Good Riddance

20 Desculpas não colam mais


Notas iniciais
Olá! Capítulo no meio da semana! É um cap. curtinho e simples, diria de transição, mas espero que curtam a leitura! A música que o Fafá canta: http://atleticaufrgs.tripod.com/los_metelones.mp3

Como o Intermed duraria quatro dias e aconteceria em Torres, no litoral, Cíntia determinou que André achasse algum lugar para deixar Sascha nesse meio tempo, pois não teria como cuidar do bichinho, e Sascha era muito carente, chorava o dia inteiro caso ficasse sozinho. Uma sorte que tinham uma empregada que só ia embora quando André já estava em casa.

André fez uma lista de amigos com quem poderia deixar, mas ou eles também iriam viajar no feriadão, ou se negaram dizendo que não queriam se preocupar com um filhote. Amigos da onça, o loiro pensava chateado, enquanto acariciava a cabeça de Sascha, pensando no que iria fazer. Dali menos de uma hora havia o concentra antes da viagem, que seria feito no mesmo lugar onde a festa da matrícula acontecera, na Ashclin. Vários ônibus, com alunos da medicina de diversos semestres, sairiam da Ramiro Barcelos em direção a Torres, às 22h30minh, a princípio.

Até que lembrou que Fabrício comentara que estava deixando Cherry na casa dos tios, pois não gostava de deixar a gatinha sozinha no apartamento pequeno. André então ligou para Fafá e, para sua sorte, ele estava justamente na casa dos tios. Para facilitar a vida do loiro, Diogo se prontificou a passar de carro na frente da casa de André. Levaria os dois de mala e cuia até a Ashclin e já ficaria com Sascha.

André ficou satisfeito, como Diogo ficava bastante em casa, cuidaria bem do cachorrinho. Ao menos um de seus problemas fora resolvido. O outro continuava no hospital, mas já com previsão de alta. Não que o Davi fosse um problema, mas o loiro passara os últimos três dias preocupado. Na segunda até tentara ir com a Natália visitá-lo, mas Davi estava dormindo e o melhor era deixá-lo descansar. Depois disso decidira que voltaria a tentar falar com o amigo quando ele já estivesse em casa, mais tranquilo.

Não demorou muito e o loiro ouviu uma buzina na frente da casa. Pegou as malas, despediu-se da mãe e, com um assobio, fez com que Sascha o seguisse alegremente, balançando o popô mais do que a Globeleza enquanto resfolegava com a língua pra fora. André só imaginou como seria quando ele crescesse, destruiria os móveis da casa com aquela bunda inquieta.

XxxX

André se acomodou com dificuldade no banco traseiro do carro enorme do Diogo. Estava difícil de sentar confortavelmente desde o paintball, apesar de os roxos na bunda já terem diminuído, continuavam sensíveis. Fafá ainda iria pagar por isso, o que era dele estava guardado! Seu sentimento de vingança não diminuía.

“Então vocês vão dividir a mesma barraca?” Diogo perguntou, enquanto os levava até a Ashclin. André não soube dizer se imaginara o tom malicioso, ou se era real. Diogo parecia malicioso até quando falava sobre a previsão do tempo. “Usem camisinha, não quero ninguém grávido depois disso.”

“Homens não engravidam.” André rebateu, franzindo a sobrancelha e olhando Diogo pelo retrovisor como se ele fosse louco, enquanto Sascha mordia e rosnava para seus dedos.

“E eu lá estava falando que vocês que ficarão grávidos? Eu estava pensando nas gurias com quem vocês se relacionarem, mas se tu ‘tava pensando em outra coisa...” Diogo cantarolou sugestivo, escorrendo uma ironia bem-humorada. Fafá abafou um riso, e recebeu um soco no braço de um André corado. O loiro absteve-se de novos comentários pelo resto do caminho.

Quando chegaram, Diogo sussurrou para o sobrinho.

