Good Bad

5 Capítulo 5 - Uma nova garota


Notas iniciais
mais cap pra vcs :)
hj fui no pão de açucar e voltei um caco, to mt vermelha, vcs não tem noção do sol q tava lá em cima. lá em cima tava mais quente q na rua!! :/

Quando Stacey chegou em casa, foi logo tacando a mochila no chão. Entrou em seu quarto e começou a se despir pensativa. Não conseguia parar no que Gerard falara pra ela.

-você tinha que beija-lo? – perguntava pra si mesmo, sentindo-se patética.

Ela tomou um banho e depois se deitou e deixou algumas lágrimas escorrerem. Ele tinha razão, ela se sentia solitária. Não tinha amigos, era bruta e rebelde, gostava de se mostrar forte pros outros e acabava distanciando todos a sua volta.

No dia seguinte quando Stacey chegou no colégio, foi abordada por Ursula e suas idéias do teatro.

-e aí? Você leu o roteiro?

-Na verdade Ursula, eu não tive tempo. Foi mal. Mas eu prometo ler hoje.

-Então não demore pra você me dar logo sua opinião. Já se inscreveu no mural do teatro?

-Ainda não.

-Então vamos lá agora pra você se inscrever. – e ela se levantou e puxou Stacey até a frente do mural onde tinha a lista de inscrição do clube de teatro.

-Ta, é só assinar?

-Sim e coloque entre parênteses o personagem.

-Ta. E qual será?

-A Julieta é claro.

-Ta. – e assim fez.

-Ah meu Deus!

-O que foi? – perguntou olhando pro seu lado e Ursula corria de braços abertos à uma menina gordinha e desengonçada. Ela foi até as duas que se abraçavam sorridentes. – Stacey, essa aqui é minha amiga Rose. É da nossa sala. Rose, essa é Stacey, nossa nova companheira de turma.

-Também faz parte do lado direito? – perguntou a menina.

-É...apesar de ser uma coisa tão idiota, sim.

-E qual foi seu apelido? Prazer, boca nervosa.

-Ah, o meu é brega.

-Isso é um apelido?

-Pois é, não é ridículo? – e as três foram juntas pra sala rindo.

Mais tarde Stacey foi fazer sua tarefa do dia-a-dia, foi trabalhar. Aproveitou o momento que a lanchonete estava vazia pra fazer seu dever de casa. Quando olhou pro relógio, já eram cinco horas, então ela guardou o material e quando abria a porta da lanchonete pra ir embora alguém abria a porta do lado de fora no mesmo instante fazendo com que ela batesse na testa dela.

-ai desculpa. – disse ele colocando a mão na testa dela onde bateu a porta.

-ah! Ta legal. Se doer depois eu te processo por lesões corporais. – disse ela fazendo ele rir.

-Está indo pra sua aula secreta?

-Na verdade eu não tenho aula hoje.

-Ah. Não? Então nós podemos sair pra conversar, o que você acha?

-Não vai dar.

-Qual é a desculpa da vez?

-Eu estou indo treinar meu segredo.

-Ah, mas acabou de dizer que não tem aula hoje.

-É, mas eu treino nos dias que não tem aula. É bom por que fico sozinha e consigo treinar melhor e ver meus erros.

-Eu posso te acompanhar?

-Ah... – e olhou pra ele desconfiada. — ...ok. ok, pode sim.