Goddess of Mist
16 Capítulo 16 - Flutuar
Notas iniciais
Estou voando, não sinto meu corpo! Apenas sua voz me faz flutuar!
- Gaby Karol
Acordo naquela manha me sentindo péssima o sol está escondido por trás das pesadas e negras nuvens de chuva, me levanto pego meu celular e vejo duas mensagens de números desconhecidos. Abro a primeira, mas como não tem nada escrito jogo a na lixeira e abro a segunda mensagem.
Surpresa!
- Z.
Apago a segunda mensagem também e sigo para o banheiro, lavo meu rosto escovo os dentes e penteio o cabelo, coloco uma blusa e um short e desço as escadas, como um rápido café da manha meus paia não estão em casa obviamente estão no trabalho.
Pego meu fone e meu celular e começo a escutar música, tranco a casa e saio pela rua, uma boa caminhada matinal até por que não conheço muito bem as ruas por perto. Continuo meu caminho pelas ruas. Passam-se uma hora então eu volto para casa com os fones nas alturas.
Percebo dessa vez um bilhete na geladeira que não tinha notado antes é da minha mãe, desligo a música e coloco o celular na mesa ando até a geladeira e pego o bilhete.
Querida, deixei seu almoço pronto no forno desculpe por sair assim tive uma emergencia aqui no escritóio e tive que sair as pressas. Com muito amor...
- Sua mãe!
Ok, sozinha por um tempo certo! Me levanto e vou assistir televisão, depois de um longa metragem e olho a hora 10:35, começo a me arrumar. Primeiro um ótimo banho depois sigo para o armário procurar minha roupa. Minha calça e o uniforme da escola, maquiagem simples e pronto! Acabei. Fecho tudo em casa e vou em direção dá escola.
Como cheguei muito cedo o portão ainda é fechado, mas não impede de vários alunos estarem se amontuando em cima dele. Sento-me longe, num banco proximo da escola e observo os alunos. As patricinhas chegam do outro lado da praça, os jogadores do time de futebol da escola, os góticos que rabiscaram a blusa branca do uniforme com tinta preta, as meninas deslocadas que se sentavam longe de todo mundo tinham poucas amigas, os nerds — não sei por que são chamados assim, todos somos humanos não tem para que classe social — que vinham om seus tablets e livros na mão.
- Oi. — viro para trás, é o Bryan — Pensei que não te veria hoje.
- Por que? — pergunto.
- Não sei, toda garota linda que fala comigo no outro dia some. — ele ri e se senta do meu lado — Tem aula de que?
- Biologia e português! — respondo com um sorriso no rosto.
- Matemática e português. — ele sorri — A gente se vê na segunda aula, ok?
- Ok. — respondo.
Fico nas nuvens, ele me acha linda, ok... eu sou uma deusa, mas perdi de Afrodite em ser a mais bela e Psiquê ganhou de Afrodite mesmo sendo mortal e eu... mesmo assim eu fiquei nas nuvens.
Notas finais
Bejo para vocês ♥
Fale com o autor