Goal!
30 Depressão e rearranjos
Notas iniciais
esse veio rápido neh?
Como eu disse estou digitando que nem louca
e minha linda beta está me ajudando tanto... estou fazendo ela ficar de plantão coitada
Mais ainda hoje, só que bem mais tarde
Espero que gostem
Uruha andava de um lado para o outro no quarto destruído, há duas horas que o moreno não acordava, há duas horas que Uruha se depreciava mentalmente e não descansava.
Pegara um pano e água para limpar o namorado,e o fizera enquanto chorava,mas era o mínimo que podia fazer pelo moreno,depois do que tinha feito a ele. Pensara em levá-lo a um hospital, mas do jeito que a situação com a mídia estava isso só pioraria as coisas, porém,se o moreno não acordasse em meia hora iria ligar para alguém, para o Takanori, para o Reita, até mesmo para o Kai.
O relógio marcava nove da noite,ainda estava relativamente cedo, mas para si cada hora parecia um suplício.Kouyou não conseguia mais pensar,não conseguia mais se xingar, não conseguia mais mirar o corpo do mais velho, que aparentava tanta fragilidade! Sua cabeça fervilhava e ele não sabia o que fazer. Saiu apressado do quarto, precisava beber água,sua garganta estava seca.
Bebeu dois copos inteiros e ainda parecia estar com sede, um súbito ataque de raiva lhe dominou e bateu o copo de vidro no tampo da pia,com força, estraçalhando-o em cacos,reclamando com a perfuração de alguns fragmentos em sua mão.
E foi mirando o sangue escorrer de sua palma que uma ideia idiota lhe surgiu na cabeça. Por que não acabar com tudo logo de uma vez? Até mesmo os samurais não suportavam o sofrimento da desonra e cometiam Seppuku*. Por que ele também não podia? Por que tinha que agüentar sofrer por ter sido exposto desse jeito? Por que tinha que sofrer pelo desprezo que sua família mostraria por si assim que chegassem amanhã a tarde? Por que tinha que sofrer por esperar a certeza de ser expulso do time? Por que tinha que sofrer por nunca mais poder jogar futebol novamente? Por que tinha que sofrer por nem ao menos poder pisar para fora daquele apartamento sem ser apontado na rua como “bicha”? Por quê?
E foi pensando nisso que Takashima Kouyou,19 anos, abriu com destreza a gaveta que sabia bem ser o lugar onde o moreno guardava os talheres, escolhendo uma faca grande,de cortar carne, bem conveniente já que ela cortaria a sua. Duvidava que conseguisse repetir o ritual dos antigos e cortar sua barriga sem desistir no meio do caminho, por isso se fosse para fazer aquilo iria se certificar de que não pudesse voltar atrás. Ergueu o pescoço e jogou a cabeça para trás, posicionando a ponta da faca em sua traquéia,um golpe, era só empurrar a lâmina e tudo estaria terminado. Não precisaria mais sofrer, não precisaria mais... machucar....“Yuu”.
Sua mente tão decidida em se matar foi completamente preenchida pelo moreno, fora capaz de machucar a pessoa que mais amava,aquele que fazia tudo por si, que mais o amava...que...se ele morresse,como Yuu ficaria? Será que ele conseguiria superar? Será que se casaria, teria filhos...?
Se ele morresse...toda a dor estaria terminada mas...não poderia mais estar com Yuu,não poderia ver o sorriso convencido,nem o sorriso humorado,ou o sorriso malicioso,não veria mais os orbes negros que eram tão transparentes para si,não beijaria os lábios fartos que tanto lhe demonstravam amor,carinho,luxúria e desejo em apenas um beijo,nunca mais sentiria a pele dele, não seria capaz de ouvi-lo dizer que o ama,de brincar com situações difíceis,de contar vantagens,ou de apenas tagarelar e tagarelar como ele sempre fazia...não seria mais possível vê-lo,senti-lo...
Não!
Não queria perdê-lo, não queria ficar longe do seu moreno, ele era a única coisa que tinha, agora. Perdera tudo, emprego, fama, liberdade, provavelmente família...só lhe restava Yuu...não...lhe restava Yuu ainda, e isso...era o bastante.
