Good Boys Go Bad.
13 Capítulo 12
Notas iniciais
Mais um capítulo para vocês, lindos, fofos e maravilhosos que tem me deixado tão feliz com esses reviews!!! *--*
E lá vai a Haley de volta para o colégio...sinto a sua dor Hay...D:
E lá vai a Haley de volta para o colégio...sinto a sua dor Hay...D:
Se alguém me dissesse que essa última semana passaria tão rápido, eu teria aproveitado mais. Ah, esqueçe o que eu disse. Não teria como ter aproveitado mais. Todo santo dia era um programa diferente, com lugares diferentes e pessoas diferentes, se é que vocês me entendem...
Ontem mesmo, eu, Audrey e mais uma galera, fomos para o centro da cidade. Fomos em bares que eu nunca tinha ido e dançamos como se o mundo estivesse acabando. E pena que não acabou, porque cá estou eu, com uma cara de morta-viva, prestes a voltar para a escola. Não que eu esteja arrependida, mas bem que eu podia faltar hoje, só hoje, afinal, quem é que vai no primeiro dia de aula, hein? Voltei para a cama e estava quase fechando os olhos quando minha porta quase foi pelos ares. -Mas que merd-eu começei a xingar, mas fui interrompida. -Não acredito que você ainda está aí-Nate disse, me encarando. -Pois é, eu não tô me sentindo muito bem...-respondi sarcastica como sempre.-Acho que eu não estou em condições de ir pra escola hoje, até amanhã eu já to boa, então quem sabe eu.. -Você já é cinica logo cedo?-Nathan me interrompeu de novo. Quando ví para onde ele estava indo, me sentei na cama numa velocidade incrivelmente rápida para essa hora da manhã. -Ah, não, sério, você não precisa....espera aí!-Eu quase gritei. Mas era tarde demais. Nathan já estava abrindo a minha janela. A sol das sete entrou pela minha janela, me cegando. -Porra Nathan!-Eu exclamei e fui para baixo das cobertas. -Vamos logo, você tá parecendo uma criança Haley.-Ele disse, me cutucando.-Se mexe. Cara, esse garoto tava pedindo para morrer. Contei até três com calma. Com muita, muita raiva, joguei minhas cobertas no chão. Levantei e arrastei um Nate surpreso para fora do meu quarto pela orelha, batendo a porta na cara dele. -Pronto! Agora eu to acordada! Tá feliz??-Berrei para a porta. -Também não precisava me arrastar pela orelha!-Ele resmungou de volta. Ah sim, nossa relação ia melhorando a á cada dia que se passava. Vesti a droga do uniforme, escovei os dentes e passei minha maquiagem, pronta para o primeiro dia de tortura, o primeiro de muitos. Quando desci, ignorei o café pronto na cozinha e encontrei ele na sala, já com a mochila no ombro. -O que é isso?-Ele perguntou, apontando para mim de cima á baixo, ou melhor, apontando para o meu uniforme. -Isso oque? Meu uniforme?-disse, conferindo para ver se eu tinha esqueçido de tirar a calça do pijama. -Isso aí é seu uniforme? Achei que o uniforme das garotas era saia, com aquelas meias e tudo mais.-Ele falou, gesticulando. -Ah tá, que susto você me deu.-Eu disse, indo para a porta. — E olha bem para a minha cara, você acha que eu ia usar saia? Nesse frio dos infernos? Tudo bem, todas as meninas costumavam usar as saias, as meias, os laços e tudo mais, até mesmo a Audrey. Mas eu nunca usei mesmo, então não dou a mínima. Depois de muitas advertências, finalmente a diretora deixou eu usar o que eu queria. Ou era isso ou eu saia da escola. Sendo assim, ao invés da saia, eu estava com meu jeans rasgado favorito, a blusa da escola e ao invés de usar o laço, eu fazia dele uma gravata, deixando bem frouxa. Como estava frio, não me importei de colocar a jaqueta da escola. -Pois é, acho que eu esqueçi com quem eu estou falando...-Nathan disse, me acompanhando para fora da casa.
Notas finais
Morram de curiosidade, shuahsuahs.
Sim, eu sou má. ¬¬
Sim, eu sou má. ¬¬
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