Notas iniciais
Capítulo engraçado pra vocês. Divirtam-se :3

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Narração: David

– Amor, fecha os olhos e venha mais perto de mim.

Fechei os olhos e me aproximei de Pierre, e então ele sussurrou em meu ouvido:

– Quero que se lembre do dia em que eu estava no hospital.

– Eu lembro. – também sussurrei.

– O que aconteceu?

– Eu te pedi desculpas por não acreditar em você, e confessei todo o meu amor.

– E eu, escutando, acordei e perguntei pra você se era verdade.

– E você me beijou.

– Você estava com medo de que estivéssemos traindo a Avril.

– E estávamos mesmo, mas tudo ficou bem.

– Agora me deixa falar.

– Fala.

– Sabe, eu acho tão incrível o fato de sermos namorados. Apaixonei-me tão rapidamente. Mas quando se trata de nós, nada é impossível. Você me traz proteção, segurança... Quando estou ao seu lado, eu sinto um conforto que ninguém é capaz de me dar, só você. Seus abraços são tão singelos, capazes de mudar o meu dia e me trazer paz. Mesmo que minha vida esteja totalmente arruinada, você consegue fazer com que ela fique bela. E eu fico feliz sabendo que você está feliz. Eu amo o seu sorriso, o modo como me beija, a maneira como você acaricia o meu rosto, enfim, eu amo tudo em você, você é perfeito pra mim. Não quero convencer ninguém a acreditar que tenho o homem mais lindo desse mundo ao meu lado, porque o que mais importa é o que você representa para mim, e é o que você é, a pessoa mais perfeita, mais linda... E claro, você é meu. Você me completa, e faz eu me tornar um homem melhor por sua causa. O que eu sou hoje foi tudo você que fez. Transformou-me num cara que vive pra te querer, pra te fazer bem, da mesma forma como você me faz. Eu preciso de alguém que me abrace quando percebesse que não estou bem, que entenda dos meus problemas e diga palavras bonitas só para me fazer sorrir, que me olhe nos olhos e diga o quanto me ama, que me beije demoradamente e diga o quanto se sente feliz fazendo isso. Alguém que eu possa confiar sabendo que nunca vai me desapontar, que me faça rir das coisas mais inúteis, e que perto dessa pessoa eu possa esquecer-se de todas as rasteiras que a vida me dá. Quero alguém que não faça só o meu mundo mais feliz, mas que seja o meu mundo. E esse alguém é você, meu amor. Quero te amar sem limites, quero te mostrar o quanto você é especial pra mim, e o quanto eu posso lhe fazer feliz. Antes de te conhecer, eu não tinha coragem de encarar meus problemas, mas você me deu forças para que isso pudesse ser possível, me deu forças para superar as barreiras, e retirar todas as pedras que havia no meu caminho. Com esse seu jeitinho, você me conquistou. Deu-me razões para enxergar o mundo à minha volta, o mundo que eu estava perdendo tempo para conhecer. Você é meu melhor amigo, além de meu namorado. Quantas vezes você esteve do meu lado, me dando total apoio, enxugando minhas lágrimas e sendo a melhor pessoa pra mim, me fazendo descobrir o valor de um sorriso... Muitos me perguntam assim: ''O que o David tem que as outras pessoas não têm?'' E a resposta é simples: ''Ele tem o meu coração, o meu amor''. E sim, é isso o que você tem, eu vivo pra ti. Eu te quero tanto, sabe? Te desejo ao meu lado para todo o sempre. E por mais que seja um pouco desnecessário, eu quero te agradecer por tudo que já fez e faz por mim. Por ter me dado coragem para fazer coisas que antes eu tinha medo, por ter me tornado o cara mais feliz desse mundo por ter um namorado carinhoso como você, enfim, te agradeço por ser a pessoa que você é. Meu lindo, eu te amo tanto. Todo esse tempo que estamos juntos me fez perceber o quanto eu preciso de você, a cada dia que passa eu te amo ainda mais, é um sentimento que vem tomando o meu coração desde a primeira vez que te vi. Você, com aquele seu jeito tímido e alegre ao mesmo tempo, me conquistou, e fez com que eu pensasse em ti a todo o momento, assim como ainda penso. Quero te ver feliz sempre, e saiba que quando você fica triste, parte de mim também fica. Tudo que eu mais quero é ver o seu sorriso, meu amor. Ou até mesmo as suas bronquinhas. Coisas bobas, eu sei, mas acredite, é o que eu mais amo em você. Aliás, eu amo tudo em você, eu te quero, e farei tudo que estiver ao meu alcance para ser o melhor pra você, porque eu te amo, e nada vai destruir esse sentimento que está aqui dentro. – Pierre colocou minhas mãos em seu coração – Enfim, é isso. Eu te amo mais do que tudo.

