Notas iniciais
Nesse capítulo eu e a Thamires demos uma enlouquecida na Manu, leiam pra crer, divirtam-se!
Beijos,
Gabrielle ;*

Liguei pra Manu, pra ver se já podia ir buscá-la, mas ela disse que viria sozinha. Estranho... Ah, não importa. Deu a hora, o pessoal começou a chegar. Primeiro umas pessoas que moravam longe(nunca entendi por que sempre quem morava longe chegava antes), depois umas meninas que davam descaradamente em cima de mim, mas eu fingia nem perceber. Foi aumentando o pessoal, a loucura começou. Rolou bebida. Muita bebida. Geral bebeu tanto que nem comeram direito. A Manu chegou mais ou menos uma hora depois, ela arrancou vários olhares, de cima a baixo, o que me deixou puto. Não sei por que, mas eu sempre fui meio protetor e ciumento em relação à ela. Sei lá, só sei que eu fui logo pra perto dela pra ver se paravam com essa babação toda por ela. Não é que deu certo?

Conversei com a Manu, bebi, e fiquei lá, atento para o caso da Bila aparecer. Depois de um tempo que eu fui perceber que a Manu não tinha bebido nada, e isso não podia ficar assim, né? Fui até ela, ofereci um Ice. Ela não quis. Uma tequila. Ela não quis. Uma cerveja, e adivinha? Ela não quis. Eu comecei a insistir com ela e tal e acabou que ela desistiu e bebeu a primeira coisa que apareceu na frente. Uísque, a propósito. Po, foi até maneiro ver ela se soltar um pouco sabe, dançar e coisa e tal, mas o problema é que ela não fez só isso. Ela fez muito mais. Ela bebeu muito mais. Só uísque, dos mais fortes. Aí ela começou a ficar estranha:

-Porra Manu, a Bila ainda nem chegou, to começando a achar que ela não vai vir...

-Foda-se a Bila, eu tô aqui, isso não importa, não? — ela nunca falava palavrão.

-Ah, você sabe que importa, cara... O bagulho é que hoje eu ia tentar me aproximar dela e tal...

-E pra que você precisa dela? Fica comigo!

-Tô achando que você devia parar de beber, sério.

-Que nada! — ela pegou mais uma taça – Agora é que está ficando bom!

-Manu, você já está bê...

-Vem cá – disse ela me interrompendo – Você sabe que você quer! — ela me puxou, quer dizer, tentou.

-Vem cá você! Você já bebeu muito mesmo, tá na hora de dar um jeito nisso – e saí puxando ela pelo casa, tentando fazer ela comer alguma coisa ou beber uma água, pra ver se ela melhorava. Foi quando eu vi a Bila. Que merda cara, dava pra ela aparecer em hora pior? Eu tinha que escolher entre a Manu e a Bila, e não sabia o que fazer. Fiquei encarando ela de longe, ainda segurando a minha melhor amiga bêbada. E pior é que fui eu que embebedei ela, merda.

Percebendo meu olhar, a Manu ficou ainda mais pirada:

-Ah, então agora a sr. Deusa-maravilhosa-totalmente-linda pelo qual você é apaixonado chegou né? Vai lá, eu não me importo. Não me importo que enquanto eu ficava contigo, ela te ignorava. SOU EU QUE TE AMO PORRA!

Fudeu. Ela tá alucinando. Que que eu faço?!

-Cala a boca, Manu!

-O que? Calar a boca? Okay, vai lá se fazer de babaca pra Bila vai, eu não me importo- ela disse a última frase bem pausadamente, acho que pra enfatizar que eu tinha feito merda. Merda.

Notas finais
E aí, merece reviews? Avaliem :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.