E foi por isso que Uruha retirou a faca de se pescoço, jogando-a bruscamente dentro da pia,se apoiando no tampo desta e jogando a cabeça para frente,respirando pesado...não acreditava que estava há poucos segundos de se matar.
-Yuu – o nome saiu de seus lábios em um suspirou exausto,em um inicio de um choro silencioso.Por mais que já tivesse chorado durante o dia as lágrimas não pareciam ter fim.Por algum motivo desconhecido, no meio de todo o emaranhado de sentimentos,o jovem virou o rosto de lado, se surpreendendo com a figura pálida daquele que povoava seus pensamentos.
– Yuu! – chamou em exclamação,se adiantando em direção a este, notando que o moreno parecia se apoiar no batente da porta da cozinha, os olhos escuros,arregalados, revelavam medo e desespero.
-Você...o que estava fazendo? – Aoi perguntou em uma voz rouca e difícil.
-Eu...desculpe,Yuu – o loiro pediu sinceramente,arrependido,encarando os olhos negros para que este soubesse o quanto estava sendo sincero.
-Não pense nisso novamente, jamais, se você for fazer isso tenha a piedade de me levar junto com você Kouyou,porque eu morreria sem você comigo...jamais pense nisso novamente,entendeu? – repetiu a voz rouca, mas dessa vez um pouco mais séria.
-Entendi,eu...eu não vou pensar nisso, não sei o que deu em mim,eu...eu te machuquei Yuu, me desculpe,me desculpe Yuu,eu te amo tanto! Por favor, acredite!Eu não sei o que deu em mim,eu pirei,eu sou um imbecil,uma criança maluca e mimada,me desculpe,meu amor, me desculpe! – o mais novo pedia exasperadamente,em um tom baixo e doce,se aproximando do namorado, até estar de frente a este, receando tocá-lo e acabar assustando-o.
Surpreendeu-se quando o mais velho lhe abraçou fortemente,tomando os lábios em um beijo calmo,mas intenso. Correspondeu imediatamente, sentindo todo o sentimento que aquele ato lhe passava,apertando o corpo do mais velho contra o seu gentilmente,deixando seus sentimentos e pensamentos se acalmarem.
-Diga que não vai me deixar,Kou,diga que vamos passar por isso juntos! Eu posso fazer qualquer coisa,eu faço qualquer coisa se você estiver comigo, juntos nós conseguimos,amor... – Yuu começou um discurso sussurrado próximo aos lábios que acabara de beijar,sendo interrompido pela voz do loiro.
-A gente sempre consegue! – Kouyou completou a fala do moreno,um sorriso meigo se abrindo na face alva,sendo acompanhado pelo sorriso amplo dos lábios fartos antes destes se unirem em mais um ósculo delicado.
Coisas ruins estavam acontecendo,mas eles estavam juntos,e isso bastava.
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“Precisamos conversar” foi o que Kai havia dito assim que saíram. Pedira para o assistente levar seu carro de volta para seu apartamento e entrara no carro do empresário. Miyavi não escondeu sua surpresa e felicidade na hora, um raio de esperança brilhando em si e alegria de uma chance.
Depois de um caminho lento, pelo trânsito tumultuado do horário e silencioso,eles estavam ali,no apartamento que o empresário dividia com sua esposa,ou ex-esposa. Kai estava sentando em seu sofá,de frente para si, o encarando há minutos,mas sem dizer absolutamente nada a não ser negações de suas ofertas de bebidas e comidas.
-Quer me fazer alguma pergunta? – o jornalista finalmente começara.
-Sim, muitas, mas acho que é você quem merece respostas, não? – Miyavi respondeu, não conseguindo conter o nervosismo, demonstrado pelo modo insistente como dobrava os dedos.
-Estou lhe oferecendo uma chance, faça três perguntas,e eu farei todas as minhas – o moreninho rebateu, sério, impassível.
