Gossip Jonas

18 Estarei aqui sempre May


Notas iniciais
Este é o ultimo capitulo desta historia. A Vida de May transforma e agora ela não é mais uma simples atris. May está entrando de vez para o mundo do Estrelato.

A proposta do diretor me deixou um pouco assustada. Eu sei, qualquer garota gostaria de estar no meu lugar, principalmente quando o envolvido se chama Nicholas Jerry Jonas, e ele quer namorar com você. Mas eu não sou qualquer uma, eu gosto do Nick e eu gosto de estar com ele, mas e se isso envolvesse o meu trabalho? E se as pessoas começassem a achar que eu só estou com ele por interesse? Que eu só quero aparecer na mídia? Isso não seria bom, definitivamente.

Joe tinha saído da sala junto de Nells e o resto do pessoa ficou pra dar tchau ao pessoal da produção. Nick falava com seus pais e eu e Danielle estávamos falando sobre a semana de moda que aconteceria daqui a alguns dias, e que bem provavelmente nós não estaríamos nos Estados Unidos.

- May você vai trabalhar esse final de semana? – ela quis saber.

- Creio eu que vou ficar cerca de três á quatro semanas sem trabalhar por causa da greve de roteiristas. Mas por quê? – perguntei. Danielle é uma garota super fofa, eu nunca falava muito com ela por que ela nunca estava com os meninos, normalmente Kevin ia na casa dela, mas eu nunca á via aqui pela casa da família Jonas.

- Estava pensando em ir ao Shopping amanhã. Você quer ir comigo? – Nossa. Shopping, ta ai uma coisa que eu precisava fazer?

- Com certeza – sorri – acho que preciso ir comprar umas roupinhas – nos duas estávamos nos dando bem eu acho.

Nells e Joe voltaram da cozinha e pelo jeito não foi em um bom clima. Nells havia gritado com Joe algo que ela nunca faria, só se tivesse perdido a cabeça. Acho que sei o porquê, mas não vou me precipitar. Joe subiu as escadas correndo e ninguém entendeu nada.

- O que esta acontecendo aqui? – perguntou Tia Denise.

- Nada Tia Dê – Nells

- Que foi Nells? – Nick estava indo em sua direção.

- Nada é serio. Eu preciso ir pra casa – ela pegou a bolsa em cima do sofá e saiu.

Nells nunca fez isso, sair sem nem dar tchau nem nada, isso não era do seu caráter.

Todos ficaram em silencio até Tio Kevin nos chamar para jantar com eles. Eu e Danielle aceitamos. Joe não desceu do quarto, mesmo quando Denise tinha chamado-o.

- O jantar estava ótimo tia Denise – disse, eu e Dani estávamos ajudando ela a arrumar a cozinha, enquanto os homens tiravam a mesa.

Nick me deu um beijo na bochecha enquanto eu secava a louça. Sorri e mandei um beijinho pra ele.

Pouco tempo depois nós já estávamos na sala conversando. O Casal chefe estava conversando em frente aescada, Kevin e Danielle estavam na janela do outro lado e eu e Nick estávamos sentados no sofá.

- May, eu queria falar uma coisa com você – minha cabeça estava deitada no peito de Nick.

- Fala Nick – continuei deitada.

- Você quer namorar comigo? – ele falou rápido, mas eu entendi. Meu coração disparou de tal maneira que eu nunca imaginei.

Continuei a olhar a mesa de madeira á nossa frente. Soltei-me de seu corpo devagar, ele olhava esperançoso pra mim. Eu não sabia o que responder, todas aquelas acusações de interesses voltaram na minha cabeça, olhei envergonhada para ele.

- Nick eu não sei – ele pareceu chocado.

- Eu imaginei – ele se virou. Eu puxei seu braço

- Olha eu tenho motivos sabe – ele me olhava sem entender.

- Que motivos? Eu pensei que você gostava de mim – ele estava tão fofo falando aquilo, seus olhos estavam tão magoados. Eu não sabia como dizer essas palavras.

- Olha Nick eu só não quero que as pessoas pensem que eu estou com você por interesse sabe. Eu quero ser reconhecida pelo meu trabalho. – ele pareceu entender menos ainda agora – olha, você é famoso desde os quatorze anos, e eu sou famosa a exatamente um ano e meio. Mas isso não me fez chegar ao topo, e se eu namorar com você eu vou chegar lá em dois palitos, mas de um jeito desonesto sabe. – ele me parou com o dedo em minha boca.

