquece. – bufou.

– Você vai ficar com cáries. – Diego puxou o pirulito da boca dela balançando-o em um gesto negativo.

– Eu nunca tive cáries, e não vai ser agora que vou ter. – ela disse pegando o pirulito de volta e colocando-o de volta em sua boca. – Você é muito chato, desde criança, idiota.

– Você também não mudou nada, bobona. – ele falou se espreguiçando.

– Acabei. – ela disse dando um largo sorriso e soltando um suspiro.

– Ué, mais já? – o garoto arrancou-lhe os papei para olhar qual seria a próxima peça.

– Já. – ela puxou de volta. — Ô imbecil, eu estava sendo boazinha com você para dar impressão. Você sabe que não sou assim com você, agora pare com essas bobagens. – a narradora desferiu-lhe um tapa na cabeça que fez o garoto soltar um gemido de dor e fazer uma cara de raiva. Ela se levantou, jogando os cabelos para trás.

A narradora se dirigiu para a “sala de reuniões” para dar um anuncio a todos.

– Pessoal. – todos olharam para ela. A garota soltou um suspiro não muito animado. – Então... Bem, tem uma garota, que me implorou para vir aqui hoje e como sou uma ótima pessoa...

– Ótima pessoa nada. Convenceram ela depois de terem a levado ao shopping e de ter comprado um bando de coisas sem utilidade que garotas amam. – interrompeu Diego.

– Como estava dizendo... – grunhiu após desferir um soco na cara do garoto que caiu inconsciente no chão. – Ela está vindo pra cá, é uma grande fã de todos vocês, principalmente do...

Algo interrompe sua fala. Um vulto entra rapidamente pela porta fazendo os cabelos de quem estivesse por perto voarem por causa do vento provocado.

O vulto mostrou ser uma garota, com não mais de um metro e cinquenta e sete de altura, longos cabelos negros encaracolados e de olhos brilhantes.

– São vocês! Sério mesmo que são vocês?! – a garotinha abraçava Lass, Sieghart, Dio e Lupus ao mesmo tempo, quase os sufocando com sua força que parecia muito incomum para alguém de seu tamanho.

– Principalmente deles... – completou a narradora olhando para a garota.

– Uma fã, já era de se imaginar. – sorriu Sieghart vitorioso.

– Ah, perdoem-me pela falta de educação. – ela se afastou dando um sorriso de orelha a orelha. – Sou Amanda. – ela sorriu novamente.

– Ain que gracinha! Você é muito fofa! – Amy correu para perto da garota e apertou suas bochechas.

– O que diabos você pensa que está fazendo? – perguntou indignada.

– Ah, é que você é muito fofa! – a rosada disse abrindo um sorriso amigável.

– Eu não sou não. – Amanda falou fazendo um biquinho.

– Gente, essa é a... Af, pra que ficar gastando saliva, ela já se apresentou. – falou a narradora.

– Oi pra você também, Nath. – ela disse.

– Oie Amandinha! – ela falou sorrindo de um jeito meio falso. – Melhor agora?

– Se for pra falar comigo de má vontade, prefiro do outro jeito, muito obrigada. — ela disse batendo os pés no chão.

– Como quiser, baixinha. – falou dando um sorriso maldoso.

– Não sou baixinha. – a garota inflou as bochechas.

– É sim. – disse Diego se aproximando. – Baixinha é um tanto chato, né pequena?

– “Pequena“ — resmungou revirando os olhos. — Mas de qualquer forma, oi, Diego, há quanto tempo, estava com saudades.

– O mesmo vale pra mim. – ele disse afagando sua cabeça.

Do outro lado da sala, enquanto Amanda e Diego conversavam:

– Ei Dio. – Nath cutucou seu ombro. – Hey, Dio, tá me ouvindo? – ela cutucou novamente, mas o asmodiano ignorou. — Você tá me ouvindo?! – ela gritou. Dio nem sequer olhou para a narradora, virou os olhos para o outro lado e aumentou o volume da música. – Ô imbecil, eu não posso ser tratada desse jeito! – ela gritava, mas de nada adiantava.