Fiquei imóvel diante das palavras de Pierre. Nunca tinha ouvido palavras tão lindas e sinceras, e nunca tinha ouvido alguém falar do amor assim, de uma forma tão pura... Pierre com todo esse romantismo mexeu com meu coração.

– Eu estou sem palavras agora. – eu sorria e me emocionava ao mesmo tempo. Lágrimas escorriam pelo meu rosto.

– Não precisa dizer nada.

– Mas eu quero dizer.

– Bom, então fala.

– Você sabe que eu não sou muito bom em palavras. Até porque eu acredito que palavras não significam nada perto de alguém que significa tudo. Tive tanta sorte de te encontrar, e mais sorte ainda por me apaixonar por uma pessoa que sempre me fez bem, desde o primeiro dia de aula. Você, com aquele jeito tímido... Apesar de que de tímido você não tem nada, né?

Pierre riu.

– Ah, e nem você. – Pierre deu um leve tapa no meu braço.

– Ok, me deixa continuar.

– Pode continuar, estou adorando.

– Não duvide do meu amor, pois ele se multiplica a cada segundo. E eu te amarei sempre, e pra tudo que precisar, estarei aqui. E sei que posso contar com você também. Você é a força que me faz continuar, você é o amor da minha vida, o que eu sempre sonhei em ter. Quando eu me apaixonei por você, nem desconfiava que um dia esse sentimento se tornasse recíproco, e que você viesse a ser meu namorado. Tem coisa melhor que isso? A pessoa que sempre te fez feliz, agora é o seu namorado, e corresponde todo o amor que você sente. Você me deixa completamente bobo de amores. E ah, eu te amo muito.

– Ah, seu lindo. Agora vamos... – Pierre sussurrou novamente em meu ouvido, e mordia os lábios.

– Não dá.

– Por que não?

– Eu estou menstruada.

Pierre não se controlou, e soltou uma gargalhada, que estava difícil de parar.

– Pierre? – eu perguntei ao vê-lo quase tendo um infarto de tanto rir.

– Oi? – disse Pierre tentando parar de rir.

– Tudo bem?

– Tudo... Você podia ser comediante, sabia?

– Eu sei. – ri.

– Mas você perdeu a vontade, é isso?

– Não, é claro que não. Eu estava brincando, seu bobo.

– Eu achei que estava mesmo menstruada. – Pierre riu por mais uma vez.

– Mas que idiota você! – eu também ri.

– Olha, nem vem me xingar, porque eu não estou te xingando. Sua puta!

– Me chamou do quê?

– Puta.

– Agora você vai ver.

Eu saí correndo atrás de Pierre com um sapato na mão, e arremessei, acertando em cheio as costas de Pierre.

– Amor, isso dói, para.

– Ficou dodói?

– Tá sangrando.

– Que exagero.

– Eu vou morrer de hemorragia.

– Cala a boca, moleque. Você não presta mesmo.

– Estou sangrando mais que a sua menstruação.

– Que nojo. – eu soltei uma gargalhada.

– Vem cá.

– Não.

– Vem agora.

– Não quero.

– E eu perguntei se você quer? Eu tô mandando você vir aqui.

– Meu Deus, que violência.

– Aqui funciona assim, manolo.

– Agora virou do gueto, é?

– Tá ligado?

– Tô, mas eu não vou aí.

– Vai sim.

– Vai me obrigar?

– Não, vou te puxar com toda a minha força.

