Grand Chase: Dimensional Cross

2 Capítulo 2 - Reunidos


Notas iniciais
Olá! Fiquei tão feliz ao saber que alguém leu o primeiro capítulo! *-* Pois bem! Aqui está o segundo capítulo, espero que gostem! (esse ficou bem maior do que o outro. :x) Ah! Os erros de gravação vão ser sobre o capítulo anterior! Vou tentar fazê-los em todos os próximos capítulos. Se não gostarem, digam que daí eu paro com eles. '-'(o que estiver em itálico faz parte do texto original. Em negrito está o erro.) Boa leitura! :D

Os oito integrantes da Grand Chase se dividiram em três grupos. Lire, Ryan e Dio iriam para o lado norte da cidade; Arme, Ronan e Zero foram para o sul e os que restaram, ou seja, Elesis e Lass, estariam mais na região central. Para a sorte deles, o dia estava lindo, com poucas nuvens no céu, assim poderiam fazer as compras com mais calma.

-Sul-

Arme olhava os artefatos místicos com os olhos brilhando. Não conseguia conter um sorriso bobo de brotar em seus lábios, fazendo o rapaz ao seu lado soltar uma discreta risada. Era como se a arquimaga tivesse voltado a ser criança, porém logo se conteve, percebendo que estava sendo observada.

- O q-que foi? – cruzou os braços, virando o rosto, envergonhada.

- Nada. – riu Ronan, direcionando seu olhar para uma loja qualquer do outro lado da rua. – Hoje parece estar bem movimentado por aqui, mesmo sendo no meio da semana.

- Vieram fazer o mesmo que nós. – Arme olhou para as pessoas ao seu redor. – Aproveitar que hoje todas as lojas abaixaram seus preços. – sorriu. Era como se a alegria dos outros a estivesse contagiando e animando-a.

O jovem inquisitor pareceu notar a falta de algo, pois começou a olhar de um lado para o outro. Arme, não entendendo a inquietação de Ronan, arqueou uma sobrancelha.

- O que houve?

- Zero. Ele não estava aqui agora pouco?

A garota finalmente notou a ausência do terceiro integrante do time. Uniu-se na busca por ele, que não durou nem cinco minutos. Os dois encontraram-no numa biblioteca, olhando fixamente para o livro em suas mãos.

- Zero! O que está fazendo? – Ronan se aproximou dele. – Zero? – chamou-o mais uma vez, tocando de leve em seu ombro.

O rapaz balbuciou alguma palavra que não fora ouvida por Arme e Ronan. Os dois se entreolharam, confusos.

- O que você disse? – Arme perguntou, já ficando preocupada.

- Eclipse... – disse num tom de voz um pouco mais alto.

- Hã?! – os dois disseram juntos, rapidamente indo ver o livro que Zero segurava.

Assim que seus olhos se encontraram com a imagem da capa, tanto a arquimaga quanto o inquisitor sentiram uma pesada gota escorrer por suas cabeças. Não só isso, Arme quase capotou enquanto Ronan batia levemente a palma da mão em sua testa.

- Imagino que esse Eclipse não é a espada que você procura, Zero... – sorriu gentilmente, tentando explicar ao andarilho sobre o engano.

- Não? – em sua voz era notável a decepção. Mais uma vez, a gota escorreu pela cabeça dos outros dois.

- Vamos, Zero. Coloque o livro de volta na estante, ainda temos muito o que comprar. – suspirou ao mesmo tempo em que deixava escapar o riso.

Zero encarou o livro mais uma vez antes de devolvê-lo à sessão da Saga Crepúsculo de astronomia. Quando o trio saiu da biblioteca, pode ouvir uma voz conhecida conversando com um vendedor.

- Então você é o famoso imortal, aquele que derrotou cem soldados? E sozinho? – o vendedor não conseguia acreditar no que acabara de ouvir do rapaz na sua frente.

- Sou eu mesmo. – soltou um sorriso de canto.

- Sieghart? – Ronan, surpreso, chamou-o. O imortal virou-se e acenou para eles.

- Olá. – seu sorriso continuou o mesmo.

- Missão: encontrar membros da Grande Caçada. Status: completa. – uma garota saiu da biblioteca, sem expressão alguma em seu rosto. Ao arrumar seus óculos, seus olhos foram cobertos pelo reflexo da luz do Sol.