- Se você for tão talentosa e eu sei que você é eles não vão poder dizer nada. – eu abri a boca mas ele continuou – May, eu nunca gostei de assumir namoro com garota nenhuma, mas agora eu não dou tanta prioridade a musica, sabe e vou continuar sendo musico e tocando, isso sempre, mas não quer dizer que eu não queira assumir algo que seja publica. Você entende? – eu não podia dizer que não, era o desejo dele e ele estava certo, eu tenho talento mas não pra participar de um seriado, isso não é comigo, isso é estranho, eu não gosto.

- Tudo bem Nick, agora me diz uma coisa, no que eu tenho talento? Por que ser atriz que não é, ser cantora menos ainda, eu toco guitarra é diferente. – ele riu e segurou minha mão.

- Sua boba, você é linda, tem o rosto lindo, e você é uma ótima atriz, menos quando fica do lado do Chace, que afinal ta muito velho pra você. – eu ri, como Nick fala bobeira.

- Ai Nick, que falta você vai me fazer quando estiver de turnê... – eu não havia pensado nisso, eu e Nick vamos passar tanto tempo longe um do outro.

Ele riu e eu não entendi o por que, ele me levantou e sem falar nada me levou até seus pais, Kevin e tia Dê estavam conversando mais pararam para falar conosco.

- O que foi meninos? – tio Kevin.

- Mãe, Pai. A May pode ir com a gente durante a turnê? – Opa. Chocou-me o coração agora, olhei horrorizada com as palavras de Nick, essa me pegou de surpresa. Olhei tia Dê, ela estava sorrindo, ela olhou para tio Kevin e ele olhou pra mim.

- Você gostaria de ir querida? – perguntou ele.

- Ah, bom eu não sei. – e eu não sabia mesmo, como Nick me faz uma coisa dessas? OO’

- Ah May, vamos, vai ser legal. – disse Kevin o filho que estava vindo com Danielle.

- É May, pelo menos eu vou ter companhia quando os três vão pro palco ou vão fazer outras coisas – ela riu, acho que eu não quero saber o que são essas “Outras coisas”que ela citou.

- tudo bem, eu vou – disse. Nick me abraçou – mas com uma condição. – sim eu sou muito folgada mesmo né.

- Diga – falou Nick.

- Eu posso tirar fotos dos shows? – Nick não entendeu bem o que eu quis dizer. Sim, eu sei uma coisa que sou boa. – Bom, eu já fiz cursos de fotografo no Brasil, acho que posso tirar boas fotos de recordações pra vocês – tia Dê estava sorrindo, acho que foi uma boa idéia.

- Claro que pode meu anjo – Denise – nós vamos adorar. – acho que agora todos estavamfelizes, exceto Joe. Mas esse depois eles davam um jeito.

- Oba, e quando partiremos – disse empolgada, seria legal começar a tirar fotos logo. Apesar de que eu preciso primeiro comprar uma maquina mais profissional.

- Daqui á um mês. – disse Kevin Pai. Murchei meu sorriso.

- Poxa até lá eu vou ter um treco esperando pra tirar essas fotos. – fiquei triste agora. Pensei que iríamos amanhã. Deitei minha cabeça no peito de Nick.

- Pequena você pode ir tirando fotos agora já. Não tem problemas – Nick. Olhei tristinha pra ele, se bem que eu ainda precisava comprar a câmera então não tinha problema demorar um pouco.

- Okey – sorri.

Narrador May Of’ / Narrador Nick On’

Uma semana já se passará, infelizmente eu não pude ver May, tive ensaio com meus irmãos, ensaios fechados, ou seja, nada de May. Mas eu ligava toda noite antes de dormi, e esta também seria a ultima semana em que ela iria ensaiar depois os roteiristas iriam entrar em greve pra não haver problemas para os atores.

Marquei de me encontrar com ela no sábado, passar na casa dela as nove em ponto, ou seja, hoje. E coitada dela se atrasasse. Peguei a chave do carro pendurada em um chaveiro e sai rápido. Calça jeans preta, uma blusa básica branca e um casacão marrom por cima com um cachecol preto. Sim o outono chegou e eu odeio isso, faz frio demais e não faz nada bem pra mim.