“É uma ótima oportunidade, só se certifique de ter uma rota de fuga caso ele decida te chutar no meio das pernas quando tu for tentar resolver essa situação.” Piscou, deu uns tapinhas nas costas do Fabrício e empurrou-lhe um maço de notas de cem. Fafá tentou negar, mas Diogo quase o fez comer aquele maço, mandando-o aceitar de uma vez. O moreno sorriu de lado e balançou a cabeça, saindo do carro e se despedindo junto com André.

Depois de pegarem as malas, Fafá quase teve de arrastar André para longe do carro, pois o loiro se penalizara com os latidos sofridos de Sascha.

“Ele ‘tá chorando...” André murmurou abatido, ainda olhando para trás enquanto avançavam através do portão de entrada para a área onde os estudantes se encontravam já fazendo barulho, cantando, bebendo e conversando.

“Até um tempo atrás tu não gostava de bichos, agora te deixa enganar com uns choramingos que não vão durar nada.” Fabrício passou o braço livre pelos ombros do loiro e ergueu a mão para apertar-lhe a bochecha. André balançou o rosto pra se livrar do apertão.

“Depois eu sou o insensível!” Reclamou injuriado. Sascha estava verdadeiramente sofrendo, já imaginava o cachorrinho sem conseguir comer por dias, sofrendo de depressão por sua ausência.

André se surpreenderia ao encontrar Sascha ainda mais gordo do que antes dali a quatro dias.

“Bestinha. Não sabe nada de cachorros mesmo.” Fafá implicou.

“Sei sobre ti.” André implicou de volta, com um sorrisinho mordaz.

“Porque tu adora cachorros, né? Principalmente os que mordem.” Fafá sugeriu malicioso, deixando o loiro corado. Tchê, mas é muito bom deixar esse loiro corado, Fafá chegou à conclusão animadamente, abrindo um sorrisão enquanto André o mirava com uma aura medonha e se soltava, resmungando algo sobre churrasco de cachorros.

As mochilas estavam largadas numa estradinha que levava a um quiosque com banheiros, e as pessoas se amontoavam perto de outro quiosque, a maioria ao ar livre. A banda da UFRGS, Xaranga, tocava algumas músicas cheias de sons dos tambores que serviriam para fazer mais barulho que as outras bandas, quando estivessem torcendo pra UFRGS durante os jogos.

“Guris! Finalmente!” Gabi os chamou, atraindo a atenção dos dois para o grupo de colegas que já estava ali. Fafá logo chegou se enturmando e puxando papo com a galera. André ficou surpreso por ver que o Rafael e a Fran também estavam ali.

“Quem diria...”

“A vaca da Gabi me convenceu a participar disso. Sinceramente, como eu vou sobreviver quatro dias sem um banho decente?” Fran discorreu cheia de drama. A verdade, lá no fundo, é que soubera que Rafael também fora convencido por Gabi (a garota era mais mala que o Fabrício nessas insistências), e resolveu não perder a oportunidade. Rafael era caladão, coisa de germânico do interior, mas era muito querido, bonito e bastante humilde, combinação que atraía a garota.

Gabi sabia do interesse da amiga e tentava lançar indiretas ao Rafael, mas aí a Fran quase decepava a cabeça da guria, pois dizia que Rafael já tinha um casinho em Bento Gonçalves, onde morara antes de vir pra Porto Alegre estudar. Gabi não ‘tava nem aí, enquanto não fosse namoro, Fran tinha uma chance.

“Tem banheiros lá, ok? Fresca.” Gabi reclamou. “Mas o que importa é que estamos todos reunidos, então vamos aproveitar e beber muito.” Falou, erguendo a caneca metálica da medicina, que a maioria dos alunos tinha.

André ficou conversando com eles e alguns colegas, enquanto Fafá se intromedia nas músicas, pegava uns instrumentos saídos ninguém sabia da onde para tocar, como um mini-teclado meio chinelão, e se metia a cantar junto com os colegas. Começaram a tocar as músicas clássicas do Intermed, com a do cavalão, que era o mascote da medicina da UFRGS.

