Grávidos II
4 Mil e uma noites parte I
Notas iniciais
A noite estava linda e as estrelas forravam os Céus em companhia da Lua cheia que enfeitava a imensidão azul.
Apartamento Ikki e Hyoga.
Repassava mentalmente tudo que havia planejado. O loiro preparou uma surpresa para Ikki, na verdade não sabia como havia criado coragem para prepara aquilo e, mas como se propôs seguir a ideias dos amigos e já havia arrumado a casa não haveria como voltar atrás, só esperava que o moreno gostasse.
Olhou o relógio na parede e já marcava 20:35h, Ikki estaria ali em meia hora, precisava se arrumar, ainda um pouco relutante pegou a roupa que estava dobrada em cima do sofá e foi para o quarto se trocar.
Templo de leão.
Shun parecia um tomate com cabelo de tão vermelho que estava, se olhava no espelho e não sabia o que achava. Realmente a roupa era linda mas também era constrangedora, se olhava de costa para o espelho e rezava aos Deuses que quando o Leonino o visse não cai-se em risadas, pois se isso acontecesse, coisas ruins aconteceriam.
Três escadas a cima Templo de escorpião.
Diferente dos outros dois Milo parecia radiante com a ideá, a sala se encontrava em meia luz, com velas espalhadas por todo ambiente, a mesa posta para dois estava pronta já com a garrafa de vinho no gelo e uma música baixa e suave tocava, estava perfeito.
– Hoje você tá perdido francês.– Milo arrumava as madeixas loiras.
Mais quatro escadas a cima templo de Peixes.
Pétalas de rosas, uma trilha feita de pétalas de rosa, Dite jogava as pétalas pelo chão desde a entrada do templo passando pela sala, corredor, levando para o quarto onde cobrira a cama. O Sueco queria ter uma noite romântica com seu Italiano e ter um momento maravilhoso para contar para seu filho na posterioridade. Enquanto olhava seu trabalho lembrara da conversa que tivera com os amigos mais cedo.
Flashback.
– Vamos ter nossos filhos juntos.– O pisciano tinha um enorme sorriso no rosto.– Ou melhor vamos engravidar juntos.
– O que?– Hyoga olhava incrédulo para Afrodite.
– Repete que não entendi.– Milo olhava confuso o amigo.
–Verdade repete.– Shun estava na mesma situação do Grego.
– Quero que comecemos a fazer nossos filhos juntos, mas especificadamente hoje a noite. – O platinado olhava animado os amigos.
–Não.– A resposta de Hyoga foi imediata.
– Que?– Shun estava perdido.
–Okay, continuo sem entender nada … Então não.–Milo tinha uma sobrancelha erguida
– O que como assim? A ideia não é ruim.– O suco tinha um bico nos lábios.
–Tudo bem Afrodite não é ruim, mas ainda não entendi os motivos por trás disso.– Shun olhava desconfiado para o loiro.
–Nossa que vê pensa que to planejando algum crime.– Afrodite estava inconformado.
–Não fica assim Dite, mas é que suas ideias as vezes, presta atenção loira as vezes parecem absurdas.– Milo estava adorando aquilo.– Essa é uma delas então explique melhor sua ideia e dai dizemos se é boa ou não.
–Tá, então nos aqui fizemos o ritual e tudo, eu estava pensando como seria se nossas gestações não fossem na mesma época, pois nossos filhos poderiam crescer juntos, passariam todos juntos pelas mesmas fases e não se sentiriam sozinhos. Por isso meu pedido, para que nossos bebês cresçam juntos.– O platinado tinha atenção dos amigos.
– Entendi, tá mas o que garante que isso dê certo, a própria Deusa Cibele falou que seria imprevisível quando ocorresse.– Hyoga questionou.
– Não à garantia, mas seria bom para nossos filhos não?– Dite olhava pedinte para os amigos.
– Sim…–Milo ergue as mão ao seu.– Eu aceito.
–Tudo bem.– Shun também concordara.
– Hyoga?– Dite piscava seus olhos azul-piscina para o russo.
–Ta bom, tá bom … E quando você deseja colocar isso em “pratica”?– Hyoga fazia aspas com as mãos.
– Hoje.– O platinado sorriu triunfante.– Como sabia que iam aceitar eu já comprei umas coisinhas.
O loiro correu para seu quarto todo saltitante em busca dos produtos e coisas que já havia comparado antecipadamente, deixando para trás os outros três com cara de espanto e surpresa.
Flashback off.
Dite colocava o Champanhe no gelo ao lado da cama, agora era somente se arrumar e esperar por seu Italiano, enquanto corria para o banheiro e se despia Dite sentia uma frenesi por dentro, pois aquela noite seria memorável.