- Mari? – Arme olhou para trás, sendo cumprimentada pela companheira. – Ok, agora estou confusa... Vocês não estavam numa missão, em Xênia? Pensei que iriam descansar um pouco por lá antes de voltar e só estariam aqui daqui a alguns meses. – Sieghart e Mari se entreolharam.

- Informações confidenciais. – respondeu a polaris. Arme iria questioná-la, mas foi impedida por Sieghart, que foi mais rápido e falou antes dela.

- Não se preocupe. Logo, a Lothos vai explicar tudo. – vendo que não tinha escolha, a arquimaga se conformou, cruzando os braços.

Zero, que não estava muito interessado na conversa, apenas observava uma loja de adubo orgânico cujo o nome era Eclipse.

- Eclipse... – sussurrou, como se suas esperanças tivessem voltado. Grandark, que se mantivera calado o tempo todo, apenas soltou algo como um suspiro.

-Norte-

Lire riscou um item da lista de coisas que precisavam comprar. Conferiu tudo, apenas para ter certeza. Sorriu. Por enquanto, nenhum problema. Ao virar-se, a elfa avistou Dio um pouco distante, olhando para foices, fascinado.

- Até que elas são boas. – comentou.

- Dio! – após o grito de Lire, o rapaz olhou para ela. – Se vai comprar, compre logo! – botou as mãos na cintura. – Se demorarmos demais, a Elesis fará cabeças rolarem hoje.

O asmodiano bufou, mas seguiu o conselho da amiga. Mesmo ele sendo forte e resistente, Elesis ganhava quando se tratava de causar calafrios nos outros apenas sendo dito seu nome. Depois de pensar muito, Dio escolheu a foice mais cara e a botou nas costas, indo atrás de Lire. Ela, acabando de riscar a lista mais uma vez, olhou-o e sorriu.

- É uma bela foice.

- Concordo. – disse, a alegria sendo muito bem camuflada em sua voz. – Já compramos metade do que precisamos. Acha que vai sobrar dinheiro?

- Depende. Mas provavelmente sim. – seu sorriso aumentou. – Se der tempo, talvez eu consiga comprar um bracelete. – falou mais para si do que para Dio.

Os dois entraram numa loja de poções e compraram várias delas, colocando-as dentro de um livro mágico feito especialmente por Arme. Somente os itens mais frágeis eram guardados nele, afinal, ele não era assim tão grosso.

- Já estamos acabando. – comemorou Dio, se espreguiçando.

- Aqui, carregue isso. – Lire entregou para ele uma montanha de armaduras.

- E-Ei! – surpreendeu-se, mas levantou-as com muita facilidade. – Por que preciso carregar tudo isso? – perguntou, indignado. – Mal consigo ver meus pés!

- Porque vou precisar estar com as mãos livres quando for pagar. – coçou a cabeça, tentando se explicar. – Não ver seus pés não é um problema. Você queria estar na situação do Ryan? – apontou com a cabeça.

Dio virou-se e se espantou. Uma enorme pilha de armas e suprimentos movia-se lentamente na direção dele. No meio disso tudo, o pobre Ryan utilizava toda a sua força para empurrar todos aqueles itens.

- Desde quando...? – voltou a olhar para Lire.

- Desde àquela hora em que você estava ocupado observando as foices. Eu disse ao Ryan que não precisava levar tudo sozinho, mas ele teimou dizendo que conseguia carregar tudo de uma vez. – suspirou. – Ele é um cabeça-dura, você sabe. Não mudaria de ideia nem que um cometa o levasse para outra galáxia. – riu.

Dio estava prestes a dizer algo, mas assim que abriu a boca, ouviu gritos de histeria. Por reflexo, botou a mão no cabo da foice, porém ela foi retirada por Lire, que tentava acalmá-lo.

- Por todo o Inferno, o que foi isso?!

- Não sei. Vamos lá ver! – foi andando até um grupo de pessoas reunido no final da rua.

- Ei! Me esperem! – gritou Ryan, apertando mais o passo.

Lire subiu numa árvore e procurou o motivo de toda aquela aglomeração de pessoas. Avistou uma cabeleira rosa, muito familiar, e olhando mais longe dali encontrou um ruivo encostado na parede.

