Gotas De Sangue
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Mas eu estava ocupada nestes dias e foi difícil arranjar tempo para vir postar.
Perdão. O.o
Enfim, espero que gostem do capitulo.*--*
Boa leitura.
♥
Grissom
– David Hall, 35 anos, publicitário. Mora em Vegas há cinco anos, divorciado, trabalha em uma agência publicitária, estava afastado da empresa, sem precedentes criminais.
Brass começa a fazer a apresentação á nos enquanto chegamos à cena de crime.
–O balcão abandonado, estava fechado á anos. O dono do comercio vizinho viu a porta aberta e entrou para ver se havia alguma coisa e achou o corpo. — continuou ele enquanto nos acompanhava até o cadáver.
– Estranho. – digo enquanto me aproximo mais – se ele morreu ontem, não deveria ter tantas larvas assim.
– O corpo não poderia ter sido desovado da cena de crime original? – pergunta Sara ao meu lado que está com a câmera em suas mãos.
– Mesmo assim. – coloco as luvas e pego uma das larvas com a pinça – não se encaixa com a morte. O cadáver não está em fase de decomposição.
– Você vai fazer uma linha do tempo não é? – pergunta Sara, com um ar de obviedade rosto.
– Sim, é claro. – eu coloco a pequena larva em um pote plástico de evidências, e me levanto.
– Onde está o resto do pessoal? – pergunto
– Devem estar chegando. – diz simplesmente minha namorada – Hoje é sábado. Todos estavam ocupados – ela me dá um sorriso torto.
Eu retribuo discretamente.
Nós fomos os primeiros a chegar porque estávamos juntos. Era difícil esconder isso de todo mundo, mas logo isso iria terminar.
– Mas acho que não vai ser necessário todos virem. É apenas um crime comum. O serial killer não está envolvido nisso. – comenta ela.
Eu começo a andar pelo balcão. Ele não é tão grande, mas há vários objetos jogados e acumulados por todos os lados. Isso irá dificultar um pouco o trabalho, mas nada tão complicado.
Olho para trás, Samatha e Greg acabaram de chegar.
Estranho.
O jeito que estão se comportando, as roupas, a troca de olhares...
Há algo acontecendo ai. Eu sei como é.
Eu já passei por essa fase.
Quantas vezes eu e Sara tínhamos os mesmos olhares preocupantes, nos ignorávamos, e nos assustávamos facilmente com qualquer pergunta feita.
Não deu muito certo.
E duvido que com eles essa tática também funcione.
Mais vai ser divertido verem eles tentarem.
Desligo-me das recordações pessoais e vou em direção á eles, e fico ouvindo as especulações do assassinato.
As larvas do cadáver ainda me incomodam.
Tem algo muito errado nessa evidência.
Tudo indica que foi modificada.
Mas por quê?
O que significa isso?
Vejo David chegar e examinar o corpo. Ele confirma para mim o obvio.
As provas não batem.
Ele e Greg viram o corpo.
Vou me aproximando novamente da vítima.
Sara estava errada.
O serial killer está completamente envolvido nesse caso.
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