Miyavi não entendia qual era o objetivo do jornalista, mas se isso pudesse significar que ele teria a chance de consegui-lo mais uma vez, seria capaz de fazer qualquer coisa que ou outro mandasse.
-Hum...você e...aquele seu assistente....vocês já... – começou, meio receoso de parecer ofensivo.
-Se nós transamos? Não,eu até que tentei, mas ele é uma boa pessoa e muito racional – respondeu sinceramente.
O empresário não conseguiu conter um suspiro de alívio. Era até besteira que depois de tanto tempo e depois de tudo que fizera ainda se mordia de ciúmes do Yutaka.
-Depois que nós...depois daquele dia, quantas pessoas já teve? – continuou, ainda com receio.
Kai demorou um pouco para responder, pensando se seria muito idiota por dizer a verdade, mas qual era o sentido daquela conversa se ele não fosse sincero? Não queria mais mentiras,elas machucavam demais.
-Nenhuma! – deu a resposta verdadeira e direta, percebendo um sorriso bobo se formar no rosto do Takamasa – última pergunta – apressou, apesar de querer ganhar tempo e pensar melhor no que sua mente estava decidindo,tinha que confessar que não fazia a mínima ideia do que fazer, e nem estava pensando direito quando pediu aquela conversa, mas...devia seguir o conselho de Nao...por que se machucar por coisas do passado quando a vida é tão curta? Para que passar a maior parte dela chorando? Nao,tinha razão...
O sorriso de Miyavi desapareceu gradativamente,o olhar sério e gentil mirando os orbes do moreninho com o qual sonhava todas as noites, lembrando de seus momentos juntos...tinha que saber...tinha que saber se havia uma possibilidade de conseguir o amor de sua vida de volta...
-Ainda me ama? – fez a última pergunta.
Kai novamente demorou na resposta,não conseguindo fugir do olhar cativante do moreno,nunca conseguiu,e nunca ira conseguir...assim como jamais conseguiria mentir para esses olhos,por mais que estes já tivessem mentido para si.
-Sim! – praticamente sussurrou,a coloração rósea tomando seu rosto involuntariamente...há muito tempo que não sentia seu coração bater tão forte daquele jeito!Podia estar sendo apenas um imbecil por querer aquele sentimento de volta,com toda a dor e felicidade que ele oferecia,mas... talvez seis meses de alegria pagassem dois anos e meio de sofrimento...e ainda sobrasse troco... – eu...posso estar cometendo o pior erro da minha vida,mas...é verdade que você e Melody-san não estão mais juntos?
Miyavi demorou a responder,não que já não tivesse certeza de sua resposta, seu coração apenas não queria parar de palpitar como um louco...estava difícil até respirar....Agradeceu a todos os deuses que conhecia,e aos que não conhecia também, teria a chance de concertar seu erro,por mais que soubesse que não merecesse,dessa vez...dessa vez...faria tudo certo,sem mentiras,sem enganações...
-Ainda não assinamos o divórcio,mas eu dei entrada nos papéis há 3 dias e ela saiu de casa há 2...mas posso lhe jurar,lhe prometer,pela a minha vida que semana que vem tudo vai estar resolvido — respondeu ainda se esforçando para não levantar e cruzar os 2 metros de distâncias entre os sofás...não queria assustá-lo...o tocaria apenas quando este lhe demonstrasse que estava tudo bem.
- Eu...jure apenas que será sempre sincero,que jamais irá mentir novamente para mim...por favor! – foi o que o moreninho pediu,a voz frágil,era notável que o jornalista estava com medo,mas disposto a arriscar,assim como uma pessoa chegava a beira de um rocha para saltar dentro d’ água, estava com medo, mas iria mergulhar...porque, o sentimento bom que sentia com isso era necessário e viciante...por mais que soubesse que algum descuido ou apenas um infortúnio do destino pudesse lhe machucar gravemente,ou até lhe matar.