– Já disse que não sou peque... – Amanda parou de falar após ter ouvido um trecho da música que Dio escutava. — AHH! Eu conheço essa música! — Ela correu em direção ao asmodiano deixando Diego parado, sem reação. A garota chegou ao lado de Dio e arrancou um de seus fones. – Posso? – e sem esperar respostas, colocou o fone.

Dio deu um pequeno rosnado, demonstrando um certo ciúmes em relação à música. Ele observou a garota cantando e falou:

– Você gosta de rock? – ele perguntou arqueando uma sobrancelha.

– Como não? Rock é perfeito! – a garota abriu um largo sorriso.

– É bom saber que alguém além de mim aprecia boa música. – falou dando um sorriso discreto.

– Eu também gosto! – a narradora estava com os braços cruzados. Dava para ver fumaça saindo de seus ouvidos. – Fala comigo!!! — ela falou balançando seus braços freneticamente.

– Não adianta, quando ele cisma, ele vira um porril. – disse Rey chegando perto. – O que eu to dizendo? Ele sempre foi um porril. – ela sorriu.

– Você não pode falar nada, mimada. – falou o asmodiano sorrindo da mesma forma.

– Cala a boca seu imbecil! – gritou.

– Hey Rey, fala baixo, eu to tentando ouvir música aqui. – Amanda disse continuando a cantar a música logo depois.

– Quem você acha que é para falar dessa maneira comigo?! – esbravejou Rey já sem paciência. – Pirralha sem classe.

– Rey, ela é mais velha do que eu. – a narradora disse com os braços cruzados.

– Tanto faz. Vocês duas são pirralhas. Mas ela é mais sem classe que você. – disse Rey arrancando um rosnado da garota ao seu lado.

Deixando de lado a discursão entre os quatro, todos conversavam e Ronan, Jin, Azin e Lupus continuavam jogando cartas.

– Eh... GANHEI! – gritou Azin. – Agora Ronan... – o garoto abriu um largo sorriso sádico que fez com que o azulado engolisse em seco. – Vai ter que pagar a aposta...

– Sério gente, por favor, não me façam fazer isso! – implorou ele.

– Vai ter que fazer sim. Você apostou com a gente e perdeu. Tem que honrar as suas palavras. – disse o ruivo fazendo posse de responsável.

– Sem chance.

– Anda logo retardado! – disse Lupus empurrando-o de onde estava sentado. – Essa eu quero ver... – ele falou observando Ronan se afastar dali.

Novamente engoliu em seco. O garoto seguiu em frente em direção às garotas que conversavam em um grupo, que era formado por Elesis, Lire, Arme e Lin.

– Elesis. – ele chamou.

– O que quer aqui, idiota? – ela perguntou apenas virando seu rosto para encara-lo. Ronan respirou fundo. O garoto a encarava de uma forma estranha, ela arqueou uma sobrancelha. – Diga logo. – Ronan abaixou o tronco e levantou a sai da ruiva.

– Agora é a parte mais interessante! – falou Sieghart animado com um sorriso maroto no rosto.

– Sim. – disse Lupus com o mesmo sorriso do moreno.

– R-Ronan... – Elesis estava rodeada por uma aura sombria que emanava uma energia extremamente forte e amedrontadora. – SEU IDIOTA PERVERTIDO! – antes de ela agarrar a gola de sua camisa, ele conseguiu se esquivar e sair correndo, e obviamente a ruiva foi atrás.

– Isso, isso... Por aí mesmo... – sussurrou Lupus para si mesmo. Sieghart, que estava ao seu lado confirmou com a cabeça.

– ME DESCULPE! – Ronan falou correndo desesperado enquanto a ruiva estava logo atrás. – ELES ME OBRIGARAM! EU JURO!

