Notas iniciais
Oie gente! Primeiro, queria pedir uma ajudinha ^-^' se alguém souber como colocar imagens nos caps, por favor, me diga! Eu já tentei, mas não consigo :'(, eu fico mt tisti por causa disso...
Então, a votação ficou assim:
Chapeuzinho Vermelho: 5
Pequena sereia: 1
Ah é! A fonte do site em que peguei a história é essa:
http://meninahortela.blogspot.com.br/2010/02/versao-original-de-chapeuzinho-vermelho.html
E novamente... A imagem não é minha, modifiquei cabelo, olhos o qu está escrito e a borda. Aqui está a fonte: http://www.zerochan.net/395986
Então decidi fazer a Chapeuzinho Vermelho. E como prometido...
Ai está o capítulo da semana! Estrelando Lire e Ryan! Aproveitem!

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Era uma vez, uma meiga e doce menininha, que todos adoravam...

– Comigo você coloca: há muito, muito tempo. Agora com ela, é meiga e doce. — disse Elesis falando com nojo a última fala.

– Ah não Elesis, vai começa... Seguinte, vai pro seu canto, dessa vez você não é a principal da história.– disse a narradora cruzando os braços e mandando Elesis sair do palco.

– Ahn... Depois você entra, certo Elesis? — disse Lire chegando perto.

– Claro, claro... — falou a narradora dando de ombros. — Eu vou continuar, tá? Elesis grunhiu algo que não é muito bom falar em público.

Ela morava em uma pequena vila, numa aconchegante casinha. De todas as pessoas que gostavam dessa linda menininha, sua avó com toda a certeza era quem mais a amava. Adorava presentear a criança, mas um dia, ela não sabia mais o que dar para agrada-la, então a presenteou com um chapeuzinho de veludo vermelho.

A menina gostou tanto do presente da avó, que passou a usá-lo todos os dias. Por causa disso, ficou conhecida como Chapeuzinho Vermelho.

– Ah não diga... Chapeuzinho Vermelho. Quer dizer que se eu ganhar um chapéu azul da minha vó e usar algumas vezes, vão me chamar de chapeuzinho azul? — zombou Sieghart.

– Sieghart, primeiramente eu duvido que você tenha avó. — começou Dio que observava a cena. — Acho que você tem a idade de ser o meu tataratataratataravó. E posso dizer que não sou um dos seres mais novos daqui.

– Percebeu que se chamou de velho, né idiota? — comentou Rey.

– Você não pode falar nada.

– Dá pra parar? — interferiu a narradora.

Em um dia de sol e brisa leve, sua mão a chamou.

– Chapeuzinho meu bem. — chamou sua mãe. Ela tinha os cabelos brancos, olhos azuis e um sorriso doce, como o da filha.

– Sim mamãe. — falou Chapeuzinho sempre com seu chapéu vermelho e seus cabelos loiros penteados chegando perto com o olhar curioso.

Leve este pedaço de bolo e este suco para sua avó. Ela está doente e muito fraca, isso daqui e a sua presença fará ela se sentir melhor. Comporte-se, e lembre-se, não sai na estrada, pois passar pela floresta é muito perigoso.

– Sim mamãe. — ela disse pegando a cesta onde estava o bolo e o suco. Sua mãe lhe deu um beijo na testa e Chapeuzinho saiu pela porta da frente.

– Não siga pela floresta, Chapeuzinho!– falou sua mãe acenando enquanto ela saia.

– Não farei isso, mãe! — ela respondeu de volta.

A menina andou por alguns metros quando parou e olhou para o lado. Lá estava a floresta que sua mãe mandou ela não entrar. "Como um lugar tão quieto e tranquilo assim pode ser perigoso?" pensou.

Ela adentrou a floresta, onde passarinhos cantavam e folhas farfalhavam. Realmente, aquilo parecia calmo. A menina estava feliz e enquanto andava, cantarolava.

– Pela estrada a fora eu vou bem sozinha, levar esses doses para a vovozinha...

– Ela mora longe e o caminho é deserto... — continuou Amy se empolgando.

– Amy, menos.– disse a narradora.

– Mas eu adoro essa música! — ela disse. Mas a narradora ergueu uma sobrancelha e bronqueou-a com o olhar. — Ah, poxa vida... falou fazendo biquinho e cruzando os braços.

Em um ponto da floresta, ela avistou um lobo com o pelo alaranjado, que se escondia atrás de uma árvore. Ela deu um sorriso e correu em sua direção.

– Por que se esconde, senhor lobo? — ela perguntou dando um sorriso para o bicho que se encolheu. Se aproximou e afagou sua cabeça. — Não precisa ter medo, sou amiga.