- Amy! – gritou. A garota, na hora, olhou para a elfa e sorriu. Passou por todas as pessoas ao seu redor, enquanto Lire descia da árvore para cumprimentá-la.

- Lire! A quanto tempo! – abraçou-a, animada. – Eu estava dando alguns autógrafos. Sabe como são os fãs, né? Ser uma celebridade não é fácil. – riu.

- Já me acostumei com esse aglomerado de fãs que se forma a sua volta. – brincou.

Dio ficou olhando-as de longe. Ryan estava quase ao seu lado, ainda empurrando a pilha de itens na sua frente.

- Ufa. – sentou no chão e respirou fundo. – E então? O que aconteceu? – perguntou o druida.

- Amy e seus fãs. – falou Dio, de braços cruzados. Ryan revirou os olhos, demonstrando ter entendido a mensagem.

- Ei! – um garoto se aproximou de Lire e Amy. – Você poderia me dar um autógrafo? – ele aparentava ter uns sete anos. Estendeu um caderninho para a elfa, que se surpreendeu.

- Eu? – apontou para si. – Mas não sou famosa.

- Você poderia ser. – o menino sorriu. – É amiga da Amy e é bonita! Faria muito sucesso! – após o comentário dele, outros fãs da dançarina apoiaram-no.

- Sem dúvida alguma! – ouvia-se da multidão. – Fãs você já vai ter! – Lire esboçava um pequeno sorriso, encabulada.

- Epa, epa. Roubando meu público? – riu Amy, dando cotoveladas de leve na amiga.

Jin foi andando até Dio e Ryan. Deu um belo tapa nas costas do último, sorrindo.

- Como vai a vida, cara? – riu da cara de emburrado de Ryan.

- Pesada. – apontou para a montanha de coisas em que estava apoiado. – E a sua?

- Vai indo, vai indo. – apertou a mão de Dio.

- Não ligue para ele. Está com ciúmes porque a Lire está recebendo muita atenção masculina. – Dio apontou com a cabeça para Ryan.

- Não estou! – falou entre os dentes. Jin riu da situação dele, deixando-o ainda mais emburrado.

Depois de vários minutos, os fãs finamente foram embora. As garotas se juntaram aos três rapazes que as esperavam pacientemente.

- Que demora! – reclamou Ryan.

- Vida de superstar é assim mesmo, meu bem. Não reclame. – Amy balançou o dedo indicador de forma negativa.

O druida soltou um longo suspiro, levantando-se do chão. Lire olhou para o céu, vendo se o pôr-do-sol estava próximo.

- Acho que devíamos voltar para a base. – sugeriu. – Vocês vão para lá, Jin?

- É. A Lothos nos chamou. Disse que era importante. – deu de ombros. – Mas realmente não sei do que se trata.

- E deve envolver todos da Grande Caçada, já que vimos Sieghart e Mari no caminho pra cá. – comentou Amy.

- Talvez alguma luta de nível épico. – disse Dio enquanto pegava as armaduras que havia deixado no chão.

Logo, os cinco puseram-se a andar de volta à base da Grand Chase. Durante todo o percurso, Ryan sempre fazia uma cara de “¬¬” quando Amy citava seus fãs.

- O que ele tem? – Lire sussurrou para Jin, confusa.

- Nada demais. – segurou o riso, deixando a elfa com um enorme ponto de interrogação acima da cabeça.

-Centro-

- O que você acha? – a justiceira virou o rosto na direção de Lass, apontando para um par de sabres.

- São belos. – disse, indiferente. – Belos e caros. Bem caros. – Elesis concordou, não muito contente.

- É mesmo. – suspirou. – Então deixo para próxima. – deu um sorriso desapontado para o vendedor e os dois saíram da loja.

Cada um tinha uma sacola nas costas. Não era possível identificar o que havia dentro delas, mas podia-se ter certeza que eram vários objetos. A ruiva entrava de loja em loja, saia mais rápido do que entrava. Lass apenas esperava o chamado dela, caso a espadachim tivesse achado algo que precisavam. Pararam poucas vezes, deixando assim o retalhador entediado. Olhava para o céu, contando o número de nuvens.

- Ei, Lass. Veja isso! – foi andando calmamente na direção da ruiva, as mãos dentro de seus bolsos.

