Xiva corre pra perto de sua filha Agathá e diz — Não, ninguém vai machuca-la poque eu não irei permitir.

Kasandra olha para Agathá e para Xiva e diz — Então sinto muito, mas não vou pode ajuda-la com sua filha. Agora volte por onde veio, não quero ver vocês aqui nem um minuto a mais. Leve a maldição com você, ela não pode ficar aqui na minha casa, se não vou ter que mata-la.

Kasandra entra e bate a porta
Xiva sem saber o que fazer, tenta usar o que sobrou de seu poder mas não consegue porque ela se lembra que quando era pequena sua mãe lhe disse que hávia um mundo em que todos que tivessem poderes como os dela não iriam fucionar.

Xiva então se ajoelha e insiste para que Kasandra lhe ajude
Com sua filha Agathá.
Xiva diz segurando a mão de sua filha — Por favor nos ajude, eu suplico, ajude-nos.

Kasandra está dentro de casa sentada em sua cadeira de balanço, ela ouve Xiva mas não lhe ajuda.

Xiva diz para Agata — Filha escuta, a mamãe vai ter que te deixar aqui, mais essa moça vai lhe ajudar ta bom. Dá um beijo na mamãe filha, seja boazinha ok, mamãe te ama filha.

Xiva com muita tristeza deixa sua filha ali na esperança de
Que Kasandra cuide dela e a proteja.
Xiva então volta para seu mundo com o coração partido.

A noite chega e a menina Agathá continua no mesmo lugar.
Kasandra de minuto a minuto, chega de sua janela e ver aquela criança ali na escuridão da noite, somente com a luz da varanda clariando aquela criança.

Kasandra não se dá por vencida e continua deixando Agathá pelo
Lado de fora, começa a chover. Agathá molhada da chuva, com fome e frio ela se senta na escada da varanda. Kasandra fica observando Agathá pela janela, quando ver Agathá tremendo de frio toda molhada

Kasandra sai para fora com uma coberta na mão, ela enrola a menina e a leva para dentro de sua casa.

Kasandra leva Agathá para um banho quentinho e depois dá
Um pouco de comida para ela, Agathá acostumada com sua babá não sabe fazer muitas coisas Uma delas é comer sozinha.

Kasandra vê que Agathá esta se sujando e derramando muito a comida.

Kasandra resolve ficar com Agathá
Kasandra senta e termina de dar comida para Agathá na boca
Kasandra diz — Como você se chama criança?.

A menina diz — Agathá, meu nome é Agathá e o seu?.

Kasandra diz — É muito lindo seu nome, o meu é Kasandra.

Agathá diz com sorriso no rosto — Tia, a senhora é muito bonita como a minha mãe. Kasanda.

Kasandra rindo diz — Kasanda não, é Kasandra, e muito obrigado pelo elogio.

Kasandra mesmo sabendo que um dia ela possa se arrepender por ter ficado com Agathá em seu mundo, ela cuida da menina e cada dia que passa ela gosta de Agathá como se fosse sua filha.

Enquanto isso no castelo
Xiva não diz para Gerardo onde Agathá esta.
Gerardo diz — Xiva ja faz quatro dias e você não me diz o que fez com
Nossa filha, porque eu queria saber, eu sou o pai dela é mareço saber.

Xiva esta no jardim brincando com suas outras filhas
e diz chateada — É mesmo Gerardo você se lembrou que temos filhas,
Mas na hora de fazer a besteira de colocar uma delas em perigo, não pensou nisso.

Gerardo diz — Nunca irá me perdoar né? Você não imagina como
Me sinto, você não reparou mas desde o dia que falei com o bruxo Ratan, eu não durmo, não como preocupado com nossas filhas.

Xiva diz — Deve ser sua consciencia, porque um pai, por pior que ele seja, jámais, jámais faria com suas filhas o que fez com a nossa.

Gerardo abaixa a cabeça e sai.
Xiva diz — A única coisa que posso lhe dizer, é que ela esta bem, ela vai ficar bem aonde esta.

Gerardo diz — Quando estiver com ela, diz que a amo muito,
Assim como amo Sussani e Ludi, e você.

Xiva não confia mais em seu marido e por isso ela não diz onde Agathá esta.

Gerardo no dia seguinte reune seus guardas e foi até o castelo de Ratan.
Chegando lá Gerardo diz com raiva — Ratan, aparece seu filho dos infernos.

Ratan aparece e diz — Eu estava te esperando.

Gerardo diz — Você, como bruxo, quero que me diga onde minha filha esta.

Ratan diz — Que filha você se refere?.

Gerardo diz — Oras, estou falando de Agathá.

Ratan diz — Como onde ela esta? Esta na sua casa, é claro,
De onde irei buscá-la hoje.

Gerardo diz — Há, não vai não. Por minha culpa, minha Agathá não estar mais la.

O bruxo irritado disse — Como a criança escolhida não esta lá?
Seu dever era proteger a escolhida seu, seu hernergumino.

Gerardo rebate dizendo — Meu dever de pai era cuidar e protege-la de você.

O bruxo muito furioso diz — Você não é o pai dela, você só foi o
Reprodutor da obra de meu Rei mestre.

Gerardo diz — Já não aguento mais ouvir esse papo de
Meu rei mestre, meu rei mestre, corta esse papo e fala serio. O que você quer com a minha filha? O que ela representa pra você?

O bruxo diz — Ela representa a vida para uma especies diferente da nossa Humanidade e ao mesmo tempo a morte em geral.