– P-para onde está indo?... — gaguejou o lobo.

– Que papel ridículo Ryan! — gritou Lupus caindo na risada logo depois.

– O lobo não deveria ser mal e valente? — perguntou Sieghart, também rindo.

– É engraçado mesmo! — falou Jin entre risos. Todos ali riam, exceto o próprio Ryan, Lire e a narradora.

– Eu achei fofo. — exclamou Lire.

– Não sou medroso, tá legal! — grunhiu Ryan que ainda estava sob a forma de lobo.

– Ei, ei, ei! Quietos todos vocês! Isso não é motivo para rir, é apenas uma peça. Agora QUIETOS! — esbravejou a narradora e no mesmo instante todos calaram-se.

– Para a casa da minha avó. — sorriu.

– E-e, onde mora sua avó?...

– A uns quinze metros daqui. Você deve conhecer, fica debaixo de três grandes carvalhos e é cercada por uma sede de aveleiras. Deus! Preciso ir! Tchau senhor lobo! — falou a menina correndo dali ao perceber que não podia ficar parada ali.

"Essa menininha vai para a casa da avó. Acho que deveria fazer uma visita... Se seguir pelo caminho mais rápido, chegarei lá antes e..." Pensou consigo. Pelo caminho que Chapeuzinho seguiu, ele percebeu que demoraria mais para ela chegar à casa de sua avó.

Então, o lobo seguiu pelo caminho mais curto e Chapeuzinho foi pelo caminho mais longo.

O lobo chegou na casa da avó da Chapeuzinho e bateu na porta.

– Quem é? — perguntou a vovó de cabelos roxos e curtos.

– Sou eu, Chapeuzinho. — disse o lobo forçando a voz. — Vim trazer umas coisas para a senhora se sentir melhor.

– Pode entrar, está aberta. Não posso me levantar, querida, estou com preguiça. — disse a vovó que estava deitada na cama.

– Preguiça... — falou consigo mesmo. O lobo entrou na casa e foi em direção à vovozinha.

– AH! — gritou a velhinha.

– Ela gritou. Tá, e dai? — perguntou Elesis com arrogância.

– Você não consegue ser mais gentil? E se você tivesse lido o script entenderia. — falou a narradora no mesmo tom da ruiva.

– Ela é assim mesmo, por isso que a adoro. — disse Ronan chegando perto da garota e colocando seu braço direito sobre o ombro da mesma.

– Ronan, sai da... Tentei avisar... — falou Lass. Elesis havia dado um soco no azulado que neste momento estava caído no chão.

– Argh...

Chapeuzinho finalmente chegou à casa de sua vovó, onde encontrou a porta aberta. Achou estranho, mas não excitou, entrou na casa e foi ao encontro da velhinha.

– Vovó! — disse dando-lhe um abraço. — Como a senhora está?

– Bem minha filha, apenas com uma pouco de dor na coluna, às vezes uma dor de cabeça... Mas o resto está muito bom! — a velhinha deu um sorriso e foi retribuída pela sua neta.

– Vovó, trouxe umas coisas para a senhora. — Chapeuzinho pegou sua cesta e colocou na cama de sua avó abrindo-a logo depois.

– Nossa querida! Obrigada, fiquei muito feliz pelos presentes! — elas sorriram de novo. - Chapeuzinho, eu também tenho um presente para você, querida.

– Um presente? Para mim? Obrigada! Qual seria? — a menina falou com seus olhos brilhantes.

– Ué, cadê a parte do "Que olhos grandes você tem?", "É para te ver melhor..." — perguntou Azin enquanto olhava a cena.

– Você também não leu o script né?... — perguntou dando um leve tapa em seu rosto. — Deu uma cópia para cada um de vocês e nem fizeram questão de ler...

– Ahn... — falou o de cabelos acinzentados envergonhado.

– Esquece...

– Venha comigo. — a vovó se levantou e foi em direção à porta de sua dispensa, abriu-a. Porém, estava tudo muito escuro, e só conseguia se ver dois grandes e brilhantes olhos.

– Vovó... Que olhos grandes isso tem...

– É para ele te ver melhor.

– E... essas orelhas? — disse a menininha após duas orelhas felpudas apareceram do escuro.

– Para te ouvir melhor. — então quatro e grandes patas apareceram também.

– Isso são patas? Tão grandes?

– São para te abraçar melhor, minha querida.

– Uhm... Cadê a boca?

– Aqui está! — a velhinha acendeu as luzes e no meu da dispensa se fez vista um animal amordaçado com olhos assustados.

– Felizes?

– Sim! — falaram em conjunto.

– AHHHHHHH! — gritou a menininha.