Conforme a bebida ia, o pessoal ia ficando cada vez mais solto, se abraçando em roda e pulando, enquanto giravam e gritavam a plenos pulmões as músicas, com os sons da Xaranga e dos outros estudantes obrigando-os a quase arrebentar as cordas vocais pra se fazerem escutar. Havia muito gente louca naquela turma, Fafá se sentia em casa.

“Hei, Fafá, canta aquela dos Metelones, eu adoro!” Gabi pediu, debruçando-se sobre as costas de Fabrício. O moreno havia aprendido rapidamente quase todas as letras do Intermed, então se endireitou e começou a música que tirava com a Ulbra, a faculdade mais cara de medicina do Estado, e cujo vestibular era bem fácil de passar.

Para paçar na Hulbra,

Para pacar na Hulbra

Yo nececito comprar mia vaga!

Para comprar mia vaga

Yo necessito ter mutcho diñero!

Pero non tengo diñero

Soy peladón soy peladón soy peladón!!!

MENSALÓN!!!

Pero yo estúdio de gracia

Pero yo estúdio de gracia

I mio diñero vai todo em catchaça

Sigo bebiendo catchaça pegando enfermera

E metiendo na ratcha

Si yo quiero boquete

Si yo quiero boquete

No mi esfuerzo mutcho e pego a ulbrete

I despues do boquete

Ela vira de cuatro pedindo baguete

Pero non tengo diñero

Soy peladón soy peladón soy peladón!!!

Fafá cantava todo jeitoso e cheio dos trejeitos, arrancando risada dos colegas. André até se esforçava para não gargalhar, mas era impossível. Até precisou ir ao banheiro se aliviar, porque a barriga já doía de tanto rir. Pelo caminho, viu que Gabi o seguira.

“Essa bebida toda libera a bexiga de qualquer um.” A garota falou e gargalhou já bêbada, se apoiando em André. “Ai, ai, vou voltar em coma alcoólico desse Intermed...”

“Não só tu, acho que todo mundo.” André a amparou. Havia se segurado dessa vez pra não beber até perder a consciência do que fazia. “Essas músicas são muito criativas, né?”

“Noooooooooossa! Demais, tchê! Tu acha que vou me dar bem nesse Intermed?” Gabi desviou totalmente do assunto. André parou, olhando-a abismado.

“Ué... Acho que... sim?” Disse meio incerto. Gabi era bonita e bem-humorada, guris querendo ficar com ela não faltariam, ele achou. Gabi gargalhou e apertou as bochechas do loiro. “Tu é cheia de qualidades, então...”

“Tu é tão fofo, André. No início te achava um porrezinho, mas tu melhorou tanto, coisa graça! Eu sabia que o Fafá teria boas influências no teu jeito mala.” Ela disse sem pudor. André não sabia se levava aquilo como um elogio, mas agradeceu mesmo assim, com um sorriso amarelo. “Eu sinto que nós dois nos daremos bem nesse Intermed! Sabia que eu não beijo na boca desde o ano passado? Meu primo me agarrou no Natal da família, aquele peste, ele é dois anos mais novo que eu! Mas tem um bíceps...”

Gabi ficava mais tagarela que o normal quando bêbada. Aliás, quem não ficava?

“Hei, se bem me lembro, te beijei naquela festa no Cabaret.” André a lembrou, mesmo que aquilo tivesse sido apenas um selinho.

“Ah, aquilo não conta. Eu ‘tô falando de beijo de macho.” Gabi dispensou dando de ombros, se afastou rapidinho, indo pro banheiro feminino que por sorte recém liberara. Os lábios de André se entreabriram.

“Vem cá que eu te mostrar o macho então!” Exclamou indignado, mas acabou sorrindo descrente ao escutar a gargalhada da garota. Pensando melhor, com aquela personalidade, era iria se dar bem era com a cerveja que iria consumir e com a privada quando precisasse vomitar, porque a gurizada iria fugir de fininho.