Pierre me puxou, e nossos corpos uniram-se. Ele passou os braços em volta da minha cintura, e eu o joguei na cama, fazendo cócegas nele, que ria.

– Quero ver você impedir agora. – eu disse rindo.

Pierre se contorcia, e mudou de posição, ficando em cima de mim, segurando meus braços.

– Agora eu quero ver você me impedir.

– Safado! Assim não vale.

– Não reclama. Você vai gostar.

– Vou?

– Tenho certeza que sim.

– Se é vindo de você, gosto sempre.

– Não fala isso não.

– Por quê?

– Fico bobo de amores.

– Louco. – ri por mais uma vez.

– Louco por você.

Eu sorri e aproximei meus lábios com os dele. Ele deixou a boca entreaberta, e eu pude iniciar um beijo ardente. Entreabri meus lábios também, lhe dando passagem para que adentrasse sua língua em minha boca. Pierre o fez, e assim que nossas línguas se encontraram, movimentamos as mesmas em uma rápida sintonia, fazendo com que brinquemos durante o beijo. Pierre desceu as mãos até minhas pernas, e se livrou de minha calça. Assustei-me com a rapidez, mas gostei, e fiz o mesmo, deixando ele somente de boxer. Deslizei uma de minhas mãos até o seu abdômen definido e fui levando a minha mão até o peitoral dele, arranhando com força, o fazendo gemer de dor. Mas, para se vingar, ele levou os lábios até a ponta da minha orelha, mordendo-a com força e puxando-a. Também gemi de dor. A esse ponto ia começar a sangrar. Ok, brincadeira. Arrepiei-me e levei meus lábios até o pescoço dele, sugando fortemente, deixando marcas por todo o local. Nossa respiração já estava ofegante, e eu não consegui me conter. Tirei a minha camisa e logo em seguida ele tirou a dele, junto com a boxer, deixando nós dois preparados. (Risos) Ele me beijava do pescoço até a barriga, e eu suspirei. Estava ficando quente, mas eu gosto quando ele faz isso. Sorri maliciosamente e me virei.

(...)

Ficamos naquele momento amoroso por horas, e ao terminar, permanecemos deitados na cama, cobrindo nossos corpos com o lençol.

– Amor, eu estive pensando...

– Você pensa? – eu o interrompi, rindo. Ele pegou o travesseiro e acertou o meu rosto.

– Idiota!

– Fala, Pierre. – continuei rindo.

– Eu não sei se perdoo os meus pais.

– Por quê?

– É que eu ainda estou magoado.

– Mas eles são seus pais.

– Eu sei, mas eu preciso de mais um tempo para pensar. O que eles fizeram comigo foi horrível, isso não se faz nem com cachorro.

Narração: Pierre

Eu já não sei o que significa família. Risquei essa palavra de meu dicionário desde que fui expulso de casa. Só vejo meus irmãos de vez em quando. Jay já deve ter recebido alta, e Jonathan... Bom, ele trabalha e faz faculdade de Direito na universidade McGill, uma das maiores e melhores universidades de Montreal. Talvez fosse esse o motivo de meus pais terem sempre tanto orgulho dele. Aliás, com os meus dois irmãos era assim. Já comigo o tratamento era outro. Sou apenas o vocalista de uma banda de Rock, e que faz shows no mundo inteiro. Porém homossexual, e o que mais me dói é o preconceito dos meus pais, que me enjoava. Como podemos viver numa sociedade tão hipócrita e tão medíocre, onde o preconceito virou uma coisa bonita e comum? Eu sei que foi um grande susto para a família, mas eu só esperava um pouco de amor, carinho e compreensão. Agora estou morando na casa de David, como se fosse um estranho morando de aluguel. Sinto-me mal por isso, queria sair daqui de uma vez por todas, mas para a minha casa eu não volto.

Narração de Pierre: OFF

Enquanto isso, no apartamento de Chuck...

– Ai, que noite maravilhosa. – disse Avril, que estava colocando suas roupas.

– É mesmo. Lua cheia, céu estrelado... – Chuck também colocara suas roupas, e olhara pela janela.