Não demorava muito o caminho até o apartamento de May, ela sempre me dizia que a distancia nunca é grande quando se á vontade de ver alguém. Palavras sabias as dela. Liguei o som, queria ouvir uma musica calma, precisava estar relaxado e leve, iria encontrar com uma tomada á 220 em menos de dez minutos, ela me tomava energia demais, e não pense besteira, ela quando está comigo fala, dança, tira foto, meche no celular, meche no meu cabelo, brinca com meu cabelo. Haja paciência pra cuidar dela.

Parei o carro em frente ao prédio, fui até o portei.

- Por favor, você pode chamar Maysa Delawil? – perguntei ao moço sentado dentro de uma cabina.

Ele foi até um telefone e demorou um tempo. Só faltava aquela menina me mandar subir.

- Senhor, ela pediu para que subisse. – --‘ não disse.

- Tudo bem – respirei. Ele abriu o portão e eu subi as escadas que davam para o elevador, odeio elevador, ele deu uma leve descida e depois subiu rápido, isso fez meu estomago girar.

- Maysa me paga – olhei pro teto. O elevador parou. Numero dezoito. Sai.

A porta que antes tinha listras agora tinha apenas o numero 22 na porta. Que estranho alguma coisa aconteceu essa semana que May não me contou. Bati na porta e logo ela apareceu. Trajava um moletom preto com borboletas rosa claro, com o cabelo preso com uma presilha. Entortei a boca sem entender.

- Oi Nick – ela estava seria e triste ao mesmo tempo. – entra – ela indicou com a mão para que eu entrasse. Dei um beijo em seu rosto e ela sorriu fraco.

- Esta tudo bem May? – perguntei quando ela vira até mim.

- Não Nick, eu recebi uma ligação do Brasil – ela estava muito seria, alguma coisa aconteceu, uma coisa bem grave.

- Fala May – á puxei para sentarmos no sofá.

- Minha mãe me ligou hoje de manhã dizendo que meu irmão foi internado, ele sofria de problemas sério nos ossos, e ele já não consegue mais agüentar as dores, e eu estou com medo – eu conhecia May, ela não iria ficar bem até isso acabar.

- E o que você pretende fazer? – perguntei, ela olhava o tapete.

- Eu não sei, mamãe disse pra que eu não me preocupasse por que tudo iria correr bem, mas eu ainda tenho medo do pior – á abracei e notei que ela estava começando a chorar.

- May não chora – levantei seu rosto, aquele rostinho tão perfeito me pedindo socorro, aquela que eu tanto amo estava ali, chorando pela segunda vez. E desta vez não era por minha causa, mas a dor provavelmente era maior. – Eu estou aqui esta bem? Vou cuidar de você e tudo vai dar certo. – ele encostou a cabeça no meu peito e eu não sei por quanto tempo ficamos ali.

O silencio era absoluto no lugar, May dormia como um anjo, eu sabia que ela só conseguiu dormi por que sua cabeça doía muito. O silencio foi cortado pelo barulho do telefone que vinha de trás da minha cabeça, virei meu braço e o peguei.

Telefone On’

- Alô! – eu.

- Alô, eu gostaria de falar com a Maysa – era um voz de mulher.

- Ela está dormindo, é urgente? .

- Sim, é a tia dela do Brasil – notei pelo sotaque nada americano. Eu acho que devia isso a May, acordá-la pois devia ser alguma noticia boa.

- Hum. Okey só um momento – balancei os cabelos e May, ela já estava acordada, entreguei-lhe o telefone.

- Alô? – eu não fazia a menor idéia do que as duas estavam falando, apenas tentava ler o rosto de May, e cada hora ele piorava mais, até que eu notei seu olho encher de lagrimas, seu rosto estava se contorcendo em dores, por fim ela desligou o telefone e se jogou nos meus braços. Ela não precisava dizer nada, eu já havia entendido, seu choro era desesperado e isso me fez mau, muito mau, por não saber o que fazer, cada lagrima que saia de seu lindo rosto me fazia sentir-me inútil. E eu teria que saber o que fazer agora. Por que sim, o irmão de May morrera.

Fim do primeiro livro.

Notas finais
Obrigado por todos vocês que leram, até o fechamento desta serie, foram 427 visualizações. Obrigado a todos.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!