XxxX

“’Tá na hora, galera! Os ônibus chegaram, vamos indo pra lá!” Um estudante mais avançado no curso gritava, tentando chamar a atenção dos bêbados. Era parte da Atlética UFRGS, que organizava os times e a participação da faculdade como um todo no evento,

André e os outros começaram a dispersar, mas o loiro sentiu falta do Fabrício.

“Fran, tu viu o Fabrício?” Perguntou à garota, que negou. Era a mais sóbria do grupo, apesar de também ter bebido. O loiro deu umas voltas e achou as malas do Fafá ainda junto das suas. Resolveu ficar esperando o moreno aparecer.

Não demorou muito e o Fafá de fato apareceu, quase tropeçando nas malas das outras pessoas, sem nenhum senso de equilíbrio. André teve de revirar os olhos para o estado do traste.

“Onde é que tu ‘tava?” Perguntou, amparando Fafá antes que ele caísse de boca no chão.

“Fui no banheiro, mas ‘tá sem papel. Eu preciso cagar.” Fafá admitiu num choramingo bêbado. André quase se engasgou com a saliva e começou a rir cheio de deboche. “Não ri, tchê! A situação ‘tá preta.”

“Que merda.” Falou condescendente. “Literalmente.” E riu pilhérico novamente.

“Já sei! Tem banheiro no Clínicas!”

“Ah, não! Não tem como ir até lá agora, os ônibus estão saindo! Te aguenta, agora!” André reclamou. Era possível ver o Clínicas dali e havia um caminho curto até lá, por dentro da área externa do hospital, mas quase todo mundo já havia ido pros ônibus, estavam praticamente só os dois ali.

“Eu preciso! Tu não ‘tá entendendo! É vida ou morte!” Fafá exclamou cheio de sofrimento. André suspirou – tinha de lidar com um bêbado com problemas intestinais agora. Bufou e pegou o celular, mandando uma mensagem para Fran pra que segurasse o ônibus.

“Vamos.” Segurou mais firme a cintura de Fabrício e começou a caminhar em direção ao hospital. Nem sabia que teriam acesso aos banheiros de lá, mas era melhor que um Fabrício cagando no ônibus. Acabou rindo da situação pelo caminho, ou melhor, tendo uma crise de risos enquanto tentava sustentar o corpo do moreno. Fafá era encorpado e mais alto, apesar de não muito mais alto – talvez uns seis ou sete centímetros.

“Não ria da tragédia alheia.” Fafá pediu com a voz engrolada. “Queria ver se fosse tu no meu lugar, implorando por uma privada amiga.”

André riu mais alto.

“Idiota, cagasse em casa.”

“Essas coisas não se decidem, é que nem as coisas do coração.” Fafá explicou, agarrando-se mais ao loiro, que gemeu com a dificuldade de sustentá-lo.

“Tu ‘tá seriamente comparando amor com merda?” André perguntou, sorrindo torto. “Tu tem problemas, é sério.”

“Apenas sigo meu coração.”

“E teu intestino.” André rebateu. Aquela conversa não tinha sentido mesmo. Fafá não se importou e, em sua coerência bêbada, lembrou-se de que havia algo que queria cantar para o André.

“Tu lembra de quando cantei aquela música do Barão Vermelho no supermercado?” Perguntou próximo à orelha de André, que experimentou um leve arrepio. A noite está gelada, se justificou rapidamente, mas não conseguiu se convencer muito bem, o que o transtornou um tanto.

“Sim, por quê?”

Fafá apenas pôs-se a cantar.

Por você
Eu dançaria tango no teto
Eu limparia
Os trilhos do metrô
Eu iria a pé
Do Rio à Salvador

Eu aceitaria
A vida como ela é
Viajaria a prazo
Pro inferno
Eu tomaria banho gelado
No inverno

O tom dessa vez era bêbado e levemente desafinado, e o Fafá movia uma mão no ar como se regesse uma orquestra, fazendo André revirar os olhos, mas sem interrompê-lo. Isso até o moreno chegar a uma parte da música especial para o loiro.

