Notas iniciais
Olá. com saudades♥?? Sim eu sai do poço do esquecimento e voltei com um cap. novo !! "Nossa mas depois de tanto tempo?!" SIM, e peço desculpa pelo tempo mas andei dando uma desanimada e pensei em ate desistir das fanfics excluir tudo e esquecer de vez, tive bloqueio , problemas pessoais, haaa tantas coisas, mas essa semana alguém me perguntou se eu gostaria que um escritor que gosto fizesse isso ... Então eu voltei :) e espero que pra ficar. Enfim recebi esse gás de uma pessoa especial, fiquei inspirada e voltei a escreve então to aqui com um cap novo espero sinceramente que me perdoem e gostem... por agora, Boa leitura.

Horas, dias, semanas, meses se passou na vida dos cavaleiros de Atenas cada qual vivenciando a maternidade e paternidade ao seu modo.

Uns com dificuldade e estremo zelar, a gravidez de Shun já está quase em seu sétimo mês e o pequeno defensor da armadura de Andrômeda, tivera um grave sangramento, causado por raiva, o castanho havia saído pra visitar o irmão e quando retorno encontrou a jovem vendedora que conhecerá logo no começo da gravidez em cima de Aiolia.

flash back

Shun subia as escadas do santuário calmamente e enquanto isso pensava no tamanho do sermão que levaria de certo leonino. Ao chegar ao templo de leão Shun ouviu vozes alteradas vinda de seu interior.

—Aiolia? — Chamou, mas não veio resposta.


Se concentrando no som Identificou que vinha da sala e foi em direção a ela. Quando entrou o menor se deparou com a vendedora que conhecera tentando agarrar Aiolia.


— O que esta acontecendo aqui?— Shun falou ganhando a atenção.

— Shun... — Aiolia se desvencilhou das mãos da mulher e foi em direção ao mais novo. — Não é o que você está pesando e não é nada, nada, somente um pequeno problema que e foi resolvido com a senhorita Cristal que já estava de saída.


— Resposta errada, você não sabe o que eu estou pensando. — O pequeno respondeu serio. — E que problema é esse?

— você... — A jovem olhou com desdém para Shun. — Então é verdade.


— O que é verdade?— O virginiano não tirava os olhos da mulher.

— Eu vim aqui ver com meus próprios olhos. — Explicou. — Se era verdade que a "mãe" do bebé do Aiolia era realmente o que diziam.

— O que diziam? — Shun que estava atrás do leonino caminhou em direção a jovem a olhando de frente.

— Bom que a suposta mãe do filho do Aiolia era um homem. —Ela disse raivosa.

—Sim é eu sou e o que isso lhe diz respeito?— Shun respondeu polido.

A mulher fechou o semblante, pensava quem era aquela aberração para falar com ela daquele jeito, Aiolia deveria estar muito desesperado para aquilo, que dizer monstro.

— Alguém precisava abrir os olhos do Aiolia.— Ela disse se direcionando para o loiro.— Você estava desesperado eu entendo mas isso.— Apontou para Shun.— Essa monstruosidade, você poderia ter quantos filhos quisesse com que quisesse ... Poderia ate ter sido comigo, você sabia que eu queria filhos.

—Você esta se escutando! — O defensor de leão se exaltou estava se contendo ate aquele momento. — Você entra na minha casa, ofende minha família, meu marido, meu filho, antes que perca o pouco de respeito que tenho por você, saia.

— Ofender, você esta enlouquecido. — Ela olhou para Shun.— Com certeza foi esse monstro que fez sua cabeça.

— Olha como fala do meu marido.— O leonino estava cansado de ouvir aquilo iria coloca-la para fora nem que fosse a força.

— Você esta se escutando Aiolia?— A jovem fala alto em plenos pulmões.


Shun somente observava tudo calado de punhos fechados não podia se exaltar, já havia se esforçado, poderia fazer mal ao bebê.


— Você poderia ter adotado, engravidado uma mulher, ate barriga de aluguel, mas não fez isso e como? Pois isso não e natural só pode ser uma aberração. — Ela estava descontrolada.— Não ficaria nada surpresa que o que ele carrega ai dentro não seja algo pior.

A distancia foi cortada a passos rápidos, a mão antes imóvel foi erguida e desferiu um tapa tão forte que levou o corpo menor ao chão.

— Saía.— Pediu a voz impassível.— Você disse o que queria, ofenda a mim mas não ofenda meu filho.

— Shun... — Aiolia olhava impassível a atitude que o menor havia tomado.

— Você ... como...— O menor se aproximou.


—Não faça isso se tiver ainda bom senso. — A jovem caída no chão olhava surpresa para o menor e iria se levantar em sua direção e revidar aquele ataque.


— O q... — mas não o fez aquilo que ouviu a fizera recuar.

— Se não parar e sair. — O castanho se abaixou ao lado dela e disse baixinho. — Eu que mato você.

O mais velho olhava a cena toda, o castanho sempre doce e suave incapaz de erguer a voz a ninguém agora tinha os olhos frios e parecia outra pessoa a sua frente.