– CALADO! – Elesis conseguiu alcança-lo e o puxou pelo rabo de cavalo. Mas não conseguiram frear digamos assim. O chão estava coberto por um líquido viscoso e escorregadio. Os dois acabaram caindo no chão no exato lugar onde havia um saco de farinha no teto. O saco desabou em cima dos dois, fazendo-os ficar com o corpo completamente cheio de farinha. Lupus e Sieghart se apressaram e conseguiram amarrar os dois naquela posição.

– Olha o passarinho! – falou o moreno tirando uma foto. – Certo! Essa vai para o nosso álbum, Lupus!

– Mais um para a nossa coleção. – disse Lupus com um sorriso no rosto.

– Hupf, amadores. – Jin disse ao passar por eles.

Próximo dali, a narradora já não conseguia mais gritar. Dio continuava ouvindo músicas com Amanda e principalmente, ignorando a pobre garota que já estava praticamente sem voz.

– EU DESISTO! – ela se sentou e desabou a chorar.

– Ela está bem? – perguntou Rey ao lado de Diego. – Não que eu me importe, é que choros são muito irritantes.

– Sim. Ela é só dramática mesmo. – disse o garoto observando-a. – Uhm? Que horas são? – ele perguntou olhando para a asmodiana.

– Eu não tenho o dever de te ajudar, garoto. – Rey virou o rosto e se afastou dali.

– Ainda bem que eu convivo com gente assim, senão eu já teria pulado no pescoço dela. – ele grunhiu. Retirou seu telefone do bolço e se assustou: já eram quase sete da noite. – Amanda. – Diego se aproximou da garota que ainda ouvia música. – Está ficando tarde, e não é bom para uma garota voltar a essa hora da noite pra casa sozinha.

– Relaxa, eu não vou sozinha. – ela disse tirando o fone de ouvido e se espreguiçando.

– Quem vem te buscar?

– Bem... – ela virou o rosto temendo sua reação. – Olha! Lass! – e ela se levantou e saiu correndo atrás do albino deixando Diego ali parado.

– Qual o problema dessa garota... Enfim, agora... Assalta a geladeira. – ele sorriu e lambeu os beiços indo em direção à cozinha que tinha naquele local.

Logo ali do lado:

– Hey Mari, o que está vendo? – perguntou Lin sentando ao lado da garota de cabelos azulados.

– Estou lendo. – ela disse sem desgrudar seus olhos do livro.

– Parece interessante! Posso ler com você? – Mari apenas afirmou com a cabeça e a oriental deu um sorriso e olhou para a página que a garota lia. Poucos segundos depois, Mari vira a página. – Você é rápida demais...

– Prática. – disse apenas. Naquele momento, ouve-se uma batida na porta que dá acesso a todo o local de onde são filmados os bastidores. – Quem poderia ser? – fechou o livro. – Eu abro. – disse indo em direção à porta e abrindo-a. O que se mostrou ali parado era um garoto que aparentava quatorze, quase quinze anos de idade. Era alto, possuía cabelos negros e olhos de um verde mar.

– Com licença, vim buscar uma amiga. – ele falou olhando-a nos olhos.

– Sim, pode entrar. – ela deu passagem e o garoto adentrou no local.

– Não acredito! – gritou a narradora. – Você tá aqui! – ela correu em sua direção e o abraçou. – Como descobriu o endereço?

– Rastreador, eu sei lá aonde a Amanda vai se meter quando eu não estou olhando. –ele retribuiu o abraço. – Você ficou mais alta.

– Isso é porque faz mais de um ano que não nos vemos bobão. – ela disse se afastando. – A Amanda está conversando com o Lass. Venha. – a garota segurou seu pulso e o guiou para o local onde se encontravam o ninja e a garota.

– Percy!!! – a menor gritou ao vê-lo chegar perto. Ela pulou em cima do garoto e o abraçou com muita força, fazendo-o perder o fôlego e reclamar por ar. Ela o soltou e sorriu. – Como chegou tão rápido aqui, já que eu não te contei para onde eu ia?

