Gotta Be You

2 Capítulo 2 - Prólogo


Notas iniciais
emorei p postar o segundo capitulo, desculpa a quem ta acompanhando, se é que esse alguem existe mas ne kkk, enfim espero que gostem

Hayle’s POV

Acordei com uma mensagem de Taylor que dizia “Levanta amor. Pode sair comigo hoje?” Taylor era meu melhor amigo desde o jardim. Nunca fui muito de andar com as meninas da minha turma. Sempre preferi os meninos. Mas foi desde esse mesmo ano que o que eu sinto por ele tem sido alem de apenas amizade. Desde o inicio do ano, eu amo Taylor muito mais do que eu gostaria.

Mas essa não é uma coisa que muito me agrada, porque eu tenho certeza que ele nunca sentiria o mesmo por mim. Ele me considera como uma irmã, e não como uma namorada. Então, desde que eu admiti para mim mesma essa paixão, eu também a manti em segredo.

Peguei o celular e digitei “claro, Tay. Deixe-me so tomar café, me arrumar...” e enviei. As vezes eu me arrependia de responder “sim” aos seus convites de passeio, pois sei o jeito que eu olho pra ele. Eu sinto meus olhos brilhando.

Levantei da cama naquele sábado de sol, tirei o pijama, tomei café e por ultimo, um banho. Quando olhei o celular novamente, tinha a resposta dele. Meu coração disparou, como sempre. Ela dizia “ta bom, te pego as 10h” e eu não pude deixar de sorrir com seu final “eu te amo”. Suspirei. Ele era incrivelmente fofo, sempre foi. Mas desde que fiquei apaixonada por ele, toda essa fofura me dava raiva, por não poder desfrutar dela da maneira que eu realmente queira. Vesti uma calça jeans qualquer e uma camiseta por cima. O dia estava quente, então nem me preocupei com casaco. O que é um grande milagre, pois aqui, em Londres, é realmente raro não fazer frio e nevar.

Meus pensamentos foram interrompidos pelos chamados do Taylor do lado de fora da casa. Meu coração disparou, mas eu já estava tão acostumada que nem reparei tanto.

- Já estou indo. – respondi.

Peguei minha bolsa e sai, trancando a porta. Taylor estava me esperando, escorado em sua bicicleta.

-Ah, não – eu disse.

-O quê? – ele perguntou.

-Minha bicicleta está com o pneu furado.

-Não tem problema, pode vir na minha. – ele disse, e eu pude sentir meus olhos brilhando com aquela ideia – você senta aqui e eu dirijo – disse ele apontando para o cano.

-Tem certeza? – perguntei.

-Claro, absoluta.

-Ok.

Ele se aproximou de mim e me abraçou, me dando um beijo na testa.

-Feliz aniversario. – ele disse.

-Mas meu aniversario não é hoje.

-Mas eu sou seu melhor amigo, eu tenho todo o direito de te dar feliz aniversario adiantado e atrasado.

-Isso faz parecer que você não sabe a data do meu aniversario.

-Você é uma chata. – ele disse sorrindo.

-Eu sei. – respondi, e nós rimos.

Atravessei a bolsa na cintura e montei no cano de sua bicicleta. Ele sentou no banco e pôs seus braços envoltos do meu corpo, posicionando as mãos no guidôm. Quando percebi seus braços me prendendo em uma “rodinha” olhei para cima, onde seu rosto estava, e ao mesmo tempo, ele olhou para baixo. Nossos olhares se encontraram e eu corei, mas ele apenas sorriu, me dando um beijo nos cabelos.

-Eu tenho a melhor amiga mais linda de todas. – ele disse sorrindo perfeitamente. Eu amei ouvir aquilo, e corei mais ainda. Ele era o melhor amigo de todos. Mas, apesar do elogio, “melhor amiga” me soou um pouco triste...

Taylor começou a pedalar nas ruas de Londres. Passamos por todos aqueles pontos turísticos clássicos, que eu sou encantada e nunca vou enjoar de passar por eles e ficar babando. Passamos pela ponte, pedalando na calçada, enquanto Tay ficava tagarelando sobre aqueles jogos de vídeo game a qual ele é viciado. O vento batia em nossos rostos, fazendo esvoaçar meus cabelos castanhos.

-Amo quando seu cabelo voa no vento. – ele falou tão baixo que foi um milagre eu ter ouvido.

-Um dia você ainda vai me matar – eu disse baixinho, para ele não ouvir, mas adivinha...

-Ué, matar porque? – ele disse

-Ãh... Por... Por que você... me pega de surpresa as vezes. – inventei.

-Peço desculpas. – ele disse rindo ironicamente, mas eu não entendi aquela expressão. Fiz uma cara de quem estava boiando.

Mas ele corou, apagou o sorriso e ficou com uma expressão de pura vergonha, virou o rosto para cima, impedindo que eu o visse por completo.

-O que foi? – perguntei.

-Nada – ele respondeu – onde você quer ir? – ele disse para mudar de assunto.

-Não sei, foi você que me convidou para sair. – respondi.

-Ah , é verdade.

-Tay, você ta bem? – perguntei preocupada.

-Estou sim, ué, porque não estaria? – ele disse rindo, mas eu o conheço, e aquela não foi sua melhor risada. – eu estava pensando em a gente alugar uns filmes na locadora para ver hoje a noite.

-Ah, claro — eu ri – então vamos lá ver os filmes.

Na locadora, Tay e eu nos separamos para olhar as prateleiras. Apanhei um dos filmes de comédia e fui na direção dele.

-Taylor, o que você ach... – então naquele momento, ele escondeu alguma coisa em seu peito. – O que é isso? Que que você está escondendo de mim?