- O que achou?

Ela apontou para uma espada com duas lâminas. O cabo tinha belos detalhes e não possuía imperfeições. As lâminas, levemente vermelhas, pareciam brilhar e davam um ar mais místico à arma. O preço não era elevado, observou o rapaz. O vendedor, um homem idoso, observava-os discutir sobre a obtenção da arma.

- Poderíamos levar essa.

- Mas você saberia usá-la? – Elesis iria respondê-lo, mas parou para pensar. – Beleza e preço não são as únicas coisas que importam. Se você quer levá-la, não vou reclamar. Mas se você não souber utilizá-la numa batalha, do que adiantaria tê-la comprado?

- Entendi, entendi! – elevou um pouco o tom de voz. – Já entendi. – Elesis olhou ao redor. – Mesmo que eu não a compre, vamos dar uma olhada nessa loja. Parece ter armas muito interessantes. – saiu andando.

Lass perambulou pela loja, não conseguindo se interessar por nada. Já havia comprado as armas que queria, então comprar mais algumas não estava em seus planos. Como conhecia Elesis, sabia que ela compraria várias — afinal, a garota quebrava uma arma a cada três lutas — por isso estava tentando economizar o máximo possível.

Olhando as estantes, porém, algo lhe chamou a atenção. Tocou de leve na adaga depositada ao lado de outras. Em seu cabo, leves e suaves traços contornavam desenhos abstratos e se espalhavam até a ponta da lâmina. A adaga não tinha um fio de corte muito bom, percebeu o retalhador, mas era necessário apenas afiá-la. Por um momento, sentiu seu corpo petrificar. Nunca havia visto aqueles traços antes, mas eles eram-lhe muito familiares.

- Lass. – pensou ter ouvido a voz de seu sonho ao seu lado. Parecia risonha e alegre, soava como uma brisa. Era de uma criança, tinha certeza. Ela demorava em ir embora, mesmo que seu nome tenha sido dito num único instante.

- Ora, meu caro. Interessou-se por esta? – o velho vendedor se aproximou com um sorriso gentil estampado no rosto. – Ela é muito bonita. – o rapaz se assustou ao ver-se segurando a adaga. Pegou-a inconscientemente? O que mais o assustava era que ele a segurava firmemente, como se não quisesse soltá-la. – Mas devo admitir que ela não é muito boa. Foi feita há três décadas atrás, quando eu ainda era jovem.

- Certamente, se ela não for afiada, não cortaria muitas coisas. – devolveu-a para a estante. O homem acompanhou o movimento dele com os olhos. – Mas não vou comprá-la. Já possuo as minhas. – Lass olhou por um tempo o chão, então se voltou para o vendedor. – Sobre essa adaga... – pensou nas palavras que iria utilizar. – Ela possui uma história?

- Como? – arqueou-o uma sobrancelha.

- N-Não é nada. – olhou para as outras adagas. – Só achei que os traços do cabo me pareciam familiares. Mas deve ter sido somente minha imaginação. – disse indiferente como sempre.

- Oh. Entendo. – o homem sorriu.

- Atenção! – ouvi-se uma voz gritando na porta da loja. – Integrantes da Grande Caçada, revelem-se! Temos uma reunião de emergência. Agora! – Elesis foi correndo até a origem da voz, deparando-se com Lothos. – É bom vê-la, Elesis. – cumprimentou-a com um leve aceno da cabeça.

- Preciso ir. – Lass saiu andando, mas sentiu uma mão em seu ombro.

- Passe aqui em outro dia, rapaz. Eu lhe contarei a história da adaga que lhe chamou tanta atenção. – retirou sua mão para deixá-lo ir.

Lass apareceu num instante atrás de Elesis, fazendo tanto ela quando Lothos levarem um susto.

- Mais alguém por aqui? – recebeu resposta negativa por parte dos dois. – Ótimo, temos que voltar para a base imediatamente. – sem dar tempo para perguntas, Lothos saiu andando apressada.

Quando chegaram, avistaram o grupo de Arme os esperando. Elesis e Lass estranharam a presença de Sieghart e Mari ali. Ficaram ainda mais confusos quando viram Jin e Amy chegando junto com Lire, Ryan e Dio.

- Todos para dentro. Tenho um comunicado para vocês. – Lothos foi a primeira a entrar na base.