O garoto congelou. Não sabia responder, não poderia dizer a verdade, mas o problema é que ele não conseguia mentir diante da menina.

– É que a gente começou a se falar por e-mail há um tempo atrás. Ai avisei para ele que você ia vir aqui hoje e dei o endereço. – a narradora disse com um semblante sereno e sincero.

– Ah... Que bom! – ela o abraçou novamente.

– Valeu. – sussurrou o garoto.

Não podíamos esquecer que Lass e Dio estavam ali também. Os dois ficaram curiosos e perguntaram para Amanda quem era o tal garoto que agora estava parado diante deles.

– Bem, ele é um “grande amigo” dela. –disse Nath literalmente fazendo aspas com os dedos na parte do grande amigo e dando um sorriso maroto. Amanda corou bem de leve.

– Lass, esse é o meu Lass. — A pequena sorriu apontando para Percy. – Ah! Isso me faz lembrar, eu tenho amigos com a personalidade de cada um de vocês daqui da GC. – comentou Amanda. – E por acaso, uma está aqui.

– Impossível. – disse a asmodiana que passava por ali e acabou por ouvir a conversa. – Não existe outro ser tão perfeito quanto eu.

– Era exatamente o que ela diria. – Amanda apontou para a narradora. Percy deu uma risada, afinal, aquilo era verdade.

– Eu não sou igual a ela! – esbravejou a garota com fervendo com realmente muita raiva. E saiu de perto batendo os pés. – Eu sou única! Tá legal! – gritou de longe.

– Às vezes chega a ser mais metida.

– EU OUVI ISSO!

– Não deixa de ser verdade! – falou Diego se aproximando. – Percy. Pois é, já é tarde, já deveria ter ido embora, né? – ele disse olhando de uma forma pouco amigável para Percy.

– PESSOAL! IREI ENTREGAR O SCRIPT DA PRÓXIMA PEÇA! – Nath gritou já no centro do lugar. Sua voz estava exaltada, demonstrando que ainda estava indignado com o que acabar de ocorrer.

Todos se reuniram e cada um pegou uma cópia do script.

– É isso. Dispensados.

Todos começaram a sair aos poucos. A narradora foi em direção à porta junto com Amanda.

– Adorei o dia! Obrigada. – a menor sorriu.

– Eu parecida com ela, poupe-me... – grunhia a narradora. – Nunca existirá alguém como eu...

– A garota está certa. Vocês são realmente muito parecidas. – disse Dio passando pelas duas e saindo do local.

– EU N... Espera... Você falou comigo! – ela gritou indo atrás do asmodiano.

– Ela não vai mudar nunca. – Percy falou se aproximando e abraçando Amanda pela cintura.

– Eu queria que mudasse pelo menos um pouco. Já passou da hora de ela ficar com o Diego.

– Eu ouvi isso. – falou o garoto fazendo uma cara não muito amigável.

– Não deixa de ser verdade.

– Essa fala é minha... – grunhiu.


Notas finais
E então? Mereço recomendações? Não né --' (que coisa feia a autora pedindo recomendação --') Pois é, eu ainda to viva *----*. Pegadinha do Siegh tava meio fraca não acham?
Siegh: Não estava ¬¬
Eu: Eu acho. Tava sem criatividade então quis fazer o que deu ai. Mas da próxima ele vai fazer uma melhor né?
Siegh: Nenhuma das minhas pegadinhas é "fraca" todas são excelentes, só ficam melhores do que as antigas *pose de heroi*
Eu: ¬¬ tá, vaza *empurra*
E então pessoal? O que acharam dos bastidores? Agora prometo postar o próximo conto o mais rápido possivel, gomene de novo --'. Até o próximo conto!
PS: Todos os personagens novos (Percy, Amanda e Diego) são fictícios. O Percy foi baseado no livro Percy Jackson (que eu acho mt legal msm não tendo visto --')