Goddess of Mist
22 Capítulo 22 - Amar (Parte 2)
Notas iniciais
Pareço ser adolecente, nunca havia sentido o que estou sentindo. Meu coração bate forte e minhas pernas molecem, assim que eu te vejo.
- Gaby Karol.
Eu me transporto para o Olimpo, Athena está na porta do meu templo seus cachos loiros flutuam com o vento sua coruja está no seu ombro. Ando até ela e num segundo ela me abraça forte, me solta depois de quase perder o ar.
- Vai se arrumar! — ela fala sorrindo — E quanta saudade!
- Eu também, Athena! — entro no templo — E seus amigos...
- Ah você gostou deles? — sorrindo eu entro no meu quarto — A Annabeth insistiu bastante para ir atrás de você, disse que queria fazer as pazes.
- Eu sei! Aquele negócio de Família Perfeita estava acabando comigo, estava destruindo mais ainda a família. — some minhas expressões — Mas não importa mais agora.
Tomo um bom banho e procuro uma roupa, coloco um vestido beje um pouco acima do joelho, uma maquiagem leve, mas o baton eu coloquei um brilhante vermelho. Saio do quarto Athena está sentada no sofá esperando-me para irmos juntas para o concelho.
- Que as chatas paltas do seu pai não me matem. — murmuro para a Athena enquanto saímos do meu templo para o palácio dos 12 Tronos.
- Hera... você é imortal! — ela ri, nem mais parece a Athena super séria, o que aconteceu? — A única coisa que pode acontecer é você ficar muito entediada.
- Ok, paltas chatas aí vamos nós! — falo enquanto entramos no palácio.
Minutos depois chegamos as portas que levam a Sala dos 12 Tronos, respiro fundo, eu e Athena entramos quase todos os deuses estavam lá, menos Afrodite, Deméter e Dionísio. Sento no meu trono agora ao lado da Héstia.
(N/A: O Hades e a Héstia tem tronos na minha história, viu? ♥ ).
Não olho para ninguém apenas abaixo a cabeça e brinco com as pontas do meu cabelo. As portas se abrem e Deméter passa por elas, seu vestido vesde arrasta pelo chão, atrás dela Dionísio vai andando até seu trono. Afrodite e sua beleza exagerada caminha atrás dos dois.
Meu coração está descontrolado, como um cavalo selvagem eu não consigo o controlar. Minhas pernas perdem os sentindos, todos se levantam eu tento, mas ela amolecem. Novamente eu tento me levantar, minhas pernas ainda bambas. Olhamos atentos — ou quase — Zeus se levantar e com isto o concelho está aberto.
Notas finais
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