Templo de leão
O cavaleiro de Leão entrava no templo, seus passos ecoava pelo local, O grego não via a hora de estar ali, o dia havia sido um pouco cansativo, ainda mais por não ter visto Shun em momento algum, nem mesmo no intervalo do treino. Outro fato estranho era que o templo estava quieto de mais. Andando um pouco mais rápido qual foi sua surpresa ao entrar no quarto e encontra Shun no meio dele daquela forma.
Templo de Escorpião
Kamus e Mascara da morte conversavam amenidades de acordo subiam as escadarias, assim que chegaram na entrada do templo de Escorpião Kamus parou de andar se dando conta de um fato curioso.
– Kamus?– O Italiano olhava o ruivo curioso.
– Lembrei agora que não vimos nem Milo e Afrodite o dia todo.– Pois em voz seu pensamento.
– Vero, ma qual o problema?– Mascara não via nada de estranho naquilo.
– Mon ami, quando um deles some é normal, mas quando os dois somem e ao mesmo tempo … Eles estão aprontando algo.– O francês olhou sério para o Italiano.
– Caspita.– O italiano praguejou.– Esses dois são impossíveis.
Sem se demorarem mais o italiano se despediu do amigo e se apressou a chegar no templo de Peixes enquanto o ruivo já entrava templo de escorpião procurando por seu ange, que as vezes estava mais para um diable.
– Milo.– O chamou.– Mil...
As palavras morreram na boca do Frances ao entrar na sala, estava tudo impecável, com velas, música, uma mesa de jantar para dois e um certo loiro em uma camisa de seda levemente transparante, usando uma calaça brim que se ajustava a suas coxas e tinha os longos fios loiros presos a uma trança simples, Milo estava estonteante.
– Boa noite Kamuy, fiz o jantar para nos.– O Loiro se aproximou e colou seus lábios no do francês suavemente.– Tire a armadura e se troque enquanto busco nosso jantar.
Ainda perdido com tudo aquilo, o ruivo não contestou seguiu para o quarto do companheiro ainda meio atordoado com o que acabara de ver.
Templo de Peixes.
Mascara havia subido as escadas de dois em dois degraus, ele já sabia de velha data que quando o sueco se juntava com o grego eles aprontariam algo ou com alguém, da última vez foi com Mysti de Largato que ficou com os cabelos verdes e ele teve que separa uma briga deles e teve que levar um Afrodite descabelado embora.
–Mio fiore.– Pietro passou pela entrada e do templo e quando chegou no corredor que dava para as dependerias do mesmo notou que havia um bilhete no chão com o seguinte recado.
“Siga o caminho das Flores
elas te levaram apara aquilo que mais deseja.
P.s.: Aconselho que tire a armadura”
Um sorriso largo e malicioso adornou a face do Italiano, que rapidamente se removeu a Armadura de Câncer de seu corpo e descalço segou a trilha de flores que levava ao quarto do loiro.
Abrindo a porta lentamente Pietro estava diante da grande cama de casal onde Afrodite o esperava com uma taça de Champanhe em mãos e vestia uma leve túnica de linho.
– Acredito que esteja cansado, venha.– Deu um tapinha no espaço ao seu lado.– Cuidarei de você Mio Amore.
O Canceriano não se fez de rogado e lentamente subiu na cama se juntando ao Sueco que tinha um sorriso lascivo no rosto.
Apartamento Ikki e Hyoga.
Ikki abria a porta do apartamento e adentrava tirando os sapatos e os largando de qual quer jeito na entrada, mas estranhou pois Hyoga sempre vinha o recepcionar na porta e as luzes do apartamento estavam apagadas.
– Loiro cheguei.– Os olhos tormenta procuram o russo pela sala.
– Na varanda Ikki.– O moreno ouviu a voz do amante e a seguiu.
A imagem que o leonino viu fez o ficar em silencio e simplesmente olhar, pois queria imortalizar tal cena em sua memória, Hyoga em um Kimono Branco e azul-claro. Os cabelos loiros amarados por uma fita branca caindo sobre o ombro, enquanto a luz da lua iluminava parcialmente seu rosto. Era uma imagem digna ser imortalizada em uma pintura.
– Lindo, como um anjo.– O moreno se aproximou do loiro.
– Obrigada.– Hyoga pousara as mãos no peito de Ikki enquanto ele levava as mão a sua cintura.– Eu preparei comida japonesa para nos espero que goste.
– Comida japonesa, você de quimono…– Ikki deu um beijo na ponta do nariz arrebitado do russo.– O que estamos comemorando?
– Bom eu resolvi fazer uma coisa especial hoje para nos.– Hyoga estava um pouco constrangido de falar sobre aquilo.– O ritual já está feito … E gora é só… Nós…
– Fazermos amor é isso.– O mais alto estava se divertindo com a vergonha do outro.
Hyoga se afastou dos braços e fortes e o deixou ir para o quarto para se arrumar, ele ainda se questionava como Ikki tinha a capacidade de o fazer aqueles tipos de reação.
E se deu inicio a noite que iria ser regada a Amor e paixão.
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