– Vamos lá fora? Eu acho tão romântico ficar com o seu amor olhando para as estrelas sentados num jardim florido e lindo.

– Claro.

Os dois saíram para observar o céu. Chuck estava com duas taças e uma garrafa de champagne na mão. Estourou e ofereceu a bebida para Avril, e num brinde, eles tomaram e se beijaram.

(...)

– Mãe, pai... Minha namorada está grávida, eu vou ser pai. – dizia Sébastien no telefone.

– Que bom, meu filho.

No outro telefone...

– Filha, me desculpe.

– Pelo quê, mãe? – perguntou Laurence.

– Por ter te julgado e te chamado de vagabunda. Filho é uma bênção, e eu sei que você será uma ótima mãe.

– Eu não tenho tanta certeza assim.

– Por que não?

Laurence suspirou, e com uma voz de choro, respondeu:

– Porque minha gravidez é arriscada, pode morrer eu ou o bebê.

Sua mãe começara a chorar.

– Não!

– É verdade.

– Mas Deus é bom, e vai ocorrer tudo bem.

– Eu estou com medo, muito medo.

– Acalme-se, não irá acontecer nada.

– Se acontecer, eu lhe peço que cuide bem do meu bebê, e não deixe o Sébastien sofrer.

Sua mãe ainda chorava.

– Não posso atender a esse pedido.

– Por quê?

– Porque não vai acontecer nada. Seja firme e forte.

– Está bem, eu vou tentar ser. E eu te perdoo por tudo.

– Obrigada, minha filha.

Sébastien e Laurence desligaram o telefone ao mesmo tempo. Mas, ele notou que Laurence estava cabisbaixa, e o abraçou por trás, fazendo ela sorrir imediatamente.

– Está triste, meu amor?

– Eu não consigo parar de pensar na vida do bebê. Tenho medo de morrer, e eu também não quero que ele morra.

– Já disse que isso não vai acontecer.

– Fica comigo pra sempre?

– Fico, amor, fico.

Laurence o beijou.

– Vamos para a casa do David?

– Fazer o quê?

– Ah, eu quero rir um pouco, e ele sempre me faz rir além de você.

– É, ele e o Pierre são um casal divertido.

– Liga para o pessoal.

Sébastien ligou para todos, e eles confirmaram presença. Ao chegar lá, estavam todos, inclusive Hayley. Patrick ficou sem reação ao vê-la, mas sentou-se ao seu lado. Julie estava na porta, e avistou Joel. Ficaram parados olhando um para o outro.

– Acho que ainda não fomos apresentados.

– Eu sou Joel.

– Sou Julie, irmã do David.

Eles sorriram, e permaneciam se olhando. Pierre e David faziam corações com as mãos, e cantavam a marcha nupcial. Todos riram, e ao observar Patrick e Hayley sentados no sofá e Joel e Julie no outro, Pierre pediu para que lhe ajudassem na cozinha, piscando o olho. Eles entenderam o recado e foram, deixando os “casais” a sós.

– Você é novo na cidade? – perguntou Julie.

– Não.

– Eu nunca te vi.

– Fiz algumas coisas ruins para o seu irmão, mas já pedi perdão.

– Se Deus perdoou, por que nós não perdoamos?

– É verdade...

Ambos foram de encontro aos lábios um do outro. Mas David, que estava assistindo tudo junto com os amigos, fez um barulho. Não tão alto, mas o suficiente para que eles se assustassem e interrompessem aquele momento.

– O que foi isso? – questionou Julie.

– Tinha que fazer barulho, né cabeção? – Pierre dizia nervoso.

– Desculpa.

– Desculpa nada, agora perdemos.

– Calma. Jeff, traz a câmera, eu preciso registrar isso.

Jeff entregou a câmera nas mãos de David, e ele a ligou, colocando no filme. Ajustou o zoom, fazendo com que o foco fosse direto ao rosto deles. Joel, sem perder tempo, beijou Julie impulsivamente, enquanto do outro lado do sofá, Patrick fazia o mesmo com Hayley.

– Nossa, está me dando vontade de fazer o mesmo. – Jeff olhou para Laura.

– Em mim também. – disse Chuck.

