Gotta Be You
44 Tell me you love me.
Notas iniciais
A alerta de mensagem soava o telefone de Jullie.
“Te espero na frente da escola, hoje, às 18 horas. Espero que goste da surpresa. XxX”
Surpresa? Mas que surpresa? O autor da tal mensagem nem se apresentara. Hm, estranho.
Jullie tinha suas duvidas, tinha seus tais suspeitos. Mas... Saberia que Liam ia cutucá-la até o momento em que a garota contasse a tal verdade. Mas o problema, era que nem ela sabia disso.
- Liam? – a garota disse, descendo as escadas, com uma voz angelical – Posso falar com você?
- Fala... – ele suspeitava de algo.
- Posso sair hoje à noite? – ela tentava, gaguejando.
- Vai aonde? – ele perguntava.
- Porque quer saber? – ela questionava – Para com isso, já disse.
- Só quero saber, ora. – ele falava.
- É... Bem... – a garota enrolava – Vou dormir na casa de Lauren, e amanhã vamos juntas para a escola, fechado?
- Ah. – ele parecia surpreso – Se for assim, tudo bem. Te ligo mais tarde.
- NÃO! –ela gritava.
- Porque não? – ele perguntava.
- Você parece meu pai, Liam. – a garota dizia, rindo sozinha.
- Me responda. – ele dizia.
- Porque a Lauren dorme cedo, e bem... – ela dizia – Não quero ter problemas com ela depois. Me mande uma mensagem.
- Ah, ok. – ele “concordou” – Você vai sozinha pra casa dela?
- Vou sim! – Jullie falava – Não é tão longe daqui.
- Suas coisas estão prontas? – ele perguntava.
- LIAM, PARA! – a garota gritava – VOCÊ PARECE MEU PAI, SOCORRO!
- Tava brincando, pequena! – ele sorria – Ok, vai logo. Te amo.
- Te amo. — ela falava.
- Mas suas coisas estão prontas? – ele perguntava.
- Sim, senhor Payne. – ela falava, ironizando – Posso ir?
- Pode sim, senhorita Jullie. – ele dizia – Se cuida.
E Jullie (finalmente) saía da casa dos Payne.
Eram 17h30, do dia 6 de agosto de 2012. Jullie não sabia o que ia receber. Mas tinha pensamentos positivos.
Chegou na escola exatamente às 17h56. Parecia nervosa.
- Alô? – ela falava – Alguém por aqui?
A garota nunca tinha visto a escola tão vazia. Parecia outro lugar.
- Levei o bolo. – ela falava sozinha.
- Não levou não... – uma voz suave soava pelos ares.
- AI, DROGA! – ela bufava – Você não.
- Eu sim. – ela conhecia essa voz – Não gostou da mensagem?
- O que faz aqui? – ela falava – Aonde se escondeu? E... O que EU faço aqui? Vou pra casa.
- NÃO! – e assim Louis aparecia – Preciso falar com você, preciso de você.
- O que você quer, Tomlinson? – a garota falava.
- Eu quero você, Jullie. – ele dizia.
- Hahaha, muito bom! – ela falava – Sou a próxima iludida da sua listinha? Pensei que já tivesse parado com isso, mas vejo que você não mudou.
- Eu mudei sim! – ele falava – Você não me conhece de verdade!
- Eu te conheço sim, garoto. – ela dizia – Eu não sou apaixonada por você.
- Não? – ele falava, mordendo a boca.
- N-não. – ela gaguejava.
- Duvido um pouco, Payne. – ele dizia, pressionando a garota contra a parede – Mas o problema, é que eu sou apaixonado por você.
- Ok! – a garota falava – Quanto te pagaram pra fazer isso?
- Você não confia em mim, não é mesmo? – ele perguntava, soltando a garota.
- Nem um pouco. – ela dizia, decida.
- Ah... – ele falava, cabisbaixo – Então, tudo bem. Pode ir se quiser.
- O que houve com você, Louis? – ela falava.
- OPA! ME CHAMOU DE LOUIS! – ele comemorava, abraçando a garota.
- Grande bosta. – ela falava – Me solta.
- Admita, você ama ficar em meus braços. – ele sussurrava em seu ouvido.
- Não! – ela mentia.
- Você não me ama, Jullie? – ele perguntava.
- Não é isso... – ela falava – Não! Bem...
- Garota, olhe em meus olhos. – ele segurava seu rosto.
- Sua mão está gelada. – ela falou.
O garoto calou-se por alguns segundos.
- Louis? – ela falava.
- Shhh... – falou – Não fale nada.
18h10 em ponto.
Louis pegava a cabeça de Jullie e colocava perto de seu peito.
- Consegue escutar? – ele perguntava.
- Consigo. – ela dizia.
- Ele só fica assim quando estou perto de uma pessoa. – Tomlinson falava.
- Quem? – Jullie falava.
O garoto virou o rosto da menina para si. Olhos nos olhos profundos que a garota tinha, e disse:
- Você.
- Acho que retiro o que disse... – ela falava.
- Retira o que? – ele perguntava.
- Que não estou apaixonada por você. – ela dizia – Que eu não te amo. Que eu não quero você comigo a cada segundo que se passa.
- Então você quer? – ele perguntava.
- A todo momento. – ela dizia.
A garota apoiou a cabeça em seu peito, deu um sorriso profundo, e foi levantando a cabeça aos poucos.
O garoto segurou suas mãos e colocou-as em seu peito. Acariciou seu rosto delicado aos poucos. E sorriu.
- Eu te amo, Jullie. – ele falava, sinceramente para a garota.
Aproximou-se da garota, fez carinho em seu pescoço e assim, deram seu primeiro beijo. O tão esperado e primeiro beijo.
A lua já tomava conta do céu Londrino, e era acompanhada por nuvens que dominavam o ambiente.
Separaram-se depois de segundos, olharam fundo um nos olhos do outro e sorriram. Aproveitaram a luz do luar para finalmente viver o que mereciam depois de anos. Os dois se amavam, e eram cientes disso.
As consequência podiam vir, mas o amor era maior.
- Eu te amo, Tomlinson. – Jullie falava, fazendo com que o garoto sorrisse.
Notas finais
PS: Não acabou não!!! Tem muito mais por ai...
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