-Nunca mais, Kai...nunca mais...eu não quero te perder,não de novo,eu não suportaria – o Takamasa respondeu,sincero,não conseguindo refrear sua vontade e se levantando,andando em direção ao Yutaka,sentando-se lentamente ao lado deste.Pegou o queixo do moreninho de maneira delicada,levantando este até a altura dos seus lábios,se deliciando com a forma entregue com a qual Kai fechara os olhos,consentindo, pedindo – Eu amo você, Kai...nunca seria capaz de amar a mais ninguém da mesma forma... – sussurrou antes de colar seus lábios aos do jornalista,sentindo toda a maciez destes antes de castamente insinuar a língua para dentro da boca do mais novo.
Há quanto tempo não provava aquele gosto? Há quanto tempo não sentia aqueles lábios? Se lhe perguntassem,diria apenas que fora tempo demais.
O ósculo evoluiu gradativamente assim que Kai levou a mão a nuca do maior, puxando-a, aprofundando o beijo, como se quisesse ser capaz de se fundir com o outro com aquilo.Todo seu corpo e sentimento clamavam por Miyavi,todo seu ser tinha sido cativo pelo empresário no dia que este sorriu para si quando Aoi os apresentara,fora amor a primeira vista, não havia como escapar...estava totalmente preso e atado mais uma vez àquele que era dono de todo seu coração,na verdade nunca esteve realmente livre, esses laços e fios nunca se soltaram,apenas se estenderam,permitindo a distância,mas jamais a separação,e agora se encurtavam novamente, colocando-os frente à frente e mostrando que eles sempre estiveram bem firmes.
Kai não precisou exatamente quando suas costas sentiram o estofado do sofá, nem quando a mão do maior se aventurou por debaixo de sua camisa, mas não reclamou,e nem reclamaria...precisava tanto daquilo!
Mas o som fino do choro de uma criança se fez ouvir pelo apartamento, despertando-os do momento extasiado.Miyavi parou o beijo e ergueu minimamente o seu rosto,dando um sorriso meio amarelo.
- É a Lovelie-chan...você se importa se eu for vê-la? – perguntou constrangidamente.
Kai abriu seu sorriso mais doce e verdadeiro, mostrando bem as covinhas e deixando o mais velho completamente enfeitiçado pela candura transmitida.
-É claro que pode,eu posso ajudar se você permitir,eu adoro crianças! – o Yutaka respondeu gentilmente,empurrando com delicadeza o maior de cima de si,e levantando-se rapidamente do sofá,se recompondo.
-Hum! È claro que permito,já que você vai ser meio que a madrasta agora, é melhor você conhecer logo as pestes, mesmo que seja apenas uma, Jowelie-chan está na casa dos avós! – Miyavi rebateu em uma animação que muitos considerariam infantil e anormal,mas para quem conheceu o empresário há três anos atrás saberia dizer que aquele era seu estado normal.
-Pestes? E isso é jeito de falar de suas filhas? – Kai censurou humoradamente.
-Elas são as coisas mais lindas e fofas do mundo, mas como filho de peixe, peixinho é...as duas são hiperativas,iguaiszinhas ao pai! – o empresário respondeu, puxando a mão do moreninho,caminhando rapidamente para o quarto de sua filha, não se lembrava se tinha ficado tão feliz assim antes! Apenas nos nascimentos de seus anjinhos,mas essa era um felicidade diferente,um amor diferente...de alguma forma sempre faltava algo...agora não faltava mais.
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- Yuu,está ótimo, pra quê se arrumar tanto? Eles não estão vindo aqui para uma visita, nada bom vai sair disso! – Uruha reclamou em uma voz baixa, o moreno estava há quase uma hora na frente do espelho quebrado, sua família ligou anunciando que chegariam no final da tarde e que discutiriam sobre todo o ocorrido,a família do mais velho só chegaria à noite,mas seria inevitável as duas se encontrarem...tinha medo do que poderia acontecer.
-Não é a melhor situação,mas vou conhecer meus sogros e minhas cunhadas,tenho que estar bem apresentável! – Aoi rebateu,continuando a mudar a posição de seu casaco,tentando encontrar a forma como parecia mais responsável e charmoso.