Assim que eles guardaram as compras no depósito e na cozinha, foram para a sala de reuniões, cada um pensando sobre o que Lothos iria falar. A líder do grupo, Elesis, sentia arrepios a cada passo que dava, imaginando se uma emocionante luta estava se aproximando. Esboçando um sorriso animado, abriu a porta e foi a primeira a entrar na sala. O ranger desta foi ouvido por toda a base. Segundos depois, outro rangido anunciou que as portas se fecharam

-Erros de gravação-

- Vamos logo, Lass. Estou lhe chamando faz trinta minutos! — ele balançou a cabeça e olhou para ela. — Pare de enrolar e saia da cama! — a ruiva puxou as cobertas do rapaz, obrigando-o a ficar de pé. Infelizmente, Elesis puxou com tanta força que fez Lass sair voando contra a parede. Nela, o contorno do rapaz ficou presente.

Autora: CORTA! — gritou, olhando para Elesis. — Não destrua o cenário! Foi caro fazê-lo! — apontou para o cenário feito com papel molhado, papelão, cola e purpurina. — Alguém vá ajudar o Lass!

Assistente: OMG! CHAMEM O SAMU! O LASS NÃO TÁ RESPIRANDO! — desesperado. — RÁPIDO! LIGUEM PRA EMERGÊNCIA! PARA OS MAGOS! PARA OS DEUSES! — enfaixando o Lass feito uma múmia.

Lass: ... — sem nenhum arranhão, respirando normalmente e com uma cara de "¬¬".

Mesmo recebendo a advertência brutal de Elesis, Lass se trocou com muita calma, além de demorar um pouco mais pra arrumar seu quarto.

- Caramba, cadê o Lass? — Arme suspirou, olhando para o relógio. — Já anoiteceu! — apontou para a Lua no céu. Todos os outros da Grand Chase estavam ou amaldiçoando Lass ou dormindo ou buscando formas de torturá-lo.

Autora: CORTAA! — olhou ao redor. — ONDE RAIOS FOI O LASS?! — soltando fogo pela boca.

Assistente: É o Autorazilla. — sussurrou. Botou a mão no microfone em seu ouvido, parecendo ter recebido uma notícia. — Parece que o Lass foi atacado por fãgirls e raptado. Dizem que elas estão mantendo-o preso naquele barraco do lado do McDonald's.

Autora: VOOOOI! — usando uma armadura constituida por um barril. Como escudo, uma tampa de panela e uma colher de pau como arma. — O Lass não tem sósia, então VAMOS SALVÁ-LO! — arrastando o assistente junto. — E depois vamos no McDonald's acabar com aquele palhaço esquisito. — com os olhos brilhando.

Assistente: Mas, mas! AQUELAS GAROTAS SÃO MEDONHAS! E O PALHAÇO TAMBÉM!! — indo mesmo não querendo ir.

- Exatamente. Temos até o pôr-do-sol para voltar até a base, não se esqueçam. — colocou uma mão na cintura. — Ok, vamos nessa! — estendeu um punho aos céus, em sinal de motivação. Porém, quando ela fez isso, um Sid foi acertado e, digamos assim, voou magnificamente para os céus mais distantes. Não, ele não morreu. Só foi mandado pra fora da estratosfera.

Autora: CORTAAAAA! — com uma veia saltando na testa. — De quem raios era aquele Sid?!

Assistente: Seu. — preparando achocolatado com chantilly.

Autora: ...NÃÃÃÃÃÃOOOO!!!! — com as mãos na cabeça, desesperada. — MEU QUERIDO SIIID!!! — chorando rios. — ELESIS! VOU PROCESSAR-TE POR AGRESSÃO AOS ANIMAIS!

Elesis: Estamos num mundo onde agressão aos animais não é visto como crime. — revirou os olhos, vendo a autora chorar mais ainda pelo mascote.

Autora: Mimimimi... — se consolando com doces e engordando.

Notas finais
O que acharam? *comendo uma barra de chocolate* Espero que tenham gostado! Como o capítulo um foi curto, não houveram muitos erros de gravação. .-. *vendo se não acha o Sid com um telescópio* Gostaram? Odiaram? Não sabem porque não chegaram a ler isso? Mandem reviews! Aceito com prazer! 8D