Shun se afastou de Cristal dando espaço para a mesma se erguer, ela tinha uma mão sobre o rosto, se levantou, seus lábios se abriram iria dizer algo mas ao seus olhos se encontrarem com os do virginiano, recuou e saiu deixando o casal para trás sem dizer mais nenhuma palavra.

Quando sozinhos Aiolia se aproximou do amado tocando sua cintura e enterrando o rosto em seus cabelos.

— Me perdoa.— O maior tinha a voz falha. — Eu nunca imaginei que isso poderia acontecer, eu não imag... Me perdoa por isso.


— Não.— O corpo do leonino se retesou.— Não tenho que perdoar você, não tem culpa daquela mulher ser uma louca.

— Você não deveria passar por isso, é meu dever te proteger.— Aiolia se culpava.

— E me protege.— Shun tocou a barriga.

— Mas per... — Shun tocou os lábios do maior o impedindo de falar.

— Pode fazer duas coisas para mim?— Shun pediu baixinho.

— Claro.— O maior respondeu.

—Pare de se desculpa e chame o medico.— Shun disse serio e seu corpo se amoleceu nos braços de Aiolia.

— Shun!— O cavaleiro de ouro gritou.

O maior pegou o corpo mole nos braços e neste momento sentiu algo quente nas palmas de sua mão, ao olha-la elas estavam vermelhas , Shun estava sangrando.

Flash back off.

Os três homens estavam sentados ali em silencio esperando as noticias daquele dia, após aquilo Shun foi internado e teve que ser submetido a uma cesariana de emergência, ate hoje Aiolia não sabia como havia chegado no hospital, tudo ainda era muito confuso, quando viu o sangue em suas mãos a única coisa que se passava em sua cabeça era que precisava salva seu amor e seu filho.

Quando ligou para Ikki e contou o que havia acontecido o moreno veio direto pra o hospital e assim que se encontraram deu um soco em Aiolia, que aceitou de bom grado, era seu papel proteger o menor e entendia também que Shun era o único irmão dele, depois com ânimos mais calmos Ikki pediu desculpa pela atitude disse que não havia pensado direito.


O virginiano passou pela cesariana sem nenhuma complicação, mas ainda não haviam liberado Shun, por mais que tudo que tivesse ocorrido bem o menor ainda não despertara da anestesia e sua bebe estava na incubadora ela nascera pequena mas precisaria de assistência para desenvolver os pulmões, nenhum dos dois estava liberado para receber visitas.

Uma mão quente tocou a sua o tirando de seus pensamentos e ao olhar o dono da mão era Hyoga, o loiro era o mais comedido ali e durante os dias que ficaram ali no hospital foi o responsável por cuidar de si e de Ikki, ele dizia que os dois eram muitos teimosos e que se ficassem doentes Shun ficaria magoado.


— Como esta?— O loiro sorriu para o amigo. — Já comeu alguma coisa?

— Estou bem. — Sorriu fraco, e para segunda pergunta fez uma careta.

— O que eu já disse?— O loiro disse serio. — Vai.

— Eu não...— Aiolia olhou o semblante do russo se fechar mais ainda, e da ultima vez que o questionou levou um sermão, Hyoga ate parecia sua mãe e de Ikki.— Okay mamãe.

— Gosto assim.— O loiro somente riu e acariciou a pequena barriga que despontava.

— Eu te acompanho.— Ikki seguiu o outro leonino. — Ele também já brigou comigo hoje.

—Obrigada. — Aiolia disse serio.

— Nos somos uma família e sempre estaremos aqui. — O moreno respondeu simplista. — Vem vamos logo antes que o Hyoga puxe nossas orelhas.

Alimentados os dois leoninos voltavam para a sala de espera e conversavam, quando chegaram a sala de espera encontraram o Aquariano conversando com o medico.

— Sr. Ikki, Sr. Aolia.— O medico os cumprimentou.


— Olá, o senhor tem noticias— Aiolia

— Sim, estava contando para o senhor Hyoga.— O medico sorriu.— Tem duas pessoas que adoraria ver o senhor.

Aiolia sorriu abertamente, seu semblante que sempre estava cansado simplesmente se iluminou e mudou.

—Me acompanhe.— o medico indicou o caminho.

Ao chegar ao quarto o loiro não podia estar mais feliz, Shun estava deitado na cama, parecia um pouco pálido e tinha a feição cansada mas ainda assim tinha um leve sorriso no rosto.

— Meu amor.— O maior correu ate cama e tocou no rosto do mais novo com delicadeza.

— Oi, senti sua falta.— O menor respondeu.

—Eu também.— Aiolia beijou levemente o castanho.

— Você já viu a nossa princesa— Shun perguntou.

Os olhos verdes do leonino desviaram do rosto do castanho e seguiram para a incubadora no lado da cama, dentro estava o símbolo do amor do dois, a pequenina bebe dormia.

— Ela e perfeita.— O rosto se molhou em lagrimas.

Notas finais
Então??? é por vocês que voltei então gostaria de saber suas opiniões!! Estou feliz por escrever novamente e nos vemos no proxímo cap. beijos de luz ♥