-Nada, ué. Nada de mais. – dei de ombros e fingi ignorar, mas eu sabia que ele estava escondendo alguma coisa, e só não ia subir por cima dele e arranca-lo porque estávamos em espaço publico. (risos)

~algumas horas mais tarde~

A noite já havia caído lá fora, e a lua cheia era o ponto de luz mais forte, alem dos postes antigos da cidade.

Taylor e eu estamos sentados no sofá assistindo televisão, quando meu irmão mais velho Spencer e sua namorada Melanie chegaram em casa. Não era novidade eles passarem o dia fora e só voltarem a noite.

-Boa noite, maninha – disse Spencer me dando um beijo no rosto.

-Boa noite – respondi sorrindo da mesma forma.

-E ai, Taylor? — Disse Spencie.

-E ai, cara. Beleza? – eu não conseguia acreditar que eles eram amigos, e se tratavam assim com esse palavreado “brother, cara, parceiro” etc. Era estranho. Soltei um breve sorriso com esse pensamento.

Taylor me olhou e balançou a cabeça, provavelmente me achando uma idiota por rir sozinha.

-Tudo bem, cunhadinha? – tinha quase me esquecido que Melanie estava ali. Sua voz vulgar soou me causando náuseas. Melanie era e sempre foi a maior vadia da cidade.

-Ah, oi Mel. Tudo bem sim, e você? – eu sempre fui muito falsa com ela. Chamo-a de Mel, ou de amor, anjo, querida, essas coisas. E ela também me chama assim e, a não ser que eu não perceba, ela me chama dessa forma sem nenhuma falsidade.

-Tudo bem, também. – ela estava com um mini-vestido roxo escuro, colado no corpo, com um decote enorme, um sapado alto preto reluzente, cheia de assessórios prateados, um batom vermelho-choque e um sorriso exagerado estampado naquele rosto perfeito e angelical, típico de uma vagabunda.

Melanie me deu um beijo na bochecha, deixando marca de batom.

-Minha marca para você, flor. – eu sorri e pisquei para ela. Ela era estupidamente ridícula, falando esse tipo de coisa. Mas Spencer babava em “tudo aquilo”, não sei como conseguia. Mas acho que o que Spencer sente por ela, ou acha que sente, é apenas atração física por ela ser uma tremenda gostosa, e eu só tenho que admitir...

Spencer e Melanie subiram para o quarto, o que me deu um nojo imediato, porque ela sorria maliciosamente para ele, passando a mão pela própria barriga, subindo para os peitos. Eu não pude ver a cara do Spencer, porque ele estava de costas, mas tinha certeza que ele provavelmente estava todo animadinho.

-Onde estão seus pais e a Kat? – Taylor perguntou.

-Katrinah foi dormir na casa de uma de suas amiguinhas cor-de-rosa e meus pais estão viajando. Eles voltam amanha mesmo, se não me engano...

-Hm, ok. – ele levantou-se e foi pegar os filmes. – a TV está sem graça.

-Verdade – eu concordei sorrindo.

Ele colocou o filme no aparelho de dvd e sorriu ironicamente.

-Ué, nem vai me perguntar qual eu quero ver? Acha que so você vai ser os filmes? – eu disse rindo.

-Não, não vou perguntar mesmo. – ele respondeu com a mesma cara irônica de antes – você não confia em mim?

-Ok , né.

Ele instalou um dos filmes no aparelho, fechou a capinha e pos em cima da TV. Eu observei a capa por um instante. Ela era preta, com alguma coisa rosa ou cor parecida, e tinha uma faixa preta escrito algo. Sinceramente, a capa parecia um cartaz de circo. Mas não pude identificar nem mesmo o nome do filme, pois a mão de Taylor estava por cima do lugar onde, provavelmente, estava o titulo.

-Vou na cozinha, pegar refrigerante – eu disse. Me dirigi até a cozinha, que a propósito, era embaixo do quarto de Spencer. Abri a geladeira, e então ouvi um gemido. Aquilo me deu náuseas imediatamente, e meu tronco foi jogado para frente pela vontade de vomitar. Mas me apoiei na porta da geladeira, e me recompôs. Ah, que nojo daquela vadia da Melanie, SERÁ QUE NÃO DAVA PRA ELA SER UM POUQUINHO MAIS BARULHENTA? Respirei fundo e tentei abafar a raiva. Apanhei meu refrigerante e servi o copo, mas meus pensamentos continuavam sendo sobre esses dois. Fechei os olhos fortemente e fui engolindo o refri de “gute-e-gute” com força. Mas, meus ouvidos captaram uma musica conhecida.

Eu pude ouvir o teclado soando cada nota com vigor, então minha reação foi cuspir todo o refrigerante e sair correndo para a sala, onde Taylor estava, parado em pé, segurando o controle e sorrindo lindamente. Mas nem reparei nele, pois meus pensamentos foram invadidos pelos rostos dos meus meninos.

-Botei logo na sua musica favorita, Stay All Night , né? – ele perguntou sorrindo, e eu comecei a rir, o que se tornou uma cena engraçada, pois eu estava pulando, gritando e cantando de felicidade, enquanto dava risada de Tay.

-Não, seu bobo, é Up All Night ! – comecei a cantar minha musica favorita da One Direction, que também era a minha banda favorita. Já fazia um ano que eu era directioner.

Taylor começou a falar alguma coisa, mas eu nem dei atenção. Ele então começou a gritar para eu ouvi-lo, mas continuei ignorando, ate porque o momento estava perfeito de mais para dar atenção a outras coisas. EU ESTAVA VENDO O ONE DIRECTION UP ALL NIGHT THE LIVE TOUR, DÁ PRA ACREDITAR?

Notas finais
oi, tudo bem?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.