Nesse instante, as janelas da sala são quebradas por um homem grande com um machado na mão, com cabelos acinzentados e os olhos cobertos por um tipo de óculos.

– Ouvi um grito. Tem alguma coisa errada por aqui? — ele perguntou sem expressão na voz.

– Senhor lobo! — disse Chapeuzinho correndo em direção ao animal e desamarrando-o.

– Ele foi amarrado, pela vovozinha! — falou Sieghart em meio a risos.

– Você não pode falar muita coisa, a Elesis consegue te amarrar também. — completou Arme.

– É, mas a Elesis é um brutamontes em forma de garota.

– Oou... — falaram todos em conjunto, menos a ruiva. Pode-se ver uma aura maligna envolvendo-a enquanto sua cabeça estava abaixada escondendo o rosto repleto de raiva.

– Sieghart...!!! — gritou atacando-o.

– Alguém faça um favor de separar os dois?

– Dexa comigo. — disse Jin após erguer sua mão, se dirigindo aos dois.

– Então não há nada de errado aqui? Devo me preocupar com o animal?- perguntou o lenhador apontando para o bicho.

– Não, não senhor. Está tudo bem. — falou a vovozinha com um sorriso.

– Tudo bem, senhor lobo? — perguntou a doce menina após tirar a mordaça o lobo.

– Sim... — respondeu com a cabeça baixa.

– O que veio fazer aqui?

– V-vim agradecer sua gentileza... — ele disse indo para a forma humana.

– Ah, você é fofo. — a menina sorriu novamente. O garoto, usava sua franja para esconder o rosto extremamente corado. Chapeuzinho deu uma risada e deu-lhe um beijo na bochecha. — Meu lobinho.

– Já te vi muitas vezes passeando pela floresta... – começou o lobo ainda muito corado.

– Ahn? Como assim? – Chapeuzinho estava confusa, mas deixou que ele continuasse.

– V-você... É muito bonita e...

O garoto não excitou, se aproximou e sussurrou um "Eu te amo" no ouvido da menina. Os dois selaram esse amor com um beijo.

E todos foram felizes para sempre...

– Own... Que coisa fofa! — exclamou Amy observando a cena que ainda continuava.

– É uma gracinha mesmo! — disse Arme com os olhos brilhando.

– Essa foi a melhor até agora! — falou Lin do mesmo jeito da roxinha.

– Eu sei, eu sei. Eu sou demais.

– Tá passando muito tempo com a Rey, né? — perguntou Dio. A narradora, envergonhada, apenas afirmou de leve com a cabeça enquanto Dio soltava uma gargalhada.

– Lire, você e o Ryan são muito fofos juntos! — a rosada falou chegando perto dos dois que ainda estavam juntos.

– Obrigada Amy. — falou a elfa soltando um sorriso.

– Blá blá blá... Melosos. — disse Elesis. — Volta aqui! — a garota agarrou Ronan pelo colarinho já que ele havia tentado fugir de sua "cessão de pancadas" como ela mesmo chamava quando batia no Ronan ou no Sieghart.

– Assim como os dois ali... — disse Lass apontando com a cabeça para Elesis e Ronan.

– Tirando aqueles dois, até que está quieto... - sussurrou a narradora para si mesma, soltando um suspiro longo.

– Ah, é. Quase esqueci. — Dio chegou perto da narradora e passou a encara-la. — Eu ainda não atuei.

– Por que eu fui falar... Olha, tiveram poucos personagens dessa vez, só foram quatro!

– Mas todos, exceto o imbecil da espada, já tinham atuado, POR QUE EU NÃO FUI?! berrava.

– Para de me encher Dio. - falou a garota inflando as bochechas. — Você é um saco.

– Todos sabemos disso. — comentou Sieghart.

– Como é, velhote? — desafiou o asmodiano.

– Foi o que você ouviu! — os dois caminharam para frente um do outro, e começaram a brigar enquanto os outros apenas os observavam.

– Pois é, ninguém além deles e do casalzinho "eterno" tá bri...– e todos começaram a brigar. A narrador ficou sem fala, não havia motivo algum para eles brigarem. — Eu e essa minha boca maldita...


Notas finais
Eu adoro seres de orelhas puxadas *-*, o Ryan e a Lire são muito fofos *-* (mas ainda prefiro a Rey e o Dio u.u)
O Dio tá me enchendo o saco --' mas é divertido trabalhar com eles :P
E aí? Gostaram? Não? Deem reviews, quero saber u.u
PS: Volto a pedir-lhes: quem souber colocar fotos no início dos caps, me ajude!
PS: Sim, são eles, Rin e Len do vocaloid... É que achei a imagem tão kawai que não resisti! *-*