-Kami! Só você mesmo! – Kouyou se permitiu um risinho,que bom que ao menos o moreno se mantinha firme e lúcido!Que bom que ele ainda era capaz de diminuir os problemas por maiores que eles fossem!Sabia que o corpo do mais velho ainda estava dolorido da noite passada,mesmo com os remédios,ele mais do que ninguém sabia o quanto aquilo podia doer,mas Aoi em nenhum momento reclamou ou resmungou.Às vezes era capaz de notar um franzir de cenho do namorado, quando estavam limpando a destruição que fizera no quarto e no banheiro,e quando este ia se sentar, mas...nenhum murmuro de reclamação saiu dos lábios do mais velho,que se dedicaram o dia inteiro a beijá-lo,confortá-lo e diverti-lo.Yuu era forte, maduro, como um adulto deveria ser...no final havia muita diferença entre ele e o mais velho...no final sua maturidade não podia chegar nem perto da do namorado...mas não se sentia mal com isso.De alguma forma se sentia bem por ainda ser um maldito garoto e ter os braços do mais velho para lhe segurar...entretanto, não queria deixar o moreno com todo o fardo e responsabilidade, tinha que ser firme e forte também,por ele mesmo, por Yuu,e pelo o que tinham!
-Que bom que ainda sou capaz de fazer você sorrir! Está muito estranho? Acha que pareço muito velho? – Aoi perguntou,em uma malicia conhecida, virando-se de frente para o namorado.
-Hum! Está gostoso! Muito gostoso! Pediria para me deixar te lamber todinho,mas meus pais estão chegando! – Kouyou entrou na brincadeira por necessidade de se deixar levar pela animação do namorado,mesmo que todo seu medo e dor não o deixassem em paz.
Aoi ampliou o sorriso por ver que finalmente o garoto estava menos tenso, se esforçara muito para tirá-lo de toda a depressão,não queria pensar no que esta quase levou o loiro a fazer!
Deu passos premeditados em direção ao mais novo e o puxou para um beijo apaixonado,colando seu corpo sedutoramente ao corpo do namorado, apertando a cintura com gentileza,mas invadindo a boca alheia com fome, deixando a língua rodear a cavidade,brincar com a língua do mais novo e finalmente mordiscar o lábio inferior deste,terminando com um breve selinho,sorrindo sacanamente ao ver o quanto o beijo tinha deixado o garoto desconcertado e arfante!
-Oh! Eu sou capaz de te deixar sem ar só com um beijo! – provocou maliciosamente,deixando os dedos descerem pelo corpo maior,se embrenhando entre as pernas deste e confirmando a semi-rigidez do falo através da calça – e excitado também!
-Hum...meus pais...eles...estão chegando! – o loiro murmurou gemidamente.
-Tem razão! – Aoi concordou,recuando as carícias e se separando do mais novo – tenho que me desdobrar e causar um boa impressão apesar de tudo, se não como vou conseguir que seu pai me dê sua mão em casamento?
-Yuu...– o mais novo iria rebater,mas o som da capainha o interrompeu, tinham deixado avisado na recepção sobre a visita da família Takashima e Shiroyama.Por um momento Uruha se deixara descontrair e brincar,mas agora...toda sua tensão voltava...todo seu medo...tinha medo do que seus pais iriam dizer...tinha medo da rejeição e humilhação...por um momento Aoi lhe fizera relaxar, mas agora...agora sua família estava do lado de fora daquele apartamento...de alguma forma sentiu um imensa vontade de se esconder,mas teria que enfrentar,tinha que parar de bancar a criança...tinha que se mostrar imponente e forte,tinha que explicar sobre o sentimento e relacionamento que ele e Yuu tinham,e tinha que fazê-los entender que seu lugar era ao lado do moreno,por mais que a situação estivesse ruim...por mais que tivessem lhe tirado tudo...não tirariam Yuu de si,não mesmo.
Notas finais
Olá!
AInd atá tenso neh?
Vai melhora, acho que vai
hum!
Agradeço pelas reviews...
e um agradecimento especial a linha Ichinose-san
Me diverti muito lendo seus reviews!!!!!!!!! =]
beijos!!!
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