– Em mim também. – completou Seb.

Jeff beijou Laura, Chuck beijou Avril e Sébastien beijou Laurence. David e Pierre ficaram só observando. Desrosiers desligou a câmera e fez o mesmo com Pierre, mas por poucos minutos, pois na frente dos amigos eles tinham vergonha.

– Ok, chega de ficar comendo a língua um do outro.

– Olha quem fala, né Pierre? – disse Avril, rindo.

– Eu sei ser discreto, viu?

– Claro. – disseram todos, exceto David.

– Ei, qual é? Não comecem.

– Está bem, agora me deixem ver o vídeo. – Chuck se aproximou para ver.

David mostrara o vídeo para todos, e eles vibraram quando viram Patrick e Joel em seus momentos amorosos com as meninas.

– Eles vão ficar bravos com a gente. – disse Seb.

– Tô nem aí. – respondeu David.

– O que vocês estão fazendo escondidos aí? – perguntou Julie.

– Nada, irmã.

– Estão com cara de que aprontaram.

– Não foi nada, é que a Avril deixou cair o brinco aqui e tá procurando.

Avril se abaixou para procurar o brinco, apenas para disfarçar, pois ela não havia perdido nada.

– Sei... – Julie estava desconfiada.

– Vamos fazer brigadeiro?

– Você sabe fazer, Pierre?

– David, é a coisa mais fácil do mundo. Primeiro você coloca a margarina...

– Eu sei fazer, trouxa. – ele o interrompeu.

– Nossa, seu grosso imbecil.

– Desculpa.

– Desculpa o c@#$%&*!

– Calma.

– Magoei. – ele fez bico.

– Tadinho. – David selou os lábios de Pierre. – Era brincadeira, amor.

– Ok, mas como castigo, você que vai fazer agora.

– Vou esfregar na sua cara.

– Faça isso que eu te arrebento.

– Tapinha de amor não dói.

– Quer testar? – Pierre levantara a mão.

– Não, muito obrigado. Pensando bem, dói pra caramba.

– Gente, vamos fazer isso logo? Eu estou com fome.

– Ah, depois eu que sou o faminto, né Jeff? – disse Pierre.

– Anda logo e fica quieto.

– David, é com você, meu bem.

David fez careta para Pierre, e pegou o achocolatado, leite condensado e margarina, e misturou tudo. Pierre, como provocação, pegou uma colher e, com a mesma, retirou o chocolate da panela e melou David.

– Seu... Ah, você me paga, Pierre!

David pegou o mesmo tanto de chocolate da panela e arremessou, caindo sem querer no rosto de Avril.

De Avril foi para Chuck, de Chuck para Sébastien, de Sébastien para Laurence, e assim foi indo a guerra de brigadeiro. Julie, que assistia a bagunça que eles estavam fazendo no chão, brigou.

– Vão limpar isso já! – ordenou ela.

– Ok.

Pierre pegou a vassoura.

– Diga aonde você vai que eu vou varrendo... Vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo, vou varrendo.

– Pierre, que pobreza de música é essa?

– Estou aprendendo mais sobre a cultura do Brasil. Dá licença, careca?

– Passa. – Jeff riu.

– Late que eu tô passando.

– Cala a boca, Pierre. – todos riram.

– Eu acho que ele tá bêbado. – disse Hayley.

– Tô doidão.

– Tô vendo, Pierre. David está te fazendo mal. – Joel riu.

– Eu não, Joel. Que isso?

– Que isso novinho, que isso. – Pierre completou.

– Tá, agora eu tô achando que tenho culpa. O que eu te fiz, Pierre?

– Nada, ué. Só estou feliz.

– Você tá é retardado. Parece uma minhoca ambulante, só faltava ser magro.

Todos deram uma gargalhada, exceto Pierre.

– Nem vou te responder, Pat.

(...)

Happy Together – Simple Plan

Tudo ocorreu bem. Eles se divertiram, riram, assistiram filmes, comeram pipoca e ficaram contando piadas até de madrugada. Joel e Patrick estavam felizes, talvez saíssem de lá com uma namorada.

Notas finais
Reviews? *-*