Por você!
Eu deixaria de beber
Por você!
Eu ficaria rico num mês
Eu dormiria de meia
Prá virar burguês

Eu mudaria
Até o meu nome
Eu viveria
Em greve de fome
Desejaria todo o dia...

“O mesmo André!”

André tropeçou nos próprios pés e os dois quase caíram de boca no chão. Eu deveria deixar ele cair mesmo, pensou, virando o rosto para ele, vendo-o sorrir largamente, cara de pau como só ele poderia ser.

“Tu ‘tá se declarando quando ‘tá com vontade de cagar?” Tentou amenizar a vergonha que sentia com a piada, e Fafá gargalhou tentando abraçar mais o loiro, mas André se desvencilhou e o puxou novamente. Já estavam quase na entrada do hospital.

Encontraram um banheiro num corredorzinho disfarçado, logo antes das roletas, que permitiam passagem só de estudantes a partir do quarto semestre, funcionários, médicos, enfermeiros e visitantes que pegassem autorização na recepção do hospital.

“Vai logo.” André empurrou o moreno pra dentro do banheiro e ficou esperando no corredor, apoiado na parede com os braços cruzados sobre o peito. Teve de esperar um tanto, até que Fafá saísse coçando os cabelos, parecendo chateado.

“Foi alarme falso. Acho que era só minha barriga enjoada com a bebida.” Falou. “Só mijei. Mas não te preocupa, lavei as mãos.”

André se perguntou por que precisaria de todas essas informações. Bateu a mão contra a testa.

“Tu fez a gente vir até aqui pra isso! Ai, Deus, o que que eu faço contigo...?” Murmurou, fingindo aborrecimento, mas tapou o rosto com a mão para esconder o riso. Com isso, não viu Fafá se aproximar sorrateiramente.

“Tem muitas coisas que tu pode fazer comigo...” Sussurrou contra o ouvido do loiro logo após prensá-lo contra a parede. André ofegou, pego completamente de surpresa pela atitude do moreno, e o agarrou pelos ombros, com o intuito de empurrá-lo, mas estacou na mesma posição, olhando diretamente para os orbes enegrecidos de Fabrício, cujo rosto estava muito próximo. Os galopes cardíacos reverberaram nos ouvidos do loiro, que estremeceu, sentindo a respiração do moreno contra seus lábios.

Por que não conseguia empurrá-lo? E por que ele estava parara tão perto, olhando-o daquela forma estranha? Iria lhe dar alguma outra espécie de lição? Mas já havia se redimido de seus preconceitos, certo? Coisa de bêbado sem noção, então? Por que estou me lembrando da noite em que ele me chupou o pescoço? Porra! Se exaltou mentalmente.

“Fabrício...” Ia começar a dizer, nem saiba direito o que, sua voz saíra falha; porém o celular apitou, sobressaltando os dois. André tirou o aparelho do bolso e o leu atrapalhadamente, nervoso porque Fabrício, apesar de ter se afastado um tanto, continuava perto, com uma mão em sua cintura. “O ônibus ‘tá saindo!” Exclamou, satisfeito por ter um motivo pra quebrar aquele momento bizarro. E desde quando preciso de um motivo?

Apressado, André segurou Fabrício pela gola da camiseta e pôs a correr com ele para fora do hospital, evitando encará-lo ou falar qualquer coisa. Não conseguia pensar racionalmente no que acabara que acontecer, só sabia que o corpo continuava quente e estava com certa vergonha de como reagira com a proximidade.

E não tinha desculpas para isso dessa vez.

Notas finais
E novamente o Fafá canta: http://letras.mus.br/barao-vermelho/44432/, mas dessa vez com uma modificação especial na letra. IOAJHAIUOAJAUIO! O próximo capítulo é a continuação do extra Gui/Davi! Devo postar no final de semana! Fiquem atentos, já que o Nyah não tem avisado das atualizações... Beijos, amores, e MUITO obrigada pelas reviews do capítulo passado!